Igreja Batista da Borda do Campo

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Igreja Batista da Borda do Campo episodes

  • Pregações 348 - Uma vida cristã autêntica

    Série: O caminho do Reino: Uma vida alinhada com o coração do Pai

    Tema: A autenticidade da vida cristã no relacionamento com Deus, em contraste com a hipocrisia e a busca por reconhecimento humano.

    Pregador: Luiz Claudio

    Referências Utilizadas

    • Mateus 6.1–18
    • Filipenses 4.6
    • 1 Tessalonicenses 5.17
    • Apocalipse 2–3

    Principais Tópicos

    1. Vigilância contra o espetáculo espiritual

    • Jesus alerta contra a prática da justiça para ser visto pelos homens.
    • A vida cristã deve ser marcada por vigilância contínua sobre ações, pensamentos e motivações.
    • O perigo da busca por aplausos, reconhecimento, fama e validação humana.
    • A autenticidade é vivida tanto diante das pessoas quanto no secreto.

    2. Um coração generoso

    • A prática da generosidade não deve buscar reconhecimento.
    • Jesus condena a ostentação ao dar esmolas.
    • A generosidade deve expressar o amor de Deus por meio de ações práticas.
    • O Pai, que vê o que é feito em secreto, é quem recompensa.

    3. Um coração íntimo com Deus

    • A oração deve nascer de um relacionamento pessoal e profundo com Deus.
    • Jesus orienta a oração no secreto, sem ostentação.
    • A oração não é uma forma de barganhar com Deus.
    • A oração alinha o coração do cristão com a vontade do Pai.
    • A vida de oração expressa dependência de Deus.

    4. Um coração consagrado

    • O jejum deve ser praticado sem ostentação ou vitimismo.
    • A consagração acontece diante de Deus, e não para impressionar pessoas.
    • O jejum expressa dependência e busca por maior conexão com Deus.
    • A consagração deve produzir mais de Cristo e menos de nós mesmos.

    5. Autenticidade em vez de teatralidade

    • As práticas cristãs devem refletir um relacionamento verdadeiro com Deus.
    • A aparência de espiritualidade não substitui a transformação do coração.
    • A recompensa buscada pelo cristão não deve ser o reconhecimento humano.
    • A vida cristã autêntica busca a glória de Cristo.


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    36 min
  • Pregações 347 - O seu trabalho: Passaporte para povos não alcançados

    Série: Conferência Missionária

    Tema: O seu trabalho: Passaporte para povos não alcançados

    O uso da profissão e dos negócios como estratégia para anunciar e demonstrar Cristo, especialmente entre povos não alcançados.

    Pregador: Gustavo Borges

    Referências Utilizadas

    • Romanos 10.13–17
    • Isaías 52.7
    • Atos 18.1–3

    Principais Tópicos

    1. A missão ainda não foi concluída

    • Existem povos que ainda não possuem uma comunidade cristã capaz de evangelizar o próprio povo.
    • O conceito de povos não alcançados.
    • A necessidade de anunciar Cristo entre povos, culturas e línguas diferentes.
    • A visão de uma igreja global anunciando e demonstrando Cristo unida.

    2. Deus envia pessoas para anunciar o Evangelho

    • A sequência apresentada em Romanos 10: enviar, pregar, ouvir, crer e invocar.
    • A responsabilidade da igreja em participar do envio.
    • A necessidade de pessoas dispostas a ir e anunciar Cristo.
    • O resultado da salvação pertence a Deus; a responsabilidade do cristão é comunicar o Evangelho.

    3. O profissional como fazedor de tendas

    • O conceito de Tent Making baseado em Atos 18.1–3.
    • Utilizar a profissão como estratégia para se conectar com pessoas que não conhecem Jesus.
    • O ambiente de trabalho e estudo como espaço de relacionamento e discipulado.
    • O exercício profissional como oportunidade de testemunhar o Evangelho em diferentes culturas.

    4. O chamado transcultural

    • Utilizar qualificações profissionais para atuar em lugares onde existem povos não alcançados.
    • A possibilidade de trabalhar em outra cultura e construir relacionamentos com pessoas que ainda não ouviram o Evangelho.
    • A necessidade de disposição para aprender línguas e compreender outras culturas.
    • O testemunho pessoal como parte do anúncio de Cristo.

