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Após nove episódios sobre a categoria Trabalho, com a presença de cinco convidadas e quatro convidados, Anderson Santos (UFAL), Gabriela Fernandes Silva, Guilherme Bernardi e Manoel Dourado Bastos (UEL) se reúnem, neste décimo e último episódio da série, para fazer um balanço do tema, dos diferentes aspectos abordados e da importância da série também para a formação.
Abertura: Mulher do Fim do Mundo (Elza Soares)
Encerramento: Technologic (Daft Punk)
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8º Encontro da Ulepicc-Brasil - https://ulepicc.org.br/8o-encontro-ulepicc-br-virtual/
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Algo muito comum na Economia Política da Informação da Comunicação e da Cultura (EPICC) é alguém se perguntar: “como estudar a partir EPC?”. Para tentar auxiliar nisso, convidamos algumas pesquisadoras e pesquisadores da área.
Neste episódio, quem responde à pergunta “Como jogar dados?” é César Bolaño, ex-presidente da Ulepicc-Brasil e atual coordenador do Grupo Temático Teoria e Epistemologia da Economia Política da Comunicação. Bolaño se apresenta, indica sua rotina de leitura e de produção e dá dicas importantes para quem quer estudar a partir da EPICC, seja estudante de Comunicação ou de Economia.
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Nesta semana, seguindo nas temáticas ligadas ao Trabalho, o Jogando Dados recebeu Ana Maria da Conceição Veloso, professora do departamento de Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco, e Rafaela Martins de Souza, doutoranda em Comunicação na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), para falar sobre relações de gênero, patriarcado e trabalho na Comunicação. Além das convidadas, contamos, novamente, com as presenças de Gabriela Fernandes Silva, Anderson Santos (UFAL), Guilherme Bernardi e Manoel Dourado Bastos (UEL).
Abertura: Mulher do Fim do Mundo (Elza Soares)
Encerramento: Technologic (Daft Punk)
Referências:
Ana Maria da Conceição Veloso, Giovana Mesquita e Rayanne Albuquerque - artigo "A REPRODUÇÃO DA DIVISÃO SEXUAL DE TRABALHO NOS GRUPOS DE MÍDIA: breve análise da situação profissional das mulheres no jornalismo" - https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/ancora/article/view/49577
Rafaela Martins de Souza e Manoel Dourado Bastos - artigo "Os fundamentos sociais do patriarcado de mídia" - https://revistas2.uepg.br/index.php/pauta/article/view/14709/209209212692
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Algo muito comum na Economia Política da Informação da Comunicação e da Cultura (EPICC) é alguém se perguntar: “como estudar a partir EPC?”. Para tentar auxiliar nisso, convidamos algumas pesquisadoras e pesquisadores da área.
Neste quarto episódio de “Como jogar dados?”, Verlane Aragão Santos, coordenadora do Grupo Temático Políticas culturais e Economia Política da Cultura, se apresenta, traz referências para estudos sobre cultura a partir da EPICC e trata de como se organiza para leitura e escrita, com destaque para a importância da base marxista para as análises no nosso subcampo e a experiência do trabalho no grupo de pesquisa Obscom-Cepos (UFS).
Algumas das referências sugeridas:
ADORNO, Theodor; HORKHEIMER, Max. Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.
ATTALI, Jacques. Ruidos: ensayo sobre la economía política de la musica. Cidade do México: Siglo veintiuno, 1995.
BOLAÑO, César Ricardo Siqueira. Indústria Cultural, Informação e Capitalismo. São Paulo: Hucitec, 2000.
BOLAÑO, C. R. S.; MASTRINI, G.; HERSCOVI, A. Economía Política de la comunicación y la cultura: una presentación. Buenos Aires: Biblos, 1999.
LEFEBVRE, Henri. Lógica formal, lógica dialética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995.
MENGER, Pierre-Michel. Retrato do Artista Enquanto Trabalhador: Metamorfoses do Capitalismo. Lisboa: Roma Editora, 2005.
Revista EPTIC: https://seer.ufs.br/index.php/eptic/
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Nesta semana, seguindo nas temáticas ligadas ao Trabalho, o Jogando Dados recebeu Ivonete da Silva Lopes, professora da Universidade Federal de Viçosa e coordenadora na Ulepicc-Brasil do Grupo Temático Estudos Críticos sobre Identidade, Gênero e Raça, e Tamiris Anunciação, estudante de jornalismo da Universidade Estadual de Londrina e estagiária da Folha de Londrina, para falar sobre relações raciais, racismo e trabalho na Comunicação. Além das convidadas, contamos, novamente, com as presenças de Anderson Santos (UFAL), Gabriela Fernandes Silva, Guilherme Bernardi e Manoel Dourado Bastos (UEL).
Abertura: Mulher do Fim do Mundo (Elza Soares)
Encerramento: Technologic (Daft Punk)
Referências:
Yasmin Santos - artigo“Letra Preta” - https://piaui.folha.uol.com.br/materia/letra-preta/
Paulo Victor Melo - capítulo de livro "Comunicação e diversidade étnico-racial: um olhar para as leis de mídia na América Latina” - http://www.editoraxeroca.com.br/2018/11/proximo-lancamento-midia-e-diversidade.html
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Algo muito comum na Economia Política da Informação da Comunicação e da Cultura (EPICC) é alguém se perguntar: “como estudar a partir EPC?”. Para tentar auxiliar nisso, convidamos algumas pesquisadoras e pesquisadores da área.
