Observe as lamentações do profeta, de modo especial, o texto em destaque Lm.3.19-24 as duas possibilidades de escolha que permeiam suas lembranças. As experiências que o marcaram estão no seu lamento, especialmente como profeta do Senhor, diante da lastimável queda de Jerusalém (587 a.C.). prometeu a salvação e Jesus nos salvou. Precisamos estar prontos para falar e explicar a qualquer um que perguntar por que seguimos Jesus e praticamos seus ensinamentos, sempre com a maior gentileza. Somos testemunhas do que Jesus Cristo fez, faz e fará por nós. O profeta teve memórias dolorosas, seus registros dão conta (cf. Jr.52. 5-11;28-30.), assim como todos nós temos lembranças angustiantes, os últimos 6 meses que o digam, tempo em que o corona vírus entrou em cena e arrasou muitas casas e muitas vidas. Ainda assim, a expressão registrada no lamento do profeta mostra uma escolha que deve ser a nossa também, ele escreve, v.21-24: “Contudo, quero trazer à memória o que pode me dar esperança. As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as Suas misericórdias não têm fim; novas são cada manhã; grande é a Tua fidelidade. A minha porção é o SENHOR, diz a minha alma; portanto esperarei nEle”. Nós não queremos simplesmente pensar que somos fortes, apoiarmos em nossas próprias forças, isso é ilusão de quem é adulto, mas ainda não cresceu, como cantou o Valter Jr. em 1992. Nós teremos vívido na memória o que pode dar esperança, esperaremos em Deus. Que para isso, Ele nos ajude.