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O que acontece quando biólogos, engenheiros, programadores, antropólogos e comunidades locais se unem para enfrentar um dos maiores desafios do nosso tempo: mapear e conservar a biodiversidade das florestas tropicais?
Hoje, no Dia do Biólogo(a), um episódio especial com Simone Dena, pesquisadora do Museu de Diversidade Biológica da Unicamp e integrante do time brasileiro que conquistou o 3º lugar no XPRIZE Rainforest.
Falamos sobre como a ciência feita em museus pode transformar a sociedade, os bastidores dessa competição internacional que exigiu soluções de ponta para monitorar a floresta sem sequer entrar nela, e a importância da colaboração entre áreas tão diversas quanto biologia, robótica e antropologia.
Uma conversa inspiradora sobre trajetórias possíveis na biologia e sobre como a ciência, quando colaborativa, pode ter impacto muito além da academia.
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Simone Dena é bióloga, gestora/líder e educadora do Museu de Diversidade Biológica (MDBio), da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atua especialmente na curadoria e no gerenciamento das coleções científicas de sons (Fonoteca Neotropical Jacques Vielliard FNJV), vídeos, fotos e coleções de vertebrados.
É bacharela e licenciada em Ciências Biológicas pela UNICAMP e mestre em Ecologia pela mesma universidade. Possui experiência nas áreas de coleções audiovisuais, monitoramento acústico, bioacústica, comunicação animal e ecologia de populações e comunidades. Também atua no desenvolvimento e na execução de ações educativas vinculadas às exposições permanentes e itinerantes do Museu. Além disso, coordena o grupo de Bioacústica do Brazilian Team uma das equipes que participaram da competição internacional XPRIZE Rainforest e conquistaram o terceiro lugar geral. O grupo se dedica ao desenvolvimento de soluções para amostragem, análise e identificação de sons de animais em florestas tropicais, utilizando ferramentas de robótica e inteligência artificial.
Você já pensou em mudar completamente de carreira? Foi o que aconteceu com Rodolfo Moreira Hojda, que deixou o mundo corporativo para se dedicar ao terceiro setor e, mais recentemente, mergulhou em um mestrado na FGV para entender como a ciência pode fortalecer organizações que atuam com a população em situação de rua.
Neste episódio, falamos sobre os desafios e aprendizados de uma transição de vida, os mitos que cercam a população em situação de rua, os dilemas de gestão das organizações sociais e como a academia pode se conectar de forma mais prática e eficiente com quem está na ponta.
Um papo inspirador para quem busca unir propósito, ciência e impacto social.
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Rodolfo Moreira Hojda é gestor de projetos e operações com 24 anos de experiência, sendo os últimos 10 dedicados ao terceiro setor. Atua no desenvolvimento e implementação de programas voltados à atenção de pessoas em situação de vulnerabilidade de alta complexidade, com foco em inclusão produtiva, segurança alimentar e mensuração de impacto. É mestre em Gestão de Políticas Públicas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), sociólogo formado pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), com MBA em Gestão de Projetos pela FGV e pós-graduação em Gestão de Negócios.
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Como fazer com que a ciência responda aos desafios reais do nosso tempo?
Quem define o que é inovação e pra quem ela serve?
Neste episódio, Izadora Mattiello conversa com Gaston Kremer, diretor executivo da WTT, sobre como transformar a política de CT&I para que ela seja mais justa, territorializada e conectada aos saberes locais.
Falamos sobre ciência orientada por missões, filantropia científica, o papel das organizações de base, a relação entre poder e território, e como produzir conhecimento com impacto social real.
Gaston é formado em Relações Internacionais, especialista em Gestão da Inovação pela UFRGS, com atuação em projetos no Brasil e na África, sempre na interseção entre inovação, políticas públicas e transições justas.
No final, ele ainda compartilha 5 livros que marcaram sua trajetória:
Blockchain Chicken Farm, de Xiaowei Wang
Mission Economy, de Mariana Mazzucato
The Innovation Delusion, de Lee Vinsel e Andrew L. Russell
Big Bets, de Rajiv Shah
Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves
Dá o play e vem repensar o que é fazer ciência com propósito.
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Esta temporada do Impacto Científico é uma correalização com a Wylinka, organização sem fins lucrativos que conecta ciência e mercado para gerar impacto real na sociedade. Nesta série especial, discutimos como a filantropia e o investimento social privado podem acelerar a inovação científica no Brasil.
