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Insubstituível episodes

  • Você sabe onde e como pode praticar comunicação no seu trabalho?

    Neste episódio, eu te convido a enxergar as situações invisíveis do dia a dia corporativo — aquelas que parecem banais, mas que escondem oportunidades preciosas para desenvolver a habilidade mais valiosa de um profissional de tecnologia: a comunicação técnica.

    Ao longo do episódio, percorremos cinco cenários comuns no ambiente de trabalho e mostramos como cada um deles pode ser usado como campo de treino para se tornar um comunicador melhor:

    • Reuniões recorrentes de time (daily/weekly)
    • Apresentações de relatórios de status
    • Sessões de brainstorming
    • Reuniões de 1:1
    • Tech Talks e apresentações técnicas


    Lições principais:

    • As oportunidades de aprimorar a comunicação técnica estão em todos os lugares, mesmo nos contextos mais triviais.
    • A prática constante em ambientes seguros prepara você para brilhar nos momentos de maior visibilidade.
    • Comunicação é uma habilidade que se constrói — e se refina — na rotina, não apenas no palco.
    7 min
  • Como eu consegui fazer um vizinho baterista parar com o barulho sem saber quem ele é?

    Uma situação banal — barulho de bateria às 21h com minha filha indo dormir — virou um estudo de caso de como resolver rápido, sem conflito e sem “autoridade”. 

    Em vez de despejar o problema no grupo do condomínio, eu aplico um micro-playbook de pensamento crítico: objetivo operacional claro, inventário do que controlo e escolha da tática com maior chance de funcionar com o menor atrito. No episódio, você vai ouvir como decidi entre WhatsApp, porteiro e interfone, por que “pressão social silenciosa” é mais eficiente do que exposição pública e como um pedido educado, específico e contextualizado faz milagres.


    Eu abro a caixa-preta das decisões: critérios (garantia de entrega, tempo de resposta, risco de escalar e “salvar a face”), linguagem que desarma resistências e o truque de transformar ruído emocional em plano executável de 5 minutos. É um caso cotidiano, mas que conversa com trabalho remoto, vizinhança, atendimento a clientes e qualquer cenário de fricção baixa em que você precisa de colaboração agora — não de um culpado.


    Se você lidera sem cargo, trabalha com gente ou simplesmente quer dormir em paz, este episódio é para você. É um guia de bolso para quem prefere resolver a vencer discussões.


    • Você sai com: um playbook de 3 passos, scripts prontos para pedidos difíceis e heurísticas simples para decidir rápido sem quebrar relações.

    7 min
  • O que realmente significa liderar?

    Muitas pessoas ainda confundem liderança com organograma. Neste episódio, eu conto como deixei de ser “só executor” e passei a influenciar decisões — sem título formal — usando perguntas melhores, opinião fundamentada, escuta ativa e feedbacks. A ideia: mostrar que liderança é um conjunto de comportamentos que fazem as pessoas considerar o que você diz e agir na direção certa.

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    Eu achava que liderar era coisa de quem tem cargo, crachá diferente, cadeira reservada.


    Até que percebi: liderança não tem nada a ver com título. Tem a ver com comportamento visível, repetido, consistente.


    Na prática, comecei pequeno. Em vez de só executar, passei a perguntar mais. Em vez de apenas cumprir, passei a opinar — com base e respeito.


    Também mudei a forma de participar. Ao invés de acatar tudo, comecei a influenciar. Não com imposição, mas com argumentos claros, empatia e interesse real pelo objetivo do time.


    O efeito foi imediato. As pessoas passaram a me ouvir de outro jeito. Eu mesmo passei a me ver de outro jeito. De “executor” para alguém que ajuda a direcionar conversas e decisões.


    Foi aí que caiu a ficha: o que define um líder são microcomportamentos que fazem os outros considerarem o que você diz — e agirem melhor por causa disso.


    Liderar é entender, perguntar, ouvir, dar feedback e guiar o rumo sem precisar de autoridade formal.


