O realizador Guilherme Branquinho ("Vórtice", "Finisterra") também nunca tinha visto a adaptação de Robert Wise do romance de Shirley Jackson. O filme, estreado em 1963 e baptizado entre nós como "A Casa Maldita", tornou-se com o tempo numa das referências maiores do cinema de terror. Com Julie Harris, Claire Bloom e Russ Tamblyn, a história mantém o seu impacto e traz algumas notáveis proezas técnicas. Numa autêntica "conversa de café", o filme esteve em cima da mesa e serviu, depois, para falar de outros filmes, de outros cinemas, mas também de filosofia, comédia e coisas que nos tiram o sono.