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Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa pregou sobre Hebreus 4:14-5:10, apresentando Jesus como o grande sumo sacerdote. A Bíblia traz três principais ofícios de Cristo: rei, profeta e sacerdote. Os primeiros leitores de Hebreus entendiam o que era um sumo sacerdote — havia um vigente na época, o templo ainda não havia sido destruído. Mas nós vivemos em cultura distante disso e perdemos a beleza e majestade do ministério de Cristo quando não compreendemos seus ofícios. O sumo sacerdote era escolhido entre os homens para representar o povo diante de Deus, oferecendo sacrifícios pelos pecados. Uma vez ao ano, no dia da expiação, ele entrava no Santo dos Santos com oferta por todo Israel e por ele mesmo.
Após a morte e ressurreição de Cristo, esses elementos desaparecem da vida do povo. O que fazer agora com o pecado? Quem procurar? Onde encontrar alguém que se compadeça? O autor de Hebreus está enxergando isso — na medida que seguiam a Cristo, ficavam sem saber o que fazer e voltavam ao judaísmo. Mas o autor diz com amor que aquele sumo sacerdote do templo não era como Jesus, não era perfeito como Jesus. Ano após ano tinha que fazer sacrifício por ele mesmo. "Temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus" — a palavra grande é "mega" no grego. Ele não adentrou no templo físico terreno, mas no verdadeiro tabernáculo de Deus nos céus. O tabernáculo e templo eram sombras de um lugar superior. O véu tinha 9m de altura, 18m de comprimento, 10cm de espessura, bordado com querubins — simbolizava ambiente celestial.
"Não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém sem pecado". Jesus viveu como nós — sentiu emoções, dor, fome, tristeza, angústia. Chorou diante da morte de Lázaro. Ele não é passivo diante da sua dor, se compadece nas suas entranhas. Mas Jesus não conheceu o pecado na sua natureza humana. A tentação não alterou sua santidade. Por isso ele pode suplicar e clamar a Deus por mérito dele mesmo — nenhum sumo sacerdote humano podia fazer isso. "Sendo ouvido por causa da sua reverente submissão" — foi recebido com prazer pelo Pai, está sentado à direita do Senhor e pode interceder por nós. Ele tem mérito para isso, ele é capaz.
"Embora sendo filho, aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu. E uma vez aperfeiçoado, tornou-se fonte da salvação eterna." Jesus foi aperfeiçoado pela sua obediência humana. Ele não precisou oferecer sacrifício por si mesmo porque era perfeito. O sumo sacerdote se preparava dias antes do dia da expiação — nosso sumo sacerdote foi preparado em toda a sua vida. Milhares de cordeiros eram mortos, apontando para o dia que veio o verdadeiro cordeiro, sem mácula, perfeito. Jesus sofreu no nosso lugar a morte. O castigo que nos era proposto estava sobre ele. Por isso ele se torna fonte de salvação — não mais um sacrifício que precisava ser refeito todo ano, mas um sacrifício perfeito, de uma vez por todas.
Por que precisamos de um sacerdote? Porque diante da nossa consciência culpada, percebemos que temos problema com Deus. Deus resolve isso enviando alguém semelhante a ele. Agora temos um sacerdote que não é apenas escolhido pelos homens, mas é Deus. Ele pode suportar a ira divina e se colocar entre nós e Deus. "Aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça." Se abandonarem isso e voltarem aos elementos ritualísticos, a fé não vale mais nada. Mas nós que temos um grande sumo sacerdote podemos nos aproximar confiadamente. Por meio do sangue de Cristo somos lavados e cobertos com vestes sacerdotais. Somos geração eleita, sacerdócio real, povo exclusivo de Deus que pode chegar até ele com toda confiança — por causa dos méritos do nosso grande sumo sacerdote.
Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTextos base: Hebreus 4:14-16, Hebreus 5:1-10
Nesta Escola Bíblica Dominical, o preletor Mário Rodrigues ensinou sobre os fundamentos do criacionismo e o contexto de Gênesis. A doutrina da criação é o ponto inicial para a fé cristã, pois mostra quem Deus é, quem é o homem e qual é o sentido do mundo. Quando a Escritura inicia com o Senhor criando os céus e a terra, ela não está apenas informando um fato — está estabelecendo o alicerce de toda a realidade. Deus é absoluto, Senhor de tudo que existe. Nós não surgimos por acaso e o universo não surgiu de um acidente cósmico. Tudo nasce da vontade do Deus criador. A criação muda nossa visão sobre moralidade, adoração e descanso. Hebreus 11:3 diz: "Pela fé entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus."
