
Sign up to save your podcasts
Or


Salomão, depois de ter conquistado tudo o que queria e de ter se tornado o homem mais sábio da história, chega a uma conclusão: “o princípio da sabedoria é o temor ao Senhor”. Temor não é sentir medo de Deus. É obedecer. A sabedoria, segundo a descoberta do rei sábio, é resumida em uma frase: obedecer a Deus. Fora disso, ainda que sua justificativa seja excelente, não há sabedoria.
Salomão está dizendo: por melhor que pareça um caminho, se não é a rota que Deus traçou para você, ele não é um bom caminho. Pode ser bom para José, João ou Carlos. Mas não é para você.
Morar em Chicago é maravilhoso, salvo quando o plano divino é tê-lo no Brasil. Ser advogado é excelente, exceto se Deus quer vê-lo em outra profissão.
Mas alguém pode aconselhá-lo a morar em uma cidade ou a seguir uma profissão. E os conselhos deste alguém podem ser sábios aos olhos do homem. Só que aí está a diferença. A sabedoria do homem é uma sabedoria de probabilidades, e não de certezas. O caminho provavelmente é bom, mas pode não ser. Já a sabedoria de Deus é uma sabedoria de resultado. No final das contas, a conta Dele estará certa. Deus conhece o futuro. Ele já está lá.
Por fim, São Tomás de Aquino dirá: Deus deu ao homem liberdade. Você pode tomar a rota que preferir, que parecer mais sábia aos seus olhos.
Mas penso que não podemos nos apoiar em nossa própria sabedoria na escolha da rota. Pessoalmente, faço simples oração: “Deus, na minha liberdade, escolho que o Senhor escolha”. E, se persiste a dúvida, peço respostas ao Senhor. Peço sinais, confirmações e paz. É o tal do “pedi e dar-se-vos-á”. Em algum momento, a resposta vem. E, com ela, a paz. Se você estiver passando por momento de indecisão, eis uma boa prece. Bom dia!
Samer Agi
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
Uma pessoa que você gostava muito te decepcionou e agora você não consegue se imaginar confiando novamente em alguém e correndo o risco de sofrer mais uma vez. Se identificou com essa história? Saiba que isso é mais comum do que você imagina, em todas as esferas da vida, incluindo amizades, namoros, casamentos e, até mesmo, nos negócios.
Talvez você esteja pensando: se o risco é tão abrangente assim, por que será que as pessoas ainda confiam umas nas outras? A resposta é simples, porque a confiança é a base de qualquer relação e as chances de corresponderem a ela são muito maiores do que do contrário. Olhe ao seu redor e constate isso por si mesmo. Quantas pessoas te decepcionaram e quantas são incríveis contigo? Tenho a certeza de que o número de relacionamentos positivos será muito superior ao de decepções.
Voltar a acreditar nas pessoas inclui mais do que dar uma chance a elas, envolve dar uma chance a si mesmo para que supere a dor e volte a ser feliz.
Perdoe a si mesmo em primeiro lugar. Você já se perdoou por ter sido enganado? Faço essa pergunta porque é bastante comum que as pessoas se culpem por situações desse tipo. Então, caso tenha se sentido mal por isso, saiba que não é nenhum pecado ser bom e confiar no outros e que isso não te torna um indivíduo bobo ou ingênuo. Além disso, evite pensar no que teria acontecido caso você tivesse desconfiado das boas intenções do outro antes, concentre-se no agora e deixa o passado onde ele deve ficar.
Entenda que todos estão sujeitos a cometerem erros, inclusive você.
É claro que ser desleal não é certo, contudo, lembre-se que todo ser humano está sujeito a cometer erros, inclusive você. Talvez não seja do seu feitio agir da mesma maneira que o outro, mas, talvez, possa vir a magoar terceiros de outras formas. Enxergar a situação sob essa ótica irá te ajudar a aceitar o ocorrido com um pouco mais de leveza e serenidade, e isso será bom para que se recupere e consiga voltar a confiar nas pessoas.
Depois de se perdoar e enxergar a pessoa que te decepcionou de uma forma mais humana, faça o possível para perdoá-la, pois esse é um passo importante para que possa seguir em frente. Lembrando que não significa, necessariamente, que irá aceitá-la de volta em sua vida, e sim que irá se libertar das mágoas em relação a ela. Manter todo esse ressentimento em seu coração fará mal apenas para você, liberte-se.
A experiência que viveu no passado não deve ser motivo para que deixe de confiar nas outras pessoas, contudo, ela pode servir como aprendizado para que tenha mais cautela. A confiança deve ser construída aos poucos, através da convivência, desse modo, evite se entregar de cabeça a uma nova amizade ou relacionamento amoroso logo no início. Se permita conhecer o outro e dar pequenos votos de confiança, assim, poderá dar um passo de cada vez e minimizar as chances de se decepcionar novamente.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Certa vez, eu estava participando de uma reunião de familiares com problemas de álcool e outras drogas e tive a oportunidade de escutar um relato de uma mãe com um filho dependente de drogas. Ela disse que morava no condomínio enorme e seu filho ficava sumido horas e horas e, quando voltava chegava totalmente alterado pelas substancias. Ela não sabia mais o que fazer e se sentia muito só nesta situação.
Ela foi orientada pelo grupo a procurar uma pessoa de confiança com quem pudesse compartilhar suas angústias, medos e incertezas nos momentos mais difíceis. Assim ela fez, procurou uma vizinha que gostava muito e falou:
– Minha amiga, eu preciso falar uma coisa muito grave que está acontecendo na minha casa: meu filho está usando drogas.
A vizinha assustada e surpresa teve uma reação que a amiga nunca poderia imaginar. Ela exclamou:
– O quê! O seu também?
As vizinhas estavam escondendo uma da outra esta realidade cruel: SEUS FILHOS ESTAVAM USANDO DROGAS.
Na outra semana, eu me lembro que esta senhora chegou na reunião com mais quatro vizinhas, todas com este mesmo problema.
Esta história nos ensina muitas coisas:
1º) – Não devemos ter vergonha quando nos deparamos com um ente querido envolvido com álcool e outras drogas. Essa foi uma escolha dele.
2º) – Os pais precisam se organizar da mesma maneira que os filhos fazem para usar drogas;
3º) – Os pais e demais familiares devem buscar ajuda de profissionais especializados nesta área e grupos de apoio para aprenderem a lidar com esta situação
4º) – A família não deve cometer o grave erro de não buscar ajuda. Enfrentar este problema sozinho ou buscar ajuda equivocada não vai resolver o problema. O Amor Exigente nos ensina: SOZINHOS ESTAMOS PERDIDOS, JUNTOS ENCONTRAMOS A NOSSA FORÇA.
O problema da dependência química e da codependência não é só da família. Ele inclui toda a sociedade, sendo assim, todos devem envolver no tratamento. Empresas, Igrejas, ONGs, escolas e os poderes públicos constituídos no país deveriam assumir a responsabilidade de combater este mal.
Por tudo isto, o lugar da família é no tratamento. Pare de dar murro em ponta de faca. O seu amor e a sua boa vontade não vão te ajudar muito neste momento. Você precisa de ajuda especializada, de pessoas capacitadas para te ouvir e te orientar com amor e sem preconceito.
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
From the publisher's feed