Igreja Batista da Borda do Campo

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Igreja Batista da Borda do Campo episodes

  • Pregações 358 - A graça de Deus traz libertação para a humanidade

    Série: Ceia do Senhor

    Tema: A graça de Deus nos liberta da condenação e do domínio do pecado e nos dará plena libertação de sua presença.

    Pregador: Renato Cobra

    Referências Utilizadas

    • Romanos 1–16
    • Romanos 3.9–24
    • Romanos 6.6–14
    • Romanos 7.18–25
    • Romanos 8.18–23
    • Romanos 8.1–2
    • Romanos 6.23
    • 1 João 1.9

    Principais Tópicos

    1. A condição humana e a necessidade da graça

    • Todos pecaram e se afastaram da glória de Deus.
    • Ninguém é justo ou capaz de buscar a Deus por seus próprios méritos.
    • O pecado trouxe condenação e morte à humanidade.
    • A salvação é uma ação de Deus em nosso favor, não uma conquista humana.

    2. A graça nos liberta da condenação do pecado

    • Jesus morreu na cruz, derramou seu sangue e ressuscitou, vencendo a morte.
    • Por meio da fé em Cristo, somos perdoados e justificados.
    • Estamos livres da condenação do pecado: passado, presente e futuro.
    • Quem crê em Jesus tem a esperança da vida eterna na presença de Deus.

    3. A graça nos liberta do domínio do pecado

    • Antes de Cristo, éramos escravos e dominados pelo pecado.
    • Com Cristo, nossa velha natureza foi crucificada e o pecado deixou de ser nosso senhor.
    • Ainda enfrentamos erros e tentações, mas agora podemos reagir pelo poder do Espírito Santo.
    • Existe uma luta entre o desejo de fazer o bem e a natureza pecaminosa que ainda habita em nós.
    • Quando falhamos, podemos confessar nossos pecados e buscar o perdão de Deus.

    4. A graça nos libertará da presença do pecado

    • Enquanto vivemos neste mundo, ainda convivemos com nossa natureza pecaminosa.
    • Essa realidade provoca sofrimento e tristeza diante de nossas falhas.
    • Um dia receberemos um novo corpo e seremos plenamente livres do pecado.
    • Estaremos na presença de Deus, sem ódio, malícia, raiva ou desobediência.
    • Nossa esperança está na glória futura que Deus revelará.

    5. A Ceia nos leva a lembrar e examinar nossa vida

    • O pão e o cálice nos fazem lembrar o sacrifício de Jesus e a graça que recebemos sem merecimento.
    • Participar da Ceia exige autoexame, reconhecimento dos pecados e confissão diante de Deus.
    • Precisamos buscar reconciliação nos relacionamentos que foram prejudicados por nossas atitudes.
    • A mesa do Senhor não é para pessoas perfeitas, mas para aqueles que reconhecem sua necessidade de Jesus e confessam sua fé nele.
    • A Ceia renova nossa gratidão pela obra de Cristo e nossa esperança em sua volta.


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    #CeiaDoSenhor #A graçaQueNosLiberta #GraçaDeDeus #Romanos #LibertaçãoDoPecado #SacrifícioDeCristo #VidaEmCristo #IBBorda

    34 min
  • Pregações 357 - Como o cristão deve viver na sociedade

    Série: Cidadania cristã

    Tema: Como o cristão deve viver na sociedade.

    Nossa maneira de viver neste mundo deve demonstrar a quem pertencemos.

    Pregador: Márcio Bertolini

    Referências Utilizadas

    • 1 Pedro 2.11–17;
    • 1 Pedro 2.24;
    • Atos 5.29; 1
    • Pedro 4

    Principais Tópicos

    1. Em nós: lutamos contra o mal que ainda há em nós

    • Como peregrinos e forasteiros, somos chamados a combater as paixões que fazem guerra contra a alma.
    • Precisamos reconhecer e confrontar orgulho, inveja, ressentimento, raiva e desejo de controle.
    • Antes de confrontar os pecados da sociedade, precisamos reconhecer os pecados que existem em nós.
    • O caminho envolve reconhecimento do pecado, arrependimento, perdão e abandono de ressentimentos.

