Heavynauta

Heavynauta

By Kilton FernandesMusicMusic Commentary
Download on the App Store

Heavynauta episodes

  • Resenha 23.09: Chelsea Wolfe - The Dark
    🌑 Chelsea Wolfe - The Dark

    Chelsea Wolfe retorna em 2026-09-23 com The Dark, álbum que reúne elementos góticos, folk, industrial e metal alternativo dentro de uma proposta mais concentrada. A produção de Jennifer Decilveo e a colaboração recorrente de Ben Chisholm reforçam a continuidade artística, enquanto a participação de Robin Finck, Matt Chamberlain e integrantes do Kaelan Mikla amplia as possibilidades instrumentais. A pauta informa dez faixas e cerca de quarenta minutos, duração adequada para desenvolver tensão sem dispersão.

    O disco trabalha riffs graves, camadas eletrônicas, bateria firme e vocais vulneráveis. Cold apresenta contenção e distância emocional; Seethe aumenta a pressão interna com guitarras mais ásperas; The Dark funciona no centro da proposta, associando peso e resistência íntima; Dancer In The Sky encerra a sequência com perspectiva mais aberta. A produção valoriza a separação entre baixo, sintetizadores, vozes e guitarras. Minha impressão inicial é positiva, embora a uniformidade emocional reduza parte do impacto durante a segunda metade.

    NESTE EPISÓDIO
    • A fase madura de Chelsea Wolfe e a síntese entre gothic rock, folk, industrial e metal alternativo.
    • A data de publicação: 2026-09-23.
    • Jennifer Decilveo na produção e Ben Chisholm na colaboração.
    • O peso das guitarras em Cold e Seethe.
    • The Dark enquanto centro temático do álbum.
    • A função de Dancer In The Sky no encerramento.
    • Pontos fortes, limites e possíveis caminhos de escuta.
    RECOMENDAÇÕES
    1. Comece por Cold para observar a contenção do arranjo.
    2. Passe para Seethe e acompanhe o crescimento da pressão instrumental.
    3. Reserve Dancer In The Sky para perceber a mudança de perspectiva no final.
    AQUI É HEAVYNAUTA

    The Dark merece atenção por sua disciplina, pelo controle das camadas e pela capacidade de transformar vulnerabilidade em composição pesada. Chelsea Wolfe não depende de excesso para sustentar impacto, mas ainda pode explorar contrastes mais amplos em trabalhos futuros.

    🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.

    🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar

    💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord

    #ChelseaWolfe #TheDark #MetalAlternativo #DarkFolk #Industrial #HeavyMetal

    14 min
  • Resenha 22.09: Flotsam And Jetsam - Rats In The Temple

    🤘 Flotsam And Jetsam - Rats In The Temple

    Rats In The Temple chega em 2026-09-22, mantendo Flotsam And Jetsam dentro de uma linha thrash direta, pesada e tecnicamente controlada. A banda reúne Eric A.K. Knutson, Michael Gilbert, Steve Conley, Bill Bodily e Ken Mary, formação responsável por uma execução firme, com guitarras paralelas, bateria precisa e vocais ásperos. O álbum sucede uma sequência produtiva iniciada por The End of Chaos, Blood in the Water e I Am the Weapon.

    A composição prioriza riffs velozes, refrãos agressivos e mudanças bem calculadas. Harvesting the Hate, Rats In The Temple, The Ghost Behind My Door e A Taste for War aparecem entre os destaques comentados na pauta. As letras abordam culpa, guerra, perseguição, ressentimento e desgaste moral. A produção de Ken Mary e Flotsam And Jetsam, junto da mixagem e masterização de Jacob Hansen, oferece nitidez para cada instrumento. A veterania pesa a favor da segurança, embora também reduza o espaço para movimentos inesperados.

    NESTE EPISÓDIO
    • A fase madura de Flotsam And Jetsam e a sequência de lançamentos recentes.
    • A formação atual e a participação de Ken Mary na produção.
    • A relação entre velocidade thrash, precisão técnica e refrãos agressivos.
    • O papel de Harvesting the Hate dentro da identidade do álbum.
    • As letras voltadas a conflitos coletivos e feridas pessoais.
    • A produção de Jacob Hansen no Hansen Studios, na Dinamarca.
    • A dúvida central: aperfeiçoar uma identidade basta ou mudanças periódicas são necessárias?
    Mencionados no episódio

    🐀 Rats in the Temple — Clipe oficial da faixa-título do novo álbum do Flotsam and Jetsam, uma música tecnicamente desafiadora que a banda promete entregar com energia ao vivo.