Gênesis foi dado para formar a mente e o coração do povo de Israel de forma correta. Israel estava saindo de um contexto pagão, moldado pela idolatria e mitos. Durante 400 anos viveram imersos em símbolos pagãos no Egito. Moisés apresenta Gênesis para corrigir isso — o único Deus que criou todas as coisas e é Senhor absoluto de tudo. O sol não era divindade, o Nilo não era sagrado, a fertilidade não dependia de ritos pagãos. Tudo vinha do Criador. Um povo que pensa como pagão nunca adorará de forma santa. Uma igreja que pensa de forma idólatra jamais adorará em espírito e verdade.
Gênesis reorienta a visão teológica do povo. Por que guardar o sábado? Deus criou em seis dias e descansou no sétimo. Por que ser fiel no casamento? Deus criou um homem e uma mulher. Por que não matar? Deus fez o homem à sua imagem. Por que é proibido adorar através de imagens? Deus é espírito, não tem forma. Qual a base legal para tomar Canaã? Deus criou a terra, é dono de tudo e concede a quem quiser. O Deus que criou todas as coisas chamou Abraão, preservou José no Egito, julga as nações, conduz seu povo. Ele não criou o universo e o abandonou — ele sustenta e dirige sua criação.
Por que a historicidade de Gênesis é importante? Todo o cristianismo está ligado a atos reais de Deus na história. Se Adão não for real, a queda deixa de ser evento concreto e o pecado original perde profundidade. A relação traçada por Paulo entre Adão e Cristo perde força. Em Romanos 5 e 1 Coríntios 15, Paulo relaciona o primeiro Adão ao último Adão. O pecado, condenação e morte entram pela desobediência de Adão; justiça, graça e vida vêm pela obediência de Cristo. Se Adão deixa de ser real, essa estrutura se desfaz. O próprio Jesus fala de Gênesis com naturalidade histórica — quando fala do casamento, volta ao princípio; quando fala do juízo, menciona os dias de Noé. Adão caiu num dia específico da nossa história. Jesus morreu num dia específico da nossa história. Gênesis não é só começo literário, é começo histórico daquilo que culmina em Cristo.
A doutrina da criação não deve terminar em organização intelectual — precisa produzir temor santo. Conhecer o Deus criador é reconhecer sua majestade, autoridade e o direito que ele tem sobre todas as coisas. O homem não responde à criação com neutralidade — ou se encurva com reverência ou se rebela. A criação confronta a rebelião porque nos lembra a quem pertencemos. Não escolhemos nascer, não produzimos nosso próprio ser, não sustentamos nossa vida por força própria. Quando o homem ignora a criação, a salvação se torna apenas terapia religiosa. Mas quando reconhece o Criador, entende que o pecado é rebelião real e a graça é favor imerecido diante de um Senhor santo. A criação não compete com a cruz — ela prepara o caminho para que a cruz seja entendida em sua seriedade e beleza.
Preletor: Mário RodriguesLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto base: Gênesis 1:1, Hebreus 11:3
Nesta Quinta Teológica, o Pastor Fabricio Corrêa introduziu a teologia bíblica como método de estudo das Escrituras. Existem três grandes áreas da teologia: sistemática, histórica e bíblica. A teologia histórica olha como as doutrinas foram formuladas ao longo dos séculos. A teologia sistemática pega os grandes ramos da teologia e apresenta elas. A teologia bíblica trata da parte exegética do processo da revelação de Deus registrada na Bíblia — ela olha o panorama de Gênesis a Apocalipse tentando encontrar a conexão da revelação de Deus. A igreja segue uma interpretação da teologia pactual ou aliancista, diferente do modelo dispensacionalista. Os teólogos bíblicos reformados olham as escrituras como uma revelação progressiva que Deus vai desdobrando em atos sucessivos.
A teologia bíblica está interessada em como os primeiros leitores receberam a revelação naquele tempo. Quando pregamos, fazemos uma viagem no tempo para entender o contexto. Muitas vezes pegamos um versículo isolado e fazemos dele o resumo daquilo que achamos. O teólogo bíblico vai olhar os temas à luz de Gênesis a Apocalipse.
Moisés é o autor do Pentateuco: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. O povo ficou 430 anos escravo no Egito. Deus levanta Moisés como libertador e eles passam 40 anos no deserto. Deuteronômio é como um grande sermão de Moisés na porta de entrada de Canaã — ele repete a lei para que o povo não perdesse de vista o que viveram. Se não compreendessem quem são, quem Deus é e o que Deus deseja deles, viveriam os mesmos problemas na terra prometida. Infelizmente é isso que acontece.
