Jornada :IMERSÃO COMPORTAMETAL - práxis Cristã E Imitação de CRISTO.

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By Dr. adilson neuropsicanalistaEducationSelf-Improvement
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Jornada :IMERSÃO COMPORTAMETAL - práxis Cristã E Imitação de CRISTO. episodes

  • As influências filosóficas de Martin Heidegger nas obras de Bento XVI
    Rita:
    As influências filosóficas de Martin Heidegger nas obras de Bento XVI
    Embora Bento XVI tenha reconhecido a importância do pensamento de Martin Heidegger em sua formação intelectual, sua relação com as ideias de Heidegger é complexa. Embora Heidegger tenha influenciado Bento XVI em certos aspectos, também existem diferenças e críticas significativas em relação às ideias do filósofo alemão. Aqui estão algumas das influências filosóficas de Heidegger nas obras de Bento XVI:
    1. Análise da existência humana: Heidegger é conhecido por sua análise fenomenológica da existência humana, na qual explora questões como a angústia, a temporalidade e a busca pelo sentido do ser. Essas reflexões ressoam nas obras de Bento XVI, que também examina a condição humana, a busca pelo sentido e a relação entre a fé e a existência.
    2. Hermenêutica: Heidegger desenvolveu uma abordagem hermenêutica da interpretação, que enfatiza a compreensão do ser e a interpretação da linguagem. Bento XVI também valoriza a hermenêutica e discute a importância da interpretação correta dos textos sagrados e da tradição cristã.
    3. Crítica ao tecnicismo e à alienação: Heidegger criticou a sociedade moderna por sua tendência ao tecnicismo e à alienação, argumentando que a tecnologia e a racionalidade instrumental afastam as pessoas de uma existência autêntica. Bento XVI compartilha preocupações semelhantes em relação ao avanço tecnológico e sua influência na experiência humana, enfatizando a necessidade de uma abordagem equilibrada e ética em relação à tecnologia.
    No entanto, é importante ressaltar que Bento XVI também expressou críticas e reservas em relação às ideias de Heidegger. Por exemplo, ele discorda da visão de Heidegger sobre o papel da razão e da filosofia, argumentando que a fé e a razão podem e devem estar em diálogo harmonioso, ao contrário da visão heideggeriana de que a razão é incapaz de revelar a verdade do ser.
    Em suma, enquanto Bento XVI reconhece a influência de Heidegger em sua formação intelectual e se apropria de certos conceitos e abordagens fenomenológicas, ele também faz distinções e críticas em relação às ideias do filósofo alemão.
    Quais são as principais críticas de Bento XVI às ideias de Heidegger?
    Bento XVI expressou algumas críticas às ideias de Martin Heidegger. Aqui estão algumas delas:
    1. Visão sobre a razão: Uma das críticas de Bento XVI em relação a Heidegger está relacionada à visão deste último sobre a razão. Enquanto Heidegger tende a enfatizar a limitação da razão e sua incapacidade de alcançar a verdade última, Bento XVI argumenta que a razão humana é capaz de conhecer e compreender a realidade, incluindo a existência de Deus. Para Bento XVI, a fé e a razão não estão em oposição, mas podem e devem estar em diálogo harmonioso.
    2. Relação com a tradição filosófica e teológica: Bento XVI também critica Heidegger por sua abordagem desvinculada da tradição filosófica e teológica. Enquanto Heidegger busca uma abordagem radicalmente inovadora, questionando e desconstruindo conceitos tradicionais, Bento XVI valoriza a continuidade com a tradição e acredita que é importante construir sobre o conhecimento e a sabedoria acumulados ao longo dos séculos.
    3. Ideias sobre o ser e a transcendência: Bento XVI discorda da concepção de Heidegger sobre o ser e a transcendência. Heidegger tende a enfatizar o ser como algo imanente à existência humana, enquanto Bento XVI enfatiza a transcendência de Deus e a capacidade humana de se abrir para o divino. Bento XVI acredita que a busca pelo sentido último da existência inclui uma dimensão transcendental que vai além da experiência imediata.
    Essas são algumas das principais críticas que Bento XVI faz às ideias de Heidegger. No entanto, é importante notar que Bento XVI também reconhece o valor das contribuições de Heidegger para a filosofia e a fenomenologia, embora busque integrar essas perspectivas em seu próprio pensamento teológico e filosófico de maneira crítica e reflexiva.
