
Sign up to save your podcasts
Or


O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu, nesta quarta-feira (26), que pessoas flagradas com até 40 gramas de maconha ou seis plantas fêmeas...
O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa usou suas redes sociais nesta segunda-feira (24) para tecer algumas críticas ao sistema político brasileiro, inclundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem apoiou nas eleições de 2022. Barbosa afirmou que Lula é "omisso em muitas questões" e o chamou de conservador "à la carte". Além disso, o ex-membro do Supremo criticou a capacidade do presidente de liderar o país, sem especificar áreas. A declaração de Barbosa ocorre em meio a uma crise na articulação política do governo e derrotas no Congresso Nacional. Barbosa também criticou o Legislativo, chamando-o de retrógrado e omisso, e afirmou que o país é "acéfalo" em questões sociais.
O presidente da câmara, Arthur Lira (PP-AL), decidiu liberar todos os deputados de comparecerem fisicamente ao trabalho nesta semana, em virtude dos festejos de São João. A medida segue o exemplo do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Durante toda a semana, os parlamentares terão a possibilidade de participar das votações de forma remota, sem a necessidade de se deslocarem até Brasília.
A liberação, inicialmente solicitada pela bancada do nordeste da Câmara, foi estendida para todos os membros do plenário. Lira, aliás, estava propenso a dar o benefício apenas aos parlamentares provenientes dos estados nordestinos, mas mudou de ideia após conversa com os líderes partidários.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (19), por 14 a 12 votos, relatório sobre projeto de lei que propõe a legalização de cassinos e jogos de azar, como bingo e jogo do bicho, no Brasil. O tema agora deve ser remetido ao plenário da Casa.
Nesta sexta-feira (21) esteve nos estúdios da Jovem Pan Maringá, o ex-deputado estadual e atual secretário de planejamento do Paraná, Guto Silva. Ele comentou sobre vários assuntos como a educação do Paraná, obras de infraestrutura, política e muito mais.
Com quase um ano e meio de seu terceiro mandato à frente do Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é aprovado por 36% da população brasileira, de acordo com os números da nova pesquisa do Datafolha, divulgada nesta terça-feira (18).
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados está prevista para votar hoje, terça-feira (18), uma proposta que pode alterar o mercado de trabalho juvenil no Brasil. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC), em discussão desde 2011, sugere a possibilidade de contratos de trabalho específicos para jovens a partir dos 14 anos.
O projeto, de autoria do deputado Dilceu Sperafico (PP-PR), e sob relatoria de Gilson Marques (Novo-SC), busca adaptar a legislação às novas demandas do setor trabalhista juvenil. Caso receba o aval da CCJ, a proposta seguirá para análise mais detalhada em uma comissão especial, antes de ser votada em plenário.
O presidente do PL (Partido Liberal), Valdemar Costa Neto, afirmou em propaganda veiculada na TV que Jair Bolsonaro decidirá os candidatos a presidente e vice do partido para as eleições de 2026, caso sua situação eleitoral seja mantida. Costa Neto ressaltou a importância de Bolsonaro na escolha dos candidatos, destacando que ele é quem possui os votos necessários para a candidatura. Apesar de estar inelegível até 2030, de acordo com decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Bolsonaro ainda é visto como uma figura influente no cenário político brasileiro. Nomes como os dos governadores Tarcísio de Freitas, Romeu Zema e Ronaldo Caiado são especulados como possíveis sucessores do ex-presidente, representando a direita no pleito de 2026.
A Câmara dos Deputados aprovou, por 302 votos a 142, o regime de urgência para o Projeto de Resolução 32/24, da Mesa Diretora, que permite a este órgão suspender por até seis meses, por medida cautelar, o mandato de deputado federal acusado de quebra de decoro parlamentar. O projeto será colocado em votação no Plenário nesta quarta-feira (12).
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (5), a urgência de votação para um projeto de lei que equipara ao crime de homicídio o aborto realizado após 22 semanas de gestação e com viabilidade do feto, mesmo quando a mulher grávida tenha sido vítima de estupro, em uma iniciativa de enfrentamento ao Supremo Tribunal Federal (STF). A votação aconteceu de modo simbólico e sem que o nome do projeto fosse citado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Alguns parlamentares sequer perceberam o que estava sendo definido. A votação de urgência acelera a tramitação do projeto.
From the publisher's feed