    E você? Já viveu algo assim no trabalho?

    5 min
  • Você sabe o que pensamento crítico e troubleshooting têm em comum?

    Um “bug invisível” estragou minha gravação no Loom. Nesse episódio, eu conto como saí da frustração, levantei hipóteses, testei uma a uma e descobri a causa raiz de um problema que parece mundano, mas pode ensinar muito sobre pensamento crítico. Mais do que uma história de software, é um episódio sobre método: observar o contexto, fazer a pergunta certa (“o que mudou?”) e resolver com calma.


    Destaques do episódio

    • A importância de enquadrar o problema: “o preview está em 16:9; o arquivo final sai 4:3”.
    • Hipóteses em camadas: hardware, software e, por fim, contexto/ambiente.
    • A pergunta que destrava: “o que mudou desde a última vez em que funcionou?”
    • Testes isolando variáveis: mudar uma coisa por vez economiza tempo e evita confusão.
    • Fugindo do viés de confirmação: quando a primeira explicação (câmera/config) não fecha, revisite o cenário.

    Framework usado no episódio (para copiar e colar)

    1. Enquadre: X deveria acontecer, Y está acontecendo.
    2. Liste hipóteses por categoria: hardware, app, ambiente (overlays, extensões, monitores, câmeras virtuais).
    3. Teste uma variável por vez, com micro-experimentos rápidos.
    4. Pergunte: o que mudou desde a última vez que funcionou?
    5. Atualize o fluxo e documente a causa raiz + prevenção.

    Qual foi o seu último “bug invisível” e qual hipótese derrubou? Manda sua história — posso trazer alguns casos no próximo episódio. Se curtir o papo, avalie o podcast no seu app e compartilhe com quem vive apagando incêndio técnico no dia a dia.

    5 min
  • Você sabe o que são falácias lógicas?

    Na semana passada falamos sobre vieses cognitivos — os atalhos mentais que o cérebro usa para processar informações mais rápido, mas que podem nos levar a erros. Nesta semana seguimos na mesma linha, mas com outro tema igualmente importante: falácias lógicas.

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    Assista à minha palestra e considere deixar seu voto para a minha participação no The Best Speaker Brasil!
    Aqui está a página de votação: Comunicação de Impacto para Profissionais de Tecnologia.
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    Você já esteve em uma discussão onde a outra pessoa parecia ter sempre um argumento certeiro, que te cortava no meio e anulava qualquer chance de resposta? Pois é, muitas vezes isso não é inteligência, mas o uso de falácias — argumentos falhos que soam convincentes no calor do momento.

    Neste episódio, exploramos alguns dos exemplos mais comuns:

    • Ad hominem: quando atacam a pessoa em vez do argumento.
    • Espantalho: distorcer o que foi dito para enfraquecer a posição do outro.
    • Falsa dicotomia: apresentar apenas duas opções extremas como se fossem as únicas possíveis.

    Você vai entender por que essas falácias funcionam, como elas exploram nossos vieses cognitivos e, principalmente, o que fazer para não cair nelas.

    Falácias existem aos montes, mas aplicar a regra de Pareto aqui pode mudar o jogo: conhecer as mais comuns já te coloca em vantagem em qualquer debate. E um bom exercício prático é assistir a debates políticos tentando identificá-las — isso fortalece a sua escuta crítica, uma habilidade essencial para analisar, contra-argumentar e não ser manipulado.

    🔗 Ouça agora e fortaleça sua capacidade de argumentar com clareza e confiança.

    6 min
  • Você sabe o que são vieses cognitivos?

    Você já se viu perdendo uma discussão mesmo sabendo que estava certo? Estudou, tinha experiência, dominava o assunto… mas, ainda assim, a conversa não saiu como deveria? Talvez você tenha sido vítima de uma armadilha montada pelo seu próprio cérebro: os vieses cognitivos.