Neste terceiro episódio de “Como Jogar Dados?”, Juliana Teixeira, coordenadora do Grupo Temático Economia Política do Jornalismo, se apresenta, trata da experiência dos grupos de pesquisa Comum e JOII, na Universidade Federal do Piauí, e traça os desafios da EPC e de sua análise de Jornalismo para o ensino, a pesquisa e extensão. Esta sendo entendida como fundamental para uma relação mais ampla com a sociedade.
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Nesta semana, seguindo nas temáticas ligadas ao Trabalho, o Jogando Dados recebeu novamente Júlio Arantes, professor do curso de Jornalismo da UFAL e líder do grupo de pesquisa Cepcom, para falar sobre o método para pesquisar a comunicação em fábricas recuperadas por trabalhadores. Além do convidado, contamos, novamente, com as presenças de Anderson Santos (UFAL), Gabriela Fernandes Silva, Guilherme Bernardi e Manoel Dourado Bastos (UEL).
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Referências:
Júlio Arantes - artigo "A comunicação em fábricas recuperadas por trabalhadores: fluxos de informação ou relações de comunicação?" - https://seer.ufs.br/index.php/eptic/article/view/3379
Júlio Arantes - tese "Centralidade da atividade de comunicação e de trabalho: um estudo da comunicação em fábricas recuperadas por experiências autogestionadas" - https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27152/tde-25112015-104143/publico/JULIOARANTESAZEVEDO.pdf
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Algo muito comum na Economia Política da Informação da Comunicação e da Cultura (EPICC) é alguém se perguntar: “como estudar a partir EPC?”. Para tentar auxiliar nisso, convidamos algumas pesquisadoras e pesquisadores da área.
Neste segundo episódio de "Como Jogar Dados?", Ivonete da Silva Lopes, coordenadora do Grupo Temático Estudos Críticos sobre identidade, gênero e raça, se apresenta, dá sugestões de como escrever e estudar pela EPC, indica autoras e autores sobre as relações raciais, de racismo e a comunicação e reafirma o desafio posto à Economia Política da Comunicação para estudos sobre raça e gênero.
Referências citadas no episódio:
ALMEIDA, Silvio. Racismo estrutural. s/l: s/e, 2019. Coleção Feminismos Plurais.
ARAÚJO, Joel Zito. A negação do Brasil: o negro na telenovela brasileira. São Paulo: Editora Senac, 2000.
HARRIS, Cheryl I. Harris. Whiteness as property. Harvard Law Review, v. 106, n. 8, p. 1707-1791, jun. 1993.
HERNÁNDEZ, Tanya Katerí. Subordinação Racial No Brasil E Na América Latina: O Papel Do Estado, O Direito Costumeiro E A Nova Resposta Dos Direitos Civis. Salvador: Edufba, 2017.
HOOKS, Bell. O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras. Rio de Janeiro: Rosa dos tempos, 2018.
LEONG, Nancy. Racial capitalism. Harvard Law Review, v. 126, n. 8, p. 2152-2225, jun. 1993.
MILLS, Charles W. The Racial Contract. Ithaca/Londres: Cornell University Press, 1999.
NOBLE, Safiya Umoja. Algorithms of oppression: How search engines reinforce racism. New York: New York University Press, 2018.
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Nesta semana, seguindo nas temáticas ligadas ao Trabalho, o Jogando Dados recebeu Júlio Arantes, professor do curso de Jornalismo da UFAL e líder do grupo de pesquisa Cepcom, para falar sobre a comunicação em fábricas recuperadas por trabalhadores. Além do convidado, contamos, novamente, com as presenças de Anderson Santos (UFAL), Gabriela Fernandes Silva, Guilherme Bernardi e Manoel Dourado Bastos (UEL).
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Júlio Arantes - artigo "A comunicação em fábricas recuperadas por trabalhadores: fluxos de informação ou relações de comunicação?" - https://seer.ufs.br/index.php/eptic/article/view/3379
Júlio Arantes - tese "Centralidade da atividade de comunicação e de trabalho: um estudo da comunicação em fábricas recuperadas por experiências autogestionadas" - https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27152/tde-25112015-104143/publico/JULIOARANTESAZEVEDO.pdf
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Após a série “Dados na Mesa”, cuja temporada teve 12 episódios, iniciamos hoje uma nova. Algo muito comum na Economia Política da Informação da Comunicação e da Cultura (EPICC) é alguém se perguntar: “como estudar a partir EPC?”. Para tentar auxiliar nisso, convidamos algumas pesquisadoras e pesquisadores da área.
Em “Como jogar dados?”, teremos relatos de formas de organização para leitura, escrita, prioridades do momento e dicas. Para começar, Marco Schneider, coordenador do Grupo Temático “Estudos Críticos em Ciência da Informação”, se apresenta, indica seu direcionamento de leituras atualmente e como se organiza para a escrita.
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