
Sign up to save your podcasts
Or


Na semana de 05.10 a 11.10, o Heavynauta passou pelo metal sinfônico, doom, thrash e death metal, além de revisitar a importância do Angra e acompanhar movimentações envolvendo Terrorizer, I Am Morbid, Tony Iommi e a estrutura societária do Angra.
Todos os episódios da semana de 05.10 a 11.10 reunidos em um só lugar, na ordem em que foram ao ar.
#Heavynauta #ResumoDaSemana #Metal #Podcast #HeavyMetal
🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.
🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar
💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord
Nesta edição do Sonar, três movimentações agitam diferentes camadas do metal: a saída de Pete Sandoval do I Am Morbid e a consequente reformulação do Terrorizer, o duplo marco de Tony Iommi com o single "Stormwatcher" e a condecoração MBE, e a revelação de Felipe Andreoli sobre sua participação societária no Angra. A seleção mostra como nomes estabelecidos seguem reorganizando seus projetos, seja por conflitos pessoais, seja por novos ciclos de carreira.
📰 Pete Sandoval deixa o I Am Morbid e confirma reformulação no TerrorizerPete Sandoval encerrou sua parceria com David Vincent no I Am Morbid e, na mesma declaração, garantiu que o Terrorizer seguirá ativo, mas com mudanças na formação. O baterista afirmou que não vê mais condições de trabalhar com Vincent, encerrando uma dupla que marcou o death metal extremo. A informação foi divulgada pelo The PRP em 30 de setembro de 2026. Ainda não há detalhes sobre quem ocupará os postos nem sobre os próximos passos do I Am Morbid. Para o circuito extremo, a notícia importa porque mexe com um nome histórico do grind/death metal e recoloca em discussão a identidade de uma banda quando seus pilares se separam. Sandoval disse que não está pronto para falar dos planos futuros, o que mantém aberto o desdobramento dessa reconfiguração.
📰 Tony Iommi lança "Stormwatcher" e recebe MBE no Castelo de WindsorNo mesmo 30 de setembro, Tony Iommi divulgou "Stormwatcher", segundo single de seu álbum solo From The Dark, e foi condecorado com o MBE no Castelo de Windsor. O disco, previsto para 23 de outubro pela BMG, marca o primeiro trabalho solo do guitarrista em mais de duas décadas. A faixa chegou acompanhada de vídeo animado. From The Dark reúne riffs que Iommi diz guardar há anos em CDs e fitas. O reconhecimento institucional soma-se a uma trajetória central na história do heavy metal, e a coincidência das duas datas escancara o momento de celebração dupla na carreira do músico. A presença de Brian May no álbum, com solos que Iommi elogiou, adiciona mais um elemento de atenção para o lançamento.
📰 Felipe Andreoli expõe sua participação societária no AngraEm entrevista ao portal Igor Miranda em setembro de 2026, o baixista Felipe Andreoli revelou publicamente sua porcentagem de sociedade no Angra, banda brasileira com carreira internacional. A declaração dá transparência a um aspecto que costuma ficar restrito aos bastidores das bandas:a divisão societária e a distribuição dos rendimentos. Para os fãs que acompanham a trajetória do grupo, a informação ajuda a dimensionar como os lucros e as decisões são repartidos entre os integrantes. A revelação também levanta discussão sobre o modelo de negócios adotado por bandas de grande porte no Brasil, em um momento em que a sustentabilidade financeira das turnês e gravações se tornou pauta recorrente no setor. O Angra segue em atividade, e a fala de Andreoli chega como raro momento de abertura sobre a estrutura interna da formação.
NESTE EPISÓDIO.
Nesta edição do Sonar, o foco é a turnê de 30 anos de Holy Land, disco que ajudou a consolidar o Angra como potência do metal mundial. A apresentação em Campinas, em setembro de 2026, serve de ponto de partida para discutir memória, preços de ingressos e o lugar do metal brasileiro no circuito ao vivo. Um episódio para entender como esse repertório segue dialogando com novas gerações.
