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Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Neste episódio, descodificamos, bit a bit, o uso de tecnologia para identificação de informação não confiável.
Porque, se fosse clickbait, provavelmente teríamos escrito algo como: Não vai acreditar no que um grupo de investigadores portugueses descobriu. Já se cruzou com títulos deste género, quando navega nas redes sociais? O que costuma fazer? Clica ou continua o scroll? Neste episódio vamos, bit a bit, perceber como é que a tecnologia nos pode ajudar a identificar informação não confiável, em contexto de redes sociais (clickbait pode encaixar naquilo que é considerada informação não confiável – explicamos de que forma neste episódio do Science Bits).
Em 2018, um grupo de investigadores do MIT deu a conhecer os resultados de um estudo sobre a propagação de notícias falsas através das redes sociais, em particular, no Twitter. Os investigadores concluíram que, nesta rede social, as notícias falsas circulavam mais rapidamente do que as notícias verdadeiras. Segundo este estudo, teriam mesmo mais 70% de probabilidade de serem retweetadas do que as histórias reais. Além disso, os investigadores perceberam que, na origem desta disseminação, estavam sobretudo contas geridas por pessoas e não pelos chamados bots.
Alguns meses após a divulgação deste estudo, o Eurobarómetro revelou que menos de metade dos inquiridos portugueses – 46% – se afirmava capaz de identificar notícias que deturpam a realidade ou são mesmo falsas – um número abaixo da média da União Europeia, que era, na altura, de 58%. Numa edição de 2022 do Eurobarómetro, questionados sobre se estariam confiantes em identificar a desinformação e as notícias falsas, 12% dos inquiridos portugueses disse sentir-se muito confiante – 6% nada confiante.
Certo é que termos como desinformação, fake news ou clickbait fazem hoje parte do nosso vocabulário. E, mesmo conscientes daquilo a que se referem e da facilidade com que nos podemos cruzar com relatos, notícias, artigos que não correspondem à realidade, nem sempre parece ser tarefa fácil concluir sobre a veracidade da informação. É neste contexto que investigadores do INESC TEC têm vindo a trabalhar no desenvolvimento de soluções que visam apoiar os cidadãos na identificação de desinformação. Será que as máquinas nos podem ajudar a perceber por que determinadas informações, notícias ou fontes são não confiáveis?
Álvaro Figueira, investigador no INESC TEC e docente na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, e Nuno Guimarães, investigador no INESC TEC
O conteúdo INESC TEC Science Bits #39 – As redes sociais, a informação não confiável e a IA (pode confiar, este título não é clickbait) aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Neste episódio, descodificamos, bit a bit, o diagnóstico médico apoiado por Inteligência Artificial.
Arrancamos 2024 a descodificar, bit a bit, o diagnóstico médico apoiado por Inteligência Artificial.
Antes disso, vamos numa viagem rápida ao século XIX? Estamos no dia 8 de novembro de 1895, no laboratório de Wilhelm Conrad Röntgen – o primeiro Prémio Nobel da Física e também conhecido como o pai da Radiologia. Röntgen descobre – acidentalmente, diz-se – aquilo que apelida de Raios X, por lhes desconhecer a natureza, enquanto estuda raios catódicos. A partir de uma série de experiências, este físico alemão percebe que os Raios X são capazes de atravessar a pele e o músculo, mas não o osso, e que podem ser fotografados. Esta descoberta passa, pouco tempo depois, a ser utilizada para efeitos de diagnóstico médico – até aos dias de hoje.
Passados quase 130 anos, o comummente conhecido Raio-X permanece uma técnica de exame frequentemente utilizada – nalguns hospitais, entre os quais hospitais portugueses, já aliando tecnologias de Inteligência Artificial. De que forma? É o que vamos descobrir nesta conversa com João Pedrosa, investigador do INESC TEC e professor auxiliar convidado na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
João Pedrosa, investigador do INESC TEC
O conteúdo INESC TEC Science Bits #38 – O que é que acontece quando se junta a IA ao Raio-X? aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Neste mês, vamos falar sobre a utilização de modelos de inteligência artificial para reconhecimento facial.
