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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou na tarde desta segunda-feira (30) um novo decreto, que estabelece um aumento no salário mínimo, que passará R$ 1.518 a partir de 1º de janeiro de 2025. O novo valor representa um aumento de R$ 106,00 (7,5%) em relação ao piso deste ano, que está em R$ 1.412,00. Lula estava acompanhado dos ministros Luiz Marinho (Trabalho e Emprego), Fernando Haddad (Fazenda), Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e da ministra em exercício da Casa Civil, Miriam Belchior.
O cálculo do novo salário mínimo foi de 4,84% (segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) dos últimos 12 meses até novembro) e mais os 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), ganho real acima da inflação, segundo norma aprovada pelo Congresso Nacional.
O final de semana foi agitado com a possibilidade do
Mas o juiz João Alexandre Cavalcanti Zarpellon, da 6ª
Uma pesquisa da Febraban realizada pelo Ipespe revelou que 49% dos brasileiros acreditam em melhorias no país para 2025, mesma porcentagem de outubro, mas abaixo dos 59% registrados em dezembro de 2023. A percepção de piora subiu de 23% em outubro para 28% em dezembro. A maioria (66%) avalia que 2024 foi melhor (40%) ou igual (26%) a 2023, uma queda de 13 pontos em relação ao ano anterior. Por outro lado, o percentual dos que veem piora no ano corrente subiu de 20% para 32%. O levantamento ouviu 2 mil pessoas entre 5 e 9 de dezembro.
O decreto publicado pelo Ministério da Justiça para regulamentar o uso da força por policiais em todo o país virou alvo de críticas de governadores de oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Uma pesquisa do Datafolha revelou que 51% dos brasileiros têm mais medo da polícia do que confiança, enquanto 46% confiam mais. Entre os entrevistados, 63% têm conhecimento de casos de violência policial em São Paulo, sendo 34% bem informados. A desconfiança é maior entre mulheres (56%) e pessoas pretas (59%) em comparação a homens (52%) e brancos (45%). Eleitores de Lula também registram maior temor (58%) do que os de Bolsonaro (40%). A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre 12 e 13 de dezembro, com margem de erro de dois pontos percentuais.
O Senado brasileiro aprovou, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que integra o pacote de redução de despesas apresentado pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva. A votação ocorreu nesta quinta-feira (19) e resultou em 55 votos a favor e 18 contra. No primeiro turno, a proposta já havia recebido apoio, com um placar de 53 a 21.Para que o texto fosse aprovado, era requisitado o voto de 49 parlamentares, no mínimo.
Em linhas gerais, as principais medidas do texto limita o pagamento de supersalários do funcionalismo público; muda regras no pagamento do abono salarial; e altera a destinação de parte dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Presidente da Câmara de vereadores de Maringá comentou sobre a última gestão, destacando os pontos positivos e negativos destes 4 anos e o que espera da nova gestão que começa em 2025.
Uma pesquisa do Datafolha divulgada nesta terça-feira (17.dez.2024) revela que 35% dos eleitores brasileiros avaliam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como “bom” ou “ótimo”. Por outro lado, 34% consideram a gestão “ruim” ou “péssima”, enquanto 29% classificam como regular e 1% não soube opinar.
Os números mostram uma avaliação inferior à registrada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao final de seu mandato, em 2022. Naquele período, uma pesquisa realizada entre os dias 19 e 20 de dezembro indicava que 39% dos brasileiros consideravam o governo Bolsonaro “bom” ou “ótimo”, enquanto 37% o avaliavam como “ruim” ou “péssimo”.
De acordo com uma pesquisa do Datafolha divulgada nesta segunda-feira (16), 34% dos brasileiros consideram o desempenho de Fernando Haddad como ministro da Fazenda ruim ou péssimo, enquanto 27% avaliam de forma positiva. O levantamento foi realizado nos dias 12 e 13 de dezembro, duas semanas após o anúncio do pacote fiscal.
Além disso, 34% dos entrevistados classificaram a atuação de Haddad como regular, e 5% não souberam opinar.
A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 113 cidades do país.
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