    2. Entre todos: tornamos visível o bem que vem de Deus

    • Pedro chama os cristãos a terem uma conduta exemplar diante daqueles que não compartilham sua fé.
    • A vida cristã deve ser marcada pela prática constante do bem.
    • As boas obras não buscam a aprovação das pessoas, mas apontam para Deus.
    • A fidelidade deve aparecer nos relacionamentos, no trabalho, na família e na comunidade.

    3. Para o Senhor: vivemos como quem pertence ao Senhor

    • Pedro orienta os cristãos a se sujeitarem às autoridades humanas por causa do Senhor.
    • A submissão envolve respeito às autoridades dentro de suas competências legítimas.
    • Quando uma autoridade exige desobediência a Deus, permanece o princípio de obedecer a Deus antes que aos homens.
    • O cristão não deve idolatrar a autoridade nem desprezá-la simplesmente por princípio.

    4. Os perigos de uma relação equivocada entre fé e política

    • Messianismo político: esperar de um governante a redenção que somente Cristo pode realizar.
    • Omissão: usar a cidadania celestial para negligenciar responsabilidades neste mundo.
    • Idolatria ideológica: transformar valores ou posições políticas em lealdades absolutas.
    • Adesão sem discernimento: apoiar projetos políticos sem examinar seus princípios e consequências à luz das Escrituras.
    • A política pode promover o bem comum, mas não pode redimir o coração humano.

    5. Liberdade cristã é liberdade sob o senhorio de Cristo

    • O cristão é livre, mas continua sendo servo de Deus.
    • A liberdade não é licença para fazer tudo o que desejamos.
    • Somos livres para participar da sociedade e defender convicções, mas não para mentir, humilhar ou utilizar Cristo para justificar o pecado.

    6. Honrar as autoridades sem colocá-las no lugar de Deus

    • Pedro orienta: honrar todos, amar os irmãos, temer a Deus e honrar o rei.
    • O governante deve ser honrado, mas somente Deus deve ser temido.
    • A autoridade humana pode receber honra, mas nunca a devoção que pertence exclusivamente a Deus.

    7. O coração precisa ser examinado

    • Preferências políticas não podem se tornar mais importantes que as pessoas.
    • Convicções políticas não devem produzir desprezo, humilhação ou ruptura de relacionamentos.
    • O cristão é chamado a honrar todos e amar os irmãos, inclusive aqueles que pensam diferente.
    • É necessário reconhecer o orgulho, abandonar ressentimentos e buscar reconciliação.
    • Nossos desejos, nossa conduta e nossas escolhas devem ser governados por Cristo.

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    #EntreDoisMundos #CidadaniaCristã #MarcasDeCristo #PrimeiraCartaDePedro #VidaCristã #FidelidadeACristo #BoasObras #ReinoDeDeus #LiberdadeCristã #Política #HonraATodos

    41 min
  • Pregações 356 - A nova identidade em Cristo não negocia seus valores com a sociedade sem Deus

    Série: Cidadania cristã

    Tema: A cidadania cristã é exercida a partir da consciência de quem somos em Cristo e para que fomos chamados, vivendo de forma responsável em uma sociedade que não reconhece Cristo como Senhor.

    Pregador: Átila da Silva

    Referências Utilizadas

    • 1 Pedro 1.1–2
    • 1 Pedro 1.10
    • 1 Pedro 2.4–5
    • 1 Pedro 2.9–10

    Principais Tópicos

    1. O cristão pertence a outro Reino, mas vive neste mundo

    • O cristão é estrangeiro e peregrino, mas não está ausente da sociedade.
    • Ser diferente não significa ser indiferente ao lugar onde Deus nos colocou.
    • A cidadania cristã envolve uma presença responsável e participativa na sociedade.
    • O cristão é chamado a viver entre dois mundos, reconhecendo sua cidadania no Reino de Deus.

