História pros brother

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História pros brother episodes

  • Esportes Indígenas
    O JMI, Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, é um evento internacional com vários esportes diferentes e que reúne atletas que representam vários povos indígenas de diversas regiões e países. Foi no dia 23 de outubro que começou a primeira edição, e ela durou até o dia 1 de novembro, em 2015 na cidade de Palmas, em Tocantins. Mas a ideia de criar uma confraternização esportiva com vários povos indígenas diferentes xiste desde a década de 80. Mas foi em 1996 que o Ministro dos Esportes Pelé cria o JPI (Jogos dos Povos Indígenas). Dentre os inúmeros esportes, existe o Jawari. Os praticantes do Jawari são apenas praticados por povos indígenas do Alto Xingu, no Mato Grosso. Pra jogar, 15 jogadores pra cada lado em um campo bem grande parecido com um de futebol. Os times se agrupam e um atleta de cada lado sai a frente com uma flecha e começa a fazer uma dança para jogar a flecha ou desviar da flechada do seu oponente. Quem for acertado "morre" e sai do jogo. Isso vai acontecendo até o último jogador do outro time ser "morto". O jogo acontece com o ritual do canto tradicional yawari tulukay, que mulheres participam. No final todos dançam e cantam, e os atletam são pintados pelo corpo com barro branco uêiki.
    46 min
  • Por que a maconha foi proibida?
    A matéria “Marijuana: assassina de jovens”, foi publicada na revista American Magazine no ano de 1937. E ela começava com uma história completamente inventada: “O corpo esmagado da menina jazia espalhado na calçada um dia depois de mergulhar do quinto andar de um prédio de apartamentos em Chicago. Todos disseram que ela tinha se suicidado, mas, na verdade, foi homicídio. O assassino foi um narcótico conhecido na América como marijuana e na história como haxixe. Usado na forma de cigarros, ele é uma novidade nos Estados Unidos e é tão perigoso quanto uma cascavel.” O autor do texto era Harry Anslinger, provavelmente o homem que mais tem mérito (ou demérito) para que a maconha fosse criminalizada não só nos EUA como em praticamente o mundo todo. Tudo começa em 1920 com a Lei Seca. Durante aqueles terríveis anos onde o álcool era proibido, os estadunidenses tentaram relaxar de outro jeito: com a maconha. A planta era consumida normalmente por pessoas marginalizadas pela sociedade, como imigrantes mexicanos e árabes. De acordo com o historiador inglês Richard Davenport-Hines: “A proibição do álcool foi o estopim para o ‘boom’ da maconha. Na medida em que ficou mais difícil obter bebidas alcoólicas e elas ficaram mais caras e piores, pequenos cafés que vendiam maconha começaram a proliferar”. Mas a planta era usada em dezenas de remédios como xaropes para tosse a pílulas para dormir. O efeito relaxante da cannabis era utilizado frequentemente. Mas uma coisa fez com que a proibição entrasse em jogo: o cânhamo. Quase toda a produção de papel da época usava como matéria-prima a fibra do cânhamo, retirada do caule do pé de maconha. O cânhamo também era usado para confecção de cordas, velas de barco, redes de pesca e outros produtos que exigissem um material muito resistente. Até a Ford estava trabalhando para a criação de combustíveis e plásticos feitos a partir do óleo da semente de maconha. Plantações de maconha rondavam os EUA e a Europa. Acontece que o Harry Anslinger era parente de Andrew Mellon, dono da gigante petrolífera Gulf Oil, com seu principal investidor a petrolífera Du Pont. A Du Pont estava usando petróleo para a criação de aditivos para combustíveis, plásticos, fibras sintéticas como o náilon e processos químicos para a fabricação de papel feito de madeira. Todos esses produtos disputavam o mercado com o cânhamo. De acordo com o escritor o escritor Jack Herer: “A Du Pont foi uma das maiores responsáveis por orquestrar a destruição da indústria do cânhamo”. Para atacar o cânhamo, atacou-se a maconha.
