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A Transparência Internacional expressou sua insatisfação com a falta de clareza do governo Lula em relação à primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, popularmente chamada de Janja. O Palácio do Planalto rejeitou solicitações para que fossem divulgados dados sobre despesas com helicóptero, alimentação e a agenda de compromissos de Janja. A Casa Civil defendeu que, por não ocupar um cargo público, ela não é obrigada a registrar ou compartilhar sua agenda. Além disso, o governo também se opôs a fornecer informações sobre as visitas dos filhos de Lula ao Planalto, assim como a liberação de imagens das câmeras de segurança do local, que estão ligadas aos eventos ocorridos em 8 de janeiro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva começa a segunda metade do mandato com uma piora na avaliação do governo. Pela primeira vez nesta gestão, a desaprovação supera a aprovação e chega a quase metade da população (49%), segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (27). A percepção negativa sobre a administração foi de 31% em dezembro para 37% e é maior do que a positiva, que caiu de 33% para 31%. A regular passou de 34% para 28%.
Lula registra o pior resultado de seu terceiro mandato segundo as pesquisas feitas pelo instituto desde fevereiro de 2023. O preço dos alimentos pode dar uma pista sobre essa percepção: 83% afirmaram que houve aumento no último mês.
O governo brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores, anunciou que solicitará explicações formais aos Estados Unidos sobre o tratamento considerado “degradante” dispensado a brasileiros deportados recentemente. Na última sexta-feira (24), um voo procedente dos EUA trouxe 88 brasileiros deportados, que desembarcaram em Manaus (AM) algemados e relataram maus-tratos durante a viagem.
Este incidente ocorre em um contexto de intensificação das deportações de brasileiros pelos Estados Unidos. Entre 27 de janeiro de 2023 e 10 de janeiro de 2025, durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Aeroporto Internacional de Confins, em Minas Gerais, recebeu 32 voos fretados pelo governo norte-americano, totalizando 3.660 brasileiros deportados.
Diante de sua inelegibilidade até 2030, o ex-presidente Jair Bolsonaro tem explorado alternativas para manter sua influência política nas eleições de 2026. Em entrevista recente, ele sugeriu a possibilidade de sua esposa, Michelle Bolsonaro, concorrer à Presidência, desde que, em caso de vitória, ela o nomeie ministro da Casa Civil.
Bolsonaro também mencionou outros possíveis candidatos, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro. No entanto, ao considerar Michelle como candidata, ele parece demonstrar preferência por manter a liderança dentro do núcleo familiar, alfinetando outros aliados que aspiram ao cargo.
O Tribunal de Contas da União (TCU) bloqueou R$ 6 bilhões do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação, por irregularidades fiscais. O órgão apontou que os recursos, provenientes de fundos como o FGO e Fgeduc, não constam no orçamento da União, desrespeitando regras fiscais.
A decisão, confirmada pelo ministro Augusto Nardes, alerta que o modelo do programa compromete a credibilidade fiscal, podendo causar fuga de investidores e impacto negativo na economia.
A Advocacia Geral da União (AGU) recorreu, afirmando que o bloqueio prejudicará alunos e pediu suspensão da medida ou prazo para ajuste até 2026.
Com tudo isso, o deputado Kim Kataguiri protocolou um pedido de impeachment contra o presidente Lula, alegando crime de responsabilidade pelo uso do valor sem autorização legislativa, conforme apontado pelo TCU. Ele também sugeriu que os pagamentos poderiam ter influenciado as eleições de 2024.
Durante uma reunião ministerial realizada na última segunda-feira (20), o presidente Lula (PT) indicou pela primeira vez que pode não disputar a reeleição em 2026, condicionando sua decisão à “vontade de Deus”. Ele mencionou episódios de risco recente, como problemas técnicos em uma viagem de avião e uma cirurgia na cabeça após uma queda, que reforçaram suas reflexões sobre o futuro.
O presidente Donald Trump após sua posse cumpriu todos os decretos que havia anunciado em sua campanha, entre eles retirou o Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde e do Acordo de Paris, suspendeu o banimento do Tiktok, e declarou emergência energética com foco na produção de gás e petróleo. Além disso, perdoou invasores do capitólio, fim do programa da diversidade e controle da imigração na fronteira com o México.
Hoje o mundo volta os olhos para os Estados Unidos para posse de Donald Trump que assume novamente a presidência em cerimônia que deve acontecer a partir das 8 horas da manhã, horário de Brasília, com apresentações musicais com início previsto para 11h30 e o juramento às 2 horas da tarde.
O evento acontece em um local fechado por conta o frio intenso em Washington e o desfile presidencial será em uma arena esportiva próxima.
A posse de Trump pode influenciar na relação entre Brasil e EUA?
Nesta sexta-feira (17) esteve nos estúdios da rádio Jovem Pan Maringá, o secretario de saúde do Paraná, Beto Preto que comentou um pouco sobre o repasse de R$ 19 milhões ao Hospital Universitário para a retomada de obras na instituição. Segundo ele, o repasse é uma “reparação de uma dívida histórica” já que o hospital é o principal porta de entrada para emergência e urgência de Maringá e região.
A bancada do RCC News questionou o secretario sobre o funcionamento do Hospital Metropolitano de Sarandi que está sobre intervenção do estado, os esforços contra a dengue e a novela sobre o Hospital Psiquiátrico Maringá.
A Receita Federal informou nesta quarta-feira (15) que revogou a norma que ampliava a fiscalização sobre transações financeiras realizadas pelo Pix. A medida foi anunciada pelo secretário Robinson Barreirinhas e justificada pelo aumento de desinformação que gerou pânico entre os usuários e facilitou a ação de golpistas utilizando o sistema de pagamentos. A norma, em vigor desde o início do ano, permitia que a Receita acessasse informações de transações acima de R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 15 mil para empresas, com o objetivo de combater fraudes e sonegação fiscal. No entanto, a medida foi alvo de distorções nas redes sociais, onde circularam informações falsas de que o Pix seria taxado.
Para conter os rumores, o governo anunciou que editará uma Medida Provisória (MP) para reforçar o sigilo bancário e garantir que o Pix não será tributado. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou que a MP é uma resposta às fake news propagadas por setores da oposição e outros grupos com “intenções inescrupulosas”. “Decidimos revogar a norma para impedir que seja usada como base para desinformação. Nosso objetivo é proteger o Pix e preservar sua credibilidade junto à população”, afirmou Haddad em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.
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