    1 hr 12 min
  • A Filosofia da Religião do Papa Bento XVI
    Rita:
    Heidegger foi um dos principais expoentes da fenomenologia no século XX e suas ideias têm sido importantes para o desenvolvimento da fenomenologia cristã.
    Bento XVI valorizou a abordagem fenomenológica de Heidegger, especialmente em relação à análise da existência humana e à busca pelo sentido do ser. Ele incorporou elementos da fenomenologia em seu próprio pensamento teológico, a fim de compreender e descrever de maneira mais precisa a experiência humana na relação com Deus.
    Além disso, Heidegger também influenciou Bento XVI na ênfase dada ao caráter histórico e temporal da existência humana. A atenção de Heidegger à temporalidade, à finitude e à autenticidade ressoaram nas reflexões de Bento XVI sobre a condição humana e a busca pelo sentido. Bento XVI buscou integrar a perspectiva fenomenológica com a visão cristã da salvação e da relação com Deus, enfatizando a importância da experiência pessoal e autêntica da fé.
    No entanto, é importante ressaltar que a influência de Heidegger na fenomenologia de Bento XVI não foi uma aceitação acrítica. Bento XVI também fez críticas e distinções em relação às ideias de Heidegger, especialmente quando se tratava de questões teológicas e metafísicas. Ele buscou integrar a fenomenologia com a tradição filosófica e teológica estabelecida, enfatizando a relação entre fé e razão e a importância da revelação divina na compreensão da experiência humana.
    Quais foram as principais críticas de Bento XVI às ideias de Heidegger?
    Bento XVI expressou algumas críticas importantes às ideias de Martin Heidegger. Aqui estão algumas das principais críticas:
    1. Reducionismo antropológico: Bento XVI criticou a visão de Heidegger de que a existência humana é fundamentalmente imanente e autossuficiente. Enquanto Heidegger enfatiza a finitude e a temporalidade como aspectos centrais da existência humana, Bento XVI argumenta que essa visão pode levar a um reducionismo antropológico, desconsiderando a dimensão transcendental e espiritual do ser humano. Bento XVI enfatiza a abertura do ser humano para a transcendência e a busca por Deus como algo inerente à natureza humana.
    2. Desvalorização da tradição: Bento XVI critica a tendência de Heidegger de se afastar da tradição filosófica e teológica estabelecida. Enquanto Heidegger busca uma abordagem radicalmente inovadora, questionando e desconstruindo conceitos tradicionais, Bento XVI valoriza a riqueza da sabedoria acumulada ao longo dos séculos. Ele acredita que a tradição filosófica e teológica é um recurso importante para a compreensão da realidade e da experiência humana, e que é necessário construir sobre essa base de conhecimento.
    3. Desprezo pela razão: Bento XVI discorda da visão de Heidegger de que a razão é limitada e incapaz de acessar a verdade última. Enquanto Heidegger tende a enfatizar a dimensão misteriosa e inescrutável do ser, Bento XVI argumenta que a razão humana é capaz de conhecer e compreender a realidade, incluindo a existência de Deus. Ele defende uma visão mais otimista da razão como uma capacidade humana que pode ser aprimorada e iluminada pela fé.
    4. Distanciamento da teologia: Bento XVI também critica o distanciamento de Heidegger em relação à teologia. Enquanto Heidegger se concentra principalmente em questões filosóficas e existenciais, Bento XVI valoriza a contribuição da teologia para a compreensão da existência humana e da relação com Deus. Ele argumenta que a filosofia e a teologia devem estar em diálogo, buscando uma compreensão mais profunda da realidade e da experiência humana.
    Essas são algumas das principais críticas que Bento XVI faz às ideias de Heidegger. Embora ele reconheça o valor das contribuições de Heidegger para a fenomenologia e a filosofia em geral, ele busca integrar essas perspectivas em seu próprio pensamento teológico e filosófico de maneira crítica e reflexiva.
    Como Bento XVI integra as perspectivas de Heidegger em seu próprio pensamento teológico e filosófico?
    Bento XVI integra...
    49 min
  • A Filosofia da Religião do Papa Bento XVI
    Rita:
    Heidegger foi um dos principais expoentes da fenomenologia no século XX e suas ideias têm sido importantes para o desenvolvimento da fenomenologia cristã.
