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Em 1940, com as tropas de Hitler avançando pela Europa, muitos previam o colapso econômico. Mas, surpreendentemente, a bolsa de Londres disparou e dobrou o valor dos investimentos até o fim da guerra. Hoje, o cenário global também parece caótico: pandemias, guerra na Ucrânia, tensões com Taiwan, crise energética, inflação, instabilidade bancária e uma guerra comercial entre grandes potências. Ainda assim, a economia mundial segue crescendo e os mercados batem recordes. Como isso é possível?Este vídeo investiga o fenômeno do “capitalismo teflon” — um sistema no qual empresas e governos desenvolveram resiliência inédita contra choques. Cadeias de suprimentos que se adaptam rapidamente, diversificação energética que reduz a dependência de petróleo, políticas fiscais agressivas que protegem empregos e consumo, e mercados emergentes mais preparados para evitar colapsos. Mas será que essa proteção é sustentável?Afinal, dois riscos crescem no horizonte: juros altos que podem tornar insustentável o gasto público e um choque geopolítico capaz de romper até as cadeias mais robustas — como uma invasão chinesa a Taiwan. Assim como em 1940, investidores apostam que o pior não virá. Mas e se, desta vez, a conta chegar?
By Heni Ozi Cukier5
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Em 1940, com as tropas de Hitler avançando pela Europa, muitos previam o colapso econômico. Mas, surpreendentemente, a bolsa de Londres disparou e dobrou o valor dos investimentos até o fim da guerra. Hoje, o cenário global também parece caótico: pandemias, guerra na Ucrânia, tensões com Taiwan, crise energética, inflação, instabilidade bancária e uma guerra comercial entre grandes potências. Ainda assim, a economia mundial segue crescendo e os mercados batem recordes. Como isso é possível?Este vídeo investiga o fenômeno do “capitalismo teflon” — um sistema no qual empresas e governos desenvolveram resiliência inédita contra choques. Cadeias de suprimentos que se adaptam rapidamente, diversificação energética que reduz a dependência de petróleo, políticas fiscais agressivas que protegem empregos e consumo, e mercados emergentes mais preparados para evitar colapsos. Mas será que essa proteção é sustentável?Afinal, dois riscos crescem no horizonte: juros altos que podem tornar insustentável o gasto público e um choque geopolítico capaz de romper até as cadeias mais robustas — como uma invasão chinesa a Taiwan. Assim como em 1940, investidores apostam que o pior não virá. Mas e se, desta vez, a conta chegar?

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