📰 Angra leva turnê de 30 anos de Holy Land à Multi Arena em CampinasO Angra subiu ao palco da Multi Arena, em Campinas, no dia 4 de setembro de 2026, com a turnê que celebra os 30 anos de Holy Land, lançado em 1996. A noite teve abertura do Here I Am e ingressos entre R$ 70 e R$ 170, valores que colocam em perspectiva o acesso a grandes shows de metal no país. O repertório revisitou faixas centrais do disco, reforçando a importância da fase clássica da banda, e a cobertura local registrou a passagem da turnê pela cidade. Holy Land é um dos marcos do metal brasileiro, e a turnê transforma essa herança em experiência ao vivo para quem viveu a época e para quem chegou depois. A passagem por Campinas confirma a força do gênero fora do eixo Rio-São Paulo e recoloca o Angra em contato direto com um público que mantém esse repertório vivo.
NESTE EPISÓDIO🎤 Battle Beast – Graspop Metal Meeting 2026
Confira a apresentação completa da banda finlandesa de heavy metal Battle Beast no Graspop Metal Meeting, realizada em 21 de junho de 2026. O vídeo registra a energia e a grandiosidade do show ao vivo em um dos principais festivais de metal da Europa.
AQUI É HEAVYNAUTA#Angra #HolyLand30 #MetalBrasileiro #PowerMetal #Heavynauta #Sonar #Campinas
🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.
🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar
💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord
Lançado em 2026, Circadian Promise é o segundo álbum de estúdio da banda norte-americana Fires In The Distance, sucessor de Air Not Meant for Us (2023). A principal mudança é a saída do vocalista Kristian Grimaldi e a entrada de Brendan Hayter, que assume os vocais limpos e guturais. Com seis faixas e 49 minutos, o disco se estrutura como uma suíte contínua, em que atmosferas densas, teclados cinematográficos e guitarras melódicas conduzem a narrativa sobre finitude e transformação. A produção valoriza dinâmicas amplas, alternando passagens introspectivas e explosões de peso. A faixa-título concentra o conceito, enquanto as demais composições expandem variações do mesmo gesto.
A troca de vocalista é o verdadeiro tema do disco. Brendan Hayter encaixa com personalidade, mas é a estranheza inicial da nova voz que materializa a ideia de corpo em transformação. Em faixas como a de abertura, os riffs duelam com teclados em camadas, e a bateria de Brian DiBenedetto impõe peso sem perder fluidez. A recepção unânime da crítica, no entanto, merece suspeita: o consenso pode refletir menos a qualidade intrínseca e mais o desejo do nicho por uma melancolia sofisticada e bem-comportada. Ainda assim, Circadian Promise consolida a banda como um nome relevante do metal progressivo melódico, transformando a perda de um integrante em matéria-prima para uma obra coesa e ambiciosa.
NESTE EPISÓDIO#Heavynauta #MetalProgressivo #MelodicDeathMetal #FiresInTheDistance #CircadianPromise #PodcastDeMetal #Resenha
🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.
🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar
💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord
O Immolation chega a Descent em 2026 sem novidades na formação — Ross Dolan no vocal e baixo, Robert Vigna e Bill Taylor nas guitarras, Steve Shalaty na bateria — mas com uma convicção que dispensa apresentações. Décima terceira incursão do quarteto de Nova York no death metal, o disco sucede Acts of God e reafirma a linguagem que a banda lapida desde o início dos anos 90: mudanças de ritmo abruptas, riffs dissonantes que se enrolam e desatam sem aviso, e uma base rítmica que sustenta tanto a fúria quanto o peso arrastado com a mesma naturalidade. A produção seca favorece os graves densos e mantém os instrumentos perfeitamente audíveis, sem recorrer ao excesso de polimento que costuma aplainar lançamentos do gênero. As composições não se alongam em introduções desnecessárias: "These Vengeful Winds" abre o trabalho com uma cadência marcial e guitarras cortantes, enquanto "God's Last Breath" e "Adversary" articulam o miolo do álbum alternando passagens velozes e momentos cadenciados com disciplina cirúrgica. A faixa-título, que encerra o disco, condensa a proposta em uma longa e hipnótica caminhada pelo colapso civilizacional que as letras evocam.