    Neste episódio, eu exploro como esses atalhos mentais, herdados do nosso processo evolutivo, podem distorcer nossa forma de pensar e prejudicar nossa comunicação. Você vai conhecer os cinco vieses mais comuns e entender como eles influenciam decisões, argumentos e até sua credibilidade em debates.


    O mais importante: vamos discutir como identificar e lidar com esses vieses para que suas análises e argumentos se tornem mais sólidos, claros e impactantes.


    Se você quer aprender a evitar que seu próprio cérebro jogue contra você em momentos críticos, este episódio é para você.

    5 min
  • Você é expert em comunicar a sua expertise técnica?!

    Na última semana, um vídeo antigo reapareceu no meu feed do YouTube. Ele é engraçado, exagerado e, ao mesmo tempo, assustadoramente real para quem trabalha com tecnologia.

    O vídeo satiriza uma situação que quase todo profissional técnico já viveu: a dificuldade em se comunicar com outras áreas e fazer com que sua voz seja ouvida e respeitada.

    Nesse episódio, eu comento os principais pontos que o vídeo revela sobre falhas de comunicação, como:

    • O especialista que domina tecnicamente, mas não consegue transmitir seu valor.
    • A tentativa de usar exemplos técnicos que não conectam com o público.
    • A incapacidade de influenciar a decisão final, mesmo sendo a voz mais qualificada da mesa.

    E, mais importante: compartilho o que eu faria diferente para transformar essa comunicação em algo realmente eficaz, usando técnicas práticas como analogias, framing e imposição assertiva da voz técnica.

    🔑 Lição principal:

    Não basta dominar a parte técnica. Se você não souber comunicar o impacto do que faz, suas entregas vão perder valor — e sua visibilidade como profissional também. Comunicação e excelência técnica precisam caminhar juntas.

    👉 Se você já passou por isso (ou quer evitar passar), esse episódio é para você.

    6 min
  • Mas o que é excelência técnica?

    Recebi um presente da DEFCON: a edição física comemorativa dos 40 anos da Phrack. A partir de um artigo do lendário Orange Tsai, refletimos sobre o que é, de fato, excelência técnica — não “saber tudo”, mas ter clareza do que se sabe, do que não se sabe e iterar sem parar.

    Neste episódio, uso um símbolo histórico do hacking — a Phrack Magazine, que lançou uma edição física em parceria com a DEFCON — para falar de excelência técnica. Tomo como referência um artigo do Orange Tsai (um dos pesquisadores mais respeitados do mundo) e destaco como a profundidade dos fundamentos, o cuidado com os conceitos e o nível de detalhamento comunicam autoridade real.


    O objetivo não é dissecar o artigo, mas mostrar o padrão de excelência por trás dele: começar pelos fundamentos, explicar com clareza, reconhecer limites, voltar ao início quantas vezes for preciso e transformar tentativa–erro em aprendizado sólido. A mensagem final? Excelência técnica não é um troféu; é uma jornada contínua.

    Você vai ouvir

    • Por que a Phrack é um marco cultural do hacking e o que sua edição de 40 anos simboliza.
    • O que o trabalho do Orange Tsai revela sobre profundidade técnica e rigor conceitual.
    • A diferença entre “saber tudo” e saber o que você sabe / não sabe.
    • Como iterar conscientemente: fundamentos → prática → ajustes → clareza.
    • Perguntas-guia para elevar o seu padrão de qualidade técnica no dia a dia.

    Takeaways

    • Excelência ≠ onisciência. É clareza, rigor e iteração.
    • Fundamentos primeiro. Avançado só se sustenta no básico bem dominado.
    • Comunique como especialista. Detalhe, defina conceitos e torne o raciocínio auditável.
    • Seja exigente consigo. Questione suposições, busque simplificar e medir eficiência.

    Recursos citados (adicione os links)

    • Phrack Magazine — edição comemorativa (40 anos)
    • DEFCON — conferência
    • Artigo do Orange Tsai (sobre sua trajetória e CTFs)

    Desafio prático da semana

    Escolha um tópico técnico que você “meio domina”.