Moisés usa uma estrutura chamada toledote (registro em hebraico) para narrar períodos genealógicos com começo e fim. Gênesis é o livro das origens — não só da criação, mas de como originou o primeiro pecado, a primeira morte, o primeiro assassinato, a primeira cidade. Moisés está construindo para aquele povo uma narrativa da história deles e da história de outros povos — povos que eles reencontrariam em Canaã com seus deuses e paganismo. O Pentateuco servia como formativo teológico para que não se perdessem. Gênesis = eleição de um povo. Êxodo = libertação. Levítico = santificação. Números = peregrinação. Deuteronômio = entrega na sombra da terra prometida. O Pentateuco é uma micronarrativa de toda a história das escrituras.
Quem é Ninrod? Gênesis 10 narra que Cuch gerou Ninrod, "o primeiro homem poderoso na terra, o mais valente dos caçadores". Ele fundou Babel, Nínive, Acade e várias cidades que perpassam todo o Antigo Testamento. Ninrod vem da descendência de Cã, que foi amaldiçoado. Flávio Josefo narra que Ninrod transformou o estado de coisas numa tirania, afastando os homens do temor a Deus e fazendo-os dependentes do seu próprio poder. Ele ameaçou vingar-se de Deus construindo uma torre mais alta que qualquer dilúvio pudesse atingir. Todo falso sistema de adoração originou-se nas religiões de mistério da Babilônia.
Na mitologia babilônica, Ninrod se tornou o "deus sol" e sua mãe Semíramis a "rainha dos céus". Quando Ninrod morreu, Semíramis disse que ele havia sido divinizado. Depois ela aparece grávida e tem um filho chamado Tamus — surge a "trindade pagã" babilônica. Esses mesmos personagens foram tomando outros nomes nas outras religiões: no Egito (Osíris, Ísis, Hórus), na Grécia (Zeus, Afrodite, Eros) e assim por diante. Em Ezequiel 8, Deus mostra a Ezequiel o templo de Jerusalém onde as mulheres choravam por Tamus e 25 homens adoravam o sol voltados para o oriente. Em Jeremias 44, o povo recusa ouvir o profeta.
A origem da idolatria e do paganismo nasce do coração de homens e mulheres que desejam obter fama desprovidos do Senhor. Talvez não sejamos idólatras como Israel, mas somos tendenciosos a querer fama ao nosso nome. Só há um que é digno de toda honra e glória. A lembrança de Moisés ao povo é: "Lembrem-se do que Deus fez com vocês. Não voltem a prestar culto a coisas que não fizeram nada por vocês."
Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa pregou sobre Hebreus 4:1-13, abordando o verdadeiro descanso prometido por Deus. O autor de Hebreus exorta: "Que nenhum de vocês pense que a promessa falhou." Aquele povo vivia perseguição, impostos de Roma, expectativas frustradas — e a fé que apontava para um descanso parecia cada vez mais longe. Talvez pensassem: "Deus falhou." Mas Deus não muda, não falha, não altera seus propósitos. A Bíblia retrata Deus como uma rocha imóvel no meio de um oceano mutável. Quando adoramos Deus como ele realmente é, isso nos traz descanso e segurança.
As boas novas foram pregadas tanto a nós quanto ao povo do passado. Mas a mensagem que ouviram de nada lhes valeu, pois não foi acompanhada de fé. Muitos ouvem semana após semana o evangelho, mas isso não é acompanhado de fé — torna-se apenas conhecimento ou participação religiosa. Fé é nossa alma abraçar por inteiro essa revelação, não ter em nenhum outro lugar a confiança que temos nesse Deus. Por que aquele povo não entrou no descanso? Porque desobedeceu — e desobedecer aqui é paralelo com incredulidade. Por causa da incredulidade, jamais entrarão no meu descanso.
O autor argumenta: se Josué tivesse dado o descanso final, Deus não teria prometido outro posteriormente. Josué era tipo de Cristo, uma sombra — conduziu o povo à terra prometida, mas não foi o descanso final. Jesus é o libertador perfeito. Muitos associavam descanso com lugar geográfico ou expectativa política. Mas qual é o descanso para hoje? O texto diz: "Todo aquele que entra no descanso de Deus também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas." O verdadeiro descanso é parar de tentar comprar o céu com nosso esforço e colocar confiança totalmente em Jesus Cristo. É descansar de tentar ser bom o bastante para Deus, de tentar cumprir a lei e não conseguir.
