Uma das marcas mais evidentes do ser humano é a sua disposição para defender e mesmo morrer por sua crença. Seja ela política, religiosa, ideológica, e isto envolve futebol, esportes em geral, competições diversas, preferências musicais e etc. O texto da nossa reflexão mostra um cenário emblemático, trata-se de uma mulher detentora do posicionamento que foi herdado de seus antepassados sobre nacionalismo (v.9), fé (v.12) e adoração (v.20). Embora conhecesse bem a sua religião e a defendesse com afinco, sabia que esta não fora lá suficiente para atender o seu coração. Aquela mulher se encontra com Jesus que vê sua alma e conhece sua sede, sua dor e seus sentimentos mais profundos. Verdade que, assim como a mulher samaritana, todos possuem sua religião, praticam seus ritos e crenças, possuem seus pecados que causam sede espiritual, mas, como a mulher samaritana, todos podem encontrar satisfação em Jesus. A mulher que estava com sua preocupação tão estabelecida entre judeus e samaritanos, entre Jesus e Jacó, entre Jerusalém e Gerizim, encontra a verdadeira solução para sua vida: crer e se entregar nas mãos do Salvador Jesus. Que façamos o mesmo, em seu precioso Nome