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Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio,Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
No dia a dia, a gente tenta controlar tudo. Planejamos, fazemos listas, estabelecemos metas. Mas, de vez em quando, a vida mostra que ela tem vontade própria. Coisas acontecem que a gente não espera, e nem sempre dá para entender o porquê. Em nossa jornada pela existência, frequentemente nos deparamos com a ilusão de controle, a crença de que cada aspecto de nossas vidas está sob nosso domínio. No entanto, a verdade é que somos navegantes em um oceano vasto e imprevisível, onde correntes ocultas e ventos súbitos podem alterar nosso curso em um instante. É neste reconhecimento de nossa própria finitude que emerge a serena beleza da dependência de Deus.
Depender de Deus não é sinal de fraqueza, mas a aceitação humilde de que há uma força maior, uma presença amorosa que nos sustenta quando nossas forças falham. Nas escrituras, encontramos inúmeras passagens que nos convidam a confiar no Criador, que nos conhece profundamente e deseja o melhor para nós, mesmo quando as circunstâncias parecem indicar o contrário.
A fé é a ponte que construímos sobre o abismo da incerteza. Ela nos permite caminhar com confiança, mesmo quando não enxergamos o caminho à frente. E essa fé se nutre na confiança de que, embora não possamos entender o "porquê" de cada acontecimento, existe um propósito divino em ação, um tecer misterioso que, um dia, revelará um desígnio de amor e sabedoria.
O abandono em Deus é, portanto, um ato de amor e coragem. É escolher viver com o coração aberto, entregando nossos planos, sonhos e preocupações nas mãos Daquele que é capaz de transformar a dor em crescimento, a perda em ganho e o fim em um novo começo. Ao nos abandonarmos em Deus, somos convidados a viver uma liberdade paradoxal: a liberdade de quem se sabe cuidado, guiado e amado.
Neste abandono, descobrimos a paz que transcende todo entendimento. A ansiedade pelo futuro dá lugar à serenidade do presente, onde cada momento é vivido com plenitude, sabendo que, venha o que vier, estamos em comunhão com o Eterno. Essa confiança nos capacita a olhar para a vida não como uma série de obstáculos a serem controlados, mas como uma aventura a ser vivida, com Deus como nosso companheiro constante.
Portanto, ao sentir que as rédeas da existência escapam de suas mãos, lembre-se de erguer o olhar e soltar as amarras do coração. Permita-se depender de Deus, pois é nessa dependência que encontramos nossa verdadeira força. E dessa forma, com fé, confiança e abandono, caminhamos não apenas sobrevivendo, mas florescendo sob a graça e o cuidado divino.
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio,Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
Trabalhara muitos anos como carpinteiro e sempre dera importância aos detalhes, porque estes significam qualidade. A idade vinha chegando e ele tomou a decisão de aposentar-se. Deixaria o trabalho e viveria uma vida tranquila com a família.
O patrão lamentou, mas entendeu a decisão e pediu-lhe um último serviço. Seria um favor até: construir sua última casa. O velho carpinteiro, acostumado aos desafios, sentiu dentro de si o entusiasmo da juventude, temperado com anos de experiência. Essa casa seria a sua melhor obra, tanto mais que o patrão pediu que não olhasse despesas e usasse o melhor material possível. Ele trabalhou com as mãos e com o coração. Finalmente, num belo dia, o empegado comunicou que a obra estava concluída.
O patrão visitou a casa e ficou maravilhado com os acabamentos e sua funcionalidade. Era uma obra perfeita, feita cm inteligência e amor. Depois de examinar tudo, o patrão entregou a chave ao carpinteiro, dizendo: a casa é sua.
Não se trata de uma história inventada. É realidade. Isto acontece na vida. Cada um tem sua maneira de construir. Há os que empregam material de baixa qualidade e não se preocupam com os acabamentos. O apóstolo Paulo fala dos diversos tipos de construtores. Cada um escolhe o material: ouro, prata, pedras preciosas, madeira, palha ou barro. ( 1 Cor. 3,12) É nesta casa que iremos morar um dia. A escolha não leva em conta os outros, os possíveis aplausos, mas a própria coerência. Tudo o que fazemos, fazemos à nossa imagem e semelhança.
Nossa vida é feita de escolhas. E estas escolhas têm uma lógica inflexível. Somos livres para escolher as sementes, mas somos obrigados a colher o que plantamos. A semente é escolha, o fruto, consequência. A eternidade consiste numa casa, que estamos construindo agora para habitar depois.
Cansado, envelhecido, sofrendo muito com reumatismos, o pintor francês, Augusto Renoir, insistia em pintar. Aos que o aconselhavam desistir, ele explicava: A dor passa, mas a beleza fica. Caminha neste sentido a opinião de Zeuxis, pintor da antiguidade grega. Porque caprichar tanto nos detalhes, que pouco observariam? Assim pensavam muitos. Ele encerrou a questão dizendo: eu pinto para a Eternidade
Frei Aldo Colombo
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio,Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
Quanta vida pode haver numa vida só?
Já se perguntou alguma vez?
Você vive quando apenas abre os olhos e respira
Ou quando não perde aquela chance
Vive quando larga tudo e começa uma nova ideia
Quando consegue começar de novo
Vive pra ser maior, e indo mais longe, vive mais tempo
porque mais importante que chegar é a vontade de partir
Você vive quando sai de casa sem blusa e vem o frio...
Quando acha que vai chover e faz calor ...
Vive, quando desses pequenos enganos ainda tira um sorriso e da de presente
E assim, fica mais cheio de motivos pra viver
Você vive quando entende que vive melhor quando vive junto
E aí compartilha, divide, cuida
Você vive quando conhece aquela pessoa e por ela cruza as ruas e continentes
Vive quando nunca cruza os braços
Você vive quando um se torna dois e vocês viram três e ficam cheios de uma vida totalmente nova
Vivemos quando redescobrimos o amor, o amor próprio, o amor ao próximo
Tem gente que vive só quando o sapato aperta, outros só quando os pés saem do chão
Tem gente que vive pra mudar o mundo
E tem aquele que gostaria de mudar tudo só pra não mudar nada e viver ali quietinho
Tem gente que espera pela vida
Tem gente que vive correndo atrás dela
E tem aqueles que a criam em cada respiração, no suor e no sangue, nos sonhos que jamais deixam morrer
Você vive quando entende que viver é este movimento que nunca para, porque afinal, no dia em que ele enfim parar, você não precisa mais se preocupar com a vida.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
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