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Os partidos políticos brasileiros acumulam uma dívida de pelo menos R$ 378 milhões inscrita na dívida ativa da União. Esse montante pode ser perdoado ou refinanciado em condições favoráveis caso a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Anistia, de número 9/2023, já aprovada pela Câmara dos Deputados, receba o aval do Senado.
O levantamento, realizado pelo Poder360 com base em informações da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) de março deste ano, revela a extensão das dívidas partidárias. A metodologia utilizada na pesquisa está detalhada no final do texto.
A PEC da Anistia, que busca aliviar as finanças dos partidos políticos, tem gerado debates acalorados tanto na esfera pública quanto no Congresso. Se aprovada pelo Senado, poderá resultar em um impacto significativo nas finanças públicas e na administração das dívidas partidárias.
De acordo com dados da Organização das Nações Unidas, o número de brasileiros subnutridos caiu para 8,4 milhões no período entre 2021 e 2023. No entanto, com um índice de 3,9% da população nessa situação, o Brasil ainda faz parte do mapa da fome da ONU, que exige um índice de 2,5% para deixar a lista.
“Que tome um chá de camomila”, disse, nesta terça-feira (23), o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, um dia depois de seu contraparte brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, expressar preocupação com as advertências do venezuelano sobre um “banho de sangue” se a oposição vencer as eleições presidenciais de domingo (28). “Eu não disse mentiras. Apenas fiz uma reflexão. Quem se assustou que tome um chá de camomila”, declarou Maduro, sem mencionar expressamente Lula. “Na Venezuela vai triunfar a paz, o poder popular, a união cívico-militar-policial perfeita”.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou neste domingo que não concorrerá à reeleição. Em uma declaração oficial, Biden afirmou que a decisão foi tomada “no melhor interesse do meu partido e do país”.
Em seu pronunciamento, Biden também declarou seu apoio à vice-presidente Kamala Harris como substituta na corrida presidencial. “Kamala tem sido uma parceira inestimável e acredito que ela é a pessoa certa para liderar nosso país rumo ao futuro”, disse Biden.
Essa decisão surpreendente ocorre em meio a um cenário político conturbado, onde o Partido Democrata busca manter sua liderança nas próximas eleições.
Durante um comício em sua campanha pela reeleição, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, fez declarações alarmantes, prevendo um “banho de sangue” e uma “guerra civil fratricida” caso não seja reeleito. O discurso foi realizado na paróquia de La Vega, em Caracas, onde Maduro fez referência a “fascistas”, sem especificar a quem se referia. Ele enfatizou seu desejo de alcançar “a maior vitória da história eleitoral do nosso povo”. Algumas pesquisas de opinião indicam que Maduro está atrás de Edmundo González, um ex-diplomata que se tornou seu principal rival nesta eleição. González conta com o apoio de María Corina Machado, líder da oposição, que tem conquistado eleitores ao prometer restaurar a democracia e reunir famílias separadas pela migração.
Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (17) que “não custa nada fazer universidades” e expressou descontentamento com as críticas à política fiscal do governo. As declarações foram feitas durante o encerramento da Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, realizada na capital federal.
“Toda vez que a gente vai discutir um assunto qualquer sempre aparece um artigo no jornal, sempre aparece um artigo na revista, sempre aparece um comentarista na televisão para dizer vai gastar muito”, disse o petista.
“A pergunta que eu faço é a seguinte: quanto custou esse país não cuidar das coisas certas no tempo certo?”, declarou o presidente. “Não custa nada fazer universidade, fazer instituto federal e formar pessoas”, afirmou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu ser necessária uma regulação “urgente” das grandes empresas de tecnologia, as chamadas big techs. O chefe do Executivo disse que deve se reunir nesta semana com o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, para tratar sobre o tema, e defendeu a construção de proposta sobre o assunto ouvindo empresários e os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). “Cabe ao Palácio do Planalto ter uma posição. E quero te dizer com muita veemência de que não é possível essas empresas continuarem ganhando dinheiro disseminando mentiras, disseminando inverdades, fazendo provocação, campanha contra vacina, campanha favorável a isso, campanha favorável àquilo, sem levar em conta nenhum compromisso com a verdade”, disse o petista, em trecho de entrevista divulgado nesta terça-feira, 16, ao Jornal da Record. A entrevista foi concedida nesta manhã, e a íntegra será publicada à noite.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu tornar públicas as conversas entre o ex-presidente Jair Bolsonaro, o ex-diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) Alexandre Ramagem, o então ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Augusto Heleno e as advogadas Luciana Pires e Juliana Bierrenbach. Nessas conversas, Bolsonaro mencionou que Wilson Witzel, ex-governador do Rio de Janeiro, teria prometido resolver a investigação do caso de “rachadinha” no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj, mas teria pedido em troca uma vaga no STF — não fica claro se para ele ou para outra pessoa. Além disso, o presidente demonstrou preocupação com a possibilidade de estar sendo gravado e aconselhou cautela.
Donald Trump foi alvo de um atentado no sábado (13) durante um comício em Butler, no estado americano da Pensilvânia. O ex-presidente dos Estados Unidos discursava quando o som de um tiro foi ouvido. Ele reagiu imediatamente, levando todos a se abaixarem em busca de proteção. Quando se levantou, tinha sangue na orelha e na bochecha.
Já o atirador foi identificado, Thomas Matthew Crook, de 20 anos, da cidade de Bethel Park, há 85 km (53 milhas) da cidade do comício. O atirado havia se posicionou no telhado de um prédio nas cercanias do local do comício, ele estava com um fuzil AR-15.
Autoridades em todo mundo repudiaram o ataque, aqui no Brasil, Lula e Bolsonaro se pronunciaram sobre o caso.
A Polícia Federal revelou que a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) monitorou ilegalmente diversas autoridades, incluindo ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), deputados federais, senadores, servidores públicos e jornalistas. A descoberta foi feita durante a quarta fase da Operação Última Milha, que resultou na prisão de quatro auxiliares do ex-chefe da Abin, Alexandre Ramagem, e membros do chamado “gabinete do ódio”. Entre os monitorados pela Abin paralela estavam ministros do STF como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux, além de parlamentares como Arthur Lira, Rodrigo Maia, Kim Kataguiri e Joice Hasselmann. Também foram alvo de monitoramento o ex-governador João Doria, servidores do Ibama, auditores da Receita e jornalistas renomados.
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