    2. A identidade cristã tem origem em Deus

    • Pedro chama os cristãos de eleitos e forasteiros.
    • Ser forasteiro descreve uma situação transitória; ser eleito revela a verdadeira identidade.
    • A identidade cristã não depende das circunstâncias sociais, políticas ou da aceitação das pessoas.
    • A identidade do cristão tem origem na ação de Deus.
    • Pai, Filho e Espírito Santo estão envolvidos no processo de redenção e formação dessa identidade.

    3. As circunstâncias não definem quem somos

    • Experiências familiares, traumas, rejeições, limitações e relacionamentos podem distorcer a percepção sobre quem somos.
    • Sentimentos e experiências não são referências confiáveis para determinar nossa identidade.
    • A identidade verdadeira está fundamentada em Cristo.
    • Compreender a história da redenção ajuda o cristão a enxergar a ação de Deus também em sua própria história.

    4. Somos povo de Deus

    • Pedro apresenta os cristãos como geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo de propriedade exclusiva de Deus.
    • Essa identidade produz pertencimento e acolhimento em Deus.
    • Como sacerdócio real, o cristão pertence ao Rei e vive sob seu governo.
    • A cidadania cristã não é definida pelo ambiente, pelas circunstâncias ou pelas pressões da sociedade.

    5. A identidade cristã possui uma finalidade

    • A identidade recebida de Deus está ligada a um propósito.
    • O povo de Deus é chamado para proclamar as virtudes daquele que o chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.
    • Essa proclamação envolve anunciar quem Deus é e o que Ele fez.
    • A vida do cristão deve comunicar o caráter de Deus e os efeitos de sua ação.
    • Em lugar de uma vida marcada por queixas, reivindicações e acusações, o cristão é chamado a expressar gratidão pelo que Deus realizou.

    6. Cidadãos de outro Reino são chamados a viver sua missão

    • O cristão vive em uma sociedade que pode não reconhecer Cristo como Senhor.
    • Mesmo diante de tensões, injustiças e valores contrários à fé cristã, sua identidade permanece fundamentada em Deus.
    • A cidadania cristã envolve responsabilidade diante da sociedade e fidelidade ao Rei.
    • O cristão é chamado a tornar conhecida a misericórdia de Deus e a proclamar aquilo que Ele realizou em sua vida.

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    #CidadãosDeOutroReino #CidadaniaCristã #EntreDoisMundos #IdentidadeEmCristo #PovoDeDeus #ReinoDeDeus #MissãoCristã #PrimeiraCartaDePedro

    42 min
  • Pregações 355 - Em busca do tesouro perdido

    Série: Culto Especial do Dia das Crianças

    Tema: O verdadeiro tesouro é o relacionamento com Deus, encontrado por meio de Jesus.

    Pregador: Átila da Silva

    Referências Utilizadas

    • Mateus 13.44–46
    • Salmo 119
    • João 16.13
    • Mateus 5.16
    • Jeremias 33.3
    • Provérbios 17.17

    Principais Tópicos

    1. O verdadeiro tesouro

    • Jesus utilizou parábolas para ensinar sobre o valor do Reino de Deus.
    • O verdadeiro tesouro vale mais do que dinheiro, brinquedos, presentes ou qualquer bem material.
    • O maior tesouro é o relacionamento com Deus.

    2. A Bíblia é o mapa

    • A Palavra de Deus mostra o caminho para o verdadeiro tesouro.
    • A Bíblia orienta como viver e conduz as pessoas no caminho de Deus.
    • É necessário buscar na Palavra aquilo que precisamos para viver.

    3. O Espírito Santo é a bússola

    • O Espírito Santo orienta a vida e conduz à verdade.
    • É necessário discernir o que é verdadeiro e o que é falso.
    • A orientação do Espírito Santo ajuda nas decisões e escolhas da vida.

    4. A luz representa as boas ações

    • As boas ações de amor iluminam a vida de outras pessoas.
    • Ao fazer o bem, o cristão reflete a luz de Deus.
    • Pequenas atitudes de ajuda e cuidado podem demonstrar o amor de Deus.

    5. A oração é a comunicação com Deus

    • A oração é uma forma de conversar com Deus e desenvolver amizade com Ele.
    • Deus ouve aqueles que clamam a Ele.
    • A resposta de Deus nem sempre é aquilo que desejamos, mas aquilo que precisamos.
    • A oração expressa confiança no amor e no cuidado de Deus.

