Grupo Arauto

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Grupo Arauto episodes

  • Não espera mais pra viver intensamente

    Ao longo da vida nos deparamos com momentos de escolhas. Algumas podem afetar, significativamente, todo o resto de nossas vidas… Mas como saber qual a escolha certa a fazer? Não dá. Não podemos prever o futuro...


    Então, muitas vezes, o que temos a fazer é arriscar… E fazer o máximo possível para ser feliz com o que se tem. Não adianta odiar o mundo porque algo deu errado na sua vida, afinal, o mundo não para pra que você fique se lamentando. Ele gira, a vida segue, e você também precisa seguir.


    O tempo passa muito rápido e, se você não fizer nada com sua vida, pode ficar com sentimento de vazio, de que viveu em vão. Não deixe isso acontecer. Não se permita chegar ao ponto de, ao olhar pra trás, ver que a sua vida passou e você não fez nada. Não se realizou, não construiu nada, não fez o bem a ninguém. Ficou à margem, no gueto das lamentações e queixas.


    Você vai envelhecer e vai morrer. É inevitável, todos nós vamos. A diferença está nos momentos vividos, nas coisas que fez, na fé professada e nas pessoas que amou. Se lutou pra ser feliz, se não foi negligente com a vida…


    Então, preste atenção no dia de hoje e lute! A vida é uma só! Se levante desta tristeza, deste abatimento! Nunca é tarde demais para tentar ser diferente, para fazer a diferença. Ame e seja amável. Viva bem, faça o bem… E, ao final, você verá que valeu a pena viver!!!

    4 min
  • O detector de metais

    Todo mundo sabe que nos aeroportos existe uma área com o detector de metais. Por medida de segurança, não é possível passar para o outro lado se você tiver no bolso chaves, celular ou moedas. Essa é uma informação conhecida das pessoas. Todo mundo sabe!

    Apesar disso, muitas pessoas tentam “enganar” o aparelho e acabam ficando “travadas” na hora de passar. Uns tentam passar com moedas no bolso. Outros, escondem o relógio. Surpreendentemente, também existem os que tentam passar com facas e tesouras. Não adianta, não funciona.

    Infelizmente, é assim que muita gente leva sua vida, com os bolsos (e bolsas) cheios de coisas que não deveriam. Elas não conseguem avançar para o outro lado porque carregam um peso desnecessário do passado.

    Não deixam para trás o que precisa ser deixado. Nunca conseguem se mover para frente porque o passado os puxam para trás, como um elástico amarrado na cintura.

    O que isso significa? Pode ser um objeto que você precisa se desapegar, um relacionamento frustrado, um trauma vivido, um sonho não realizado, um luto, uma traição, uma falta de perdão. 

    De fato, eu não sei sobre sua vida. Você sabe. Você sabe exatamente o que está lhe impedindo de avançar e de cumprir plenamente o seu propósito. Embora o seu passado de dor possa não ter sido causado por sua culpa, o seu futuro, sim, é da tua responsabilidade.

    Não falo isso para resgatar más lembranças. Só quero trazer um alerta: quem fica preso ao passado compromete seu futuro! Não conheci nenhuma pessoa que conseguiu avançar com sua vida carregando as pesadas cargas do passado. Não! Pessoas assim se arrastam e se cansam.

    Para elas, o detector de metais está sempre “apitando”, ordenando que elas voltem para o fim da fila e esvaziem os bolsos. É um ciclo interminável.

    Dê um basta nessa situação. Esvazie os bolsos e olhe para frente, para o quanto você ainda tem para viver, com a graça de Deus. Se desvencilhe do passado, da culpa, das más lembranças e dos traumas. Deixe para trás o que não faz mais parte da sua vida para viver o novo de Deus.

    4 min
  • A metáfora da areia

    Mãe e filha estavam caminhando pela praia. Num certo ponto, a jovem, que estava enfrentando muitos problemas no casamento, perguntou: “Mãe, como se faz para manter um amor?”.

    A mãe olhou para a filha e respondeu: “Pega um pouco de areia e fecha a mão com força…” A jovem assim fez e reparou que, quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia escapava entre seus dedos. E então disse: “Mamãe, mas assim a areia cai!”. A mãe respondeu: “Eu sei, agora abra completamente a mão…”.

    A menina assim fez, mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão, ao que ela falou: “Assim também não consigo manter a areia na minha mão!” A mãe, então, concluiu: “Agora pega outra vez um pouco de areia e mantenha na mão semiaberta como se fosse uma colher… bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para dar-lhe liberdade”. A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento. Esse exercício lhe ajudou a entender: é assim que se faz para durar um amor…

    Relacionamentos – de todos os tipos – são como areia em suas mãos.

    Se você carregá-la com a mão em concha, a areia permanece onde ela está. No minuto que você fecha a mão e aperta com força para segurar, a areia escorre por entre os dedos. Você pode se apegar a alguns grãos, mas a maioria se perderá.

    Com delicadeza, respeito e liberdade é provável que um relacionamento permaneça intacto, mas se você segura-lo com muita força, muito possessivamente, o relacionamento se esvai, se perde.

    Praticamente todas as pessoas querem ser felizes no amor, mas muitas pensam que isso é coisa de cinema e que o amor verdadeiro é algo utópico. Não é verdade. O amor é antes de tudo uma decisão de fazer o outro feliz e de deixa-lo livre.

    3 min

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