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No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
Santa Cruz cria programa que prevê parceria entre moradores e Prefeitura para pavimentações
Recapeamento avança na estrada de Boa Vista nesta semana
Inadimplência para de cair no Rio Grande do Sul
Em destaque na segurança pública: Homem que armazenava drogas é preso em Santa Cruz
Gilmar dos Santos, presidente da Associação de Moradores do Bairro Navegantes, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre a cobrança aos poderes Executivo e Legislativo pela prioridade dos moradores atingidos pela enchente nas vagas do Loteamento Santa Maria II.
Frederico Antunes, candidato ao Senado pelo PSD, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre as pautas e projetos que defende nas Eleições 2026.
Flávio Abreu, presidente do Conselho Regional de Administração do RS (CRA-RS), participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre o Dia do Administrador e o papel e a importância do conselho.
A gente costuma confundir conhecimento com sabedoria.
Saber muito pode impressionar.
Mas saber o que fazer com aquilo que se sabe é outra história.
Conhecimento se adquire.
Sabedoria se constrói.
E essa construção passa pela capacidade de pensar, de refletir, de ouvir e, principalmente, de reconhecer que ainda temos muito a aprender.
Vivemos um tempo de informação abundante.
Em poucos segundos, temos acesso a respostas para quase tudo.
Mas ter respostas para tudo talvez seja menos importante do que saber fazer as perguntas certas.
Porque inteligência também é discernimento.
É saber quando falar.
Quando ouvir.
Quando insistir.
E quando reconhecer que podemos estar olhando para uma questão pelo ângulo errado.
Existe grandeza em mudar de ideia quando encontramos uma razão melhor.
Quem acredita ter todas as respostas acaba limitando o próprio aprendizado.
Quem permanece curioso continua crescendo.
Talvez seja essa uma das grandes diferenças entre acumular conhecimento e alcançar sabedoria.
Conhecimento amplia aquilo que sabemos.
Sabedoria transforma a maneira como vivemos.
No fim das contas, a pergunta mais importante talvez seja simples:
O que estamos fazendo com tudo aquilo que já aprendemos?
Nícolas da Silva, André Linck, Henrique Bauer, Sandro Viana, Luciano Almeida, Matheus Steffens e Guilherme Bica
Arthur Felipe Hein, presidente da ACEVALE, Patrícia Klamt, Sergio Reis e Vilmar Thome participaram do programa Assunto Nosso para falar sobre o evento de empreendedorismo em Vale do Sol e o estudo de viabilidade de pagamentos por serviços de proteção de ecossistemas.
Juliana Sins, assistente social, e Mônica Pitrovski, coordenadora do programa Família Acolhedora em Santa Cruz, participaram do programa Direto ao Ponto para falar sobre a meta de alcançar 18 lares cadastrados no programa até agosto de 2027 em Santa Cruz.
Adolfo Brito (PP), candidato à reeleição para a Assembleia Legislativa, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre as pautas e projetos que defende nas Eleições 2026.
Amar alguém não significa viver a vida dessa pessoa.
A gente ajuda porque ama. Protege porque se importa. Perdoa porque acredita.
Mas existe uma linha que, quando ultrapassada, deixa de ser ajuda.
É quando você começa a resolver o que o outro precisa resolver. Assume compromissos que são dele. Conserta erros que ele precisa enfrentar. Dá novas oportunidades sem que exista mudança.
E, sem perceber, você começa a carregar nas costas uma vida que não é sua.
Isso pode parecer amor. Às vezes, é apenas medo de ver quem amamos enfrentar as consequências das próprias escolhas.
Ajudar é estar junto.
Salvar é tomar para si aquilo que pertence ao outro.
Até Jesus acolheu, ensinou e estendeu a mão. Mas cada um precisou fazer a sua parte.
Há aprendizados que ninguém pode viver por nós.
Por isso, amar também é saber a hora de soltar.
Você pode ter compaixão sem carregar o peso do mundo. Pode estender a mão sem caminhar pelo outro.
Porque cada pessoa tem o seu caminho.
E o seu também merece ser vivido.
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