    5. A urgência de proclamar Cristo

    • Pessoas precisam ouvir para poder crer.
    • O cristão pode ser o único contato com o Evangelho que determinada pessoa terá.
    • A comunicação do Evangelho deve acontecer mesmo diante de dificuldades culturais e linguísticas.
    • Deus transforma vidas por meio da proclamação da sua Palavra.

    6. Uma igreja disposta a ser enviada

    • Usar dons, talentos, profissão e oportunidades para participar da missão.
    • Apoiar e fortalecer igrejas em contextos de perseguição.
    • A disposição para caminhar, ir e anunciar as boas-novas.
    • A missão envolve pessoas enviadas, pessoas que anunciam e pessoas que ouvem.

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    #ServindoAoSenhor#ProfissaoEMissao#NegociosEMissao#Missoes#PovosNaoAlcancados#FazedoresDeTendas#TentMaking#Evangelho#GrandeComissao#Romanos10#MissoesTransculturais#GustavoBorges#IBBorda

    43 min
  • Pregações 346 - Uma história, um modelo

    Série: Dia dos pais

    Tema: Uma história, um modelo.

    Pregador: Luiz Antônio

    Referências Utilizadas

    • 1 Samuel 12.3–5
    • 1 Samuel 8.1–6
    • Efésios 6.4
    • Deuteronômio 6.6–7
    • Provérbios 13.1
    • Provérbios 29.15

    Principais Tópicos

    1. A paternidade é uma responsabilidade intransferível

    • Samuel como exemplo de liderança e integridade.
    • O contraste entre Samuel e seus filhos.
    • A paternidade não pode ser transferida para a esposa, igreja ou ministério.
    • Os pais são responsáveis pelo exercício da paternidade.

    2. Instrução

    • Educar os filhos com disciplina e instrução do Senhor.
    • Ensinar os princípios e valores de Deus para o dia a dia.
    • A principal missão do pai é conduzir os filhos na direção de Deus.
    • O ensino deve acontecer também pelo exemplo.
    • Os filhos observam as atitudes e comportamentos dos pais.
    • É necessário buscar conhecimento da Palavra para poder ensinar.

    3. Dedicação

    • A instrução exige tempo e relacionamento com os filhos.
    • Ensinar e conversar sobre a Palavra nas situações do cotidiano.
    • Investir em tempo de qualidade.
    • A presença do pai não pode ser substituída por presentes, telas ou dispositivos.
    • O relacionamento próximo permite perceber e trabalhar falhas de caráter.
    • O tempo de qualidade fortalece os laços de confiança.

    4. Repreensão

    • A disciplina e o estabelecimento de limites fazem parte da paternidade.
    • A disciplina é apresentada como prova de amor e busca o bem dos filhos.
    • A autoridade deve ser exercida sem autoritarismo, violência ou raiva.
    • É necessário ter coragem para dizer "não" e confrontar quando necessário.
    • Repreensão e encorajamento precisam caminhar juntos.
    • O equilíbrio contribui para a formação de filhos maduros e saudáveis.

    5. Lições sobre a paternidade

    • Os pais não têm controle sobre as escolhas dos filhos, mas têm responsabilidade sobre o exercício da própria paternidade.
    • Nenhum sucesso profissional ou público compensa o fracasso no lar.
    • Deus é o único Pai perfeito e o modelo para a paternidade.
    • Pais precisam reconhecer seus erros, pedir perdão e buscar a misericórdia de Deus.
    • A paternidade deve ser exercida com sabedoria, graça, presença e fidelidade.

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    42 min
  • Pregações 345 - Uma mesa para muitos

    Série: Ceia do Senhor

    Tema: Uma mesa para muitos

    Cristo não nos chama apenas para si; Cristo nos chama uns para os outros.