    Bento XVI valorizou a abordagem fenomenológica de Heidegger, especialmente em relação à análise da existência humana e à busca pelo sentido do ser. Ele incorporou elementos da fenomenologia em seu próprio pensamento teológico, a fim de compreender e descrever de maneira mais precisa a experiência humana na relação com Deus.
    Além disso, Heidegger também influenciou Bento XVI na ênfase dada ao caráter histórico e temporal da existência humana. A atenção de Heidegger à temporalidade, à finitude e à autenticidade ressoaram nas reflexões de Bento XVI sobre a condição humana e a busca pelo sentido. Bento XVI buscou integrar a perspectiva fenomenológica com a visão cristã da salvação e da relação com Deus, enfatizando a importância da experiência pessoal e autêntica da fé.
    No entanto, é importante ressaltar que a influência de Heidegger na fenomenologia de Bento XVI não foi uma aceitação acrítica. Bento XVI também fez críticas e distinções em relação às ideias de Heidegger, especialmente quando se tratava de questões teológicas e metafísicas. Ele buscou integrar a fenomenologia com a tradição filosófica e teológica estabelecida, enfatizando a relação entre fé e razão e a importância da revelação divina na compreensão da experiência humana.
    Quais foram as principais críticas de Bento XVI às ideias de Heidegger?
    Bento XVI expressou algumas críticas importantes às ideias de Martin Heidegger. Aqui estão algumas das principais críticas:
    1. Reducionismo antropológico: Bento XVI criticou a visão de Heidegger de que a existência humana é fundamentalmente imanente e autossuficiente. Enquanto Heidegger enfatiza a finitude e a temporalidade como aspectos centrais da existência humana, Bento XVI argumenta que essa visão pode levar a um reducionismo antropológico, desconsiderando a dimensão transcendental e espiritual do ser humano. Bento XVI enfatiza a abertura do ser humano para a transcendência e a busca por Deus como algo inerente à natureza humana.
    2. Desvalorização da tradição: Bento XVI critica a tendência de Heidegger de se afastar da tradição filosófica e teológica estabelecida. Enquanto Heidegger busca uma abordagem radicalmente inovadora, questionando e desconstruindo conceitos tradicionais, Bento XVI valoriza a riqueza da sabedoria acumulada ao longo dos séculos. Ele acredita que a tradição filosófica e teológica é um recurso importante para a compreensão da realidade e da experiência humana, e que é necessário construir sobre essa base de conhecimento.
    3. Desprezo pela razão: Bento XVI discorda da visão de Heidegger de que a razão é limitada e incapaz de acessar a verdade última. Enquanto Heidegger tende a enfatizar a dimensão misteriosa e inescrutável do ser, Bento XVI argumenta que a razão humana é capaz de conhecer e compreender a realidade, incluindo a existência de Deus. Ele defende uma visão mais otimista da razão como uma capacidade humana que pode ser aprimorada e iluminada pela fé.
    4. Distanciamento da teologia: Bento XVI também critica o distanciamento de Heidegger em relação à teologia. Enquanto Heidegger se concentra principalmente em questões filosóficas e existenciais, Bento XVI valoriza a contribuição da teologia para a compreensão da existência humana e da relação com Deus. Ele argumenta que a filosofia e a teologia devem estar em diálogo, buscando uma compreensão mais profunda da realidade e da experiência humana.
    Essas são algumas das principais críticas que Bento XVI faz às ideias de Heidegger. Embora ele reconheça o valor das contribuições de Heidegger para a fenomenologia e a filosofia em geral, ele busca integrar essas perspectivas em seu próprio pensamento teológico e filosófico de maneira crítica e reflexiva.
    Como Bento XVI integra as perspectivas de Heidegger em seu próprio pensamento teológico e filosófico?
    Bento XVI integra
    49 min
  • Progressismo da filosofia da religião cristã catolica atual
    Rita:
    Progressismo positivista da filosofia do papa francisco
    O papa Francisco é conhecido por trazer uma abordagem progressista e positivista em sua filosofia e ensinamentos. Ele busca promover uma visão de mundo baseada na justiça social, na solidariedade e no cuidado com os mais vulneráveis. O progressismo positivista é uma combinação de ideias progressistas, que buscam a transformação e o avanço da sociedade, com elementos do positivismo, que valorizam a ciência, a razão e a observação empírica.