    ⚔️ Harvesting the Hate — Segundo vídeo oficial do álbum "Rats in the Temple", trazendo a fúria característica do thrash metal lendário da banda.

    🔥 The Edge of Nowhere — Lyric video da terceira prévia do álbum, uma faixa intensa sobre resistir e manter sua posição mesmo quando as coisas ficam difíceis.

    AQUI É HEAVYNAUTA

    Se Rats In The Temple entrar na sua rotação, vale revisitar:

    1. Testament | The Gathering: riffs afiados, vocais intensos e grande força melódica.
    2. Annihilator | Never, Neverland: arranjos densos, ataques precisos e execução veloz.
    3. Overkill | Ironbound: bateria contundente, refrãos fortes e acabamento moderno.

    #FlotsamAndJetsam #RatsInTheTemple #ThrashMetal #HeavyMetal #Metal #Heavynauta

    🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.

    🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar

    💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord

    15 min
  • Resenha 21.09: Exumer - Death Mask Messiah
    ⚔️ Exumer - Death Mask Messiah

    Death Mask Messiah chega em 2026-09-21, sexto álbum do Exumer e primeiro material inédito desde Hostile Defiance. O lançamento oficial ocorreu em 28 de agosto de 2026 pela Metal Blade, após sessões realizadas entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026. Mem V. Stein e Ray Mensh continuam no núcleo da banda, preservando a ligação direta com o thrash alemão dos anos 1980, especialmente a cena de Frankfurt e seus vizinhos Kreator e Sodom. A proposta permanece objetiva: riffs afiados, velocidade controlada, bateria seca e agressividade sem excesso de produção.

    A faixa-título aborda engodo tecnológico e perda de identidade, com Stein relacionando o tema à inteligência artificial. Blinding Skies surge no ataque inicial, enquanto Serpent e Fratricide mantêm a pressão com mudanças precisas e pouca ornamentação. A produção atualiza o registro sem esconder a execução áspera, embora a voz de Stein possa dividir opiniões pela dureza constante. Unchained Angel, cover de Nasty Ronnie, também provoca leituras diferentes. Death Mask Messiah não tenta reescrever a trajetória do Exumer. O interesse está na forma pela qual uma banda veterana conserva sua linguagem e ainda encontra disposição para tocar com urgência.

    NESTE EPISÓDIO

    • O sexto álbum do Exumer e sua posição após Hostile Defiance
    • As datas de gravação confirmadas pela Metal Blade
    • Mem V. Stein e Ray Mensh no núcleo da formação
    • A relação entre Death Mask Messiah e a autenticidade na era da inteligência artificial
    • Blinding Skies, Serpent e Fratricide na estrutura do álbum
    • A recepção crítica à voz áspera de Stein
    • Unchained Angel e a divisão de opiniões sobre o cover

    RECOMENDAÇÕES
    1. Ouça Death Mask Messiah prestando atenção às pausas curtas e aos refrões diretos.
    2. Compare a faixa-título com os temas centrais de Hostile Defiance.
    3. Repare na diferença entre respeito à tradição e repetição de fórmula.
    AQUI É HEAVYNAUTA

    #Exumer #DeathMaskMessiah #ThrashMetal #MetalAlemão #MetalBlade #Heavynauta

    🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.

    🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar

    💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord

    13 min
  • Resumo Heavynauta - 14.09 a 20.09

    Semana densa no Heavynauta: entre 14 e 20 de setembro passamos por cinco lançamentos que atravessam quase todo o espectro do metal. Do viking/folk metal de Vanaheim ao power metal sinfônico de Kamelot, da NWOBHM de Tokyo Blade ao death/doom crustáceo de Static Abyss, e fechando com o pós-metal instrumental de Russian Circles. Foi uma semana de contrastes — melodias ancestrais, teatralidade orquestral, tradicionalismo britânico, brutalidade crua e texturas instrumentais controladas. Consolidamos a discussão por álbum na lista abaixo.

