
Sign up to save your podcasts
Or


Esse foi o assunto da semana: a lenda de Robin Hood, que tirava dos ricos para dar aos pobres, a vingança dos pequenos investidores no varejo – as “sardinhas” – que fizeram com que um grande lobo de Wall Street, o fundo de investimento Melvin, perdesse muito dinheiro e precisasse ser resgatado por outros grandes fundos de investimento (Citadel e Point72).
Mas afinal o que é short squeeze? Como funciona a dinâmica de uma posição vendida (short)?
Posição vendida (short):
Uma posição vendida é quando um investidor ou um fundo aposta na queda das ações de uma empresa devido à deterioração nos seus fundamentos ou devido ao seu alto preço/valuation.
Para fazer uma posição vendida, o investidor “vende” as ações da empresa hoje, ao tomar emprestadas as ações, pagando uma taxa de aluguel, e esperando comprar as ações no futuro por um valor mais baixo e dessa forma encerrar a posição vendida.
Como o investidor espera queda nas cotações, no futuro, essa diferença entre o preço atual e o preço mais baixo no futuro é o ganho na operação.
Na posição comprada a possível perda do investidor fica limitada a 100por cento por cento do capital investido. No, entanto, na posição vendida pode-se perder mais do que o capital investido, pois existe a chamada de margem da posição vendida em aberto.
Efeito virtuoso/vicioso:
Uma característica interessante das operações vendidas é a seguinte: para que uma posição vendida (short) seja encerrada, o investidor precisa comprar as ações. Se a posição é muito grande, causa uma alta no preço das ações, o que pressiona ainda mais a posição dos vendidos que permanecem na posição.
Dessa forma, a alta das ações provocada pela zeragem das posições vendidas (compra das ações) provoca uma alta adicional nas ações que aumenta ainda mais as chamadas de margem e as perdas dos investidores que têm posição vendida naquelas ações.
Essa característica explica o alto volume negociado e as grandes variações no preço das ações num “short squeeze”.
Short squeeze:
A forte alta nas ações de uma posição vendida é um pesadelo para o fundo que tem essa posição short.
Com a alta da ação ele precisa depositar mais margem (colocar dinheiro), o que aumenta a sua perda na operação.
Para encerrar a posição e limitar as perdas, o fundo precisa comprar as ações, o que faz com que as ações subam ainda mais, o chamado “short squeeze” ou aperto na posição vendida.
Assim quem provoca a alta no preço das ações coloca uma pressão (squeeze) nos investidores que tem posição vendida.
O que aconteceu com as ações da GameStop:
A GameStop é uma empresa de varejo com lojas físicas que vende videogames nos EUA.
A posição total vendida em ações da GameStop chegou a 150por cento das ações em circulação no mercado nos EUA, algo somente possível com a existência de derivativos (opções).
O fundo de investimento Melvin, com 10 bilhões de dólares sob gestão em dezembro do ano passado, tinha uma grande posição vendida em ações da GameStop, uma informação pública da carteira do fundo.
Pequenos investidores pessoas físicas atuaram em conjunto por meio de redes sociais através do fórum Wallstreetbets, do Reddit, com quase 5 milhões de inscritos, para incentivar a compra da das ações da GameStop, o que ocasionou forte alta no preço das ações e colocou os gestores de fundos de hedge contra a parede.
Nesse caso investidores individuais fizeram muito dinheiro enquanto o grande fundo Melvin (rico) perdeu tantos recursos que precisou ser resgatado por outros fundos de investimento (Citadel e Point72) que colocaram 2,75 bilhões de dólares na Melvin
Esse foi o assunto da semana: a lenda de Robin Hood, que tirava dos ricos para dar aos pobres, a vingança dos pequenos investidores no varejo – as “sardinhas” – que fizeram com que um grande lobo de Wall Street, o fundo de investimento Melvin, perdesse muito dinheiro e precisasse ser resgatado por outros grandes fundos de investimento (Citadel e Point72).