Jesus disse: "Venham a mim todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso." Querer ganhar a vida eterna pelo próprio braço é impossível. Jesus nos convida a tomar sobre nós o jugo dele, a confiar que a obra de Cristo foi perfeita. Romanos 4: "Aquele que não trabalha, mas confia em Deus que justifica o ímpio, sua fé lhe é creditada como justiça." Nós somos os que não trabalharam, não obedeceram perfeitamente, não merecem graça — mas confiamos em Deus que justifica o ímpio. Cristo completou a obra da redenção, foi recebido por Deus, está sentado à destra coroado como rei vencedor. Está consumado. E o que fazemos? Constrangidos, chegamos e dizemos: "Senhor, confio no Deus que justifica o ímpio". "Portanto, esforcemo-nos para entrar nesse descanso" — parece antagônico, mas o esforço é continuar crendo. Esforce-se para lembrar que a misericórdia de Deus é suficiente. A palavra é viva e eficaz, penetra e transforma. A fé vem pelo ouvir a palavra de Deus.
Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik
Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Texto base: Hebreus 4:1-13
Neste culto de Páscoa, o Pastor Fabricio Corrêa pregou sobre João 12: 20-36, abordando como verdadeiramente podemos ver Jesus. Alguns gregos foram a Jerusalém para a festa da Páscoa e pediram a Felipe: "Senhor, queremos ver Jesus." Os gregos eram um povo culto, de conhecimento, que viajavam por conhecer culturas e novidades. Estavam lá por curiosidade, para ver o espetáculo, para saber quem era esse que ressuscitou Lázaro. Nossa cultura não é muito diferente — somos a geração dos espetáculos, encharcados de mídia e imagens que tomam nosso coração. Quantos já estão viciados, não conseguem momentos sem celular nas mãos. O maior ladrão do seu tempo de oração é o seu celular.
Jesus responde de forma inesperada: "Chegou a hora de ser glorificado o filho do homem. Se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito fruto." Quem é o grão de trigo? É Jesus — uma semente vinda do céu que precisa morrer para germinar e dar frutos. "Aquele que ama a sua vida a perderá, ao passo que aquele que odeia a sua vida neste mundo a conservará para a vida eterna." Essa era dos espetáculos tenta construir narrativa equivocada do que é vida. Se o valor da nossa existência está em coisas passageiras, vamos perder a vida. Mas Jesus atribui a si mesmo: ao segui-lo, ao buscá-lo, encontramos aquilo que não podemos perder.
"Quem me serve precisa seguir-me. E onde estou, meu servo também estará." A característica de quem encontrou Jesus verdadeiramente é servo — ele é meu Senhor e Salvador. Infelizmente, muitos buscam um Jesus passageiro, colocam Jesus na mesma prateleira dos espetáculos dessa terra. Não há como conhecer Jesus verdadeiramente sem passar pela cruz, sem nos deparar com sua morte, sofrimento, angústia e dor. A cruz é o lugar onde Deus cobrou o preço do nosso pecado sobre seu próprio filho. O mais solene espetáculo de toda a história — singular, irrepetível — é a cruz do Senhor Jesus Cristo.
"Eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim." O filho do homem precisa ser levantado. É desta forma que atrairá todos. A multidão que estava presente confundia teoria com relação — conheciam muito, sabiam das coisas, mas estavam confundindo. Muitos podem explicar coisas profundas, mas não necessariamente ter relação profunda com o Deus dessas coisas. Jesus alerta: "Creiam na luz enquanto vocês a têm, para que se tornem filhos da luz." Somos ludibriados com imagens, enquanto a fé vem pelo ouvir. A luz ainda está disponível, há tempo enquanto ela está disponível. As pessoas só podem ver Jesus verdadeiramente aos pés da cruz, entendendo que aquele sacrifício não era brincadeira. Muitos estiveram diante da morte de Cristo e zombaram. Só há um meio de reconhecer a cruz como importante: lembrar que você não tinha outro meio de ser liberto da escravidão do pecado. Cristo Jesus, em amor e graça, escolheu levar sobre si o castigo que nos era proposto.
Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik
Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte (Culto de Páscoa)
Texto base: João 12: 20-36
Neste culto de ação de graças pelo aniversário de 2 anos da IBRBH, o Pastor Fabricio Corrêa pregou sobre 2 Crônicas 31:20-21, abordando a necessidade de avivamento. Historiadores observam que o Brasil nunca foi afetado de forma macro por um avivamento, apenas micros avivamentos em igrejas locais. Ezequias tinha 25 anos quando começou a reinar. Seu pai Acaz foi rei perverso que fechou as portas do templo. A primeira mudança de Ezequias foi reabrir as portas do templo — ele entendeu que não poderia fazer nada como rei se o lugar onde o povo buscava o Senhor estivesse fechado. O templo havia sido transformado em lugar pagão. Ezequias reconheceu: "Isso aconteceu porque nossos pais foram infiéis e abandonaram o Senhor." Aplicação: que herança deixaremos — porta aberta de adoração ou cheia de ídolos?