    • Vanaheim — Roede Voor De Borst: viking metal rústico que combina violinos, coros folclóricos e agressividade, com uma produção seca e intencionalmente imperfecta.
    • Kamelot — Dark Asylum: power metal sinfônico teatral e introspectivo, com camadas orquestrais, participações de peso e uma faixa-título que funciona como eixo central.
    • Tokyo Blade — Hoist The Colours High: NWOBHM fiel ao metal clásico, com riffs gêmeos, refrãos diretos e uma produção que preserva a aspereza vintage da banda.
    • Static Abyss — The Dying Hunt: death/doom ampliado com crust punk, vocais cavernosos, riffs viscosos e uma bateria que prioriza impacto sobre demonstração técnica.
    • Russian Circles — Nine: pós-metal instrumental em sete faixas, com riffs densos, crescimento progressivo e a aspereza de uma produção registrada por Kurt Ballou.
    1 hr 15 min
  • Resenha 18.09: Russian Circles - Nine

    [🗿] Russian Circles - Nine: Nine e o Terramoto Controlado

    Russian Circles publica Nine em 2026-09-18 pela Sargent House. O álbum reúne sete faixas em 38 minutos, mantendo Mike Sullivan, Brian Cook e Dave Turncrantz no centro da formação. O trio segue dentro do pós-metal instrumental, com foco em riffs densos, bateria precisa e arranjos que avançam por blocos bem organizados. A produção de Kurt Ballou, registrada entre Electrical Audio e GodCity, preserva a aspereza das salas de ensaio. Zach Weeks e Alan Douches cuidam da mixagem e da masterização.

    A composição parte de improvisações controladas e prioriza impacto, repetição e crescimento progressivo. Empath apresenta uma construção gradual, Eluvial concentra uma única linha emocional e Seventh Seal retoma ideias anteriores antes do encerramento. Borehole e Meridian reforçam a presença de imagens geológicas nos títulos, enquanto a ausência de vocais coloca ritmo, textura e dinâmica no primeiro plano. Nine não amplia muito a fórmula da banda, porém apresenta uma execução firme, especialmente em volume alto. A escuta perde parte do efeito em volume baixo, detalhe importante para quem acompanha o disco em fones ou sistemas menores.

    NESTE EPISÓDIO

    • A ficha de Nine: sete faixas, 38 minutos e lançamento pela Sargent House.
    • A formação de Russian Circles permanece com Mike Sullivan, Brian Cook e Dave Turncrantz.
    • A gravação de Kurt Ballou preserva peso e aspereza.
    • Empath, Eluvial e Seventh Seal mostram três formas de construção dentro do álbum.
    • A ausência de vocais coloca bateria, baixo e guitarra no centro da narrativa.
    • A repetição aparece tanto entre faixas quanto dentro dos próprios arranjos.

    🤘 HEAVYNAUTA RECOMENDA
    1. Pelican: The Fire in Our Throats Will Beckon the Thaw
    2. Isis: Panopticon
    3. The Ocean: Fall of the
    AQUI É HEAVYNAUTA

    #RussianCircles #Nine #PostMetal #MetalInstrumental #SargentHouse #Heavynauta

    🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.

    🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar

    💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord

    17 min
  • Resenha 17.09: Static Abyss - The Dying Hunt
    🩸 Static Abyss - The Dying Hunt

    Static Abyss chega a 2026-09-17 com The Dying Hunt, terceiro álbum de uma trajetória curta e bastante concentrada. Greg Wilkinson e Chris Reifert continuam no núcleo, enquanto Chad Gailey assume a bateria. A formação mantém a identidade death/doom, mas amplia a presença de crust punk e acelera certos ataques. A associação com a Peaceville Records aparece na pauta, embora existam referências a outra data promocional. Aqui, vale considerar 2026-09-17, informação recebida para esta publicação.