    6. A amizade com outros cristãos fortalece

    • A amizade com pessoas que amam a Jesus ajuda na caminhada cristã.
    • Amigos verdadeiros fortalecem e ajudam nos momentos de dificuldade.
    • A comunhão com outros cristãos contribui para permanecer firme no caminho de Deus.

    7. Jesus é a chave para o verdadeiro tesouro

    • Jesus é apresentado como a chave para o relacionamento pessoal com Deus.
    • Por meio de Jesus, a pessoa pode encontrar o caminho de volta para Deus.
    • O relacionamento com Deus não é apresentado como mera religião, mas como uma relação pessoal de Pai e filho.
    • A mensagem convida aqueles que ainda não receberam Jesus a se arrependerem e entregarem sua vida a Ele.

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    #DiaDasCrianças #OMaiorTesouro #Jesus #RelacionamentoComDeus #PalavraDeDeus #EspíritoSanto #Oração #AmizadeCristã #IBBorda

    22 min
  • Pregações 354 - Cidadãos de outro Reino

    Série: Cidadania cristã

    Tema: A cidadania cristã é exercida a partir da consciência de quem somos em Cristo e do propósito para o qual fomos chamados, mesmo vivendo em uma sociedade que não reconhece Jesus como Senhor.

    Pregador: Eduardo Chaves

    Referências Utilizadas

    • 1 Pedro 1.1–2
    • 1 Pedro 1.10
    • 1 Pedro 2.4–5
    • 1 Pedro 2.9–10


    Principais Tópicos

    1. Nossa identidade tem origem em Deus

    • Pedro se dirige aos cristãos como eleitos e forasteiros, distinguindo a identidade deles da situação transitória que enfrentavam.
    • Ser forasteiro não significa estar perdido ou abandonado. Antes de qualquer circunstância, os cristãos são escolhidos por Deus.
    • A identidade cristã não depende da aceitação social, das circunstâncias políticas ou da iniciativa humana, mas da ação de Deus.
    • O Pai, o Espírito Santo e Jesus Cristo estão envolvidos na obra da salvação: o Pai conhece e conduz seu propósito, o Espírito santifica e Cristo purifica pelo seu sangue.
    • Essa ação de Deus oferece segurança e encorajamento para permanecer firme mesmo em meio às dificuldades.

    2. As circunstâncias não definem quem somos em Cristo

    • Experiências familiares, traumas, rejeições, limitações e relacionamentos difíceis podem distorcer a maneira como enxergamos nossa identidade.
    • Sentimentos de inadequação, necessidade de aprovação e medo de ser ferido podem influenciar a maneira como interpretamos a vida.
    • Essas experiências não são uma referência confiável para determinar nossa identidade verdadeira.
    • Pedro lembra aos cristãos que sua identidade está fundamentada em Deus, e não no passado ou na situação que estão vivendo.
    • Compreender a história da redenção nos ajuda a reconhecer a ação de Deus em nossa própria história, inclusive em momentos que antes não compreendíamos.

    3. Somos povo de Deus, mesmo vivendo entre dois mundos

    • Pedro identifica os cristãos como geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo de propriedade exclusiva de Deus.
    • Em Cristo, os cristãos encontram pertencimento e acolhimento que não dependem da aprovação das pessoas ou da sociedade.
    • Como sacerdócio real, pertencem ao Rei e vivem sob seu governo, mesmo em uma sociedade marcada por injustiças e valores contrários aos de Deus.
    • Ser cidadão do céu não significa estar ausente da sociedade, mas assumir uma presença responsável e participativa no lugar onde Deus nos colocou.