Neste nono e último episódio, revisitamos os aprendizados da temporada “Ciência e Filantropia” com um olhar crítico, afetivo e cheio de bastidores. Ana Calçado (CEO da Wylinka), Izadora Mattiello (idealizadora do podcast) e Paulo Mendonça (gerente de parcerias da Wylinka) compartilham impressões sobre os episódios anteriores e refletem sobre o papel da filantropia na construção de uma ciência conectada com a sociedade.
Neste episódio, você vai ouvir sobre:
— 🔗 Saiba mais: – Wylinka → https://bit.ly/4i2a2vJ
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🎙️ Dessa vez, nos aprofundamos nas raízes e nas possibilidades da filantropia científica no Brasil, em uma conversa imperdível com o Prof. Marcos Kisil, referência no tema e idealizador do GEMA-Filantropia, grupo de estudos do IEA/USP que busca fortalecer a cultura de apoio à ciência no país.
Discutimos os marcos históricos que moldaram (ou travaram) essa relação no Brasil, os aprendizados do modelo norte-americano e os caminhos que podem tornar a filantropia uma aliada real da produção de conhecimento.
🧠 Reflexões que atravessam política pública, cultura institucional e visão de futuro.
▶️ Ouça agora no seu tocador favorito! #Podcast #Filantropia #Ciência #Inovação #ImpactoCientífico #InvestimentoSocial #GEMA #Wylinka
Neste sétimo episódio, exploramos como a filantropia pode contribuir para a sustentabilidade financeira das universidades públicas, sem comprometer sua autonomia. A partir da trajetória e experiência de Guilherme Ary Plonski, discutimos como superar preconceitos, criar estruturas de captação e preparar o campo acadêmico para dialogar com filantropos e investidores sociais.
🎙️ Guilherme Ary Plonski Professor sênior da FEA e do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, é uma das vozes mais respeitadas quando o assunto é gestão universitária e inovação. Coordena o GEMA Filantropia, grupo de estudos voltado a promover a cultura de doação em apoio à ciência, e lidera o GT “Filantropia em Apoio à Ciência” da SBPC. Tem uma longa atuação em conselhos do Sistema Nacional de CT&I e é Pesquisador-Emérito do CNPq.
Neste episódio, você vai ouvir sobre: – O papel legítimo da filantropia na universidade pública – Desafios e resistências internas à captação de recursos privados – Casos marcantes de filantropia na USP e aprendizados práticos – Como equilibrar autonomia acadêmica e apoio externo – Estratégias institucionais para estruturar o diálogo com filantropos – Caminhos para o futuro da sustentabilidade universitária
— 🔗 Saiba mais: – GEMA-USP → https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/gema-filantropia – Livro “Filantropia de risco” → https://sinapse.gife.org.br/download/filantropia-de-risco-do-desenvolvimento-cientifico-ao-desenvolvimento-social – Livro “Doações e doadores da USP” → https://repositorio.usp.br/item/003238180 – IEA-USP no YouTube → https://www.youtube.com/@iea-usp – Wylinka → https://bit.ly/4i2a2vJ
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#ImpactoCientífico #Wylinka #USP #GEMA #FilantropiaUniversitária #AutonomiaUniversitária #InvestimentoSocial #CiênciaComoCausa #PodcastCientífico #EducaçãoPública #FinanciamentoDaCiência
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Apoiar a ciência é investir no futuro, mas por que ainda há tão poucos recursos filantrópicos destinados à pesquisa?
Neste episódio do @impactocientifico, recebemos Sergio Teixeira Ferreira e Luiza Serpa para uma conversa essencial sobre o papel da filantropia na ciência.
Falamos sobre como traduzir o impacto científico para diferentes públicos, a importância da linguagem para aproximar cientistas e filantropos e o potencial transformador da filantropia de risco.
Também discutimos como engajar novos doadores e tornar a ciência mais acessível como causa, além da urgência de construir uma cultura de doação colaborativa no Brasil.
Comente e compartilhe para quem vai gostar desse assunto!
Nossos convidados:
Sergio Teixeira Ferreira, professor titular na UFRJ, membro da Academia Brasileira de Ciências e chairman do Comitê Científico da Alzheimer’s Association International Conference. Pioneiro no Brasil em pesquisas sobre a perda de memória na doença de Alzheimer, ele traz uma bagagem multidisciplinar que conecta bioquímica, física e neurociências.