    Uma das características mais marcantes da filosofia do papa Francisco é a ênfase na inclusão e no respeito pela diversidade. Ele defende a importância de acolher e valorizar todas as pessoas, independentemente de sua origem étnica, religião, orientação sexual ou condição social. O papa Francisco tem se manifestado a favor dos direitos humanos, da igualdade de gênero e da proteção dos direitos dos migrantes e refugiados.
    Além disso, o papa Francisco tem um forte compromisso com a justiça social e a luta contra a pobreza. Ele critica o atual sistema econômico global, que muitas vezes gera desigualdades extremas e exploração dos mais pobres. O papa Francisco defende a importância de uma economia mais solidária e sustentável, que priorize o bem-estar das pessoas e o cuidado com o meio ambiente.
    No campo da moralidade, o papa Francisco tem adotado uma abordagem mais flexível em relação a certas questões polêmicas, como o divórcio, a contracepção e a homossexualidade. Ele tem enfatizado a importância do diálogo e da compreensão mútua, em vez de adotar uma postura rígida e condenatória. Esse aspecto de sua filosofia tem gerado debates dentro da Igreja Católica, com alguns elogiando sua abertura e outros criticando-o por afastar-se de certas doutrinas tradicionais.
    Em resumo, o progressismo positivista da filosofia do papa Francisco abraça uma visão de mundo que busca a transformação social, a justiça, a igualdade e o cuidado com os mais vulneráveis, ao mesmo tempo em que valoriza a ciência, a razão e a busca pela verdade. Suas ideias têm influenciado não apenas a Igreja Católica, mas também o debate público global sobre questões sociais e morais.
    Quais são algumas das críticas que a filosofia do papa Francisco tem recebido dentro da Igreja Católica?
    A filosofia do papa Francisco tem recebido críticas dentro da Igreja Católica de diferentes setores, especialmente daqueles que são mais conservadores em relação a questões teológicas e morais. Algumas das críticas mais comuns incluem:
    1. Flexibilização moral: O papa Francisco tem adotado uma postura mais flexível em relação a certas questões morais, como o divórcio, a contracepção e a homossexualidade. Essa abordagem tem sido criticada por aqueles que defendem uma interpretação mais tradicional dos ensinamentos da Igreja, que consideram essas práticas como moralmente erradas.
    2. Amalgamação de ideias seculares: O papa Francisco tem buscado dialogar com ideias e movimentos seculares, como o ambientalismo, o feminismo e a defesa dos direitos LGBTQ+. Alguns críticos argumentam que isso pode levar à diluição dos princípios religiosos e à adesão de uma agenda secular contrária aos ensinamentos da Igreja.
    3. Ambiguidade teológica: O papa Francisco tem sido acusado de ser ambíguo em suas declarações teológicas, especialmente em relação a questões morais controversas. Essa ambiguidade tem gerado confusão e divisão dentro da Igreja, com diferentes interpretações dos ensinamentos papais.
    4. Falta de clareza doutrinária: Alguns críticos argumentam que o papa Francisco não tem sido claro o suficiente na definição e reafirmação de certas doutrinas e dogmas da Igreja. Isso tem levado a interpretações variadas e até mesmo contraditórias dentro da comunidade católica.
    É importante ressaltar que essas críticas não são unânimes e existem diferentes correntes de pensamento dentro da Igreja Católica. Enquanto alguns veem as abordagens do papa Francisco como uma renovação positiva.
    26 min
  • Encíclica e exortação papal sobre filosofia catolica
    Até o meu conhecimento atualizado em setembro de 2021, não existem encíclicas ou exortações papais específicas que abordem exclusivamente a filosofia católica. No entanto, há documentos papais que mencionam a importância da filosofia para a compreensão da fé católica e para o diálogo com outras disciplinas acadêmicas. Aqui estão algumas encíclicas e exortações que contêm referências relevantes à filosofia:
    1. "Fides et Ratio" (Fé e Razão) - Encíclica do Papa São João Paulo II, publicada em 1998, que aborda a relação entre fé e razão. Embora não seja exclusivamente sobre filosofia, o documento explora a importância da filosofia para a compreensão da fé e enfatiza a necessidade de um diálogo fecundo entre fé e razão.