Mas afinal o que é short squeeze? Como funciona a dinâmica de uma posição vendida (short)?
Posição vendida (short):
Uma posição vendida é quando um investidor ou um fundo aposta na queda das ações de uma empresa devido à deterioração nos seus fundamentos ou devido ao seu alto preço/valuation.
Para fazer uma posição vendida, o investidor “vende” as ações da empresa hoje, ao tomar emprestadas as ações, pagando uma taxa de aluguel, e esperando comprar as ações no futuro por um valor mais baixo e dessa forma encerrar a posição vendida.
Como o investidor espera queda nas cotações, no futuro, essa diferença entre o preço atual e o preço mais baixo no futuro é o ganho na operação.
Na posição comprada a possível perda do investidor fica limitada a 100por cento por cento do capital investido. No, entanto, na posição vendida pode-se perder mais do que o capital investido, pois existe a chamada de margem da posição vendida em aberto.
Efeito virtuoso/vicioso:
Uma característica interessante das operações vendidas é a seguinte: para que uma posição vendida (short) seja encerrada, o investidor precisa comprar as ações. Se a posição é muito grande, causa uma alta no preço das ações, o que pressiona ainda mais a posição dos vendidos que permanecem na posição.
Dessa forma, a alta das ações provocada pela zeragem das posições vendidas (compra das ações) provoca uma alta adicional nas ações que aumenta ainda mais as chamadas de margem e as perdas dos investidores que têm posição vendida naquelas ações.
Essa característica explica o alto volume negociado e as grandes variações no preço das ações num “short squeeze”.
Short squeeze:
A forte alta nas ações de uma posição vendida é um pesadelo para o fundo que tem essa posição short.
Com a alta da ação ele precisa depositar mais margem (colocar dinheiro), o que aumenta a sua perda na operação.
Para encerrar a posição e limitar as perdas, o fundo precisa comprar as ações, o que faz com que as ações subam ainda mais, o chamado “short squeeze” ou aperto na posição vendida.
Assim quem provoca a alta no preço das ações coloca uma pressão (squeeze) nos investidores que tem posição vendida.
O que aconteceu com as ações da GameStop:
A GameStop é uma empresa de varejo com lojas físicas que vende videogames nos EUA.
A posição total vendida em ações da GameStop chegou a 150por cento das ações em circulação no mercado nos EUA, algo somente possível com a existência de derivativos (opções).
O fundo de investimento Melvin, com 10 bilhões de dólares sob gestão em dezembro do ano passado, tinha uma grande posição vendida em ações da GameStop, uma informação pública da carteira do fundo.
Pequenos investidores pessoas físicas atuaram em conjunto por meio de redes sociais através do fórum Wallstreetbets, do Reddit, com quase 5 milhões de inscritos, para incentivar a compra da das ações da GameStop, o que ocasionou forte alta no preço das ações e colocou os gestores de fundos de hedge contra a parede.
Nesse caso investidores individuais fizeram muito dinheiro enquanto o grande fundo Melvin (rico) perdeu tantos recursos que precisou ser resgatado por outros fundos de investimento (Citadel e Point72) que colocaram 2,75 bilhões de dólares na Melvin
Opções: o que são?
Para entender a estrutura do lançamento coberto de opções é preciso, primeiramente, que você saiba o que são opções. As opções são instrumentos derivativos, que derivam de outro ativo e alteram-se de acordo com as variações deste mesmo ativo.
O investidor que compra um contrato de opções – conhecido como titular – adquire o direito de exercer este contrato na data do seu vencimento. Já o investidor que lança as opções – vendedor – fica obrigado a exercer o contrato caso o comprador assim deseje.
No mercado financeiro, existem dois tipos de opções: as opções de compra (call) – que conferem ao titular o direito de compra de um ativo-objeto – e as opções de venda (put), que oferecem ao titular o direito de vender o ativo-objeto.