"God's Last Breath" funciona como o coração do álbum: a bateria de Shalaty cria uma tensão permanente entre blast beats pontuais e viradas precisas, enquanto as guitarras de Vigna e Taylor constroem teias harmônicas que nunca se resolvem da forma esperada. Em "Adversary", o growl de Dolan se impõe sobre uma base que desacelera e acelera sem perder o controle, e a coesão entre letra e música sustenta a leitura da decadência como processo cíclico, não destino individual. A produção favorece o impacto direto, mas cobra seu preço: alguns riffs perdem a aspereza em favor de um ataque mais limpo, e a audição repetida revela que o álbum consolida a identidade da banda em vez de expandi-la. Ainda assim, é exatamente essa recusa em ceder a modismos que mantém o Immolation como guardião de um death metal sem concessões — e Descent, mesmo sem superar os momentos mais altos da discografia antiga, prova que a consistência absoluta pode ser, por si só, uma forma de radicalismo.
NESTE EPISÓDIO#Immolation #DeathMetal #Descent #HeavyMetal #MetalBrasil #Podcast #Resenha
🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.
🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar
💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord
Em 18 de setembro de 2026, o Anthrax encerra uma espera de dez anos com Cursum Perficio, décimo segundo disco da carreira e primeiro material inédito pela Nuclear Blast. São onze faixas em cerca de 54 minutos, sem confirmações oficiais sobre mudanças na formação. O título latino sugere conclusão de percurso, e essa consciência histórica molda o material: a banda parte do thrash e constrói uma sonoridade que atualiza a identidade nova-iorquina sem tratá-la como peça de museu. Guitarras secas e cortantes dominam o espectro, enquanto a bateria impõe ataques precisos e pulsação constante. A produção favorece nitidez, mas a compressão elevada enrijece passagens, limitando a respiração de riffs mais alongados e contribuindo para uma escuta intensa, porém pouco dinâmica.
A análise crítica encontra sustância em faixas específicas. Persistence Of Memory abre com tensão controlada, funcionando como declaração de princípios: maturidade sem perder fúria. The Long Goodbye canaliza despedida em refrão expressivo, provando que melodias ainda ancoram bem o peso. Já Infectious traduz ansiedade coletiva por repetição e distorção, enquanto NYC 93 condensa memória urbana em velocidade histórica. Esse repertório recusa a nostalgia confortável e evita piloto automático. As limitações aparecem na rigidez sonora, que achata momentos que pediriam mais respiro. Ainda assim, o disco reafirma que o Anthrax disputa relevância com ferramentas próprias, sem depender de reverência gratuita. A tese central é a vitalidade: uma banda veterana que transforma o eco do próprio passado em combustível criativo atual.
NESTE EPISÓDIO#Anthrax #ThrashMetal #CursumPerficio #Heavynauta #ResenhaDeDisco #MetalBrasileiro #PesoPesado
🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.
🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar
💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord
Lançado em 28 de setembro de 2026 pela Third Man Records, Hempispheres recoloca o Sleep em rota de colisão com o presente. O quarteto agora reúne Al Cisneros (baixo e voz), Jon Bubba Dupree (guitarra) e Dale Crover (bateria, vindo dos Melvins). São cinco faixas e 38 minutos de doom espacial que abandonam a repetição mecânica de Dopesmoker para apostar em texturas densas e interação rítmica. Gravado no estúdio dos Melvins com Toshi Kasai na engenharia, o disco captura um peso seco e orgânico, sem polimento excessivo. "Have Spacesuit Will Travel" abre com um riff colossal e repetitivo; "The Morrisist" constrói tensão com vocais enterrados; "Arrival of the Industry Ships" corta com guitarras ácidas. A mudança de formação alterou a mecânica do grupo: Cisneros explora linhas de baixo mais melódicas enquanto Dupree injeta ruído e solos angulares.