    4. Nossa identidade tem uma finalidade: proclamar quem Deus é

    • Pedro afirma que o povo de Deus foi chamado para proclamar as virtudes daquele que o tirou das trevas e o conduziu à sua maravilhosa luz.
    • A identidade cristã está ligada a uma missão: anunciar o caráter de Deus, sua santidade, seu amor, sua misericórdia e seu poder.
    • Essa proclamação também comunica o que Deus fez na vida daqueles que foram alcançados por sua graça.
    • A experiência da salvação conduz a uma postura de gratidão e testemunho, em vez de uma vida centrada em queixas, acusações e reivindicações.
    • Quem reconhece a misericórdia recebida é chamado a tornar conhecida a obra de Deus por meio de suas palavras e de sua vida.


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    #CidadaniaCristã #EntreDoisMundos #CidadãosDeOutroReino #IdentidadeEmCristo #PovoDeDeus #MissãoCristã #PrimeiraCartaDePedro

    33 min
  • Pregações 353 - A Ceia do Senhor: lembrança, comunhão e reflexão

    Série: Ceia do Senhor

    Tema: A Ceia do Senhor é um memorial do sacrifício de Jesus que nos conduz à comunhão com Cristo e com os irmãos, e ao exame sincero do nosso coração.

    Pregador: Luiz Antônio

    Referências Utilizadas

    • 1 Coríntios 11.23–28

    Principais Tópicos

    1. A Ceia do Senhor é uma lembrança do sacrifício de Cristo

    • A Ceia foi instituída pelo próprio Jesus e ordenada para que seus discípulos se lembrassem dele.
    • O pão e o cálice apontam para o corpo entregue e o sangue derramado por Cristo em nosso favor.
    • Jesus enfrentou acusações falsas, julgamento injusto e a morte na cruz, movido por amor e entrega.
    • Por meio do sacrifício de Cristo, somos libertos da condenação do pecado e recebidos na família de Deus.
    • A Ceia não é um ritual vazio, místico ou mágico, nem uma forma de obter favores de Deus. Seu foco é Jesus e sua obra na cruz.

    2. A Ceia do Senhor expressa comunhão com Cristo e com os irmãos

    • A partilha do pão e do cálice representa a união dos cristãos com Cristo e entre si.
    • A comunhão envolve participação, compartilhamento e unidade espiritual na comunidade de fé.
    • A Ceia fortalece os laços de fraternidade e reafirma a identidade da igreja como família de Deus.
    • A igreja de Corinto celebrava de maneira contraditória: enquanto alguns tinham fartura, outros passavam fome, e havia divisões entre os irmãos.
    • Não é coerente celebrar a comunhão com Cristo enquanto se promove divisão, egoísmo ou falta de amor na comunidade.

    3. A Ceia do Senhor exige reflexão e exame pessoal

    • Paulo orienta cada pessoa a examinar a si mesma antes de participar da Ceia.
    • Celebrar indignamente está relacionado, no contexto apresentado, à falta de amor, à divisão e à ausência de comunhão no corpo de Cristo.
    • O exame pessoal envolve reconhecer erros, identificar mágoas e ressentimentos e avaliar a necessidade de pedir ou liberar perdão.
    • A cruz revela a dimensão do perdão recebido e nos confronta quanto à disposição de perdoar o próximo.
    • Quando existe a necessidade de reconciliação, somos chamados a buscar a pessoa envolvida e tomar a iniciativa de restaurar o relacionamento.
    • A participação na Ceia deve ser acompanhada de arrependimento sincero e de um compromisso com a reconciliação.

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    #CeiaDoSenhor #SacrifícioDeCristo #Comunhão #Perdão #Reconciliação #Igreja #MemorialDaCruz

    22 min
  • Pregações 352 - O caminho do Reino na decisão

    Série: O caminho do Reino: Uma vida alinhada com o coração do Pai

    Tema: Ouvir Jesus exige uma decisão que se revela no caminho escolhido, nos frutos produzidos e na submissão ao governo do Rei.

    Pregador: Marcio Bertolini

    Referências Utilizadas

    • Mateus 7.13–29
    • Mateus 5
    • Mateus 6

    Principais Tópicos

    1. A voz que conduz o nosso caminho

    • Somos conduzidos por diferentes vozes: pessoas que amamos, nossos desejos e medos, a cultura, as redes sociais, as ideologias e até a religiosidade.
    • A questão central não é ouvir essas vozes, mas decidir quem terá a última palavra sobre nossas vidas.
    • Jesus apresenta a porta estreita e a porta larga, mostrando que cada caminho conduz a um destino.
    • Entrar pela porta estreita é uma decisão que exige resposta ao Rei, em arrependimento e fé, reconhecendo que a salvação é pela graça, e não por mérito humano.