    Pregador: Marcio Bertolini

    Referências Utilizadas

    • João 21.4–14
    • João 20.19–23
    • João 20.26–29
    • Deuteronômio 27.7
    • 2 Samuel 9.7
    • João 13
    • 1 Coríntios 10.17


    Principais Tópicos

    1. Cristo reúne o seu povo

    • Uma mesa não se torna especial apenas pela decoração ou pela comida, mas pelas pessoas reunidas ao redor dela.
    • Após a ressurreição, Jesus encontrou discípulos marcados pela culpa, dúvida, medo e fracasso.
    • Em vez de começar cobrando explicações, Cristo preparou uma refeição e os chamou: “Venham comer”.
    • A graça chegou antes da conversa difícil, e a comunhão antecedeu a restauração.

    2. Cristo nos chama uns para os outros

    • A cruz não apenas perdoou pecadores individualmente, mas formou um povo reconciliado.
    • Cristo não morreu para criar uma coleção de espiritualidades particulares, mas uma família, um corpo e uma igreja.
    • É possível frequentar uma comunidade por muitos anos sem realmente pertencer a ela.
    • Quem pertence permanece, ama, serve, perdoa e cresce com os irmãos.

    3. A comunhão vai além das afinidades

    • Comunhão não é apenas compartilhar refeições e momentos agradáveis.
    • Ela nasce daquilo que temos em comum em Cristo: o mesmo Evangelho, o mesmo Espírito, a mesma Palavra e o mesmo Senhor.
    • A verdadeira comunhão envolve transparência, exortação, encorajamento, oração, prestação de contas, serviço e cuidado mútuo.
    • A vida cristã não foi planejada para ser uma caminhada solitária.

    4. Cristo alimenta o povo que reuniu

    • Na praia, Jesus tomou o pão e o entregou aos discípulos, continuando a servir mesmo depois da ressurreição.
    • Não havia lugares especiais ou privilégios; todos dependiam da mesma graça.
    • A refeição não era uma recompensa pela fidelidade dos discípulos, mas uma mesa de graça para homens quebrados.
    • Sempre que Cristo reúne o seu povo, é Ele quem o sustenta e alimenta.

    5. A Ceia anuncia um só corpo

    • O pão aponta para o corpo de Cristo entregue por nós, e o cálice aponta para o sangue da nova aliança.
    • Embora sejamos muitos, participamos de um único pão e formamos um só corpo.
    • É possível conservar os elementos e a liturgia da Ceia e ainda perder o sentido de família.
    • Cristo reconciliou pecadores com Deus e uns com os outros.

    6. Um chamado para viver como família

    • Corpo significa responsabilidade compartilhada, cuidado mútuo, serviço, amor concreto e perdão.
    • A igreja deve acolher pessoas feridas e ajudá-las em seu processo de restauração.
    • Pequenos grupos, escola bíblica e ministérios são oportunidades para romper o isolamento e participar da vida da comunidade.
    • O Evangelho não oferece somente uma nova relação com Deus, mas também uma nova família.

    7. Um exame diante da mesa

    • Temos apenas frequentado a igreja ou realmente pertencemos a ela?
    • Temos servido ou apenas esperado ser servidos?
    • Temos acolhido pessoas ou preservado nossa individualidade?
    • A graça que recebemos de Deus não pode ser transformada em propriedade privada.
    • O Cristo que reuniu os discípulos na praia continua reunindo hoje o seu povo e preparando uma mesa para muitos.

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    41 min
  • Pregações 344 - Um coração vingativo

    Série: O caminho do Reino: Uma vida alinhada com o coração do Pai

    Tema: Um coração alinhado com Cristo reflete o caráter do Pai.

    Pregador: Eduardo Chaves

    Referências Utilizadas

    • Mateus 5.38–48
    • Êxodo 21.24
    • Levítico 24.20
    • Deuteronômio 19.21
    • 1 Pedro 2.21–23

    Principais Tópicos

    1. O cidadão do Reino abre mão dos seus direitos pessoais

    • Jesus corrige a aplicação equivocada da lei do "olho por olho e dente por dente", originalmente destinada aos tribunais.
    • A vingança não deve orientar os relacionamentos pessoais.
    • O foco deixa de ser a defesa do ego e passa a ser a manifestação da graça de Deus.
    • Um coração alinhado com Cristo prefere sofrer a injustiça a alimentar a retaliação.