    2. "Caritas in Veritate" (Caridade na Verdade) - Encíclica do Papa Bento XVI, publicada em 2009, que trata da justiça social e do desenvolvimento humano. Embora não seja especificamente sobre filosofia, o documento enfatiza a necessidade de uma visão antropológica correta para abordar questões sociais e econômicas, destacando a relação entre ética, verdade e desenvolvimento.
    3. "Evangelii Gaudium" (A Alegria do Evangelho) - Exortação Apostólica do Papa Francisco, publicada em 2013, que trata do anúncio do Evangelho no mundo atual. Embora não seja centralmente focada na filosofia, o documento menciona a importância da reflexão filosófica para a missão evangelizadora da Igreja.
    Esses são apenas alguns exemplos de documentos papais que mencionam a filosofia em diferentes contextos. Embora a Igreja Católica tenha uma rica tradição filosófica, é importante observar que a filosofia católica é um campo amplo e diversificado, que se desenvolve através de contribuições de filósofos católicos ao longo da história. Portanto, além dos documentos papais, existem muitos outros escritos e estudos filosóficos de estudiosos católicos que abordam a filosofia de forma mais aprofundada.
    28 min
  • Curso de Filosofia da Religião Cristã Católica
    Rita:
    Quais são os principais filósofos católicos que contribuíram para a tradição filosófica da Igreja?
    A tradição filosófica da Igreja Católica é rica e abrange uma ampla gama de pensadores ao longo dos séculos. Aqui estão alguns dos principais filósofos católicos que contribuíram significativamente para a tradição filosófica da Igreja:
    1. Santo Agostinho (354-430): Agostinho de Hipona é um dos pensadores mais influentes da tradição católica. Ele desenvolveu uma filosofia que combinava elementos do platonismo com a teologia cristã, abordando temas como o conhecimento, a natureza do tempo, a vontade, a graça divina e o mal.
    2. Santo Tomás de Aquino (1225-1274): Tomás de Aquino é considerado um dos maiores filósofos e teólogos da história da Igreja Católica. Ele desenvolveu uma síntese entre a filosofia aristotélica e a teologia cristã, conhecida como tomismo. Suas obras, como a "Suma Teológica", exploram temas como a natureza de Deus, a ética, a epistemologia e a filosofia da mente.
    3. São Boaventura (1217-1274): Boaventura foi um contemporâneo de Tomás de Aquino e também fez contribuições significativas para a filosofia católica. Ele desenvolveu uma abordagem mística e espiritual para a filosofia, enfatizando a importância da contemplação e da experiência mística para o conhecimento de Deus.
    4. Blaise Pascal (1623-1662): Pascal foi um filósofo, matemático e cientista francês que fez contribuições importantes para a filosofia católica. Ele abordou temas como a natureza humana, a existência de Deus e a relação entre fé e razão. Sua obra mais conhecida é o "Pensées", uma coleção de fragmentos filosóficos e religiosos.
    5. Karol Wojtyła, também conhecido como Papa São João Paulo II (1920-2005): Antes de se tornar papa, João Paulo II era um filósofo e teólogo renomado. Ele escreveu extensivamente sobre ética, fenomenologia e antropologia pessoal, enfatizando a dignidade e a liberdade humana. Sua filosofia pessoal influenciou seu pontificado e suas encíclicas.
    Esses são apenas alguns exemplos dos principais filósofos católicos que contribuíram para a tradição filosófica da Igreja. Há muitos outros pensadores católicos notáveis, cada um com suas próprias contribuições e enfoques filosóficos.
    Certamente! Aqui estão mais alguns filósofos católicos notáveis que contribuíram para a tradição filosófica da Igreja:
    6. São Boécio (480-524): Boécio foi um filósofo e teólogo romano que desempenhou um papel importante na preservação e tradução de obras filosóficas clássicas. Sua obra mais famosa, "A Consolação da Filosofia", aborda questões como a natureza do bem, o problema do mal e a relação entre a providência divina e o livre arbítrio.
    7. John Henry Newman (1801-1890): Newman foi um teólogo, filósofo e cardeal britânico que teve um impacto significativo no pensamento católico. Ele defendeu uma abordagem epistemológica conhecida como "iluminação do intelecto" que enfatiza a importância da fé e da razão na busca da verdade.