O lançamento coberto de opções – também conhecido como financiamento – é uma operação direcionada a investidores que buscam uma rentabilidade superior à da renda fixa no mercado de ações sem, necessariamente, se expor a riscos ilimitados na renda variável. Isso porque, na prática, esta estrutura oferece ao investidor um percentual de ganho definido independentemente das oscilações do mercado e alguma proteção para casos de queda nos preços de um determinado ativo na bolsa de valores.
A operação de lançamento coberto com opções é composta pela compra de uma determinada ação no mercado à vista ao mesmo tempo em que se faz uma venda de opção de compra (call) desta mesma ação – no que chamamos de lançamento. Desta forma, o comprador – titular das opções – terá o direito de comprar aquela determinada ação a um determinado preço em uma data futura preestabelecida, enquanto o lançador mantém o ativo em sua carteira enquanto a opção não for exercida.
Caso a opção seja exercida, o lançador venderá suas ações ao titular da opção já sabendo qual o retorno da sua operação de financiamento. Se a opção não for exercida, por outro lado, o vendedor embolsará o prêmio recebido na venda da opção e manterá sua ação na carteira a um preço médio melhor.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,89% em novembro na comparação com outubro, mostrou nesta terça-feira (8) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o maior resultado para um mês de novembro desde 2015, quando o indicador foi de 1,01%.
A expectativa era de alta de 0,78% na base mensal, segundo estimativa mediana em pesquisa Bloomberg, contra 0,86% na leitura anterior.
No comparativo anual, o IPCA teve alta de 4,31%, enquanto a projeção era de alta de 4,20% após avanço de 3,92% em outubro.
Com o acumulado de 4,31% em 12 meses e faltando um mês para o fechamento do ano, a inflação está acima do centro da meta do governo, atualmente estipulada em 4,0%, com margem de 1,5% para mais ou para menos. “Esse acumulado ainda está influenciado pela inflação forte que tivemos em dezembro do ano passado por conta das carnes. Vamos ter que esperar para ver como vai ser o comportamento de dezembro deste ano”
De acordo com a Lei das Sociedades Anônimas, toda companhia brasileira de capital aberto deve distribuir aos acionistas no mínimo 25% de seu lucro líquido em dividendos, que são frações do lucro da empresa. Ele também pode ser distribuído por meio de juros sobre capital próprio, dependendo do estatuto da empresa. O primeiro modo é recebido integralmente pelo investidor, enquanto o segundo é tributado em 15% pela Receita Federal na data do depósito.
O conceito básico por trás dos proventos em dinheiro é a distribuição de parte dos lucros obtidos por uma empresa para seus acionistas. Ao comprar uma ação, você se torna acionista e, portanto, tem direito a receber a sua parte dos lucros que a empresa gera.
Assim, quando você recebe dividendos de uma empresa, você está recebendo uma parcela do lucro, que é determinada pela legislação brasileira em pelo menos 25% dos lucros gerados pela empresa em um determinado período de tempo. Para a empresa, os dividendos são distribuídos a partir do lucro líquido, ou seja, após o pagamento de IR, CSLL e outros impostos ou contribuições.
Com isso, os valores que são anunciados em dividendos para os acionistas já são líquidos de imposto de renda, já que a empresa efetuou o pagamento de impostos sobre estes lucros. Desta forma, caso a proposta sobre tributação de dividendos vá adiante, o acionista pode ter que arcar com o pagamento de impostos quando for declarar os dividendos.
Vale lembrar que, em outubro, ganhou destaque um projeto de Lei de número 7274/14, de autoria do deputado Renato Simões e do ex-deputado Ricardo Berzoini, ambos do PT, propondo que os dividendos distribuídos pelas companhias passem a pagar imposto de renda na declaração das pessoas físicas. Porém, ainda há polêmica sobre se não haveria bitributação, o que seria inconstitucional, já que a companhia já pagou os impostos em relação a esses lucros.
Já com relação aos juros sobre capital próprio, para o acionista, a grande diferença é que ele tem que pagar 15% de imposto de renda na fonte, de forma que sempre é preciso ficar atento se o valor anunciado é o bruto (sem impostos) ou líquido (já descontando os impostos).