    2. As ilustrações de Jesus revelam um coração transformado

    • Dar a outra face demonstra disposição para responder ao insulto sem vingança.
    • Entregar também a capa revela desprendimento dos próprios direitos.
    • Caminhar a segunda milha evidencia uma atitude de serviço além da obrigação.
    • A generosidade rompe o apego aos bens materiais e expressa confiança em Deus.

    3. A raiz da vingança está no ego

    • A retaliação nasce da defesa da própria honra, reputação e direitos.
    • O discípulo do Reino entrega seus direitos pessoais ao Senhor.
    • A prioridade deixa de ser preservar a própria imagem e passa a ser refletir o caráter de Cristo.
    • A cruz nos chama a morrer para o próprio eu.

    4. Amar os inimigos revela a identidade dos filhos de Deus

    • Jesus amplia o entendimento sobre quem é o próximo.
    • O amor do Reino alcança inclusive aqueles que perseguem, ofendem e fazem o mal.
    • Orar pelos inimigos demonstra um coração transformado pelo Evangelho.
    • O discípulo busca que outras pessoas conheçam o caráter do Pai através da sua resposta.

    5. A maturidade espiritual reflete o caráter do Pai

    • O objetivo do Sermão do Monte é formar discípulos maduros e completos.
    • A vida cristã é marcada pela misericórdia, humildade, perdão e amor.
    • O Espírito Santo capacita o discípulo a viver além das reações naturais.
    • O Reino de Deus é testemunhado quando o caráter de Cristo se torna visível em nossas atitudes.

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    38 min
  • Pregações 343 - O caminho do Reino na verdade sem disfarces

    Série: O caminho do Reino: Uma vida alinhada com o coração do Pai

    Tema: O caminho do Reino na verdade sem disfarces

    Um coração alinhado com Jesus vive a verdade sem disfarces.

    Pregador: Átila da Silva

    Referências Utilizadas:

    • Mateus 5.33–37

    Principais Tópicos:

    1. A verdade sem disfarce se opõe ao religiosismo

    • Jesus confronta o uso dos juramentos como aparência de integridade.
    • O problema não está no juramento, mas na falta de verdade no coração.
    • A religiosidade tenta esconder intenções por meio de discursos e símbolos religiosos.
    • A integridade vale mais do que qualquer juramento.

    2. O perigo da terceirização da responsabilidade

    • Não usar Deus para validar compromissos que não se pretende cumprir.
    • Evitar expressões religiosas utilizadas apenas como justificativa ou aparência de espiritualidade.
    • A palavra do discípulo deve ser confiável por seu caráter.

    3. A simplicidade revela um coração íntegro

    • O "sim" deve ser realmente sim, e o "não", realmente não.
    • A sinceridade não deve ser confundida com grosseria ou falta de amor.
    • Integridade também inclui reconhecer erros e pedir perdão quando necessário.

    4. A verdade do Reino confronta a cultura da aparência

    • O mundo valoriza imagens, aparências e discursos manipuladores.
    • O cidadão do Reino vive sem máscaras e sem necessidade de autopromoção.
    • A honestidade e a coerência tornam-se testemunho do Evangelho.

    5. O testemunho de um coração alinhado com Jesus

    • A verdade vivida impacta pessoas mais do que discursos.
    • O discípulo representa Cristo por meio de um caráter íntegro.
    • A transformação acontece de dentro para fora pela ação do Espírito Santo.
    • O Reino é anunciado por uma vida marcada pela verdade, simplicidade e amor.

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    32 min
  • Pregações 342 - Um coração alinhado com Jesus busca pureza moral

    Série: O caminho do Reino: Uma vida alinhada com o coração do Pai

    Tema: Um coração alinhado com Jesus busca pureza moral.

    Preletor: Luiz Antônio

    Referências Utilizadas:

    • Mateus 5.27–32
    • Deuteronômio 24.1
    • Mateus 19.3–9
    • Gênesis 2.24

    Principais Tópicos

    1. O adultério começa no coração

    • Jesus amplia o entendimento do sétimo mandamento.
    • O olhar cobiçoso e os desejos impuros já violam o princípio do adultério.
    • A pureza moral envolve lealdade do coração diante de Deus.
    • O pecado nasce nas intenções antes de se manifestar em ações.