Em agosto de 2023, chegavam-nos notícias do outro lado do Atlântico que davam conta de que uma mulher de 32 anos, chamada Porcha Woodruff, havia sido erradamente detida, devido a um erro na tecnologia de reconhecimento facial da polícia de Detroit. Segundo a imprensa norte-americana tratava-se da sexta pessoa a ser detida de forma indevida por falhas nos modelos de inteligência artificial – todas pessoas negras. Certo é que vários estudos indicam que existe um problema de viés na utilização desta tecnologia. Um dos exemplos é o estudo “Gender Shades” de 2018, que avaliou três algoritmos de classificação de género, incluindo modelos desenvolvidos pela IBM e pela Microsoft. Os três algoritmos apresentaram um pior desempenho em mulheres com tom de pele escuro. Já em homens com tom de pele claro, o erro ficou abaixo de um por cento.
No início deste mês, a Europa alcançou um acordo para regular a Inteligência Artificial. Depois de uma maratona de negociações que durou mais de 30 horas, os colegisladores da União Europeia, Conselho e Parlamento Europeu convergiram para avançar com aquela que será a primeira lei do mundo a ditar as regras para a utilização de IA. A AI Act prevê, entre outras, a proibição de sistemas de categorização biométrica que utilizem caraterísticas sensíveis, nomeadamente “convicções políticas, religiosas, filosóficas, orientação sexual ou etnia”. A exceção vai para o recurso a sistemas de vigilância biométrica para identificação de vítimas ou em casos de crimes considerados graves, por exemplo.
Mas, porque se verifica este viés? Qual poderá ser a solução? É o que vamos descobrir na conversa com Pedro Neto, Investigador do INESC TEC.
Pedro Neto, Investigador do INESC TEC
Recentemente, o artigo “Compressed Models Decompress Race Biases: What Quantized ModelsForget for Fair Face Recognition” da autoria de Pedro Neto, Eduarda Caldeira, Jaime Cardoso e Ana Sequeira, investigadores do INESC TEC, foi distinguido na edição de 2023 da International Conference of the Biometrics Special Interest Group (BIOSIG). O trabalho de investigação conclui que a utilização de modelos de inteligência artificial comprimidos para reconhecimento facial pode resultar num viés racial. O estudo identifica também uma potencial estratégia para resposta a esta problemática, através do uso de dados sintéticos. Mais informação aqui.
O conteúdo INESC TEC Science Bits #37 -Será possível mitigar o viés nos algoritmos de reconhecimento facial? aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Um episódio gravado no rescaldo de mais uma Black Friday e, por isso, dedicado a um tema que não podia ser mais pertinente: cadeias de abastecimento.
À conversa com Ricardo Zimmermann e Pedro Senna, investigadores do INESC TEC, recuamos ao período pandémico – altura em que se começaram a verificar várias alterações de cariz ambiental, social e económico que levaram a uma transformação das cadeias de abastecimento. Quem não se recorda, por exemplo, da escassez, a nível global, de semicondutores? Uma escassez que ainda não se encontra completamente ultrapassada e que impacta diversos setores de atividade, como é o caso do setor automóvel.
E, é neste contexto, que surge o ReSChape, um projeto europeu que está a analisar o impacto destas alterações e que vai propor estratégias e modelos de gestão, visando uma maior sustentabilidade e resiliência das cadeias de abastecimento. O projeto pretende ainda garantir que as pessoas passam a estar no centro dos negócios.
Mas, afinal, que transformações são estas? Que fatores impactaram as cadeias de abastecimento? O que são cadeias de abastecimento sustentáveis e resilientes? O que significa resiliência? É o que vamos descobrir neste episódio.
Ricardo Zimmermann e Pedro Senna, investigadores do INESC TEC
O conteúdo INESC TEC Science Bits #36 – A pandemia, a Black Friday e as cadeias de abastecimento: afinal o que significa resiliência? aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Neste episódio, vamos viajar até às vinhas para conhecer uma Infraestrutura de Dados Espaciais que pretende ajudar os produtores a gerir o impacto das alterações climáticas. Pelo caminho, ainda vamos dar um salto aos olivais!
250 mil hectares. 1756. Marquês de Pombal. Sim, falamos da Região Demarcada do Douro – a mais antiga região demarcada e regulamentada do mundo. Na altura, que é como quem diz no século XVIII, encetaram-se esforços para proteger e garantir a qualidade de um produto considerado de extrema importância na economia portuguesa da época – organizando a produção e a comercialização do vinho do Porto.
Hoje, passados mais de dois séculos e meio, os desafios são outros, sendo que um dos maiores é o impacto das alterações climáticas, que coloca em risco não só a qualidade do produto, bem como a própria cultura. É, neste contexto, que surge o projeto INFRAVINI, do qual resultou uma Infraestrutura de Dados Espaciais, que pretende apoiar a gestão das alterações climáticas na vinha.
