Imperdoável

Imperdoável

By Rui Alves de SousaTV & Film
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Imperdoável episodes

  • Control (com Pedro Cinemaxunga)

    O blogger e podcaster Pedro Cinemaxunga (Nalgas do Mandarim, Rádio Cinemaxunga) regressa para falar do filme de 2007 realizado por Anton Corbijn que traça o percurso de Ian Curtis, o músico que mudou uma era com os Joy Division e teve uma vida curta, mas intensa. Além do filme, falámos do impacto da banda na actualidade, do biopic das Doce, t-shirts dos Ramones, telediscos portugueses, há opiniões desagradáveis sobre outros artistas e uma análise do passado musical do convidado.

    (entretanto já vi o documentário dos Led Zeppelin e é ok)

    1 hr 1 min
  • Cubo (com Ricardo Machado)

    O realizador e fã de cinema de terror Ricardo Machado também nunca tinha visto este filme de culto de Vincenzo Natali. Estreado em 1997, tornou-se rapidamente uma referência maior da segunda metade da década, com muita a gente a especular o que significavam, afinal, aquelas personagens e o dilema em que se encontram na narrativa. Falámos do filme, de outros sustos do cinema, e da carreira do convidado.

    39 min
  • A Arca Russa

    Depois de três semanas de inusitada ausência, regressa-se com um novo episódio a solo, depois das boas reacções da primeira experiência. Esta foi mais difícil, já que entrei num território menos confortável, já que fui tecer um monólogo à volta do filme de Aleksandr Sokurov que é uma viagem pelos tempos e salas do Museu Hermitage. Um marco do início deste século por ter sido feito num único plano sequência, contando com centenas de figurantes e uma reflexão sobre a História mais ou menos escondida nas paredes do belo palácio. Um episódio gravado em dois takes sobre um filme de apenas um.

    26 min
  • Billy Elliot (com André Pereira)

    O André Pereira da Renascença regressa a este podcast para falar do celebérrimo filme de 2000 que valeu ao mui jovem Jamie Bell um BAFTA, a ser o rapaz que descobre a dança e que quer fazer dela a sua vida. Um filme de Stephen Daldry que marcou o início do milénio e que, um quarto de século depois, ainda tem muito por onde pegar. Por aqui se falou das várias temáticas da narrativa, de dançar em aulas de educação física e do passado do convidado no mundo da topografia.

    1 hr
  • O Festim Nu (com Luísa Quinta)

    A Luísa Quinta regressa ao podcast porque também nunca tinha visto o filme que David Cronenberg tirou do "Naked Lunch" de William S. Burroughs, numa alucinação constante que se tornou numa das obras de referências do realizador. Um mistério cinematográfico de 1991 que deu pano para mangas, numa conversa por onde se passou por outros pontos da obra de Cronenberg, outros filmes que nos dão cabo da cabeça e o flagelo da droga.

    1 hr 10 min
  • O Paciente Inglês (com David Lucas Carrão)

    O senhor do teatro David Lucas Carrão regressa para falar de outro vencedor dos Oscars dos anos 90 que também ainda tinha visto: desta vez a adaptação do romance de Michael Ondaatje realizada por Anthony Minghella e com um elenco de luxo: Ralph Fiennes, Juliette Binoche e Kristin Scott Thomas são apenas três das várias estrelas que abrilhantam este épico de Hollywood. Passámos por alguns temas importantes da narrativa, mas também falámos de um certo episódio de "Seinfeld", de como confundimos filmes com outros, e ainda escrutinamos sobre como lidar com o facto do nosso cérebro não aceitar a maneira correcta de pronunciar o nome do actor-protagonista.

    55 min
  • Inland Empire (com Joana Moreira)

    A jornalista Joana Moreira também ainda não tinha visto o filme que David Lynch lançou em 2006. Uma conversa que é uma tentativa de exploração dos múltiplos enigmas de um pesadelo protagonizado por Laura Dern, em que se passa por outros filmes do realizador, dinâmicas de bastidores e outras temáticas.

    54 min
  • Zulu (com Hugo Gomes)

    O crítico de cinema Hugo Gomes (podem lê-lo no Substack e no blog Cinematograficamente Falando) também nunca tinha visto o épico de 1964 realizado por Cy Endfield que hoje associamos a Michael Caine... mas em que o actor não é o protagonista, mas sim Stanley Baker. Talvez não seja um grande Imperdoável para a cultura portuguesa, mas é um filme que deixou marca no cinema britânico e, como fã de Caine, era uma falha do autor deste podcast. Muito celebrado no seu tempo, será que hoje, mais de sessenta anos depois da sua estreia, tem alguma coisa por onde pegar? Este filme também deu azo a uma passagem em revista de momentos marcantes de Michael Caine e outras considerações cinematográficas.

    54 min
  • Forte Apache

    Uma ida à Cinemateca para ver este filme de John Ford levou-me a perceber que este seria um óptimo Imperdoável. E foi o pretexto para algo inédito (e por isso, extremamente amador e com um som insuportável): fiz um episódio a solo. É um monólogo gravado com o telemóvel, ao frio e com tosse, no percurso a pé que vai da Cinemateca até a um estabelecimento lisboeta que tem bons pregos durante a noite. Uma experiência em que tentei deitar cá para fora tudo o que este filme me deixou.

    27 min
  • Yi Yi (com Ricardo Gonçalves)

    O realizador e montador Ricardo Gonçalves também ainda não tinha visto este épico de Edward Yang e que é um dos seus filmes mais celebrados. Foi o pretexto para o convidado fazer um ciclo à volta do cinema de Taiwan, ficando mais a par desse mundo do que o apresentador deste podcast. A conversa passou por aí, pelos vários temas de "Yi Yi", os bons tempos dos DVDs, salas de cinema desaparecidas e um tema que estava a marcar a actualidade quando gravámos (que, apesar de entretanto ter sido resolvido, esse segmento foi mantido aqui para memória futura, até porque não perdeu relevância).

    1 hr 5 min

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