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O programa Hora H do Agro deste sábado, 18, analisou quais serão as primeiras ações de Donald Trump após tomar posse, na segunda-feira. A Eurasia Group revela que este mandato deve ser diferente, já que o republicano possuirá pessoas mais leais e alinhadas ideologicamente, além de uma maioria no Congresso e ministros da Suprema Corte mais conservadores. Veja o que é esperado para as próximas semanas!
No encontro, também foi abordado o crescente movimento de bancos e gestoras americanas, que anunciaram a saída de importantes alianças climáticas. Já no agro, a gigante de carnes JBS sinalizou que suas metas climáticas são 'aspirações' e não uma promessa. Será este o fim do ESG?
A jornalista Kellen Severo também destacou os efeitos do clima adverso na atual safra de soja, as tecnologias mais marcantes da maior feira tech do mundo e a estreia de um novo quadro no programa, o Visão Agro. Nele, o diretor-presidente da SLC Agrícola Aurélio Pavinato, destacou as principais tendências para o setor. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 11, analisou como a inteligência artificial está transformando o setor agro e o mundo. Segundo a consultoria McKinsey, mais de 70% das empresas já utilizam regularmente a IA. E, no agronegócio, a combinação entre inteligência analítica e inteligência generativa pode gerar um impacto econômico de US$ 100 bilhões. Como essa revolução tecnológica pode moldar o futuro do campo brasileiro?
No encontro, também foi explorado o potencial surpreendente da planta agave, que é matéria prima da tequila e poderá transformar o semiárido nordestino através da produção de biocombustíveis.
Outros temas em destaque foram as perspectivas para o mercado de insumos biológicos, que já cresceu mais de 200% em quatro safras, e os profissionais mais procurados e bem pagos do agro. Uma pesquisa da consultoria de recrutamento Robert Half revelou que tem profissão no setor que paga até R$ 45 mil por mês. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 4, analisou os principais desafios e oportunidades para o agronegócio em 2025. Em pauta, os impactos das tensões geopolíticas globais. O professor de relações internacionais do Ibmec, Carlo Cauti, revelou qual é o tema mais crítico para este ano novo e os impactos no Brasil e no agro.
No cenário econômico, o déficit fiscal, a alta do dólar e dos juros seguem no radar. O economista Fernando Ulrich projeta uma tendência de piora da economia neste ano, caso o problema fiscal não seja endereçado. Na política, as pautas prioritárias do agro no Congresso Nacional, envolvem temas como a PEC do Marco Temporal das Terras Indígenas e projetos contra invasões de terras.
Outros dois temas também estão em destaque no programa: o levantamento das terras agrícolas mais caras do Brasil e os alertas climáticos para 2025. O PhD em meteorologia, Luiz Carlos Molion, indica redução de até 80% nas precipitações em algumas regiões do país entre abril e junho. Confira!
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No programa Hora H do Agro deste sábado, 28, mergulhamos em um tema essencial para o futuro do campo e da economia brasileira: o papel transformador das cooperativas agrícolas. De Norte a Sul do país, essas organizações têm mostrado que é possível inovar, crescer e preservar o meio ambiente, enquanto impulsionam o desenvolvimento das cidades do interior do Brasil.
Hoje, você vai conhecer histórias inspiradoras de pioneirismo e sucesso. Descubra as práticas sustentáveis, as estratégias de mercado e os desafios superados por essas cooperativas que estão revolucionando o setor agropecuário. Acompanhe como o cooperativismo tem fortalecido agricultores, gerado impacto econômico e promovido um modelo de produção que une eficiência e responsabilidade ambiental.
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 21, analisou os rumos da economia e efeitos no agro depois que o dólar disparou para R$ 6,30, com uma piora do cenário fiscal no país. O banco de investimentos Morgan Stanley já projeta uma moeda norte-americana em até R$ 7 no pior dos cenários.
No encontro, também foi abordada a aprovação da reforma tributária pela Câmara. O texto, que agora vai para sanção presidencial, prevê as alíquotas de produtos e estabelece os critérios para o cashback. No agro, as carnes continuaram na cesta básica, com alíquota zerada, junto de produtos como arroz e feijão. Já insumos do agro, como defensivos e fertilizantes terão alíquota reduzida em 60%.
Outros temas que estiveram em destaque foi a fala do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre taxar os produtos do Brasil enviados ao país norte-americano e a publicação pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) de uma normativa com as regras para o trânsito de tratores e máquinas agrícolas em vias públicas.
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 14, analisa o cenário das eleições presidenciais de 2026, que ganharam destaque nesta semana após os procedimentos cirúrgicos realizados pelo presidente Lula. A saúde do líder petista é apontada pelos analistas como um fator que pode influenciar o cenário eleitoral. Enquanto isso, o setor agro projeta um PIB de 5% para 2025, impulsionado por uma safra histórica de grãos e resultados positivos na indústria de insumos e nas exportações. Contudo, há uma alta dos juros e dos desafios no crédito rural que preocupam os produtores.
