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No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
* Dia Livre de Impostos mobiliza comércio de Santa Cruz hoje
* Primeiro quadrimestre fecha com quase 34% de inadimplência em Santa Cruz
* Câmara aprova fim da escala 6x1 com votos favoráveis de parlamentares da região
* Em destaque na segurança pública: Draco prende condenados por tráfico e roubo em Santa Cruz; e Mulher é atropelada no Centro de Santa Cruz
Francelle Costa, proprietária e professora do Jef's Studio de Dança, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre o evento Dança dos Nem Tão Famosos e os 20 anos de história do Jef's.
Berenice Shakti, fisioterapeuta especialista em saúde pélvica e sexualidade, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre o Dia Internacional da Dignidade Menstrual e discutir pobreza menstrual, acesso à informação, saúde íntima e os impactos do silêncio em torno da menstruação na vida de meninas e mulheres.
Amanda Passos, diretora comercial do Grupo Casa Nova, esteve no programa Direto ao Ponto para falar sobre empreendimentos e negócios na região.
Você já percebeu como tem gente que conquista tudo aquilo que um dia sonhou… e mesmo assim continua sentindo um vazio por dentro?
Mais dinheiro.
Mais reconhecimento.
Mais conquistas.
Mais coisas para mostrar para o mundo.
E, ainda assim, parece que sempre está faltando alguma coisa.
Existe uma antiga história sobre um rei que tinha riquezas inimagináveis. O palácio dele era coberto de ouro, seda e pedras preciosas. Nada lhe faltava.
Até que um dia, um mendigo apareceu diante dos portões do castelo segurando apenas uma pequena tigela.
O rei, achando graça da situação, perguntou:
— O que você quer?
E o mendigo respondeu:
— Só peço que o senhor encha a minha tigela.
O rei riu. Parecia o pedido mais simples do mundo.
Então mandou os servos colocarem ouro dentro dela.
Mas o ouro simplesmente desapareceu.
Colocaram mais.
E desapareceu de novo.
O rei começou a ficar incomodado. Mandou trazer joias, rubis, sacos inteiros de tesouros.
E tudo sumia dentro daquela pequena tigela.
As horas passaram. Salas inteiras do palácio foram esvaziadas. E, mesmo assim, a tigela continuava vazia.
A diversão do rei virou preocupação.
Depois virou desespero.
Até que ele perguntou:
— Do que é feita essa tigela?
E o mendigo respondeu:
— Ela é feita do desejo humano. Por isso nunca pode ser preenchida.
Porque o ser humano vive acreditando que a próxima conquista vai finalmente trazer paz.
O próximo amor.
O próximo elogio.
O próximo salário.
O próximo reconhecimento.
Mas quando consegue aquilo que queria… logo aparece uma nova falta.
E talvez seja justamente isso que esteja cansando tanta gente hoje.
A gente vive correndo atrás de mais.
Mais metas.
Mais compromissos.
Mais resultados.
Mais aprovação.
E, no meio dessa correria toda, vai esquecendo de viver.
Vai esquecendo que houve um tempo em que tudo aquilo que temos hoje era exatamente aquilo que a gente pedia em silêncio.
A casa simples.
A saúde que ainda sustenta o corpo.
As pessoas que seguem ao nosso lado.
Os cafés tranquilos.
As conversas comuns.
Os abraços que a vida não repete.
Quando a mente se acostuma com a falta, até a abundância parece pouco.
E sem perceber, a gente começa a ficar parecido com o rei da história: cercado de coisas… mas distante da própria vida.
Gratidão não significa parar de sonhar.
Também não significa aceitar pouco.
Significa apenas não perder a capacidade de perceber o valor daquilo que já existe hoje.
Porque existe uma tristeza muito silenciosa em passar a vida inteira esperando grandes momentos… e não perceber que a felicidade quase sempre mora nas coisas simples.
Talvez a vida não esteja tentando te dar mais.
Talvez ela esteja só tentando te ensinar a sentir mais profundamente aquilo que você já tem.
E no fim… as pessoas mais felizes nem sempre são as que mais possuem.
São as que aprenderam que algumas das coisas mais valiosas da vida não foram feitas para serem acumuladas.
Foram feitas para serem vividas.
Nícolas da Silva, Luciano Almeida, Henrique Bauer, Sandro Viana e Matheus Steffens
Diogo Durigon, diretor da Vinícola Pedras da Quinta, participou do programa Assunto Nosso para falar sobre as uvas de Encruzilhada e a produção de vinhos e espumantes.
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
* Santa Cruz reforça alerta no trânsito com blitz educativa do Maio Amarelo
* Critérios de renda para moradias populares viram alvo de críticas em Santa Cruz
* Memorial que resgata relatos das enchentes é inaugurado em Sinimbu
* Em destaque na segurança pública: Polícia Civil coloca abaixo bunker do tráfico no Santa Vitória
Vamos falar sobre uma coisa que muita gente vive… mas quase ninguém percebe.
Tem pessoas que transformam tudo em urgência.
A mensagem precisa ser respondida na hora.
O problema precisa ser resolvido imediatamente.
Qualquer desconforto já vira estado de alerta.
E, por muito tempo, isso parece responsabilidade.
Parece eficiência.
Parece comprometimento.
Mas, muitas vezes, é apenas ansiedade disfarçada de produtividade.
É como se a mente nunca desligasse.
A pessoa vive apagando incêndios… mesmo quando não existe fogo nenhum.
Acorda acelerada.
Toma café acelerada.
Trabalha acelerada.
Pensa acelerada.
E quando finalmente para por alguns minutos… descansa com culpa.
Talvez o mais perigoso seja justamente isso: muita gente admira esse comportamento.
Dizem que aquela pessoa “dá conta de tudo”.
Que é “ágil”.
“Produtiva”.
“Incansável”.
Mas, no silêncio do quarto… longe dos aplausos… o que ela sente é outra coisa.
Cansaço.
Pressão.
Uma sensação constante de que não pode falhar.
Como se o corpo repetisse o tempo inteiro:
“Fica alerta. Resolve rápido. Não para. Não decepciona ninguém.”
E, aos poucos, sem perceber… a vida vai ficando pesada.
Porque quem vive acelerado demais começa a estranhar a calma.
O silêncio gera ansiedade.
Descansar parece perda de tempo.
E a paz começa a trazer culpa.
Olha que loucura…
Tem gente que desaprendeu a descansar.
E talvez uma das reflexões mais importantes da vida seja entender que nem toda urgência é prioridade.
Tem coisas que podem esperar uma hora.
Um dia.
Às vezes, até uma semana.
Mas quem vive no modo sobrevivência acredita que tudo precisa ser resolvido agora.
E é aí que mora o perigo.
Porque a pressa constante vai roubando os momentos simples da vida.
Vai consumindo a saúde.
Vai desgastando a mente.
Vai cansando a alma.
Por isso, de vez em quando, a gente também precisa respirar mais devagar.
Diminuir o ritmo.
Entender que nem tudo depende da nossa resposta imediata.
A vida não precisa ser uma corrida o tempo inteiro.
Às vezes, desacelerar… também é uma forma de seguir em frente.
Pedro Henrique Davila, CEO e fundador da Muletech, esteve no programa Direto ao Ponto para falar sobre a startup santa-cruzense incubada no TecnoUnisc, que aposta em muletas automatizadas com três sistemas de automação integrados.
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