    1. Liste o que você sabe e o que ainda não sabe.
    2. Reestude apenas os fundamentos por 45 minutos.
    3. Explique em 5 frases claras para alguém do seu time.
    4. Se ficou nebuloso, itere.
    5 min
  • O que a comunicação faz com a sua carreira?

    Você entrega resultado, mas sente que as pessoas não percebem o impacto? Neste episódio eu mostro, com um exemplo real de segurança (DDoS e hardening), como a mesma entrega pode soar confusa — ou absolutamente clara — dependendo de como você comunica. A tese é simples: seu valor é tão bom quanto a sua capacidade de comunicá-lo.


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    O que você vai ouvir


    • Por que 95% do público que importa para sua carreira não fala tecniquês — e como adaptar a mensagem ao contexto de negócio.
    • Dois jeitos de apresentar a mesma entrega: o “tecniquês nebuloso” vs. a narrativa clara (problema → impacto → tarefa → resultado).
    • A metáfora das escalas (técnica 9/10 vs. comunicação 4/10): o que o público enxerga é o 4/10.
    • A responsabilidade do(a) profissional técnico(a) em tornar visível o valor do que faz.


    Takeaways práticos


    • Abra pelo negócio: problema + impacto para o cliente/receita/risco antes de falar de tecnologia.
    • Evite jargões e siglas (ou traduza imediatamente).
    • Estrutura em 5 passos: Contexto → Problema → Por que importa → O que fiz → Resultado/Próximos passos.
    • Regra de ouro: sua mensagem é a vitrine da sua capacidade técnica.


    Para quem é


    Devs, analistas, engenheiros, especialistas e líderes técnicos que querem ser entendidos, reconhecidos e promovidos sem perder a profundidade técnica.


    Curtiu? Compartilhe com um(a) colega que precisa ser visto(a) pelo que entrega. E se quiser ir além, a comunidade LevelUp Tech tem conteúdo e desafios para treinar comunicação técnica como hard skill.

    7 min
  • Como você testa ideias e hipóteses?

    Nesta semana, compartilho um insight inesperado que surgiu ao reestruturar meu quiz de avaliação de carreira. Descobrimos que 100% dos participantes buscam “evidências que suportam” suas próprias hipóteses – mas será que esse é o melhor caminho? Aqui, mergulhamos nos vieses cognitivos e no método científico para entender por que refutar hipóteses pode ser mais eficaz e prático do que prová-las.

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    Dia 04 de agosto de 2025 às 20:30h -> https://landing.leveluptech.com.br/lf37s3jl/p/lp-podcast
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    🔍 Tópicos abordados

    1. Contexto do quiz
      • Nova pergunta: “Quando avaliando hipóteses, você costuma buscar evidências que as suportam ou que as refutam?”
      • Resultado surpreendente: 100% escolheram “evidências que suportam”.
    2. Viés de confirmação
      • Definição e exemplos de como nosso cérebro procura atalhos para confirmar ideias prévias.
      • Risco de criar bolhas de pensamento.
    3. Método científico e refutação
      • Por que cientistas buscam derrubar hipóteses em vez de apenas validá-las.
      • Vantagens de encontrar um único contraexemplo.
    4. Exemplo prático: internet sem sinal
      • Hipótese inicial: “o roteador está com problema”.
      • Teste de refutação simples: verificar internet no celular.
      • Descoberta final: interface Wi-Fi do computador estava desativada.
    5. Lições e recomendações
      • Nunca trate uma ideia como “estimação” fixa.
      • Mentalidade de colocar hipóteses à prova: tente refutá-las primeiro.


    Se este episódio trouxe um novo olhar sobre como você encara problemas, compartilhe suas experiências no LinkedIn e deixe um review no seu app de podcast favorito. Até a próxima!

    7 min

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