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Pesquisa Quaest mostra que a desaprovação ao presidente Lula chegou a 57%, a maior desde o início do mandato, enquanto a aprovação caiu para 40%. O levantamento ouviu mais de 2 mil pessoas entre 29 de maio e 1º de junho, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
Destaques incluem maior desaprovação entre católicos e ricos, empate técnico entre eleitores com ensino fundamental e entre os mais pobres, e recuperação da aprovação no Nordeste. A percepção negativa sobre a economia diminuiu, mas a maioria ainda sente queda no poder de compra.
Sobre o escândalo do INSS e aumento do IOF, 31% responsabilizam o governo Lula pelos desvios, e 50% desaprovam o aumento do imposto. Nova pesquisa sobre a eleição de 2026 será divulgada em breve.
A Procuradoria-Geral da República pediu ao STF a prisão da deputada Carla Zambelli (PL-SP), após ela deixar o Brasil alegando motivos de saúde. Condenada a 10 anos por invasão ao sistema do CNJ em 2023, Zambelli também deve pagar R$ 2 milhões por danos coletivos. Segundo as investigações, ela foi a mandante da ação, executada por Walter Delgatti, para emitir um falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.
Nesta terça-feira (3), a bancada do RCC News da Jovem Pan Maringá recebeu o vereador do PT em Maringá, Mário Verri. Entre os assuntos foi conversado sobre os trabalhos na Câmara de Vereadores, a gestão Silvio Barros e muito mais.
O Ministério da Justiça do Brasil recebeu um ofício do governo dos Estados Unidos com críticas à atuação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O documento, de caráter informativo, expressa preocupação com decisões judiciais que, segundo os norte-americanos, impactam empresas dos EUA, como a plataforma Rumble, que se recusou a remover contas de aliados do ex-presidente Bolsonaro.
Embora não contenha pedidos formais, o ofício gerou preocupação diplomática. O governo brasileiro adota uma postura cautelosa diante do tema, especialmente após declarações críticas de Donald Trump ao STF. Especialistas alertam para possíveis tensões nas relações bilaterais. A situação está sendo monitorada, mas ainda não houve resposta oficial.
Fernanda Dias, da Visaway Solutions, atua há mais de três anos como paralegal na área de imigração nos EUA, prestando assessoria para todos os tipos de vistos. Ela e o marido, ambos advogados, vivem nos Estados Unidos desde 2018.
O governo do ex-presidente Donald Trump anunciou restrições de visto a autoridades estrangeiras acusadas de censurar cidadãos americanos, especialmente nas redes sociais. A medida, segundo o secretário de Estado Marco Rubio, pode afetar pessoas da América Latina e Europa e até seus familiares. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, foi citado por aliados de Trump como possível alvo das sanções.
Trump também voltou a atacar a Universidade de Harvard, ameaçando cortar US$ 3 bilhões em verbas por considerá-la “antissemita”. Ele afirmou querer uma lista de estudantes estrangeiros para identificar possíveis “radicais”. O governo americano deve cancelar contratos com a universidade que somam US$ 100 milhões.
O Governo Federal prepara uma proposta para regulamentar redes sociais, que precisa ser aprovada antes de ir ao Congresso. Enquanto isso, o STF deve julgar em breve a responsabilidade das plataformas pelos conteúdos postados.
A Advocacia-Geral da União pediu ações urgentes contra desinformação. O julgamento foca na exigência de ordem judicial para remoção de conteúdos, com opiniões divididas entre os ministros.
O Comitê Gestor da Internet lançou consulta pública até 17 de junho para debater princípios da regulamentação, como privacidade e liberdade de expressão. Lembre-se: a lei obriga a citar a fonte ao reproduzir matérias jornalísticas, respeitando o direito do autor.
Após o senador Marco Rubio citar a possibilidade de sanções dos EUA contra o ministro Alexandre de Moraes pela Lei Magnitsky, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro criticou o STF nas redes sociais, dizendo que Moraes e sua equipe podem causar uma crise diplomática. Eduardo está nos EUA buscando apoio político enquanto seu pai, Jair Bolsonaro, enfrenta investigações por tentativa de golpe.
O STF autorizou um inquérito contra Eduardo por suposta coação e obstrução de investigações. A PGR acusa-o de tentar influenciar autoridades americanas a sancionar membros do STF, MP e PF para proteger o ex-presidente. Eduardo chamou o inquérito de “medida injusta” e falou em “regime de exceção” no Brasil.
Em entrevista ao nosso programa, o analista tributário Marcos Luchiancenko explicou quem precisa declarar o Imposto de Renda, quais documentos são necessários e como fazer a declaração corretamente. Ele também destacou a importância de evitar erros para não cair na malha fina e lembrou dos prazos para envio à Receita. Uma conversa essencial para quem ainda tem dúvidas sobre o IR.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), voltou a ser cotado como possível candidato à Presidência em 2026. Durante evento de filiação de Guilherme Derrite ao PP, ele defendeu a união de partidos de centro e direita contra o presidente Lula. Sem citar nomes, criticou o governo federal e disse que seu grupo político tem um projeto sólido para o país. Nos bastidores, o encontro foi visto como um indicativo da candidatura de Derrite ao governo de SP e do fortalecimento de Tarcísio no cenário nacional. Lideranças de diversos partidos marcaram presença.
A Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down entrou com uma ação no STF contra duas leis do Paraná que permitem repasses de verbas públicas a escolas especiais, como as APAEs. A entidade defende que todos os alunos com deficiência devem estudar em escolas regulares, com inclusão e apoio adequado. A ação pede a suspensão das leis e o fim da matrícula em escolas especiais.
A iniciativa gerou reação imediata no Paraná. Uma comitiva liderada pelo presidente da Assembleia Legislativa foi a Brasília pedir ao ministro Dias Toffoli que não conceda a liminar. Parlamentares e entidades como a APAE Curitiba defendem o modelo atual, alegando que ele respeita a realidade das famílias e garante o direito de escolha. O STF deve decidir se mantém as regras estaduais ou muda o modelo de atendimento educacional às pessoas com deficiência.
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