Ezequias relembra a aliança: "Não sejam negligentes, pois o Senhor os escolheu". A doutrina da eleição sem santificação é apenas doutrina bela mas vazia. Os sacerdotes trouxeram para fora todas as coisas impuras do templo. Hoje somos templo do Espírito Santo — é para tirar do íntimo do coração aquilo que está errado. Não espere avivamento na nação enquanto mantém coisas corruptas dentro do seu coração. Deus começa no micro, mudando o coração das pessoas. Num avivamento, Deus gera grande compreensão da sua santidade e da nossa iniquidade. Jonathan Edwards em Northampton — o povo era tomado por tal compreensão que gritavam, ouviam-se gritos a 400m de distância. O que sustenta nossa vida? Única e exclusivamente as misericórdias do Senhor que se renovam dia após dia.
No avivamento do País de Gales (1904), Evan Roberts iniciou reuniões de oração com quatro pontos: confesse todo pecado conhecido, abandone todo hábito duvidoso, obedeça imediatamente o Espírito Santo, confesse Cristo publicamente. Estimativas dizem que 100.000 pessoas chegaram à conversão. Bares fecharam, juízes não tinham quem julgar. A maioria dos avivamentos começou sobre os jovens. Ezequias enviou cartas convidando todas as tribos a adorar junto. Um avivamento não fica contido em nós — queremos que toda a sociedade conheça e arrependa-se. Alguns zombaram, mas outros humilharam-se e foram. No caminho, quebraram altares e ídolos pagãos. Não adianta viver numa igreja bíblica se você não convida ninguém, não fala para ninguém. Somos chamados a ir por toda a terra.
Todo avivamento tem começo e fim. Deus não quer que vivamos um espasmo único de sentimento. Por isso avivamentos genuínos foram carregados de boa pregação, boa doutrina e estabelecimento de igrejas sérias e bíblicas. Ezequias designou sacerdotes e levitas por turnos, cada um de acordo com seus deveres. Pesquisa anos após o avivamento do País de Gales mostrou que 80% continuavam crentes. O que demonstra que Deus genuinamente agiu é fidelidade ao fim da nossa vida no Senhor. Por que Deus faz isso? Porque sabe da nossa limitação e nos ama. Uma das marcas de verdadeiro avivamento é real convicção de quem é Jesus Cristo. Supostos movimentos que não trazem isso não passam de poeira ao vento.
Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik
Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Texto-base: 2 Crônicas 31:20-21
Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa pregou sobre Hebreus 3:1-6, comparando Jesus e Moisés. O autor de Hebreus lida com um povo que estava flertando com abandonar Jesus e voltar ao judaísmo. Havia uma luta entre dois mundos — um povo que vive nessa terra, mas tem um chamado celestial. Muitos estavam iludidos com coisas terrenas, visíveis, achando que eram a finalidade de tudo, sem se dar conta da morada celestial, do reino celestial, da esperança da qual nos gloriamos. O autor chama os leitores de "santos irmãos" — não porque são perfeitos, mas porque Deus os santificou, separou das trevas para sua maravilhosa luz. Sermos santos prediz que fomos separados para outra vida, outro mundo, outra família, outra realidade.
O chamado celestial é realizado por Jesus. Hebreus o apresenta como apóstolo e sumo sacerdote — a única vez no NT que Jesus é chamado de apóstolo. Apóstolo significa enviado. Nós não poderíamos acessar o chamado celestial por nós mesmos. Alguém de fora da nossa realidade veio nos chamar. Jesus é o enviado de Deus para nos comunicar as coisas do reino futuro. Sem ele, estaríamos presos, cegos, surdos. Jesus é nosso sumo sacerdote — construtor de pontes entre um povo com os pés no barro dessa terra e a Jerusalém celestial. Ele vem da parte de Deus, fala conosco, intercede e nos leva até Deus.
Moisés era a maior referência para os judeus. Ele estabeleceu o fundamento e a prática de fé do judaísmo. Foi profeta, mediador, legislador, líder que conduziu o povo para libertação. Moisés foi fiel em toda a casa de Deus. Isso ensina um princípio importante: o âmago de ser fiel nas Escrituras é completar a carreira, chegar até o fim fiel. Moisés errou — casou com mulher que não deveria, bateu na pedra quando não deveria — mas não perdeu de vista o chamado. Nossos erros não podem ser desânimo da caminhada. Precisamos levantar, pedir perdão, confiar na aliança e marchar com pouca murmuração.