    “Skull Blasted” entra direto, com guitarra áspera, andamento veloz e bateria agressiva. “Lobotomized at Last” segue por mudanças bruscas, vocais rasgados e saturação intensa. A faixa-título concentra peso arrastado, psicodelia e explosões death metal, enquanto “Wall of Delusion” investe em repetição e densidade. Reifert mantém um vocal cavernoso e articulado; Wilkinson trabalha riffs viscosos; Gailey privilegia impacto, sem transformar a bateria em demonstração técnica. A produção preserva graves volumosos e sujeira, embora alguns trechos percam clareza. “Sinew Leech” e “Volcanic Womb” reforçam o horror corporal, com texturas que se repetem além da conta em certos momentos.

    NESTE EPISÓDIO
    • A formação atual de Static Abyss.
    • A relação entre death metal, doom e crust punk.
    • A entrada imediata de “Skull Blasted”.
    • O peso central da faixa “The Dying Hunt”.
    • A bateria de Chad Gailey e sua prioridade pelo impacto.
    • A saturação da produção e seus ganhos e perdas.
    • A repetição de texturas na segunda metade.
    HEAVYNAUTA RECOMENDA
    1. Autopsy: Mental Funeral, referência para riffs lentos, vocais cavernosos e produção áspera.
    1. Acid Bath: When the Kite String Pops, encontro instável entre psicodelia, sludge e desespero.
    1. Repulsion: Horrified, registro curto, veloz e abrasivo, próximo da ferocidade crust presente neste lançamento.
    AQUI É HEAVYNAUTA

    #StaticAbyss #TheDyingHunt #DeathMetal #DoomMetal #CrustPunk #MetalExtremo

    🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.

    🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar

    💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord

    13 min
  • Resenha 16.09: Tokyo Blade - Hoist The Colours High
    🏴☠️ Tokyo Blade - Hoist The Colours High

    Tokyo Blade chega a 2026-09-16 com Hoist The Colours High, mantendo uma fase produtiva depois de Time Is The Fire e de uma retrospectiva em 4CD. A banda continua ligada à NWOBHM, preservando riffs gêmeos, refrãos diretos e uma abordagem fiel ao metal clássico. O grupo nunca alcançou o grande público, porém construiu uma base sólida entre ouvintes atentos à história do gênero.

    A formação central de Boulton e Alan Marsh sustenta 14 faixas em 69:29, segundo a ficha técnica citada pela Rock Hard. Marsh mantém um timbre áspero, enquanto a produção limpa preserva a aspereza vintage. O álbum não procura reinvenção: aposta em execução firme, solos melódicos e letras sobre resistência, conflitos pessoais e autoafirmação. Há previsibilidade em alguns refrãos, mas também existe convicção suficiente para sustentar a proposta.

    NESTE EPISÓDIO
    • O lugar de Hoist The Colours High na fase recente do Tokyo Blade.
    • A permanência dos riffs gêmeos dentro da NWOBHM.
    • A atuação de Alan Marsh e a produção do álbum.
    • A importância das faixas “When the Hammer Falls” e “Last Man Standing”.
    • O refrão épico de “Hoist the Colours High”.
    • A recepção da Rock Hard, que atribuiu nota 8,0/10.
    • A relação entre continuidade artística e previsibilidade.
    HEAVYNAUTA RECOMENDA
    1. Satan - Court in the Act

    Guitarras gêmeas velozes, precisão instrumental e energia direta da NWOBHM.

    1. Angel Witch - Angel Witch

    Vocais dramáticos, riffs incisivos e identidade forte dentro da primeira geração do estilo.

    1. Diamond Head - Lightning to the Nations

    Riffs pesados, base rítmica firme e composição essencial para entender a linhagem do gênero.

    AQUI É HEAVYNAUTA

    Hoist The Colours High serve ao ouvinte que busca metal tradicional executado com segurança, sem tentativa de atualização artificial. A principal questão fica para a conversa: até que ponto a previsibilidade é uma limitação ou parte do acordo entre banda e público?

    #TokyoBlade #HoistTheColoursHigh #NWOBHM #MetalClassico #HeavyNauta #HeavyMetal

    🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.

    🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar

    💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord

    15 min
  • Resenha 15.09: Kamelot - Dark Asylum

    🎭 Kamelot - Dark Asylum

    Dark Asylum chega em 2026-09-15 reafirmando a fase moderna do Kamelot. O álbum aposta em power metal sinfônico, vocais teatrais, guitarras precisas e camadas orquestrais bem distribuídas. A banda mantém sua identidade, mas trabalha texturas mais introspectivas, explorando isolamento, identidade fraturada e conflitos entre razão e instinto. A produção de Sascha Paeth preserva clareza na mixagem, enquanto Jacob Hansen entrega peso e definição à masterização.

    A faixa Dark Asylum funciona enquanto eixo central, com refrão forte e construção progressiva. Sanctuary ganha destaque pela melodia e pelos teclados, além da participação vocal convidada. Enigma (Think Of Me) mostra um lado mais progressivo, com mudanças de andamento e diálogo eficiente entre guitarra e voz. A tracklist reúne 12 faixas, incluindo participações de Clémentine Delauney, Tobias Sammet e Rannveig Sif Sigurðardóttir. Nem tudo surpreende: algumas baladas seguem caminhos previsíveis. Ainda assim, o conjunto apresenta maturidade, coesão e atenção aos arranjos.

    NESTE EPISÓDIO

    • A evolução do Kamelot dentro do power metal sinfônico
    • A importância de Dark Asylum na fase recente da banda
    • A atuação vocal de Tommy Karevik
    • Os arranjos orquestrais e a produção de Sascha Paeth
    • A participação de Clémentine Delauney, Tobias Sammet e Rannveig Sif Sigurðardóttir
    • As conexões temáticas entre as 12 faixas
    • Os pontos fortes e as limitações das baladas

    RECOMENDAÇÕES
    1. Ouça Dark Asylum na ordem completa para acompanhar sua construção temática.
    2. Compare Enigma (Think Of Me) com trabalhos anteriores do Kamelot.
    3. Preste atenção aos teclados e às camadas orquestrais em Sanctuary.
    AQUI É HEAVYNAUTA

    #Kamelot #DarkAsylum #PowerMetal #MetalSinfônico #HeavyNauta #MetalMelódico

    🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.

    🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar

    💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord

    26 min
  • Resenha 14.09: Vanaheim - Roede Voor De Borst

    🌲 Vanaheim - Roede Voor De Borst

    Vanaheim publica Roede Voor De Borst em 2026-09-14, seu terceiro registro. A banda mantém a estética nórdica, mas amplia a presença de violinos, coros e instrumentos folclóricos ao lado de guitarras distorcidas. O resultado combina viking metal, folk moderno e passagens próximas do black/heavy metal, com uma produção seca, direta e intencionalmente rústica. A bateria ocupa espaço importante, com ataques compactos e blast beats pontuais. A voz alterna rosnados graves, agudos intensos e participações limpas em momentos estratégicos.

    A faixa de abertura concentra riffs rápidos, baixo pulsante e arranjos dedilhados de caráter folclórico. “Digarra” reúne piano distante, cadência militar e peso contínuo. A faixa-título apresenta uma síntese eficiente das ideias do álbum, enquanto “Recortes de Ferro” usa flauta para reforçar a conexão entre tradição, floresta e identidade histórica. Roede Voor De Borst também chama atenção por aceitar sujeiras na gravação, evitando um acabamento excessivamente polido. O disco não busca niilismo nem extremismo gratuito; sua força está na combinação entre agressividade, melodia e referências pagãs tratadas com seriedade.

    NESTE EPISÓDIO
    • A evolução de Vanaheim dentro do viking metal europeu.
    • A função dos violinos na construção das melodias.
    • A produção seca e a escolha por imperfeições audíveis.
    • O contraste entre vocais extremos e trechos limpos.
    • “Digarra” e sua estrutura de peso contínuo.
    • A faixa-título enquanto resumo das principais ideias.
    • A flauta de “Recortes de Ferro” e sua importância no arranjo.
    RECOMENDAÇÕES
    1. Moonsorrow - Verisäkeet
    2. Thyrfing - Valdr Galga
    3. Amon Amarth - With Oden on Our Side
    AQUI É HEAVYNAUTA

    Vanaheim apresenta um trabalho voltado a quem procura metal nórdico melódico, agressivo e ligado a referências ancestrais. Roede Voor De Borst chega em 2026-09-14 com identidade própria, boa execução e escolhas de produção que valorizam textura e impacto.