    2. A pureza moral exige vigilância

    • É necessário educar os olhos e as mãos para evitar fontes de tentação.
    • Eliminar radicalmente aquilo que conduz ao pecado.
    • Evitar pornografia, conteúdos que estimulam a impureza e comportamentos sedutores.
    • A transformação depende da ação do Espírito Santo.

    3. O divórcio à luz do Reino de Deus

    • Jesus corrige as interpretações equivocadas sobre o divórcio.
    • O casamento foi estabelecido por Deus para ser uma aliança permanente.
    • O divórcio é consequência da dureza do coração.
    • A exceção apresentada por Jesus é a imoralidade sexual.

    4. Princípios para o casamento e a restauração

    • O divórcio não deve ser tratado como solução comum.
    • O perdão, a reconciliação e a busca por ajuda devem ser priorizados.
    • Casamentos precisam ser construídos sobre os princípios e valores do Reino.
    • Quem passou pelo divórcio deve viver debaixo da graça, do perdão e da restauração em Cristo.

    5. Um coração alinhado busca pureza e lealdade

    • Examinar continuamente os desejos do coração.
    • Permanecer vigilante diante das armadilhas do pecado.
    • Cultivar um coração humilde e quebrantado diante de Deus.
    • Buscar viver relacionamentos marcados pela fidelidade ao Senhor.

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    45 min
  • Pregações 341 - O sacrifício de Cristo inaugura uma nova vida

    Série: Ceia do Senhor

    Tema: O sacrifício de Cristo inaugura uma nova vida

    A nova vida em Cristo substitui a velha natureza e nos torna embaixadores da reconciliação.

    Preletor: Renato Osis

    Referências Utilizadas

    • 2 Coríntios 5.17–21
    • Gálatas 2.20
    • Romanos 6.6
    • Efésios 2.1–3
    • Filipenses 2.13


    Principais Tópicos

    1. A velha vida chegou ao fim

    • Em Cristo, a velha vida termina e uma nova vida é inaugurada.
    • A velha natureza continua sendo uma realidade com a qual o cristão luta diariamente.
    • A transformação acontece pela ação do Espírito Santo, e não por esforço religioso.
    • A nova vida exige romper com os padrões da antiga natureza.

    2. A nova vida precisa ser encarnada

    • O Evangelho não é apenas emoção, mas uma realidade vivida.
    • A Palavra de Deus transforma o interior antes de transformar o exterior.
    • A nova natureza deve influenciar o caráter, os relacionamentos, as prioridades e as escolhas.
    • A velha natureza deve ser combatida de forma radical.

    3. A ruptura com a velha natureza

    • Não basta amenizar antigos hábitos; é necessário abandoná-los.
    • A caminhada cristã envolve renúncia e arrependimento contínuos.
    • Não existe uma vida parcialmente velha e parcialmente nova.
    • O discípulo é chamado a viver coerentemente com sua nova identidade.

    4. A nova identidade em Cristo

    • Todo cristão recebe uma nova identidade como nova criação.
    • Deus confiou aos seus filhos o ministério da reconciliação.
    • O discípulo é chamado a anunciar a mensagem da reconciliação com Deus.
    • Somos embaixadores de Cristo neste mundo.

    5. A responsabilidade do embaixador de Cristo

    • A nova identidade produz responsabilidade diante das pessoas.
    • O testemunho da vida deve refletir o Evangelho.
    • O arrependimento e o pedido de perdão fazem parte da caminhada cristã.
    • O cristão representa Cristo em todos os ambientes onde vive.


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    #OCaminhoDoReino#VidaAlinhadaComOCoracaoDoPai#NovaVida#VelhaNatureza#NovaCriacao#2Corintios5#Reconciliacao#EmbaixadoresDeCristo#Evangelho#Discipulado#VidaCrista#EspiritoSanto#Transformacao#ReinoDeDeus#Renato

    42 min
  • Pregações 340 - Um coração alinhado com Jesus sempre busca a reconciliação

    Série: O caminho do Reino: Uma vida alinhada com o coração do Pai

    Tema: Um coração alinhado com Jesus sempre busca a reconciliação.