    2. Discernir as vozes pelos seus frutos

    • Jesus alerta sobre os falsos profetas, que parecem ovelhas, mas são lobos devoradores.
    • O discernimento exige vigilância, pois nem toda voz que utiliza linguagem bíblica conduz ao coração do Pai.
    • Os frutos revelam a raiz: o Reino não consiste em maquiar comportamentos, mas em transformar o coração.
    • O fruto esperado é uma vida de obediência e alinhamento aos valores do Reino, e não apenas sucesso, influência ou capacidade de comunicação.

    3. Quem realmente governa a nossa vida?

    • Não basta chamar Jesus de Senhor; é necessário fazer a vontade do Pai.
    • O problema não está em confessar Jesus como Senhor, mas em professar essa fé sem permitir que ela governe as decisões e a conduta.
    • É possível ter vocabulário, história, hábitos e atividades religiosas sem viver em verdadeira submissão ao Rei.
    • As realizações ministeriais não substituem uma vida governada por Deus.

    4. O perigo de uma fé apenas de aparência

    • Jesus confronta aqueles que apresentam suas atividades religiosas como credenciais, mas cuja vida não corresponde à vontade de Deus.
    • A proximidade com a religião não significa, por si só, pertencimento real ao Rei.
    • O cristianismo não deve formar espectadores que apenas criticam, terceirizam responsabilidades e esperam que outros sirvam.
    • O discípulo coloca a própria vida à disposição de Jesus, reconhecendo que servir também faz parte de sua resposta ao Rei.

    5. Ouvir e praticar: construir a vida sobre a rocha

    • Na conclusão do Sermão do Monte, Jesus apresenta o contraste entre a casa construída sobre a rocha e a casa que não possui fundamento resistente.
    • As tempestades revelam a diferença entre os fundamentos sobre os quais as casas foram construídas.
    • Ouvir os ensinamentos de Jesus exige uma resposta prática: a vida precisa demonstrar aquilo que professamos.

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    #OCaminhoDoReino #Decisão #SermãoDoMonte #Obediência #Fé #Discipulado #PalavraDeDeus

    43 min
  • Pregações 351 - O caminho do Reino no discernimento e na misericórdia

    Série: O caminho do Reino: Uma vida alinhada com o coração do Pai

    Tema: Um coração alinhado com o Reino desenvolve maturidade nos relacionamentos por meio do autoexame, do discernimento e da dependência de Deus.

    Pregador: Eduardo Chaves

    Referências Utilizadas

    • Mateus 7.1–12

    Principais Tópicos

    1. O discernimento começa pelo exame do próprio coração

    • Jesus não proíbe toda avaliação, mas confronta o julgamento condenatório e a atitude hipercrítica.
    • A crítica motivada pelo ego busca defeitos, alimenta o orgulho e procura atingir pessoas em vez de promover os valores do Reino.
    • O autoexame precisa ter como referência a Palavra de Deus, e não a própria percepção de superioridade ou inferioridade.
    • O coração alinhado ao Reino reconhece suas motivações e permite que Deus trate suas áreas de orgulho.

    2. Reconhecer a própria trave é essencial para ajudar o próximo

    • A imagem do cisco e da trave evidencia a incoerência de apontar as falhas alheias sem reconhecer as próprias.
    • A trave representa, na exposição, especialmente o orgulho que impede o reconhecimento do próprio pecado e o arrependimento.
    • Jesus não exige impecabilidade, mas confronta as motivações de quem deseja corrigir outra pessoa.
    • O discípulo precisa discernir a si mesmo, arrepender-se, buscar ajuda e permitir ser pastoreado antes de ajudar o próximo.
    • Na comunidade cristã, somos chamados a servir uns aos outros e a ser instrumentos de transformação na vida do próximo.