O dilema dos hebreus: Moisés libertou o povo, tirou da opressão, levou à terra prometida. Mas Jesus morreu, foi assunto aos céus — e cadê Jesus? Eles continuavam escravos de Roma, sujeitos a impostos, perseguidos. Esperávamos um Messias que matasse Roma. Jesus não fez isso. Moisés fez. Esse era o debate. Mas Jesus foi considerado digno de maior glória porque Moisés foi um elemento usado por Deus por período passageiro. Moisés era um tipo de Cristo imperfeito — não levou o povo ao verdadeiro descanso celestial. Todos os tipos do AT são sombras, imperfeitos, passageiros. Moisés foi servo sobre a casa; Jesus é o dono da casa, o Senhor da glória. Moisés foi alguém temporal. Jesus é o dono eterno.
Aplicação: Muitas vezes tiramos os pensamentos de Jesus. Achamos que a casa é nossa, que somos donos de tudo. Achamos que porque trabalhamos, temos recursos, boa índole, vamos sustentar essa casa. Se Moisés era grande servo mas não foi contado como construtor, quem dirá nós? Substituímos Jesus por nossos desejos, apetites, vontades. Por isso: fixem os seus pensamentos em Jesus. Não no pastor, na denominação, na cura, no milagre. Quando colocamos pensamentos em coisas passageiras, a confiança escorre dos nossos dedos. A Bíblia chama a lembrar que o filho governa sobre toda a casa e é fiel para completar. Nós estamos a caminho. A fé cristã não pode ser individualista — é um povo, são santos irmãos, uma casa que somos nós. Precisamos uns dos outros a caminho. Quando você para pelo caminho, influencia pessoas ao seu lado. Quando pai abandona fé, desemboca nos filhos. Precisamos nos apegar firmemente à confiança e esperança, viver na convicção de que estamos a caminho da Formosa Jerusalém.
Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik
Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Texto-base: Hebreus 3:1-6
Neste culto, o Pastor Isaque Morita (@isaque.morita) pregou sobre Hebreus 2:5-18, abordando como Jesus venceu a morte. A morte é a grande inimiga da humanidade — separa famílias, encerra histórias. Muitos vivem tentando ignorá-la, mas a Bíblia enfrenta a morte de frente. Hebreus mostra o filho de Deus que se fez homem, sofreu, foi tentado, morreu — mas não como vítima, mas como substituto. "Para que pela sua morte derrotasse aquele que tem o poder da morte." Ele usa a própria morte como arma contra ela.
O texto cita Salmos 8: "Quem é o homem para que com ele se importes?" A autoridade da Escritura não está no autor humano, mas no autor divino. Há milhões de espécies catalogadas, milhões desconhecidas. Não conhecemos nosso próprio planeta. Quem explorou o oceano? O universo? Quem é o homem? Somos pó diante de Deus. Salmos fala sobre o homem antes da queda. Mas no jardim o homem caiu, abandonou seu propósito, se tornou escravo. Deus continua fiel, cumpre promessa a Abraão — aponta para Cristo.
O autor menciona o nome humano: Jesus. Ele se tornou homem, assumiu carne humana, fraquezas. Sentiu fome, cansaço, enfrentou tentações sem pecado. Cristo experimentou algo que Deus eterno não havia experimentado — e fez voluntariamente, escolheu morrer. Até aqui a carta mostrou Cristo superior aos anjos. Mas agora o chama simplesmente "Jesus" — lembra que o filho eterno entrou na nossa história. O mundo está marcado pelo pecado, há injustiças, morte. Mas podemos olhar para Cristo com esperança. Sofreu a morte, mas foi coroado de glória. Para o pensamento humano parece contraditório. Mas aqui o evangelho se revela: o caminho da glória passou pela cruz. O que parecia a maior derrota — a morte de Cristo — se tornou o caminho da maior vitória. Foi através da morte que venceu a morte, o pecado. A cruz revela quem Deus é — na cruz vemos justiça perfeita e amor perfeito de Deus.
Imagine o pior criminoso fazendo algo com seu familiar. O que você faria? Agora imagine ele diante do juiz: "Prometo nunca mais, me liberte." Se o juiz libera, isso é justiça? Não. Ele precisa pagar. Isso é justiça. Por quê com Deus achamos diferente? O mundo prega um Deus diferente. Para que houvesse justiça, a sentença precisava ser cumprida. Por isso Cristo se tornou homem e cumpriu essa ira. Como adoraríamos Deus justo se ele não cumpre justiça? Jesus não ignora pecado. Então assume a punição em nosso lugar. Cristo nos chama de irmãos. "Jesus não se envergonha de chamá-los de irmãos". Antes éramos inimigos, agora somos filhos.
