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A guerra comercial entre EUA e China, iniciada por Donald Trump, intensificou-se com sucessivos aumentos de tarifas. Desde fevereiro, os dois países impõem taxas cada vez mais altas sobre importações mútuas, afetando diversos setores globais. Em abril, Trump elevou as tarifas sobre produtos chineses para 125%, enquanto reduziu temporariamente taxas para outros países. A União Europeia também retaliou com medidas contra os EUA. A escalada aumentou a instabilidade nos mercados financeiros, afetando o dólar e bolsas mundiais. No Brasil, o Ibovespa subiu e o dólar caiu, mas o real segue desvalorizado. A China ainda emitiu alertas para viagens aos EUA.
Pesquisa Datafolha aponta que 52% dos brasileiros defendem a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro por suposta tentativa de golpe de Estado. Outros 42% são contra e 7% não opinaram. A maioria (52%) acredita que ele não será preso. O apoio à prisão varia por região, religião e nível de escolaridade. O levantamento ouviu mais de 3 mil pessoas entre 1º e 3 de abril, com margem de erro de dois pontos percentuais.
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, afirmou que o país “vai revidar até o fim” se os Estados Unidos mantiverem o aumento de tarifas sobre produtos chineses. A declaração responde à ameaça de Donald Trump de impor uma taxa de 50% sobre importações da China, caso o país não retire tarifas de 34% sobre produtos americanos. Wang classificou a medida como “chantagem” e prometeu resistência.
Na abertura da ExpoLondrina, realizada na última sexta-feira (4) em Londrina (PR), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) surpreendeu ao descartar o governador Ratinho Júnior (PSD) como possível candidato à Presidência da República em 2026. Segundo Bolsonaro, uma das vagas ao Senado pelo Paraná contará com o apoio dele para o deputado federal Filipe Barros (PL), natural de Londrina. A outra, contrariando especulações políticas no estado, será destinada ao próprio governador Ratinho Júnior.
A declaração ocorre no momento em que Ratinho Júnior articula nos bastidores uma candidatura ao Palácio do Planalto, visando a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A sinalização de Bolsonaro veio após um almoço entre os dois, no Palácio Iguaçu, em Curitiba, antes da viagem à ExpoLondrina.
O presidente Lula (PT) segue como favorito para a eleição de 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada ontem. Encomendado pela Genial Investimentos, o levantamento ouviu 2.004 pessoas entre 27 e 31 de março e tem margem de erro de dois pontos.
Num eventual segundo turno contra Jair Bolsonaro (PL), hoje inelegível, Lula tem 44% das intenções de voto, contra 40% do ex-presidente. Contra Michelle Bolsonaro, Lula marca 44% e ela, 38%. Já contra Tarcísio de Freitas, o placar é 43% a 37%, e contra Ratinho Junior, 42% a 35%, sempre com o petista à frente.
Apesar disso, a rejeição a Lula subiu e atingiu 55% dos eleitores — maior índice desde o início do governo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (2) a imposição de uma tarifa de 10% sobre produtos importados do Brasil. A medida faz parte de um novo pacote de políticas comerciais adotadas pelo governo norte-americano.
Durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca, no evento denominado “Dia da Libertação”, Trump apresentou uma tabela com as taxas que serão aplicadas a diferentes parceiros comerciais dos EUA. Segundo o republicano, a alíquota de 10% será o ponto de partida, mas países específicos poderão enfrentar tarifas ainda mais elevadas.
O anúncio reforça a postura protecionista da administração Trump e marca mais um capítulo no endurecimento das relações comerciais dos Estados Unidos com o restante do mundo.
A desaprovação ao desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu 53,6%, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg. A aprovação ficou em 44,9%, enquanto 1,5% dos entrevistados não souberam responder.
No levantamento anterior, realizado em fevereiro, a desaprovação era de 53% e a aprovação de 45,7%.
A pesquisa ouviu 4.659 pessoas entre os dias 20 e 24 de março, com margem de erro de 1 ponto percentual para mais ou para menos e índice de confiança de 95%.
O estudo também avaliou a percepção sobre a administração federal. Para 49,6% dos entrevistados, o governo Lula é “ruim” ou “péssimo”, enquanto 37,4% classificam como “ótimo” ou “bom” e 12,5% consideram “regular”.
O governo dos EUA, liderado por Donald Trump, publicou um relatório acusando o Brasil e outros países de impor barreiras comerciais contra produtos americanos. O documento de 397 páginas critica as altas taxas de importação brasileiras sobre etanol, cachaça e eletrônicos, classificando-as como desleais. O “National Trade Estimate Report on Foreign Trade Barriers” foi divulgado dois dias antes do anúncio de Trump sobre o “tarifaço”, que será implementado amanhã. O presidente dos EUA prometeu tarifas recíprocas a países que cobram impostos sobre produtos americanos, sem detalhar as alíquotas.
O relatório também destaca que o Brasil impõe altas tarifas sobre setores como automóveis, tecnologia e eletrônicos, criando incerteza para os exportadores dos EUA. Em resposta, o presidente Lula afirmou que, se a questão das tarifas sobre aço e alumínio não for resolvida na OMC, o Brasil poderá retaliar com sobretaxas.
Débora Rodrigues dos Santos, acusada de participação nos atos de 8 de janeiro de 2023, foi transferida para prisão domiciliar por decisão do STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República. Ela estava presa desde março do ano passado e responde por crimes como associação criminosa e dano ao patrimônio público, após pichar a estátua "A Justiça". Em audiência, pediu desculpas e afirmou que não sabia da gravidade dos atos. Agora, deve cumprir medidas como tornozeleira eletrônica e restrições de redes sociais. O julgamento segue pendente, com a possibilidade de uma pena de 14 anos. O Partido Liberal avalia lançá-la como candidata em 2026, embora sua condenação possa a tornar inelegível.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, não pretende pautar o projeto de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, evitando desgastes com o STF. Diante disso, o PL busca avançar com a PEC que limita o foro privilegiado, o que pode levar o caso de Jair Bolsonaro à primeira instância. O partido também tenta obstruir votações, mas enfrenta resistência, já que siglas do centro e do centrão veem a anistia como uma pauta sem ganhos políticos.
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