A solução já se encontra disponível para uso dos viticultores na Região Demarcada do Douro e nós queremos saber tudo! Que dados contempla? Como funciona? Poderá vir a estar disponível para outras regiões do país? É o que vamos descobrir na conversa com Lino Oliveira, Investigador do INESC TEC. Também vamos ficar a conhecer os resultados de um outro projeto que terminou recentemente e que visa apoiar olivicultores na prevenção de pragas e doenças. Como? Com recurso a uma armadilha inteligente robótica.
Lino Oliveira, investigador do INESC TEC
O conteúdo INESC TEC Science Bits #35 – “Mais informação, melhor ação” – não adivinhamos o futuro, mas andamos lá perto aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Neste episódio, vamos falar sobre previsão e integração de energia de base renovável no sistema elétrico, previsão colaborativa e mercados de eletricidade.
Em maio de 2016, as notícias davam conta de um “recorde nacional”: durante quatro dias e meio, num total de 107 horas, o consumo de eletricidade em Portugal foi totalmente assegurado por fontes renováveis. Descrito como “um recorde muito importante neste século”, este marco anunciava, para Portugal, um futuro promissor no que à produção de eletricidade a partir de fontes renováveis diz respeito.
Certo é que, atualmente, Portugal se encontra na dianteira: em 2021, foi o quarto país da União Europeia a registar a maior incorporação de energias renováveis na produção de energia elétrica. E, entre janeiro e julho deste ano, mais de 69% da eletricidade gerada em Portugal Continental teve origem renovável.
Com o objetivo de descarbonizar a economia e assegurar a transição energética rumo à neutralidade carbónica, o país tem em marcha o Plano Nacional Integrado de Energia e Clima que estabelece, entre outras metas, que as renováveis contribuam com, pelo menos, 80 % da produção de eletricidade em 2030.
Os números parecem indicar que estamos no caminho certo, mas que desafios acarreta a cada vez maior incorporação de energia limpa nos sistemas elétricos? Considerando que a produção renovável depende das condições meteorológicas, como se garante a estabilidade da rede elétrica e o equilíbrio entre a produção e o consumo de eletricidade? Será que a ciência e a tecnologia podem ajudar a responder a esta natureza variável da produção e, dessa forma, contribuir para uma melhor gestão da rede?
É o que vamos descobrir com a ajuda de Ricardo Bessa e Carla Gonçalves, investigadores no Centro de Sistemas de Energia do INESC TEC.
Carla Gonçalves e Ricardo Bessa, investigadores no Centro de Sistemas de Energia do INESC TEC.
O conteúdo INESC TEC Science Bits #34 – Uma conversa sobre renováveis, engenharia, matemática e influenciadores aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Neste episódio, vamos numa viagem pelos resultados do projeto EPISA para perceber como é que se ligam dados, que vantagens nos trazem as tecnologias de dados ligados, de que forma podem as máquinas processar a informação e fazer raciocínio semântico.
“Informações diferentes em computadores diferentes” – a frase é de Tim Berners-Lee que, na década de 1980, quando trabalhava no CERN, se apercebeu das limitações no acesso à informação guardada nos diferentes computadores. Foi, a partir deste desafio, e para facilitar a gestão e partilha de dados, que começou a desenvolver uma solução que hoje conhecemos como World Wide Web (WWW).
Berners-Lee decidiu explorar o hipertexto no âmbito da partilha de informação que se encontrava dispersa pelos diversos computadores ligados à Internet.
Desta forma, na sua proposta de gestão de informação, o investigador britânico considerou três tecnologias: a linguagem de representação HTML; a identificação de recursos na Web, que conhecemos como URL; e o HTTP, que é o protocolo que gere a comunicação entre navegadores, ou por outras palavras, browsers, e os servidores web.
Este seu trabalho levou à criação e disponibilização do primeiro website, no início dos anos de 1990 – que ainda pode ser consultado online.
Considerado o “Pai da Web”, é Tim Berners-Lee que, quase duas décadas depois da invenção da WWW, nos traz o conceito de dados ligados, reforçando que mais do que colocar informação na Web, é importante assegurar ligações, para que tanto as pessoas como as máquinas possam explorar, processar e tirar partido dos dados.
Mas, afinal, o que são dados ligados?
Carla Teixeira Lopes, investigadora do INESC TEC e docente na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
O conteúdo INESC TEC Science Bits #33 – O que são dados ligados? aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Neste mês, vamos perceber como é que a ciência e a tecnologia podem ajudar a antever cenários, nomeadamente, falhas ou avarias em transportes, apoiando as atividades de manutenção dos veículos.