Para a empresa, muitas vezes o uso de JCP é vantajoso do ponto de vista fiscal e foi criado em 1995 justamente com a finalidade de impulsionar o mercado de ações. Desde sua criação, o pagamento de JCP permite que a empresa remunere seus acionistas até o valor da TJLP, com o valor sendo considerado como despesa financeira. Com isso, ele reduz o lucro tributável, diminuindo o IR a ser pago pela empresa.
A grande vantagem é que a empresa pagaria impostos maiores sobre o lucro, na faixa de 25%, do que os acionistas, que pagam 15% sobre os JCP. Assim, ela pode oferecer JCP, que mesmo após o pagamento de IR, podem ser maiores do que seriam na forma de dividendos, em função da diferença nas alíquotas de tributação.
O ágio e o deságio de um ativo de renda fixa são oriundos de mudanças na curva de juros do mercado. As duas variáveis são inversamente proporcionais.
Dessa forma, conforme o juros do mercado aumentam o valor dos títulos no mercado caem e quando os juros caem o valor dos títulos sobem.
Imagine, por exemplo que você aplicou em um título prefixado do Tesouro Direto com vencimento para 5 anos, cuja rentabilidade era de 7% ao ano.
Na época a taxa Selic estava em torno de 5% ao ano. Nesse caso, seu título estava pagando, no momento da compra, cerca de 2% a mais do que a taxa básica de juros da economia, certo?
Contudo, no ano seguinte a Taxa Selic caiu para 3% ao ano. Nesse cenário, seu título passou a pagar 4% a mais que a taxa Selic e passou a ser mais atraente para o mercado.
Perceba que a rentabilidade é a mesma, o que mudou aqui foi a diferença entre a rentabilidade da sua aplicação e a taxa Selic. No começo a diferença era de 2% e depois passou para 4%.
Por esse motivo, é muito possível que o seu ativo esteja cotado no mercado por um valor maior do que o que você pagou.
Quando isso acontece é possível negociar o título no mercado e receber por ele um valor maior do que aquele que ele estava sendo negociado no momento da sua aplicação.
Nesse contexto, portanto, é possível sair do investimento com lucro mesmo antes do vencimento.0
O oposto também pode ocorrer e, nesse caso, o seu título poderia estar com deságio.
Nesse caso, ao vender o título antes do vencimento você teria por ele um valor menor do que o pagou no momento da aplicação.
Observando a taxa de juros no momento da aplicação e a taxa de juros no momento da negociação de um título é possível ter uma ideia se o título está sendo negociado com ágio ou deságio.
Porém, para ter certeza se é um bom momento para vender ou não seu título, é preciso fazer uma cotação do preço do ativo no mercado.
Se o valor estiver maior do que o valor pago no momento da aplicação então o ativo está com ágio e vice-versa.
Você também pode saber se um Tesouro Selic está com ágio ou deságio observando a rentabilidade da aplicação informada na plataforma de investimentos.
O Bank of America está “overweight” nas ações brasileiras em 2021, vê chances de o dólar cair abaixo de R$ 5 e recomenda posições vendidas nos DIs janeiro 2022 e janeiro 2023, apostando em um cenário de “organização” fiscal, que contemple manutenção do teto de gastos e progresso em reformas micro.
“O fluxo estrangeiro virou, mas óbvio que uma intensidade maior nesse movimento vai depender do nosso fiscal”, disse David Beker, chefe de economia e estratégia do Bank of America, prevendo que o Brasil receberá US$ 60 bilhões em investimento direto no país (IDP) em 2021, acima dos US$ 45 bilhões previstos para este ano.
O BofA vê o Ibovespa em 130 mil pontos no próximo ano, um acréscimo ao redor de 16% em relação ao patamar atual, puxado por perspectiva de recuperação dos lucros em 2021 e 2022 para setores cíclicos, que têm maior peso no índice – Materiais Básicos, Energia e Finanças.
