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Desta vez, seguimos para alto mar para conhecer um projeto que está a testar a produção híbrida de energia offshore.
Começamos com um rápido regresso ao passado. Em 1991, começava a operar, na Dinamarca, o Vindeby – o primeiro parque eólico offshore do mundo. Com 11 turbinas e uma capacidade instalada de 5 megawatts, este parque era capaz de abastecer 2200 casas dinamarquesas. O sucesso da operação do Vindeby significou um ponto de viragem na produção de energia renovável, no caso, em alto mar.
Quase 30 anos depois, em 2020, entra em funcionamento, em Portugal, o WindFloat Atlantic – o primeiro parque eólico marítimo flutuante semi-submersível do mundo, localizado na costa de Viana do Castelo. O WindFloat Atlantic tem 3 turbinas eólicas, 3 plataformas flutuantes, uma capacidade instalada de 25 megawatts e fornece, por ano, eletricidade a 25 mil casas portuguesas.
Mas, e se for possível tirar partido destas infraestruturas offshore para produzir energia a partir de mais do que uma fonte, juntando, por exemplo, a produção eólica e solar? Na Europa, já há alguns projetos a testar esta abordagem híbrida – um deles é o EU-SCORES e conta com a participação do INESC TEC.
Para conhecermos este projeto e o impacto que terá na produção de energia renovável a nível europeu, convidamos para esta conversa Bernardo Silva, investigador no INESC TEC e docente na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
Bernardo Silva, investigador do INESC TEC e docente na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
O conteúdo INESC TEC Science Bits #49 – A energia renovável que nos chega do alto mar já entra em casas: o que é a energia offshore? aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Neste episódio do Science Bits, falamos sobre o uso de tecnologia para monitorização da doença de Parkinson em ambiente não clínico e vamos mergulhar num estudo, com resultados promissores, sobre o acompanhamento de sintomas em casa dos utentes.
Em 1817, James Parkinson publica “An Essay on the Shaking Palsy”, onde descreve, pela primeira vez, os sintomas de uma doença que nomeia como paralisia agitante. Só anos mais tarde, pelas mãos do médico francês Jean-Martin Charcot a paralisia agitante passa a designar-se doença de Parkinson.
Duzentos anos depois, estima-se que esta doença neurodegenerativa, ainda sem cura, afete 10 milhões de pessoas em todo o mundo. Os números indicam que a incidência a nível mundial está a aumentar a um ritmo mais acelerado do que qualquer outro distúrbio neurológico – a doença de Parkinson é mesmo a segunda mais comum a seguir à doença de Alzheimer. Em Portugal, a doença de Parkinson afeta entre 18 e 20 mil pessoas.
Como ainda não existe cura, os tratamentos focam-se na redução das limitações causadas pelos sintomas – sobretudo, motores: tremores, rigidez, instabilidade postural. E, é aqui, que entra a monitorização dos doentes, para perceber como está a evoluir a condição e se é necessário ajustar a terapia. Porém, são vários os desafios que se colocam às atividades de monitorização.
No INESC TEC, há uma equipa que tem vindo a trabalhar no desenvolvimento de uma solução que permite a monitorização das pessoas com doença de Parkinson, com recurso a dispositivos wearable, que permitem a medição de sinais de movimento de forma não invasiva e sem fios. Recentemente, testaram a monitorização em contexto não hospitalar e os resultados são promissores. Vamos conhecê-los? A investigadora Adriana Guedes Arraiais esteve no Science Bits para nos contar tudo sobre estas descobertas.
Adriana Arrais, investigadora do INESC TEC.
O conteúdo INESC TEC Science Bits #48 – Pode a tecnologia trazer ordem ao mundo imprevisível da Parkinson? aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Neste episódio do Science Bits, falamos sobre mobilidade partilhada. O que é a mobilidade partilhada? Como funciona? Que impacto tem? É o que vamos descobrir neste episódio.
Em Portugal, são vários os operadores, públicos e privados, que disponibilizam serviços de mobilidade partilhada. Se viajarmos de norte a sul, encontramos municípios que oferecem mesmo as suas próprias soluções, como é o caso de Lisboa, com as bicicletas GIRA, de Barcelos, com a Tuba Bike, de Oeiras, com a Oeiras Move, ou da meioB, na Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.
Certo é que, se por um lado, as opções de mobilidade partilhada visam reduzir o número de carros em circulação, apresentando opções mais sustentáveis e contribuindo para melhorar a mobilidade nos territórios, por outro, parecem levantar algumas questões relacionadas, por exemplo, com a segurança ou o estacionamento. As trotinetes são disso exemplo. Em cidades europeias, como é o caso de Paris ou Madrid, já se proibiu o aluguer de trotinetes elétricas partilhadas. Em Portugal, quem não se recorda das notícias que davam conta de trotinetes encontradas nos rios?