No mercado pecuário, o alerta foi para a arroba do boi gordo, que caiu de 10% em dezembro, enquanto o consumidor ainda sente o impacto da alta da carne. Essa queda da arroba fará com que os preços ao consumidor final caiam? A perspectiva da aparência La Niña não se confirma, mudando assim a previsão climática no Brasil, e o mercado de consórcios de máquinas agrícolas também foram alguns dos temas envolvidos. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 7, analisou os impactos da disparada do dólar. A moeda se consolidou em R$ 6 nas últimas semanas, puxada principalmente pelo pacote de corte de gastos frustrante do governo Lula. Alguns economistas não descartam a possibilidade de dólar a R$ 7.
Outro tema abordado foi a projeção de safra recorde de soja e o alerta feito por especialistas. A Céleres projeta uma produção de 171 milhões de toneladas, enquanto a StoneX Brasil projeta problemas de uma colheita que poderá ser concentrada e com muita chuva.
No cenário internacional, um dos destaques é o governo de Javier Milei na Argentina, que completa um ano na próxima semana, e o fechamento do acordo entre Mercosul e União Europeia. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 30, analisou os efeitos da disparada do dólar. Na semana, a moeda americana superou os R$ 6,10 em relação ao real e atingiu o maior valor da história. A alta foi puxada principalmente pela desconfiança do mercado financeiro sobre o pacote de corte de gastos do governo, anunciado por Fernando Haddad.
Outro tema do encontro foi o anúncio do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, de que irá taxar os três principais parceiros comerciais do país: Canadá, México e China. A medida poderia acontecer já em 20 de janeiro, que é quando o republicano irá tomar posse. Apesar disso, o Insper Agro Global revela que Trump pode usar o tarifaço como uma espécie de barganha para futuras negociações, especialmente com os chineses.
Também estiveram em destaque o pedido de desculpas do CEO do Carrefour da França, que criticou as carnes do Mercosul, a elevação de tom de parlamentares franceses ao criticarem os alimentos do Brasil e dizerem que o prato deles "não é lixeira", e a disparada de preços do café. Em 2024, o produto foi o que mais subiu nos supermercados, com alta de quase 30%.
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No programa Hora H deste sábado, 23, a escalada da guerra na Ucrânia e o papel dos Estados Unidos sob o comando de Joe Biden ganharam destaque. Com a guerra alcançando mil dias, a Rússia lançou um novo míssil balístico intercontinental e flexibilizou o uso de armas nucleares. A decisão foi uma resposta ao uso ucraniano de armamento de longo alcance autorizado por Biden. A posição do democrata gerou críticas de aliados de Donald Trump, que acusaram o atual presidente de aumentar as tensões antes da posse do republicano.
Outro tema em evidência foi o fortalecimento das relações entre Brasil e China após o encontro entre Lula e Xi Jinping, com a assinatura de 37 acordos de cooperação. Os destaques incluem a abertura de mercados para novos produtos do agro brasileiro, inteligência artificial e a entrada da SpaceSail, concorrente de Elon Musk, no mercado brasileiro.
A decisão do Carrefour França de banir carnes do Mercosul também gerou repercussão. Motivada por protestos de agricultores franceses contra o acordo Mercosul-UE, a medida foi duramente criticada pelo agro brasileiro, que classificou a ação como protecionismo e tentativa de desinformar os consumidores europeus. O programa ainda abordou o controverso plano ESG da Dinamarca, que prevê a conversão de terras agrícolas em florestas, e a nomeação de Robert F. Kennedy Jr. como secretário de saúde nos EUA, com seu impacto sobre a indústria farmacêutica e alimentícia.
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 15, analisou a vinda do presidente da China, Xi Jinping, ao Brasil, que deverá ocorrer na próxima semana. Adesão à Rota da Seda, acordos bilaterais e a abertura de mercado para o sorgo, gergelim e uva brasileiros podem estar na pauta do chinês com Lula. Enquanto isso, uma comitiva brasileira esteve no país asiático para tentar agilizar a aprovação de biotecnologias que já são liberadas aqui.
Outro assunto em destaque foi a "semana um" de Donald Trump após o resultado das eleições. Além de ter se encontrado com Joe Biden para iniciar o período de transição de governo, Trump já começou a indicar os principais nomes que vão compor sua equipe. Entre os destaques estão o bilionário Elon Musk para o departamento de Eficiência Governamental, Lee Zeldin na Agência de Proteção Ambiental e Marco Rubio, um "linha dura" que será secretário de Estado dos EUA. Com essas indicações, o republicano já toma sua primeira ação contra a China.
No clima, o alerta é para o alto volume de chuvas, previstas para algumas regiões do país. A Rural Clima revela a possibilidade de precipitações de até 600 milímetros. Já no mercado agrícola, o assunto abordado foi a projeção da Brandalizze Consulting, que diz que a soja pode ter chegado no pico de alta, e a indicação da StoneX de preços atrativos do fertilizante cloreto de potássio. Há casos de produtores já comprando o adubo para a safra que será semeada no fim de 2025. Confira!
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