    45 min
  • Histórias de terror no esporte
    Há mistérios entre o céu e a terra que criam lacunas preenchidas pelo misticismo. O esporte é um grande para a sociedade e por isso ele não ia ficar de fora dessa. Dentre algumas histórias de terror que envolvem os esportes, temos a fatídica história do Oklahoma City Thunder, equipe da NBA, que teve problemas de outro mundo no hotel Skirvin Hilton. Um jogador ouviu um choro de bebê e ficou perturbado com isso, já que a gerência do local afirmou que não havia nenhuma criança no estabelecimento. Outros times também já sofreram com vozes e estrondos semelhantes a um raio que vinha por debaixo do chão. Alguns jogadores afirmam que o fantasma seguiu o time e se tornou uma espécie de protetor do Oklahoma City Thunder, fazendo com que todos os times que passem pelo hotel Skirvin Hilton (um hotel muito usado por times que vão jogar contra o OCT) tenham noites terríveis com portas se fechando barulhos de animais correndo de algo, etc. Mas será que é apenas coisa da cabeça das pessoas? Ou será que elas realmente conheceram um pouco do outro lado? *barulho de raio* *barulho de vento fazendo uuuuu* *barulho de ayr frier terminando o seu hambúrguer sem óleo fazendo com que a carne fique bem mais saudável e ainda sim consideravelmente apetitosa*
    28 min
  • Por onde anda a KKK?
    O grupo supremacista Ku Klux Klan nasceu no final da Guerra Civil Americana, como um subproduto. Os Confederados foram derrotados, e junto com sua derrota veio também o fim da escravidão. A União venceu e obrigou todos os estados a acabaram com o regime escravagista. Os derrotados decidem então criar um grupo miliciano que perseguiria os negros dos EUA, com linchamentos, enforcamentos e até incendiando pessoas. Não há uma certeza sobre a origem do nome do grupo, mas acredita-se que a origem é das palavras "Ku Klux" grega “kyklos”, que significa “círculo” e que transmite a ideia de uma sociedade secreta e “Klan” deriva de “clan", em inglês, que é clã pra remeter a clãs familiares. O grupo teve três fases, sendo a primeira fase de 1865 até 1871, a segunda iniciou-se em 1915 a 1945 e a terceira iniciou-se a partir da década de 1950. Acredita-se que a terceira fase nunca acabou, por mais que o movimento tenha enfraquecido. Hoje em dia a A Southern Poverty Law Center (SPLC) investiga esses grupos terroristas e racistas, e estima que existam 8 mil pessoas vinculadas pelos EUA com instituições que se auto intitulem continuações do movimento. Se por um lado a descentralização é um ponto positivo pois mostra uma falta de unidade e consequentemente de poder do grupo, por outro, dificulta as formas de acabar com o movimento racista.
    46 min
  • O atleta mais estranho da história
    Não precisa conhecer muito a história de Rube Wadell pra saber que ele era uma pessoa diferente.
    De acordo com seu biógrafo Alan Levy, ele sempre foi uma criança excêntrica. Aos 3 anos de idade, ele foi pra um estação de corpo de bombeiros próximo, se escondeu lá e ficou dias desaparecido da família.
    Ele não ia muito pra escola, ele exercitava seus braços jogando pedras em aves enquanto trabalhava nas terras dos pais. pode ter sido aí que nasceu o amor pelo arremesso. Aos 19 anos começou a carreira no Baseball. E claramente o seu desempenho era excepcional.
    O problema é que ele não sabia muito bem as regras do baseball e no começo passou um bom tempo sendo um problema no time, mas o treinador acreditava que bastava ele entender o baseball que ele seria incrível. Ele tinha um desempenho tão bem que suas excentricidades eram perdoadas.