Neste contexto, será que estes meios de transporte podem realmente ser uma alternativa ao uso de carro e ajudar a mitigar questões relacionadas com a mobilidade urbana? O que é que pode ser feito para garantir que os cidadãos têm acesso a opções sustentáveis, seguras e eficientes? Que papel pode ter a ciência e a tecnologia no desenvolvimento de soluções de mobilidade partilhada?
Beatriz Oliveira, investigadora do INESC TEC e docente na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
O conteúdo INESC TEC Science Bits #47 -Há lugar para mais um? Tirámos bilhete para uma viagem multimodal, sustentável e acessível aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Neste episódio, vamos descobrir soluções, por exemplo de realidade virtual, que contribuem para uma vida ativa.
Um pouco por todo o mundo, o número de anos que vivemos é cada vez maior. As previsões indicam que, até 2030, uma em cada seis pessoas terá 60 ou mais anos, e que, até 2050, a população mundial com idades a partir dos 60 duplicará. Portugal não foge à regra: os dados resultantes dos Censos de 2021 dizem-nos que existem 182 idosos por cada 100 jovens e que Portugal é um dos países que apresenta um dos Índices de Envelhecimento mais elevados do Mundo – poderá mesmo ser o quarto país que mais rapidamente envelhece.
Vivermos mais anos significa podermos ter mais tempo para, por exemplo, abraçarmos novas atividades, mas, para o fazermos, vamos, certamente, precisar de saúde, quer física, quer mental. Nesse sentido, são várias as estratégicas em curso para promover a saúde, o bem-estar, a autonomia ou uma participação mais ativa das populações mais envelhecidas na sociedade. O nosso país, por exemplo, conta, desde o início deste ano, com o primeiro Plano de Ação para o Envelhecimento Ativo e Saudável – um plano com 83 medidas e 135 atividades, para dar resposta às necessidades da população sénior, contribuindo para uma melhoria da qualidade de vida ao longo das próximas décadas.
E a tecnologia? Será que pode ter um papel nesta área? A resposta é francamente positiva. Nos últimos anos, o INESC TEC coordenou um projeto europeu – o VR2Care – que desenvolveu uma solução de realidade virtual para promover a prática de exercício físico e uma maior socialização da população mais velha. Vamos conhecer este projeto?
Hugo Paredes, investigador do INESC TEC
O conteúdo INESC TEC Science Bits #46 – Entrámos num ginásio virtual: aqui, a televisão não é barreira para uma vida ativa aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Neste episódio, falamos sobre armazenamento de energia – o que é, por que o devemos fazer, quais são os principais desafios tecnológicos e como é que o INESC TEC está a contribuir para responder a esses desafios.
Começamos pelos números. De acordo com a APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis – entre 1 de janeiro e 31 de agosto de 2024, do total de eletricidade gerada em Portugal Continental, quase 83% teve origem renovável, sendo que, em agosto de 2024, a incorporação renovável na geração de eletricidade, também em Portugal Continental, foi de 77,5 %.
Há um ano conversámos com os investigadores do INESC TEC Ricardo Bessa e Carla Gonçalves, precisamente sobre previsão e integração de energia de base renovável no sistema elétrico – e a forma como a ciência e a tecnologia podem ajudar a responder à natureza variável da produção de eletricidade a partir de fontes renováveis.
Desta vez, apontamos baterias às renováveis, mas para falar sobre o armazenamento e o seu papel nesta questão da variabilidade. O princípio parece simples: armazenar o excedente da produção de energia, para o poder utilizar quando necessário, facilitando, desta forma, a integração de energia gerada através de fontes renováveis na rede elétrica, garantindo a estabilidade da rede e o equilíbrio entre a produção e o consumo de eletricidade.
O que é o armazenamento de energia? Quais as diferentes formas de armazenamento? Que desafios tecnológicos existem? Ricardo Silva, investigador do INESC TEC, sentou-se connosco para responder – e ainda falar sobre o projeto europeu o SINNOGENES, que quer descarbonizar a indústria.
Ricardo Silva, Investigador do INESC TEC
O conteúdo INESC TEC Science Bits #45 – Onde guardamos a energia? Fomos descobrir (e conseguimos armazenar tudo em meia hora) aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Neste episódio do Podcast Science Bits falamos sobre cidades inteligentes. De que falamos quando falamos delas?
Quando procuramos uma definição de cidade inteligente, há palavras às quais não escapamos: tecnologia, dados, eficiência, sustentabilidade, mobilidade ou bem-estar. Dos transportes ao abastecimento de água ou à gestão de resíduos, até à forma como aquecemos as nossas casas ou como os nossos governantes interagem connosco – são vários os aspetos que podem fazer de uma cidade inteligente.