Na América Latina, o mercado de ações brasileiro é o único com recomendação “acima da média do mercado”. O BofA está “marketweight” em México e Peru, “underweight” no mercado chileno e sem exposição a Argentina e Colômbia.
No caso do câmbio, o banco calcula o dólar a R$ 5,10 no término de 2021, abaixo dos R$ 5,23 desta quarta-feira. “Ficamos entre R$ 5,50 e R$ 6 por muito tempo, o risco agora é romper os R$ 5, mas apenas se o Brasil fizer a lição de casa fiscal e o exterior se mantiver favorável”, disse Beker.
Uma valorização mais acentuada do real ainda seguirá limitada, de acordo com Beker, pelo nível historicamente baixo da taxa de juros, que mantém a moeda brasileira atrás em termos de retornos na comparação com vários de seus principais pares.
Beker até projeta “normalização” da política monetária no ano que vem, com o Banco Central elevando a Selic para 3,25% até dezembro de 2021, frente os 2% atuais, num processo com início em alta de 0,25 ponto percentual em junho. “Mas se a gente estiver errado sobre o fiscal, a pressão será para subir antes disso”, ponderou o executivo.
O gradualismo no aumento de juros em 2021, no cenário-base do BofA, se deve à perspectiva de que o quadro inflacionário continuará benigno. Beker ainda estima que, em termos anuais, o IPCA deva continuar em ascensão até o primeiro e segundo trimestres de 2021, mas na sequência começará a recuar, fechando 2021 com acréscimo de 3,6%, ainda abaixo do centro da meta do ano que vem (3,75%).
Num contexto de inflação benigna e Selic em alta apenas gradativa, Beker avalia que o mercado de juros está com excesso de prêmio e que faz sentido posição vendida nos DIs janeiro 2022 e janeiro 2023. O DI janeiro 2022, por exemplo, está em 3,015% ao ano, mais de 100 pontos-base acima do CDI atual, de 1,90%.
No caso do PIB, o executivo do BofA ainda vê crescimento de 3% em 2021, depois de queda projetada de 4,1% neste ano. O BofA diz ainda não ver elementos para “ir além” na expectativa de expansão da economia e cita, por exemplo, chance de encerramento do coronavoucher, com impacto no consumo das famílias. “Então no começo do ano a atividade pode ter desafios”, disse.
Beker tem em seu cenário-base avanço do projeto de lei da autonomia do Banco Central, Lei de Falências, PEC emergencial, PEC dos fundos e “alguma coisa” da reforma tributária, com o Orçamento sendo aprovado também em 2021.
“O resumo da história é um cenário construtivo. Tem alguns riscos externos, principalmente o timing a vacina, a questão do comportamento das políticas nas economias globais e o risco doméstico principal que é o fiscal, mas as notícias mais recentes são encorajadoras”, finalizou o executivo.
As units são tipos específicos de ações negociadas no mercado brasileiro com o objetivo de aumentar a liquidez das ações e diminuir a possibilidade de perda de controle acionário pelos acionistas majoritários.
As units são cestas de ações formadas por uma combinação de ações ordinárias e preferenciais e, em momento de ineficiências do mercado, podem oferecer oportunidades de arbitragem ao negociar as units e as ações que compõem a cesta.
Obviamente, fazer tal operação exige um conhecimento mais avançado do funcionamento dos mercados e suas estruturas de precificação, bem como de operações de arbitragem e long & short.
Clube de Investimento é um veículo de investimento coletivo com no mínimo 3 e no máximo 50 participantes, para aplicação preponderante (67%) em títulos e valores mobiliários com características de participação - ações; bônus de subscrição; debêntures conversíveis em ações de emissão de companhias abertas; recibos de subscrição; cotas de fundos de índices de ações negociados em mercado organizado (ETF's de ações); e certificados de depósitos de ações.