    3. O discernimento também orienta como lidar com a rejeição

    • Ao falar sobre não dar aos cães o que é santo nem lançar pérolas aos porcos, Jesus destaca a necessidade de discernimento.
    • O santo e as pérolas representam as riquezas e os valores do Reino, incluindo o Evangelho.
    • A mensagem confronta a postura de orgulho, autossuficiência e resistência persistente ao Evangelho.
    • O discípulo precisa reconhecer quando alguém rejeita e escarnece da mensagem, sem insistir em compartilhá-la de maneira improdutiva.

    4. A maturidade cresce na dependência contínua de Deus

    • Diante da dificuldade de discernir o próprio coração, as pessoas e as situações, Jesus ensina: pedir, buscar e bater.
    • Pedir expressa o reconhecimento da necessidade; buscar envolve uma procura intencional; bater demonstra aproximação e decisão.
    • O discípulo reconhece que não é autossuficiente e precisa da sabedoria e da transformação que vêm de Deus.
    • A oração não deve ser ocasional, mas uma prática contínua de dependência do Pai.
    • A maturidade cristã não consiste em conquistar autonomia em relação a Deus, mas em aprender a depender cada vez mais dele.

    5. A confiança no Pai sustenta a vida do discípulo

    • Jesus compara o cuidado de Deus ao cuidado de um pai que oferece coisas boas aos filhos.
    • Se seres humanos imperfeitos sabem dar coisas boas aos seus filhos, muito mais o Pai celestial dará coisas boas aos que lhe pedirem.
    • A busca por discernimento e transformação deve ser acompanhada pela confiança na bondade do Pai.

    6. O relacionamento com o próximo deve refletir os valores do Reino

    • Jesus conclui essa parte do ensino com o princípio: tratar os outros da maneira como gostaríamos de ser tratados.
    • A maturidade nos relacionamentos envolve discernimento, humildade e misericórdia.
    • O coração transformado por Jesus busca refletir o caráter de Deus tanto no relacionamento com o próximo quanto na dependência do próprio Pai.

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    #OCaminhoDoReino #Discernimento #Misericórdia #MaturidadeCristã #Oração #Relacionamentos #SermãoDoMonte

    37 min
  • Pregações 350 - A mensagem da cruz

    Série: Ceia do Senhor

    Tema: A mensagem da cruz


    A mensagem da cruz confronta cada pessoa e revela o poder e a sabedoria de Deus em Cristo Jesus.

    Pregador: Edmur Pereira

    Referências Utilizadas

    • 1 Coríntios 1.18–25
    • Marcos
    • Deuteronômio

    Principais Tópicos

    1. A mensagem da cruz confronta as pessoas

    • A cruz é uma mensagem confrontadora que exige um posicionamento.
    • A mensagem da cruz pode ser recebida como loucura ou como poder de Deus.
    • Ao longo da história, a mensagem da cruz também foi motivo de zombaria e escândalo.

    2. A mensagem da cruz revela o poder de Deus

    • O pecado trouxe separação entre Deus e a humanidade.
    • A iniciativa da reconciliação partiu do próprio Deus, que enviou seu Filho.
    • Jesus viveu em obediência, morreu a morte que nós merecíamos e ressuscitou.
    • O mesmo Cristo que morreu voltará.

    3. Para os que se perdem, a cruz é loucura

    • Os que buscam conhecer Deus segundo sua própria sabedoria não conseguem compreender a mensagem de um Deus crucificado.
    • Os judeus buscavam sinais e esperavam um Messias de acordo com suas próprias expectativas.
    • Os gregos buscavam sabedoria e uma mensagem coerente com sua própria compreensão.
    • Essas atitudes revelam a tentativa humana de moldar Deus segundo suas próprias expectativas.

    4. Para os que são salvos, Cristo é o poder e a sabedoria de Deus

    • A salvação não é resultado de mérito humano.
    • Deus é o agente da salvação realizada por meio de Cristo.
    • Somos salvos de uma vida autônoma, da escravidão ao pecado e do império das trevas.
    • A fé é confiança naquilo que Deus fez por nós em Cristo Jesus.

