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Para uns são os dias mais aguardados. Mas para outros são tempos de sofrimento. O primeiro Natal depois da separação, as saudades de alguém que já não está, as memórias penosas, a azáfama que aumenta a ansiedade. Cada um terá as suas razões. Como podemos entender melhor aquela pessoa que está sempre calada ou embriagada na consoada? E algum dia teremos mesmo coragem de não passar o natal com quem não nos faz feliz? Episódio especial gravado ao vivo, com a participação de Alexandra Tavares, mentora da Casa da Deusa.
Entre a obsessão com doenças, contágios ou desarrumação e a compulsão para lavar as mãos, acender e apagar as luzes ou arrumar os copos por tamanho e cor, um diagnóstico de Perturbação Obsessivo-Compulsiva pode ser muito difícil para quem também vive lá em casa. Catarina Raminhos fala sobre esse desafio de saúde mental a propósito do marido, o humorista António Raminhos, diagnosticado com POC há quase vinte anos.
Quais os sinais de alerta? A que sintomas devemos estar atentos? Quando dar o passo para marcar uma consulta? Seja para nós ou para sugerir à pessoa com quem vivemos, procurar um psicólogo nem sempre é uma decisão fácil. O estigma, a desvalorização das queixas ou a vontade de varrer os problemas para debaixo do tapete levam-nos muitas vezes a adiar a decisão. Até àquele dia...
Será que vou aguentar? Eu mereço isto? E se eu sair da relação, o que será dele/dela? Estas são algumas das muitas dúvidas que passam pela cabeça de quem vive com uma pessoa com um diagnóstico de perturbação bipolar. Mas não tem de ser sempre assim.
Além de nos deixar os nervos em franja, partilhar a vida com uma pessoa muito desarrumada é mesmo uma questão de saúde mental? Bom, depende. Se isso afetar o espaço comum e se transformar o dia a dia num desafio constante, então há um problema para resolver. Quer na sala e na cozinha, quer dentro da nossa cabeça. Mas... e quando o outro é excessivamente arrumado? Será essa uma forma de compensar a confusão interior? O que fazer nestes casos?
Os sintomas podem chegar devagar. Por vezes são difíceis de identificar e até são desvalorizados. A irritabilidade, a apatia, a tristeza permanente, a falta de prazer em tarefas de que antes gostávamos… E um dia, quando percebemos, a depressão está instalada. Empurrando-nos para baixo. A nós e às pessoas que partilham a vida connosco e que não sabem como ajudar. O que dizer. Como reagir. A psicóloga Maria Cunha Louro e o jornalista Paulo Farinha conversam sobre esse desafio de saúde mental e o que pode fazer a uma relação.
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Autoria e apresentação: Maria Cunha Louro e Paulo Farinha
Como é viver com um ansioso? Como é o dia a dia ao lado de alguém que está permanentemente em sobressalto? Como é que transmitimos tranquilidade a quem está muitas vezes agitado? Como se lida com os ataques de pânico, os pensamentos obsessivos, os músculos tensos, a falta de ar, o batimento cardíaco acelerado, as palmas das mãos transpiradas? Maria Cunha Louro e Paulo Farinha conversam sobre os desafios de uma relação ao lado de alguém que nem sempre entendemos.
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Autoria e apresentação: Maria Cunha Louro e Paulo Farinha
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