Por cá, de norte a sul, do litoral ao interior, somam-se os exemplos de territórios que têm vindo a investir em tecnologia que lhes permite, por exemplo, recolher dados, facilitar a mobilidade, medir as emissões de carbono, gerir os resíduos, agilizar a comunicação com os cidadãos, entre outros. No que à mobilidade sustentável e inteligente diz respeito – um dos principais temas a abordar ao longo deste episódio – temos muitos exemplos de soluções à mão: desde logo, aplicações que nos permitem de forma rápida e fácil usar transportes públicos sem recurso a bilhetes ou moedas; ou aplicações que nos dão a possibilidade de avaliar as melhores opções de rota, até quando combinamos diferentes meios de transporte.
Neste episódio do Science Bits, vamos falar sobre cidades inteligentes; vamos conhecer alguns exemplos de como a tecnologia pode ajudar não só a promover a mobilidade sustentável como apoiar e incentivar os cidadãos na utilização de transportes públicos; vamos ficar a par de um protótipo de uma aplicação móvel que quer melhorar as experiências de pessoas com mobilidade reduzida nas cidades; e ainda vamos descobrir o que são as cidades cognitivas, que prometem alterar a forma como lidamos com o nosso dia a dia. Tudo numa conversa com Marta Campos Ferreira, investigadora no INESC TEC e Professora na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
Marta Campos Ferreira, Investigadora do INESC TEC e Docente na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
O conteúdo INESC TEC Science Bits #44 – Inclusivas, inteligentes, cognitivas: vai um passeio pelas cidades do futuro? aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Neste episódio do Podcast Science Bits, falamos sobre Remanufactura: o que é? Como se faz? Que impacto pode ter?
Na altura em que gravamos este episódio e de acordo com os dados da organização internacional Global Footprint Network, já esgotamos, em Portugal, os recursos disponíveis para 2024. 28 de maio foi o dia em que passamos, como descreve a associação ambientalista Zero, a usar “o cartão de crédito ambiental”. Embora tenhamos conseguido, em Portugal, recuar no impacto da nossa pegada ecológica, comparativamente a anos anteriores, de acordo com a Zero “se cada pessoa no Planeta vivesse como uma pessoa média portuguesa, a humanidade exigiria cerca de 2,9 planetas para sustentar as suas necessidades de recursos”. Na origem desta problemática? Os nossos modelos económicos lineares baseados no consumo, suportados por sistemas avançados de produção, muito assentes numa lógica de extração-produção-descarte, por outras palavras, “extrair, usar e deitar fora”.
Mas, como se podem alterar estes modelos? A Economia Circular parece ser um conceito chave. A União Europeia, por exemplo, tem em curso um Plano de Ação para a Economia Circular e uma meta bem definida: uma economia neutra em termos de carbono, sustentável, livre de substâncias tóxicas e totalmente circular até 2050.
Neste episódio, vamos explorar o conceito de circularidade e perceber que não se trata propriamente de uma novidade; vamos perceber o que é a remanufactura e como é que se encaixa no modelo de economia circular, e vamos ainda conhecer um projeto europeu chamado RENEE, que quer usar robótica avançada e inteligência artificial para apoiar a gestão da produção e das cadeias de valor na adoção de processos de remanufactura flexível. Tudo isto numa conversa com António Baptista, investigador do INESC TEC.
António Baptista, Investigador do INESC TEC
O conteúdo INESC TEC Science Bits #43 – A remanufactura ou como garantir que os produtos cumprem a sua função durante mais tempo aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Em março deste ano, a ANACOM, comunicou a chegada do 5G a todos os concelhos do país e a quase 70% das freguesias. Depois de, no final de 2021, se ter dado início à oferta comercial da quinta geração de redes móveis e da instalação das primeiras estações de base em Portugal, a Autoridade Nacional de Comunicações, informou haver quase 9 mil estações de base instaladas em território nacional – sendo que estas estações de base se caraterizam por serem estações de radiocomunicações com pelo menos um equipamento emissor de tecnologia móvel 5G.
Certo é que embora a implementação desta quinta geração de redes móveis se encontre ainda a decorrer, o caminho para a chegada da sexta já se começa a desenhar – e o ano de 2030 parece ser o ponto de partida da era do 6G. Uma era que promete revolucionar aquilo que conhecemos como conetividade – a transmissão de dados será mais rápida, a latência mais baixa e haverá integração de inteligência artificial – e que vai ter impacto em diversos setores da sociedade. São exemplos: o mercado de veículos autónomos, a automação industrial, a realização de cirurgias de forma remota ou a utilização de hologramas. Porém, o caminho que se desenha parece trazer também um conjunto de desafios, desde lodo, do ponto de vista da cibersegurança, da privacidade e da eficiência energética.