    8. Edith Stein (1891-1942): Stein foi uma filósofa e teóloga alemã-judia que se converteu ao catolicismo e se tornou freira carmelita. Ela fez contribuições significativas para a fenomenologia e a filosofia da pessoa, explorando temas como a identidade pessoal, a natureza da consciência e a relação entre fé e razão.
    9. Étienne Gilson (1884-1978): Gilson foi um filósofo francês que se concentrou na filosofia medieval, especialmente nas obras de Tomás de Aquino. Ele defendeu a importância da filosofia cristã medieval como uma tradição filosófica distinta e influente.
    10. Alasdair MacIntyre (1929- ): MacIntyre é um filósofo escocês que aborda questões éticas e políticas. Embora não seja estritamente um filósofo católico, sua obra "After Virtue" é influenciada pela tradição tomista e pela ética católica, explorando a ética das virtudes e a crise moral na sociedade moderna.
    Esses filósofos católicos oferecem uma visão diversificada e abrangente da tradição filosófica da Igreja, abordando uma ampla gama de questõe
    19 min
  • Saúde emocional top 10: DA NEUROPSICOESPIRITUALIDADE AO NÍVEL DA CURA
    acordo com trabalhos neurocientíficos, a prática da oração e da meditação ativam a região do cérebro que está relacionado à emoção, em especial o lobo frontal e o sistema límbico. Essas áreas são responsáveis pelas funções cognitivas e comportamentais, respectivamente.
    a medicina diz sobre a oração?
    — A crença religiosa é um poderoso comportamento que possibilita às pessoas terem esperança e motivação quando adoecem. Isso liberta em seus corpos mecanismos de cura naturais — afirmou o médico.
    os benefícios da oração?
    Ela faz parte do nosso crescimento espiritual, é uma ação de fé que nos conecta com Deus. Só que os benefícios da oração vão muito além do fortalecimento da espiritualidade cotidiana. Há tempos a Ciência vem estudando os efeitos da oração e seus benefícios para a saúde.
    a fé pode curar?
    Estudos estão comprovando que “a fé pode ser uma grande aliada da saúde, faz bem para a imunidade, melhora a resposta a processos de quimioterapia ou radioterapia, por exemplo, e ainda pode ajudar a combater depressão, ansiedade e problemas de sono. Durante a oração, há um aumento das beta-endorfinas cerebrais, o que pode contribuir para a sensação de bem-estar e analgesia”, destaca o psiquiatra. “Também pode-se ter efetiva interferência nos parâmetros cardiovasculares, como a pressão arterial, a qualidade do sono e o estado de humor”, cita.
    que acontece no cérebro na oração?
    A descarga dopaminérgica é tão grande quanto a do amor, só que ele libera também vaso, opressina, noria, prinefina e cortisol. Porque a oração, ao contrário do que muita gente pensa, ela não te relaxa como meditação. Ela te estimula, ela estimula teu cérebro, ela te faz 1 conexão que você parece que não tinha aí.
    a ciência diz sobre a oração?
    O estudo também constatou que a oração é muito semelhante a um treinamento físico para o cérebro. “Quando você olha para a maneira como o cérebro funciona, parece ser muito facilmente capaz de participar de práticas religiosas e espirituais…
    Resumo: efeito da oração no corpo humano?
    Ao orar ou rezar como alguns falam, ficamos mais relaxados e usamos mais nosso instinto, a atividade cerebral é boa parte silenciosa principalmente no córtex cerebral e no lobo frontal, onde estão concentrados as noções de futuro e as percepções sobre nós mesmos e aparentemente rezar ou orar é uma das melhores maneiras ...
    56 min
  • Curso :gestão, reeducação e resignificacao neuropsicoemocional
    é quando entendemos e avaliamos cada sentimento antes mesmo de agir em relação a ele. Assim, temos uma maior capacidade de tomar uma atitude sábia e que realmente apresente bons resultados. Previa 1 bônus....Sempre que uma emoção surgir, pare por um momento e reflita "o que estou pensando agora é baseado em fatos?" ...
    Questione julgamentos pré-estabelecidos. ...
    Mude de ambiente quando necessário. ...
    Mude de posição. ...
    Repare na entonação da sua voz. ...
    Respire fundo.
    56 min

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