A morte nivela todos. Rico morre, pobre morre, poderoso morre. O homem nunca vai conseguir vencer a morte. "Para que por sua morte derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o diabo." Imagine cidade dominada por tirano — a morte. Mas Jesus entra para enfrentar. Aceita a cruz, entra no território da morte. Ele era um cavalo de Troia. Não podia ser mantido pela morte. Ressuscita e quebra esse poder. Por causa da ressurreição, a morte perde o aguilhão. "Onde está ó morte o seu aguilhão?" Imagine escorpião sem ferrão — você não terá medo. Cristo usa a morte para destruir a malignidade da morte. Não precisamos mais temer, porque em Cristo ele já foi vencido. A salvação é libertação completa da escravidão de Satanás. Ainda caminhamos neste mundo, enfrentamos batalhas. Por isso o autor diz: ele sofreu, foi tentado e é poderoso para nos socorrer. Jesus foi tentado no deserto em três pontos: desejo da carne, cobiça, orgulho. Cristo se manteve firme. A luta sem a cruz é derrota. Sem a cruz a justiça não seria feita. Cristo passou pela cruz sozinho para que tivéssemos vida. Podemos ter problemas, mas nos alegrar, porque o maior problema ele resolveu — a morte. E com ele temos vida eterna. Diversas religiões têm vários homens — todos morreram. Mas só um foi diferente. E é ele que devemos honrar.
Pastor: Isaque Morita (@isaque.morita)Local: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto base: Hebreus 2:5-18, Salmos 8
Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik) pregou sobre Hebreus 2:1-4, exortando a não negligenciar a salvação. Após demonstrar que Jesus é superior aos anjos, o autor apresenta aplicação prática: "Por isso é preciso que prestemos maior atenção ao que temos ouvido, para que jamais nos desviemos. Se a mensagem transmitida por anjos provou sua firmeza e toda transgressão recebeu punição, como escaparemos se negligenciarmos tão grande salvação?" Ouvir é o primeiro mandamento da carta aos Hebreus — é uma ordem do Rei da Glória. Temos dificuldade em ouvir, sustentar o que ouvimos, aprender. Nossa interpretação é sempre pautada pelo nosso ponto de vista. Somos rápidos a interpretar mal. Vivemos em via acelerada, queremos resumo do resumo. Nos achamos profundos por conhecer apenas a ranhura de determinadas coisas. Isso é ruim para nossa existência. Deus nos deu um único livro — não há nada mais denso que a releitura. Trocamos aquilo que é palpável espiritualmente, genuíno, por coisas inúteis, passageiras. Somos chamados a não negligenciar. Para isso, deve haver exercício de prestar atenção às coisas que valem nossa atenção, que têm valor profundo.
O verso 2 faz paralelo com o passado: A mensagem transmitida por anjos provou firmeza. Aqueles que transgrediram receberam punição. O que aconteceu com aquele povo? Receberam ordenanças, ouviram, mas negligenciaram — morreram no caminho, não entraram na terra prometida. Saíram 600.000 homens aptos à guerra — desses, só dois entraram: Josué e Calebe. O relatório positivo de Josué e Calebe estava sustentado no que ouviram de Deus. Será que nosso relatório da existência está sustentado nessas verdades? Aqueles homens sofreram punição. Como escaparemos se negligenciarmos tão grande salvação? Se seus olhos se perdem nas coisas dessa terra e você supõe que está bem com Deus através do mérito, talvez já se desviou. Se forem desobedientes, se negligenciarem as verdades da salvação, não vão chegar no lugar final.
O que é essa salvação? Você pode salvar a si mesmo? Se disser que sim, já está perdido. A primeira realidade: "Eu não consigo resolver meu problema". A primeira coisa que não pode negligenciar é compreensão da sua natureza pecaminosa, separação. Quando negligencia isso, negligencia a salvação. Preciso de alguém externo que proveja. A Bíblia fala que esse é Jesus — aquele que Deus proveu, o próprio filho. Deus amando o mundo e dando seu filho. Deus ao entregar seu filho sofreu, mas se alegrou porque o filho foi obediente. Qual é a realidade? Você não conseguia. Deus enviou alguém que substitui, leva sua punição. Como escapar se negligencia essas verdades? Foi confirmada por sinais, milagres, maravilhas. Jesus curava todos os doentes nas cidades. João 21:25 diz que se tudo fosse escrito, nem no mundo haveria espaço. Os hebreus a 25-30 anos — quantos não tiveram testemunho de alguém curado, transformado? Isso se espalhou. Somente Deus poderia fazer isso. Os milagres eram aprovação do ministério: "Esse é o filho de Deus".