A bateria de Crover dá novo impulso ao som, menos hipnótica e mais firme, com pegadas que dialogam com o hardcore de sua origem. Em "The Morrisist", a tensão cresce até um clímax opressivo; em "Arrival of the Industry Ships", a levada seca e marcial sustenta uma atmosfera claustrofóbica e expansiva ao mesmo tempo. As letras misturam exploração espacial, crítica industrial e ironia canábica, tratando isolamento e travessia como metáforas de resistência. A limitação está na duração curta, que deixa vontade de mergulhar mais nos territórios abstratos que Dupree sugere. Hempispheres não tenta replicar fórmula antiga; encontra caminho próprio ao transformar a interação entre músicos experientes e imprevisíveis em matéria sonora. É um marco de maturidade que reposiciona o Sleep como banda do agora, não apenas lenda do doom.
NESTE EPISÓDIO#Sleep #DoomMetal #StonerDoom #HeavyMetal #Podcast #Hempispheres #ThirdManRecords
🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.
🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar
💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord
Eclipse chegou em 7 de agosto de 2026 pela Napalm Records, ocupando o nono capítulo da discografia da Xandria. Marco Heubaum segue no centro criativo e compositor, enquanto Ambre Vourvahis entrega os vocais da fase atual. Jacob Hansen assina mixagem e masterização, garantindo acabamento amplo, definição instrumental e impacto adequado ao metal sinfônico contemporâneo. O gênero, que nasceu aproximando heavy metal, orquestrações, corais e vozes líricas, aqui incorpora eletrônica, progressivo e estruturas cinematográficas sem perder acessibilidade. Referências próximas, por exemplo Nightwish, Epica e Within Temptation, permanecem, mas a Xandria prefere combiná-las a uma dramaticidade mais controlada. Após mudanças de formação, o grupo precisava provar consistência artística além do apelo visual. Eclipse responde com consolidação, sem reinventar a roda, ainda que demonstre confiança renovada na identidade construída sob Heubaum.
A abertura Syzygy expõe a tensão central do disco: guitarras firmes, camadas orquestrais crescentes e sensação de deslocamento cósmico. Na faixa-título, imagens astronômicas viram metáfora para conflito interno, alternando delicadeza vocal e refrão expansivo. The Grand Delusion avança com riffs marcados, bateria robusta e teclados densos, enquanto The Shannon’s Home mostra Ambre modulando intensidade em performance mais humana que ornamental. A produção privilegia clareza, mas certas sobreposições orquestrais comprimem as guitarras, reduzindo a agressividade esperada por ouvintes tradicionais. Há composição competente e vocais expressivos, ainda que a sequência perca força ao repetir fórmulas de refrão. Eclipse reafirma a Xandria no metal sinfônico com ambição calculada: em vez de ruptura, o disco busca aperfeiçoamento cuidadoso e deixa uma pergunta no ar: grandiosidade basta para criar legado, ou é preciso arriscar a própria identidade?
NESTE EPISÓDIO 🎸 Ambre Gets REAL About Xandria, Fans & Her Personal Journey
Entrevista profunda e emocional com Ambre Vourvahis, vocalista do Xandria, sobre o álbum Eclipse, superação de inseguranças, ódio online de fãs após posicionamentos da banda por inclusão e diversidade, desafios vocais e a faixa “The Last Generation”.
#Xandria #Eclipse #MetalSinfônico #HeavyMetal #Resenha #Podcast #Heavynauta
🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.
🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar
💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord
Na semana de 28 de setembro a 4 de outubro, o Heavynauta trouxe seis episódios que passaram por thrash alemão, metalcore norte-americano, acústico progressivo, black metal atmosférico, power metal finlandês e um balanço das notícias do Rock in Rio 2026. Confira os destaques:
Todos os episódios da semana de 28.09 a 04.10 reunidos em um só lugar, na ordem em que foram ao ar.