    #Vanaheim #RoedeVoorDeBorst #VikingMetal #FolkMetal #HeavyMetal #Heavynauta

    🎧 Coloque os fones, aumente o volume e venha conversar sobre música pesada com a gente.

    🎙️ Ouça nosso podcast em qualquer lugar

    💬 Vem trocar uma ideia com a gente no nosso Discord

    15 min
  • Resenha: Edu Falaschi - Mi’raj: O álbum mais maduro dos 35 anos de Edu Falaschi

    O episódio mergulha em Mi'raj, trabalho que encerra a trilogia conceitual de Edu Falaschi e marca 35 anos de carreira com a obra mais madura do vocalista. Em vez de repetir a fórmula de Vera Cruz e Eldorado, o disco troca velocidade por textura, agudos por interpretação e virtuosismo por balanço — uma decisão que reflete a paz com o passado e a liberdade criativa do momento atual.

    • Contexto histórico: o metal brasileiro em 2026, produção independente com padrão global e a consolidação de turnês e projetos autorais maduros.
    • Situação da banda: núcleo estável com a estreia de Jean Gardinalli em estúdio, coautoria de Victor Franco e a saúde vocal ditando escolhas técnicas.
    • Mudança de linguagem: do power metal sinfônico veloz para prog rock/fusion cadenciado, influenciado por Yes, Rush, Marillion e fusion/djent modernos.
    • Narrativa da trilogia: Jorge atravessa Brasil (1500), México (1520) e, no deserto do Oriente Médio (1525), enfrenta a própria sombra no Portal dos Doze Véus.
    • Faixas em destaque: "Mi'raj" (abertura com Veronica Bordacchini), "Intuição" (primeira canção em português em 24 anos, solo histórico de Rafael Bittencourt), "Circle of Dust" (dueto com Roy Khan), "Caravana" (fusion atmosférico) e "Além do Véu" (encerramento progressivo).
    • Produção: gravação no Fusão Estúdio (SP) com Thiago Bianchi, mixagem e masterização de Dennis Ward na Alemanha, microfone Neumann U87 e ordem expressa por dinâmica anos 80/90 sem compressão excessiva.
    • Bastidores: clima de encerramento de ciclo, paz com o Angra selada no churrasco pré-Bangers Open Air, composição "rock primeiro, roupagem étnica depois" e participações moldando arranjos.
    • Recepção e legado: notas altas na crítica (Metal Archives 87%), consenso dos fãs pela coragem de mudar, e o disco como marco final da era full-length — template para futuros singles e prova de que o power metal nacional envelhece com dignidade prog.

    Mi'raj não fecha apenas uma trilogia; fecha a era em que "ser metal" significava "soar jovem para sempre". A ousadia está na recusa de entregar o esperado — velocidade, agudos, fritação — para entregar o que a arte exige: verdade, pausa e humanidade. O resultado é um álbum que ganha camadas a cada audição, premiando quem escuta com fones e atenção.

    🎙️ Mencionado neste episódio
    • 🔗

      🎄 Henkäys ikuisuudesta (2006) – Primeiro álbum solo da Tarja Turunen, um disco natalino com clima sinfônico e atmosférico, misturando clássicos de Natal e faixas interpretadas com sua voz lírica inconfundível. Ouça o álbum completo no Spotify: Henkäys ikuisuudesta.

    • 🔗

      👼 Yhden Enkelin Unelma (2004) – Single natalino da Tarja lançado ainda na época do Nightwish, trazendo a canção “O sonho de um anjo” em clima emotivo e orquestral. Veja mais detalhes do single e suas edições no Discogs: Yhden Enkelin Unelma.

    Heavynauta — Papo Sério Sobre Música Pesada

    Diariamente, o Heavynauta traz notícias, reviews e análises do universo do heavy metal. De clássicos atemporais a lançamentos frescos, nosso compromisso é com informação de qualidade e paixão pela música pesada.

    17 min

About Heavynauta

From the publisher's feed

O Heavynauta é o seu podcast diário sobre tudo do universo do heavy metal! Com reviews de álbuns, discussões sobre lançamentos, maratonas de clássicos e explorações das cenas de metal pelo mundo, é o…