O papel idealizado para os Clubes de Investimento é o de porta de entrada do investidor ainda não familiarizado com o mercado de capitais, daí sua política de investimento ser bastante simples. Espera-se que mediante sua participação no clube o investidor adquira conhecimentos e habilidades sobre a estrutura e o funcionamento do mercado, que o permitirão posteriormente acessar com segurança produtos mais sofisticados.
Os clubes de investimento geralmente são regulados na Instrução CVM 494 e no Regulamento de Clubes da B3, onde se encontram registrados. Além das normas de mercado, cada clube conta também com um estatuto social.
Toro Investimentos
A promoção da Toro começa em 22 de novembro e deve se estender até 07 de dezembro. Para os novos clientes, a empresa vai dar dois certificados BDRs (que são os recibos de ações investidas em bolsas lá de fora), um do Google e outro da Netflix, para aplicações superiores a R$ 5 mil em qualquer produto da corretora. Que tal uma ação
Órama
A Órama Investimentos anunciou que, entre os dias 16 e 30 de novembro, terá dois tipos de ofertas, uma direcionada aos novos e outra aos clientes atuais.
No caso dos novos investidores, a cada R$ 3,5 mil investidos, o cliente terá o retorno garantido de 2% do valor, por meio de uma cota do fundo imobiliário IBFF11. Não parece muito, mas esse rendimento equivale ao CDI do todo o ano e o dobro do que rende a poupança hoje.
Já para os clientes antigos, a empresa oferece taxas diferenciadas para aplicações em CDBs do Banco Máxima. De acordo com a Órama, essas taxas podem variar conforme o prazo de vencimento, entre 8,85% ao ano, para resgates em três anos e meio, e 12% ao ano, para aplicações em nove anos e meio.
Rico
A Rico também vai trabalhar com várias frentes promocionais, entre os dias 23 e 27 de novembro. A primeira oferece relatórios e cursos gratuitos para ajudar todos os investidores nas aplicações.
A empresa afirma que os 10 mil primeiros clientes que fizerem aplicações no Tesouro Direto também vão ganhar 3 meses gratuitos do Rico + Primeiros Passos, uma plataforma educacional com conteúdos sobre investimentos.
Além disso, vai oferecer uma assinatura mensal para diversos relatórios por apenas R$ 1 mensal, durante 1 ano.
XP Investimentos
A Black Friday da XP já está sendo realizada desde o dia 6 e segue até o dia 27 de novembro. Neste período, quem negociar a Previdência Taxa Zero e fizer um depósito acima de R$ 1 mil, a XP vai presentear com 80% de descontos em alguns cursos do Xpeed, a escola digital de investimentos da própria corretora.
O mesmo vale para os clientes que tiverem produtos em renda fixa no C6, Crediarecom, Pine e Voitercom. A regra se mantém para o Certificado de Operações Estruturadas (COE OURO), que tem aplicação mínima de R$ 5 mil.
Já para os novos clientes em renda variável, serão três meses gratuitos na plataforma Profit TraderXP. Para isso, é necessário que o cliente tenha o perfil de investidor moderado ou agressivo, além de ter feito negociações, durante o período promocional, pelo Home Broker ou por outras plataformas profissionais.
Guide
A “Guide na Black” de 2020 terá rentabilidades turbinadas em COEs, CDBs e uma ação inusitada nas redes sociais em que até mesmo quem ainda não é cliente poderá participar. As oportunidades poderão ser aproveitadas entre os dias 23 e 27 de novembro.
A plataforma de investimentos fechou parceria com o Banco Máxima e o Banco Renner Digimais para oferecer CDBs com rentabilidade bem acima do padrão de mercado e investimento a partir de R$ 1 mil.
Os clientes que optarem pelos CDBs do Banco Máxima terão retornos pré fixados de 3,9% a 12,7% ao ano, a depender do prazo escolhido, que pode ir de 1 a 10 anos.
Já a oportunidade com o Banco Renner Digimais estará disponível apenas no dia 27, e promete um retorno próximo de 155% do CDI por um prazo de 5 anos do patrimônio investido.
From the publisher's feed