#Heavynauta #ResumoDaSemana #Metal #Podcast #HeavyMetal
🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.
🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar
💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord
Nesta edição do Sonar, o foco é o Rock in Rio 2026: o balanço crítico de Regis Tadeu sobre o primeiro fim de semana do festival, a polêmica despedida do Sepultura sem os maiores clássicos e a renovação do Korzus com duas novas guitarristas. Três notícias que escancaram o peso da tradição, do repertório e da renovação no metal brasileiro.
📰 Regis Tadeu entra no debate sobre melhores e piores shows do Rock in Rio 2026
O crítico Regis Tadeu repercutiu o balanço do primeiro fim de semana do Rock in Rio 2026, com base na cobertura do G1, publicada em 14 de setembro de 2026. A avaliação colocou Elton John, Hwasa, Bring Me The Horizon, Péricles e João Gomes entre os destaques do evento. A ausência de nomes do metal pesado na lista de melhores acende um alerta sobre o espaço do gênero em festivais de grande porte. A opinião de Regis Tadeu, conhecido por posições duras, costuma alimentar o debate público e influenciar a percepção sobre os shows. A cobertura já chega com consenso em torno de alguns nomes e rejeição explícita em torno de outros, o que torna a discussão sobre critérios de avaliação tão relevante quanto os próprios resultados. Para quem acompanha rock e metal, o episódio expõe o fosso entre o que o público do festival consagra e o que a cena pesada considera essencial.
📰 Sepultura se despede do Rock in Rio sem tocar "Territory" e "Roots Bloody Roots"
A despedida do Sepultura no Rock in Rio 2026 deixou de fora os hinos mais óbvios do catálogo, o que irritou parte dos fãs. A apresentação, registrada pela crítica do O Globo, manteve força e competência, mas o repertório priorizou outras fases da banda, com faixas como "Sepulnation" e "Phantom self". A ausência de "Territory" e "Roots Bloody Roots" virou o centro da reação negativa. A escolha escancara uma decisão artística deliberada: a banda preferiu valorizar a identidade da fase Derrick Green em vez de ceder ao saudosismo. Para uma despedida, a decisão é corajosa e provoca um debate necessário sobre a relação entre legado, expectativa do público e autonomia criativa. O catálogo do Sepultura é patrimônio afetivo do metal brasileiro, e a recusa em transformar o show em um karaokê de clássicos mostra que a banda quis sair de cena mantendo o controle sobre a própria narrativa, mesmo ao custo de desagradar parte da plateia.
📰 Korzus anuncia nova formação com Jéssica Falchi e Jean Patton nas guitarras
O Korzus anunciou em 2 de abril de 2026 sua nova formação, com Jéssica Falchi e Jean Patton nas guitarras. A banda apresentou também o single "No Light Within" como primeiro registro dessa nova fase. A formação agora conta com Marcello Pompeu, Dick Siebert, Rodrigo Oliveira, Jéssica Falchi e Jean Patton. A chegada de Falchi, ex-Crypta, amplia a presença feminina num espaço historicamente dominado por homens e injeta fome nova numa banda veterana. Patton, ex-Project46, foi efetivado após um período de transição. O single marca o início de um ciclo que pretende conciliar a tradição do thrash nacional com uma sonoridade atualizada. A renovação do Korzus acontece em um momento em que o metal brasileiro discute sucessão geracional e representatividade, e a nova formação posiciona a banda como ponte entre a velha guarda e uma nova geração de músicos e ouvintes.
NESTE EPISÓDIO
Mencionados no episódio
🎸
AFTER FOREVER – CANCELADO
— Show da turnê previsto para 6 de março de 2026 no Tokio Marine Hall foi cancelado por força maior; fãs devem acompanhar as orientações oficiais nas plataformas de venda para reembolso ou remarcação.
From the publisher's feed