    5. Não existe neutralidade diante da cruz

    • A mensagem da cruz separa as pessoas entre os que se perdem e os que são salvos.
    • Não existe uma terceira opção diante da mensagem de Cristo crucificado.
    • Os que são salvos reconhecem em Cristo a manifestação do poder e da sabedoria de Deus.
    • Essa mensagem é compartilhada com outras pessoas para que também encontrem salvação.

    6. A cruz nos chama a um posicionamento

    • Cada pessoa precisa responder à mensagem de que Jesus deu sua vida, ressuscitou e voltará.
    • A mensagem da cruz pode ser motivo de zombaria, mas é a base da esperança e da confiança daqueles que creem.
    • A salvação não está fundamentada no mérito humano, mas na obra de Cristo Jesus.
    • A Ceia anuncia a morte de Jesus até que Ele venha e conduz a um momento de autoexame diante de Deus.

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    #AMensagemDaCruz #CeiaDoSenhor #CristoCrucificado #PoderDeDeus #SabedoriaDeDeus #Salvação #Fé

    28 min
  • Pregações 349 - O coração alinhado com o Reino encontra em Deus tudo o que precisa para viver

    Série: O caminho do Reino: Uma vida alinhada com o coração do Pai

    Tema:

    O coração alinhado com o Reino encontra em Deus tudo o que precisa para viver

    Pregador: Átila da Silva

    Referências Utilizadas

    • Mateus 6.19–34
    • Salmo 46.1–2
    • Salmo 121.1–2
    • 1 Tessalonicenses 5.17
    • Filipenses 4.6


    Principais Tópicos

    1. O tesouro revela onde está o coração

    • Jesus ensina sobre os tesouros na terra e os tesouros no céu.
    • Aquilo que consideramos nosso tesouro revela onde está o nosso coração.
    • Recursos, bens, trabalho e conquistas podem ocupar um lugar que pertence a Deus.
    • O problema não está em possuir recursos, mas em permitir que os recursos possuam o coração.

    2. A segurança não está nos recursos

    • Perdas financeiras, problemas profissionais, incertezas na saúde e dificuldades nos relacionamentos podem revelar onde colocamos nossa segurança.
    • Jesus não ensina a abandonar os bens, o trabalho ou o planejamento.
    • A verdadeira questão é quem controla os recursos e onde está depositada a confiança.
    • A segurança só encontra seu lugar correto quando Deus ocupa o centro da vida.

    3. A ansiedade revela onde colocamos nossa confiança

    • A preocupação pode ocupar o lugar que deveria pertencer a Deus.
    • Jesus aponta para os pássaros e para os lírios como exemplos do cuidado do Pai.
    • A ansiedade revela uma dificuldade de descansar na provisão e no cuidado de Deus.
    • Jesus chama seus discípulos a uma confiança consciente no Pai.

    4. Buscar primeiro o Reino

    • Jesus apresenta o chamado para buscar primeiro o Reino de Deus.
    • Essa busca não é uma decisão isolada, mas uma postura que precisa ser renovada diariamente.
    • Colocar o Reino em primeiro lugar significa reorganizar prioridades e reconhecer Deus como Senhor.
    • A fé envolve uma decisão consciente de entregar e descansar em Deus.

    5. A entrega precisa ser diária

    • Confiar em Deus não significa acreditar que tudo acontecerá conforme nossas expectativas.
    • A verdadeira confiança permanece mesmo diante da incerteza.
    • Buscar primeiro o Reino é um exercício diário de entrega e dependência.
    • A confiança em Deus não depende das circunstâncias serem favoráveis.

    6. Deus é o verdadeiro refúgio

    • O Salmo 46 apresenta Deus como refúgio e força.
    • O Salmo 121 aponta para o Senhor como aquele de quem vem o socorro.
    • A segurança do cristão não está na capacidade de controlar todas as situações.
    • A confiança está em saber que, aconteça o que acontecer, o Pai cuidará de seus filhos.

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    #OCaminhoDoReino #UmaVidaAlinhadaComOCoraçãoDoPai #SegurançaEmDeus #Fé #ConfiançaEmDeus #ReinoDeDeus

    35 min

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