Duas perguntas finais: Você tem ouvido com atenção a palavra de Deus? Você abraça essas verdades como algo imutável, eterno, inegociável? Ou seus ouvidos são seletivos? O que tem atraído seus ouvidos? Que tem tomado seu tempo, coração mais do que as coisas de Deus? Quais são os ídolos? Deus quer que você conheça como Ele é, não como você pintou um Deus. Deus somente é conhecido pela forma com que Ele se revela.
Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto base: Hebreus 2:1-4
Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik) continuou a série sobre Hebreus demonstrando que Jesus é superior aos anjos. A carta foi escrita para judeus hebreus que, diante de perseguição, duvidavam entre manter-se no cristianismo ou retornar ao judaísmo. Retornar ao judaísmo é abandonar a fé.
O povo flertava com poderes espirituais. Paulo alertava sobre adoração a anjos — o povo fazia ofertas e orações a esses seres. Manuscritos do Mar Morto mostram que essênios tinham mentalidade de que anjos tinham praticamente mesmo status que Deus, colocando seres espirituais acima do Messias. O autor faz defesa da fé, demonstrando que esses seres não eram maiores ou da mesma natureza que o Messias.
O que são anjos? "São espíritos ministradores enviados para servir aqueles que hão de herdar a salvação." Esses seres são criaturas, foram criados. No Éden havia união entre céu e terra. Após queda, há separação. Nos novos céus e nova terra, haverá restituição. Esses seres são ministradores a serviço de Deus. "Anjo" significa mensageiro. O poder não está neles mesmos. A mesma idolatria dos judeus é comum na igreja — culto da troca do anjo, orações ao anjo da guarda. Deus utiliza anjos para nos guardar. Mas quem os envia? Deus. Nossa adoração deve ser a Deus, não nesses seres.
Como o autor defende que Jesus é maior? Só no nome de Jesus já existe superioridade. Cita Salmos 2:7: "Tu és o meu filho e hoje te gerei." Jesus não é mera criatura — Ele é o filho. "Gerei" — eterna geração, não existe início. Jesus sempre foi Deus e sempre foi o filho. Esses seres tiveram princípio, mas Jesus não tem princípio nem fim. "Todos os anjos te adorem." Se há expectativa de adoração a seres celestiais, o autor diz: isso é loucura. Esses seres adoram eternamente o filho de Deus.
Esses seres são como ventos — são passageiros. Perecerão, envelhecerão. Mas Jesus permanecerá. Há diferença de essência. O filho é o resplendor da glória de Deus."Senta-te à minha direita até que eu faça dos teus inimigos um estrado." A condição do filho é rei. Ele é rei, superior, tem autoridade. Estamos servindo ao rei do universo. Que sentido faz seguir seres secundários se podemos servir aquele no trono? Após morte de Davi, povo tinha expectativa messiânica de rei. Quem é esse? Jesus Cristo — nasce da genealogia para substituir de forma plena o rei messiânico.
Esperavam rei humano que vencesse Roma. Eles não viram que Jesus era esse rei. Muitos de nós também não percebem. Olhamos para Cristo como fazedor de milagres, mas não enxergamos como rei. Há no coração anseio por governo. Por isso nos debatemos por governos terrenos. Assim nascem ideologias, ditaduras — toda falsa religião nasce através de falso Messias. Um bom governante deveria compreender que toda autoridade vem de Deus. Se tenta se sobrepor ao rei da glória, será deposto.
"O teu trono, ó Deus, subsiste para sempre." Nosso Senhor está assentado com cetro. Recebeu toda autoridade — rei justo, ama justiça. Cristo foi ungido por Deus. Cristo é a imagem do Deus invisível, resplendor da glória. Ele tem o cetro da justiça.
O autor quer nos transpor a adoração da superioridade de Jesus. Jesus é maior que anjos, problemas, pecados, dores, governos. Jesus é maior. Não podemos gastar vida buscando satisfação em qualquer coisa que seja parte da criação. Ele é o criador. Quantas vezes no coração temos outras estátuas? Na maioria das vezes, quem está lá somos nós mesmos. Deveríamos lembrar que assim como anjos, nós também somos servos, criados por Deus. O homem tem função de servir, adorar o grande Deus. Deve buscar no único ser eterno. Além de criador, é o sustentador. Se Deus tirasse as mãos, o universo se dissiparia. Se estamos vivos, é porque o Senhor tem nos sustentado. Não faz sentido servir qualquer outra coisa senão Jesus Cristo, o Rei da Glória.
Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik
Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Textos-base: Hebreus 1:3-14
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