    Certa vez, numa offseason, ele ficou meses desaparecido, e depois de meses procurando encontraram ele num circo lutando luta livre com jacarés. Além disso, os torcedores dos times inimigos tinham uma estratégia muito curiosa quando jogavam contra ele. Eles levavam cachorrinhos filhotes pra arquibancada e ele algumas vezes largou o jogo no meio pra ir fazer carinho neles. Infelizmente ele também tinha um lado sombrio. Seu problema com álcool gerou situações onde ele bateu na família de sua esposa.
    De acordo com o historiador se baseball Lee Allen:
    "Waddell começou a temporada de 1903 dormindo num quartel do corpo de bombeiros em Nova Jersey, e terminou num bar em Virginia. Entre esses dois eventos, ele gannhou 22 jogos pelo Philadelphia Athletics, participou de uma peça de teatro de rua chamada A Marca da Culpa. Cortejou uma mulher, se casou com ela, se separou dessa mulher, salvou uma mulher de se afogar, acidentalmente atirou um amigo na mão e foi mordido por um leão".
    41 min
  • O que é melhor: o passado ou o presente?
    Quem nunca ouviu a famigerada frase: "antigamente que era melhor"?
     
    Pois HOJE definiremos de fato, sem subjetividade, de maneira indiscutível e clara, o que era melhor: o passado ou o presente.
    E após anos de pesquisa nos preparando pra responder uma pergunta tão antiga, descobrimos um método objetivo e científico, que é encontrando a superioridade local em cada um dos temas abaixo, e após a soma dos resultados individuais, poderemos definir se os tempos antigos são ou não melhores que hoje. Os temas são:
    1 - Banheiro
    2 - Acordar
    3 - Testes de gravidez
    4 - Dor de cabeça
    5 - Médicos
    6 - Radioatividade nas coisas
    7 - Camisinha
    8 - Bebidas energéticas
    9 - Lavar roupa
     
    E aí, o que você achou? O que é melhor? O passado ou o presente?
    47 min
  • Mandela, Rugby e Norvana
    "falta uma banda q una todas as tribos.Como foi o Norvana"
    - Black Gold Little Dee
    Quando os boicotes internacionais e a luta interna da população negra sul-africana conseguiram derrubar o regime racista do Apartheid, Nelson Mandela, o principal nome do Congresso Nacional Africano, é liberto da prisão após quase três décadas. Mandela se candidatou à presidência e conseguiu vencer.
    Na época, por mais que politicamente o país não estivesse teoricamente dividido, o quesito social não havia se modificado tanto desde o fim do regime segregacionista. As pessoas ainda pensavam e se comportavam como faziam na época do apartheid, poucos anos atrás. Vai ser nesse contexto que Mandela vai ter uma ideia. Ele decidiu levar a Copa do Mundo do Rugby para a África do Sul.
    O Rugby era conhecido como um esporte tipicamente branco e antagonista ao Futebol, tipicamente negro. Mas sabendo do poder do esporte em unir todas as tribos, ele decide mesmo assim fazer a Copa lá. Os jogos dos Springboks, Seleção Sul-Africana de Rugby, foram envoltos de muita emoção.
    A cada vitória da seleção, mais pessoas, independentemente de cor, vibravam mais com o time. No final, o estádio lotado, e a vitória é dos Springboks. O clima de que aquele momento unia a todos eram notório. Todos entenderam o que Mandela queria fazer - e havia conseguido.
    Claro que o racismo infelizmente está longe de acabar, mas a página da história para o seu fim terá um capítulo longo e emocionante contando os feitos de Mandela, Springboks e o Rugby.