Se viajarmos pela história da manutenção, percebemos que séculos de evolução separam a reatividade da proatividade. Ao longo de anos, os avanços industriais tornaram premente a procura por soluções que permitissem resolver – se possível antecipar – as falhas nos equipamentos, evitando prejuízos. Em 1919, por exemplo, o manual do modelo T da Ford já instruía os clientes da marca a terem determinados cuidados e a prestarem aos seus veículos uma “atenção” que, requerendo pouco tempo, poderia evitar atrasos ou possíveis acidentes na estrada.
Certo é que as operações de manutenção evoluíram e com o advento da Indústria 4.0, procurou-se dar um salto, ao desenvolver tecnologia para detetar o problema ainda antes de ele ter acontecido. Como? Através da análise de dados, da identificação de padrões e, dessa forma, da deteção de anomalias. Tudo isto graças à existência de dados – em grande quantidade – e de soluções de inteligência artificial.
Por outras palavras, falamos de manutenção preditiva. E, a partir deste conceito, convidamos Rita Ribeiro, Investigadora no INESC TEC, para nos contar como é que, em colaboração com a Metro do Porto, se desenvolveu uma solução com vista à deteção antecipada de falhas nos veículos, reduzindo os custos de manutenção. Falamos também sobre explicabilidade de inteligência artificial em contexto de manutenção preditiva. Venham daí, para mais um episódio do Science Bits.
Rita Ribeiro, Investigadora no INESC TEC e Docente na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto
O conteúdo INESC TEC Science Bits #32 – Procuram-se eventos raros, falhas e avarias aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Neste episódio, vamos numa viagem pelo mundo das tecnologias baseadas em Luz, nomeadamente, soluções óticas. O que são? Como funcionam? Como podem ser usadas, por exemplo, para detetar bactérias em alimentos?
Vamos de maio de 2023 até maio de 1960. De Portugal para os Estados Unidos da América, mais precisamente para os Laboratórios de Investigação de Hughes, na Califórnia, onde Theodore Maiman, físico e engenheiro, opera de forma bem-sucedida e pela primeira vez na história, um Laser – no caso, um Laser de rubi.
Considerada uma das mais importantes invenções da história da luz, dá seguimento a séculos de investigação e ao trabalho e descobertas de nomes que nos são bem conhecidos, como Albert Einstein.
Hoje, o Laser faz parte do nosso dia-a-dia, sendo utilizado nas mais variadas áreas, da medicina à indústria, passando pela investigação científica, pelas comunicações, até ao seu uso no setor do comércio, por exemplo, em lojas, através dos conhecidos leitores de códigos de barras.
O que Theodore Maiman conseguiu há mais de 60 anos dá o mote para a celebração do Dia Internacional da Luz, assinalado, anualmente, a 16 de maio. Mas, o Laser é apenas uma das muitas descobertas relacionadas com o estudo da Luz.
Por isso, no Science Bits, aproveitamos a oportunidade e desafiamos Luís Coelho, Investigador do Centro de Fotónica Aplicada do INESC TEC, para ficarmos a saber mais sobre tecnologias baseadas em Luz. Até onde nos leva a Luz?
Luís Coelho, Investigador no INESC TEC
O conteúdo INESC TEC Science Bits #31 – Até onde nos leva a Luz? aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Neste episódio, falamos sobre soluções de robótica para a agricultura e descobrimos como é que se transformam ideias em tecnologia.
A sabedoria popular diz-nos que a necessidade aguça o engenho, mas como é que se transformam ideias em tecnologia? À conversa com André Aguiar, investigador do INESC TEC, descobrimos que há alguns fatores que podem ser determinantes: brainstorming, trabalho em equipa e multidisciplinaridade.
Conversamos a propósito do projeto OORIOS, que tem como objetivo desenvolver um sistema autónomo de baixo custo para a monitorização e a fenotipagem de culturas permanentes, como são as vinhas, os pomares ou as estufas. Numa altura em que se ultrapassou a barreira dos 8 mil milhões de pessoas a habitar o planeta Terra, sendo a alimentação um dos vários desafios que o crescimento populacional coloca ao planeta, este projeto espera contribuir para uma agricultura mais eficiente e sustentável e foi recentemente premiado pela Agência da União Europeia para o Programa Espacial.
André Aguiar, Investigador do INESC TEC
O conteúdo INESC TEC Science Bits #30 – Como é que se transformam ideias em tecnologia? aparece primeiro em Engenharia Rádio.
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