Luiza Serpa, fundadora e diretora executiva do Instituto Phi, referência no fortalecimento do Terceiro Setor e na mobilização de recursos para causas sociais. Fellow da Skoll Foundation, reconhecida como Empreendedora Social pela Folha de S. Paulo, é uma líder que potencializa o impacto da filantropia no país.
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Neste episódio, conversamos sobre como ampliar o acesso à ciência e à filantropia exige, antes de tudo, por reconhecer e valorizar a diversidade de gênero, raça, território e saberes. A partir das experiências da Women in Action no INSPER e da Rede Comuá, refletimos sobre o que significa, na prática, construir ambientes acolhedores, apoiar quem já está inovando nos territórios e produzir conhecimento que realmente transforme realidades.
Você vai ouvir sobre:
Por que não basta abrir vagas para mulheres e grupos diversos na ciência se o ambiente não for seguro e acolhedor;
A importância de redes de apoio, tanto para impulsionar quanto para amparar quem está inovando;
Como a Rede Comuá fortalece lideranças comunitárias e reconhece saberes não acadêmicos como parte legítima da produção de conhecimento;
O papel da filantropia como capital catalítico, que não substitui o poder público, mas abre caminhos e aposta em soluções reais criadas por quem vive os desafios;
A urgência de uma ciência intencionalmente diversa para que as respostas estejam mais conectadas às demandas locais.
Convidados:
Tania Haddad Nobre, primeira mulher a presidir o Conselho Deliberativo do Insper, com uma trajetória marcada por ações em prol da inclusão de mulheres na ciência e educação, além de liderar iniciativas filantrópicas na KPX e Haddad Foundation.
Jonathas Azevedo, diretor executivo da Rede Comuá, ativista por uma filantropia voltada à justiça socioambiental, com atuação internacional e foco em inovação social e defesa de direitos.
Vem refletir com a gente sobre como construir um ecossistema científico mais diverso, justo e inovador.
Saiba mais:
Women in ActionRede Comuá
Assista a entrevista no YouTube da Wylinka e siga @wylinka e @impactocientifico
Neste quarto episódio, exploramos dois conceitos fundamentais para o avanço da ciência e dos negócios de impacto: o capital paciente e o blended finance. Para essa conversa, reunimos dois grandes nomes da inovação financeira para impacto socioambiental:
Tatiana Botelho
Cofundadora e diretora do Instituto Guayí Ventures, Tatiana tem mais de 25 anos de atuação em sustentabilidade, avaliação ambiental e investimentos de impacto. Engenheira ambiental com formação internacional e ampla experiência em instituições filantrópicas e multilaterais, ela traz uma visão sistêmica sobre como o capital pode transformar realidades — com tempo, estratégia e compromisso.
Marco Gorini
Investidor e empreendedor social, Marco é CEO do Grupo Din4mo e um dos precursores das debêntures de impacto no Brasil. Com uma trajetória reconhecida por instituições como ONU-Habitat e IFC, ele defende uma abordagem inovadora na mobilização de recursos e acredita que o sucesso depende menos da ideia e mais do perfil da equipe e da governança desde o início.
Neste episódio, você vai ouvir sobre:
Saiba mais:
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A nova temporada do Impacto Científico é uma correalização com a Wylinka, organização sem fins lucrativos que, há mais de 12 anos, conecta ciência e mercado para gerar impacto real na sociedade. Nesta série especial, discutimos como a filantropia e o investimento social privado podem acelerar a inovação científica no Brasil.
Neste terceiro episódio, mergulhamos em uma estratégia fundamental para garantir a sustentabilidade de longo prazo do financiamento científico: os fundos patrimoniais, também conhecidos como endowments.
Para essa conversa, recebemos duas especialistas que estão na linha de frente desse tema no Brasil:
Paula Fabiani: CEO do IDIS (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social), Paula é uma das principais vozes no país quando o assunto é filantropia estratégica. Defende os fundos patrimoniais como instrumentos essenciais para financiar causas com visão de futuro, incluindo a ciência e a educação.
Cristiane Sultani: Fundadora do Instituto Beja, Cristiane tem apostado em modelos inovadores de apoio ao conhecimento e à justiça social. É uma das idealizadoras do Fundo USP Diversa, criado para apoiar a permanência de estudantes negros e indígenas na universidade pública.
Neste episódio, você vai ouvir sobre:
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