    29 min
  • Revolta de Stonewall
    É comum ver membros do movimento LGBTQIA+ considerando como um dos momentos que mais inspirou a sua luta e à organização desse movimento, a Revolta de Stonewall. Em 69, frequentadores do bar Stonewall Inn, na cidade de Nova Iorque, decidiram se revoltar contra a opressão da polícia que frequentemente caía em cima do público do lugar. Na década de 60, muitos estados dos EUA ainda criminalizavam a relação entre pessoas do mesmo gênero. E por mais que em 69 muitos estados já tivessem derrubado essa lei, em Nova York ela estava firme. Além disso, a State Liquor Authority (SLA) proibia a venda de bebidas alcoólicas para estabelecimentos considerados gays. Entretanto, o dono do Stonewall Inn era um mafioso, que pagava uma quantia agradável para os policiais ignorarem o lugar e não fiscalizarem de forma adequada de acordo com a lei. Mas o esqueminha não durou pra sempre. No dia dia 28 de junho de 1969 os policiais apareceram num horário não acordado, e prendeu várias pessoas por estarem “violando o estatuto de vestuário", já que a lei exigia que as pessoas usassem pelo menos três peças de roupas consideradas apropriadas ao seu gênero. Enquanto as prisões eram feitas, uma multidão se cansou do abuso policial com algo inofensivo, se juntou na frente do bar e começaram tacar garrafas, cadeiras e tudo que estivesse em sua volta nos policiais. "A dor, a raiva, a frustração, a humilhação, a constante insistência, a constante agitação que causaram em nossas vidas: agora era a hora de se livrar disso tudo. (...) Não precisava machucar um policial, não precisava machucar ninguém, só precisava gritar.” disse Martin Boyce ao The New York Times, que frequentava o Stonewall. Esse movimento inspirou muitos outros a se rebelarem contra leis que perseguiam pessoas LGBTQIA+ e até hoje é relembrado constantemente. No ano seguinte após a Revolta de Stonewall, pessoas se encontraram na frente do bar no aniversário do caso para comemorar um ano da revolta e, desde então, o aniversário da Revolta são as modernas paradas LGBTQIA+.
    50 min
  • Coligay: a primeira torcida organizada gay
    Em 1977, Valmor Santos decide criar algo completamente inédito no Brasil. Ele era gerente da boate Coliseu, mas mais do que isso: ele era gremista. Vendo o time do coração passando por dificuldades no campo de futebol, ele vai fundar a Coligay. A Coligay (junção das palavras Coliseu e Gay) foi a primeira torcida organizada gay no país. Se hoje a homofobia ainda é latente na sociedade, na década de 70 as coisas eram ainda piores. O preconceito sofrido pelos torcedores da Coligay foi algo monstruoso, mas o pior é que não era esse o único desafio para os torcedores. A Coligay existiu dentro do período que uma Ditadura Militar estava vigente no país. Por isso, além da homofobia sofrida por civis, militares agentes do Estado também perseguiam a torcida, sobretudo através da vigilância da Delegacia de Costumes. Mas mesmo com uma página muito triste em sua história, pode-se dizer que a Coligay cumpriu o que de comprometeu. Em uma entrevista pra um jornal, Valmor Santos disse: "A Coligay era uma ideia muito antiga, eu já pensava nisto há muito tempo. Eu sou gremista fanático desde que nasci e sempre tive vontade de organizar uma torcida. Achava que os torcedores do Grêmio eram muito parados, que não sabiam incentivar o time. Então, no início deste ano, quando eu senti o Grêmio realmente iria ser o campeão, decidi formar o grupo". E sim: a torcida funcionou. O time gaúcho que não vencia um campeonato regional desde 68, terminou o ano de 83 com a vitória do Mundial em Tóquio. Entre 77 a 83, era comum ver em campo uma torcida animada cantando o seu hino e ajudando a trazer vitórias inesquecíveis para o time do coração: "Nós somos da Coligay; com o Grêmio eu sempre estarei. É bola pra frente, campeão novamente. É Grêmio, força e tradição. Sou tricolor pra valer, pra vibrar e vencer, para o que der e vier. Nós, Coligay de pé-quente, estaremos presentes onde o Grêmio estiver".
    31 min

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Um professor e um brother conversam sobre várias paradas históricas inacreditáveis que realmente aconteceram.

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