    Preletor: Edmur

    Referências Utilizadas

    • Mateus 5.21–26
    • Êxodo 20.13
    • Deuteronômio 5.17
    • Efésios 4.26
    • 1 João 3.15
    • Romanos 12.18

    Principais Tópicos

    1. Jesus revela o verdadeiro significado do mandamento "Não matarás"

    • Jesus não revoga a Lei, mas revela seu sentido pleno.
    • O problema não está apenas no homicídio, mas também na ira e no ódio contra o próximo.
    • A justiça do Reino alcança o coração, e não apenas as ações externas.

    2. O diagnóstico do coração

    • A ira persistente rompe relacionamentos.
    • O desprezo e os insultos também violam o espírito do mandamento.
    • O ódio é incompatível com a vida do cidadão do Reino.

    3. A reconciliação como prioridade

    • O relacionamento com o próximo faz parte da adoração a Deus.
    • Antes de oferecer a oferta, Jesus orienta buscar a reconciliação.
    • A reconciliação deve partir do próprio discípulo.

    4. A urgência em restaurar relacionamentos

    • A reconciliação não deve ser adiada.
    • Quanto mais o conflito permanece, mais difícil se torna sua resolução.
    • O orgulho e o medo são obstáculos para a restauração dos relacionamentos.

    5. O cidadão do Reino vive como pacificador

    • A transformação começa no coração.
    • O discípulo faz sua parte para viver em paz com todos.
    • A reconciliação é fruto da ação de Deus na vida do cristão.
    • O cidadão do Reino busca refletir o caráter de Cristo em seus relacionamentos.

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    34 min
  • Pregações 339 - Um coração alinhado com Jesus

    Série: O caminho do Reino: Uma vida alinhada com o coração do Pai

    Tema: Um coração alinhado com Jesus é o passaporte para a entrada no Reino dos Céus.

    Preletor: Renato Cobra

    Referências Utilizadas:

    • Mateus 5.17–20
    • Lucas 24.44
    • Romanos 3.20
    • 2 Coríntios 5.21
    • Romanos 5.1
    • Filipenses 3.9

    Principais Tópicos:

    1. O alinhamento do coração com Jesus

    • O Sermão do Monte apresenta como viver o Reino dos Céus na Terra.
    • O capítulo 5 trata do alinhamento do coração.
    • O coração como centro dos pensamentos, emoções e vontade.
    • A necessidade de viver como cidadão do Reino dos Céus.

    2. O alinhamento na compreensão da Lei e dos Profetas

    • Jesus não veio abolir a Lei, mas cumpri-la.
    • A Lei revela a vontade de Deus e permanece válida.
    • Jesus é o cumprimento pleno da Lei e dos Profetas.
    • A importância de compreender o Antigo Testamento à luz de Cristo.
    • A Lei revela não apenas ações externas, mas também as intenções do coração.

    3. O propósito da Lei

    • A Lei evidencia a condição pecadora do ser humano.
    • A obediência externa não é suficiente para justificar alguém diante de Deus.
    • Os escribas e fariseus buscavam justiça pelo cumprimento da Lei.
    • Jesus expande o entendimento da Lei para alcançar o coração.

    4. O alinhamento na compreensão da justiça de Deus

    • A justiça necessária para entrar no Reino não é produzida pelo esforço humano.
    • Ninguém é declarado justo por obedecer perfeitamente à Lei.
    • A Lei mostra a necessidade de uma justiça maior.
    • Jesus cumpriu a Lei e assumiu o lugar dos pecadores.

    5. A justiça que vem pela fé em Cristo

    • Cristo foi oferecido como sacrifício pelos pecados da humanidade.
    • A justificação é recebida pela fé.
    • Deus declara justos aqueles que confiam em Cristo.
    • A entrada no Reino dos Céus acontece por meio da obra de Jesus.

    6. Vivendo como cidadão do Reino dos Céus

    • O Reino é uma experiência relacional com Deus.
    • O Espírito de Deus capacita a vida cristã.
    • O cidadão do Reino manifesta marcas visíveis dessa nova identidade.
    • A vida no Reino é vivida pela fé e pela ação sobrenatural de Deus.

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    33 min

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