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O deputado federal Sargento Fahur (PSD-PR) afirmou nesta quinta-feira (28.nov.2024) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os 36 outros indiciados pela Polícia Federal no inquérito do golpe estão “todos condenados”. Segundo o parlamentar, se estivesse na mesma situação, já estaria “preparando a maleta para ir para o Paraguai ou a Argentina”.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta quarta-feira (27), em pronunciamento oficial na cadeia de rádio e televisão, um pacote que prevê o corte de gastos de R$ 70 bilhões em 2025 e 2026. As medidas incluem a limitação para o crescimento do salário mínimo, restrição para o abono salarial e um aumento na taxação de impostos dos “super-ricos”.
A Polícia Federal concluiu que as provas do inquérito sobre a suposta tentativa de golpe de Estado gestada no governo Jair Bolsonaro “demonstram de forma inequívoca” que o ex-presidente “planejou, atuou e teve o domínio de forma direta e efetiva dos atos executórios realizados pela organização criminosa que objetivava a concretização de um golpe de Estado e da abolição do Estado Democrático de Direito”. Segundo os investigadores, o golpe não se consumou em razão de “circunstâncias alheias à vontade” de Bolsonaro.
O ex-presidente Jair Bolsonaro, do PL, revelou que a possibilidade de um estado de sítio foi analisada no final de seu mandato, mas negou qualquer envolvimento em um golpe de Estado. Em suas declarações, ele enfatizou que “golpe de Estado é uma coisa séria” e que tal assunto nunca foi debatido durante sua gestão. “É como o Temer disse hoje. O Temer disse uma obviedade: golpe de Estado tem que ter a participação de todas as Forças Armadas, senão não é golpe de Estado. Ninguém dá golpe de Estado em um domingo, em Brasília, com pessoas que estavam aí com bíblias debaixo do braço e bandeira do Brasil na mão, nem usando estilingue e bolinha de gude e muito menos batom. Não tinha um comandante. […] Vamos tirar da cabeça isso aí. Ninguém vai dar golpe com um general da reserva e meia dúzia de oficiais. Da minha parte nunca houve discussão de golpe”, disse o ex-presidente. Além disso, Bolsonaro afirmou não ter conhecimento de planos que visassem prender ou assassinar o presidente eleito Lula, o vice Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes. O ex-presidente afirmou que a palavra golpe “nunca esteve” em seu dicionário. “Não faço e jamais faria algo fora das quatro linhas”. Para ele, “dá para resolver os problemas do Brasil dentro da Constituição”.
Na semana passada, informamos aqui na Jovem Pan que o ex-diretor do Hospital
Neste final de semana, um vídeo que circulou em aplicativos de mensagens
A Polícia Federal concluiu o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, juntamente com os ex-ministros Braga Netto, Paulo Sérgio Nogueira e Augusto Heleno, além de mais 33 indivíduos. As acusações incluem tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado democrático de direito e formação de organização criminosa. O relatório resultante foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para análise.
O tenente-coronel Mauro Cid será ouvido na tarde de hoje no Supremo Tribunal Federal (STF), após a Polícia Federal identificar omissões e contradições em seu depoimento. A audiência foi convocada e será conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes.
No despacho que determinou a oitiva, Moraes destacou a necessidade do procedimento devido às inconsistências entre os depoimentos de Mauro Cid, que aderiu à colaboração premiada, e os avanços das investigações da Polícia Federal no âmbito da Operação Contragolpe. Essa operação revelou detalhes de uma suposta trama envolvendo militares, que visava a realização de um golpe de Estado e o assassinato de autoridades em 2022.
Os investigadores acreditam que Mauro Cid tenha ocultado informações e nomes relevantes durante sua colaboração.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (19), a Operação Contragolpe, com o objetivo de desarticular uma suposta organização criminosa responsável por planejar, segundo as investigações, um golpe de Estado para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2022. A operação é resultado de apurações sobre ações ilícitas que ocorreram nos meses de novembro e dezembro de 2022, e que, conforme a PF, contaram com um alto nível de conhecimento técnico-militar.
Os alvos de mandado de prisão preventiva são: Mario Fernandes, general da reserva e ex-assessor da Presidência de Jair Bolsonaro, Hélio Ferreira Lima, tenente-coronel do Exército Brasileiro, Rafael Martins de Oliveira, major do Exército Brasileiro, Rodrigo Bezerra de Azevedo, major Exército Brasileiro, e Wladimir Matos Soares, policial federal. Todos, com exceção de Soares, são integrantes do “kids pretos”, nome dado aos oficiais formados pelo Curso de Operações Especiais do Exército Brasileiro.
O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) determinou a suspensão do programa Parceiro da Escola, iniciativa do governo estadual. A decisão foi proferida na última sexta-feira (15) pelo conselheiro Fabio Camargo. Segundo a assessoria do TCE, a suspensão tem validade até pelo menos o dia 27 deste mês, quando ocorrerá a próxima sessão do Pleno. Nessa reunião, os sete conselheiros poderão decidir pela manutenção ou revogação da liminar. Enquanto isso, a decisão segue em vigor, e o governo já anunciou que irá recorrer.
A medida liminar foi concedida em resposta a um pedido de cautelar apresentado pelo deputado estadual Professor Lemos (PT). De acordo com a assessoria do parlamentar, a ação foi motivada por “diversas irregularidades”, incluindo a ausência de estudos técnicos e a violação da Constituição Federal, que assegura igualdade de condições no ensino público.
O Paraná é o sétimo estado mais seguro do Brasil e Maringá aparece em terceiro lugar entre as 10 cidades paranaenses tidas como mais seguras. O levantamento foi publicado neste mês pelo Guia My Side, e o ranking usou dados do Painel de Monitoramento de Mortalidade da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), do Ministério da Saúde, e do Censo 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Curitiba ficou na 7ª colocação entre as capitais, e considerando todo o estado a cidade mais segura é Arapongas (4,9), bem à frente de Fazenda Rio Grande (14,6), Maringá (15,1), São José dos Pinhais (16,7), Cambé (17,3), Colombo (19,2), Umuarama (20,3), Pinhais (20,8), Toledo (21,8) e Guarapuava (22,1). O indicador refere-se a assassinatos por 100 mil habitantes.
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