No INESC TEC, ajuda-se a construir este caminho rumo à sexta geração de comunicações sem fio. De que forma? É o que vamos descobrir numa conversa com Luís Pessoa, Investigador do INESC TEC e Docente na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Vamos conhecer o trabalho em curso no âmbito dos projetos TERRAMETA, CONVERGE e SUPERIOT, a investigação que se está a fazer rumo ao desenvolvimento do 6G e aquilo que podemos esperar, nesta matéria, até ao final desta década.
Luís Pessoa, Investigador do INESC TEC e Docente na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
O conteúdo INESC TEC Science Bits #42 – Sustentabilidade, conectividade, inteligência e segurança: assim se traça o caminho para o 6G aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Costuma comprar iogurtes? Então, não pode deixar de ouvir este episódio do Science Bits, porque descodificamos, bit a bit, o impacto que a análise do consumidor pode ter no processo de tomada de decisão – decisão essa que pode contribuir para evitar o desperdício alimentar.
Na viagem entre a prateleira e o cesto das compras, tem por hábito verificar o prazo de validade dos iogurtes? A data que aparece na embalagem já o fez pensar se deveria deixá-los na prateleira ou levá-los para o seu frigorífico? Sabia que as decisões que tomamos, nessas alturas, isto é, o nosso comportamento enquanto consumidores, uma vez analisado, pode ajudar os retalhistas a definir, por exemplo, políticas de descontos, para garantir que o produto é escoado e não há desperdício?
Neste episódio do Science Bits, vamos conhecer o projeto BeFresh, que traz um contributo inovador para as comunidades científica e empresarial ao estudar e propor a flexibilização do critério MLOR (Minimum Life On Receipt). Que influência tem a validade dos alimentos na nossa tomada de decisão? Que impacto pode ter essa decisão no funcionamento das cadeias de abastecimento? Será possível, a partir da análise do comportamento dos consumidores, apoiar retalhistas e produtores na definição de estratégias que beneficiem toda a cadeia? É o que vamos descobrir nesta conversa com Sara Martins, investigadora do INESC TEC e docente na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico do Porto.
Sara Martins, investigadora do INESC TEC e docente na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico do Porto
O conteúdo INESC TEC Science Bits #41 – Este episódio deve ser consumido de preferência durante o dia de hoje aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Neste episódio, embarcamos numa conversa que nos vai levar para debaixo de água, rumo ao mar profundo – mas não só!
Antes de mergulharmos, vamos a alguns números sobre o mar português? Temos uma linha de costa de cerca de dois mil e quinhentos quilómetros; uma das maiores zonas económicas exclusivas do mundo, a quinta a nível europeu, que se estende por 1,7 milhões de quilómetros quadrados e que representa 95% do território nacional; o triângulo marítimo que se situa entre Portugal continental e os arquipélagos da Madeira e dos Açores constitui 48% de todas as águas marinhas adjacentes ao continente europeu. Mais: temos em análise, pelas Nações Unidas, a possibilidade de alargar a plataforma continental para uma área superior a quatro milhões de quilómetros quadrados — o correspondente a quase 90% do mar da União Europeia e que, a receber parecer positivo, colocaria Portugal na décima sexta posição a nível mundial.
Se por um lado, temos pela frente, literalmente, um mar de possibilidades, por outro, temos também a responsabilidade de conhecer, defender, preservar e usar de forma sustentável o mar e os seus recursos. E, aqui, a ciência e tecnologia podem ter um papel fundamental. De acordo com a Estratégia Nacional para o Mar 2021-2030, “O mar apresenta um enorme potencial para promover avanços no conhecimento científico. A investigação científica permite-nos identificar formas de proteger espécies e ecossistemas vulneráveis, de salvaguardar o património cultural e otimizar atividades económicas, funcionando como motor da inovação, que é fundamental para o desenvolvimento económico e a geração de emprego”.
Vamos descobrir de que forma? Neste episódio, Diana Viegas, investigadora do INESC TEC, explica-nos que soluções temos vindo a desenvolver, nomeadamente de robótica, para aumentar o nosso conhecimento acerca do mar, responder a desafios ambientais, promover o uso sustentável dos recursos e alavancar setores de atividade ligados ao mar, nomeadamente, setores emergentes, como são a aquacultura, as energias marinhas ou a monitorização ambiental.
Diana Viegas, Investigadora do INESC TEC
O conteúdo INESC TEC Science Bits #40 – O Mar de possibilidades aparece primeiro em Engenharia Rádio.
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