
Sign up to save your podcasts
Or


O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Alexandre de Moraes, rejeitou o recurso do ex-presidente Jair Bolsonaro e do ex-ministro Walter Braga Netto contra a condenação por abuso de poder político e econômico nas comemorações do Bicentenário da Independência. A decisão tornou os dois inelegíveis por oito anos e aplicou multas de R$ 425.640 e R$ 212.820, respectivamente. O TSE considerou que Bolsonaro e Braga Netto cometeram conduta vedada ao utilizar bens públicos em sua campanha, misturando o evento oficial do 7 de Setembro com um ato de campanha.
Ontem (23) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que a filha de todo mundo compra "bugigangas" internacionais vendidas por lojas como Shopee, Shein e outras pelo e-commerce. "Quando discuti com o [vice-presidente Geraldo] Alckmin, eu disse: 'Sua mulher compra, minha mulher compra, a filha do [presidente da Câmara, Arthur] Lira compra, a filha de todo mundo compra", disse Lula.
O presidente ainda afirmou que, caso o Congresso aprove o projeto que taxa compras internacionais de até US$ 50, deve vetar. "A tendência é vetar", disse o presidente, fazendo uma rápida pausa, "mas a tendência pode ser negociar".
Em uma decisão unânime, a Justiça Eleitoral rejeitou as acusações de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação contra o senador Sergio Moro. Este veredito assegura a continuidade de seu mandato, trazendo alívio ao político e seus apoiadores. Após a divulgação do resultado, Moro destacou o suporte incondicional de sua equipe, suplentes do Senado, e, de forma especial, sua família. Além disso, o senador também discutiu seu futuro político e sua postura em relação ao governo atual. Ele esclareceu que não tem intenções de concorrer à Presidência em 2026, optando por apoiar a candidatura de Ronaldo Caiado, governador e membro do União Brasil.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) absolveu o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) da acusação de abuso de poder econômico durante a pré-campanha nas eleições de 2022. A decisão foi unânime e seguiu o voto do relator da ação, Floriano de Azevedo Marques. O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná também rejeitou a cassação do mandato do senador.
O presidente Lula vai participar na manhã desta terça da solenidade de abertura da 25ª edição da Marcha a Brasília em Defesa dos Munícipios, mais conhecida como "Marcha dos prefeitos". O petista vai prestigiar os gestores municipais após a crise que se instalou por conta da suspensão da desoneração da folha de pagamento de municípios e de diversos setores produtivos até 2027, a pedido do governo, no fim do mês passado.
O número de mortos pelas chuvas no Rio Grande do Sul se mantém em 155 neste domingo (19), de acordo com o último balanço divulgado pela Defesa Civil estadual. Ao todo, há ainda 89 pessoas desaparecidas - dado que apresenta uma diminuição em relação ao sábado. As autoridades estimam que a catástrofe tenha afetado a vida de 2,3 milhões de moradores de 463 municípios até agora - 93% do total. Há 540.633 pessoas desalojadas e 76.955 em abrigos.
O STF formou maioria nesta 5ª feira (16) para manter decisão que negou um habeas corpus preventivo apresentado em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Cármen Lúcia, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Dias Toffoli e Edson Fachin acompanharam o relator, ministro Kassio Nunes Marques.
Ontem (15) durante evento em São Leopoldo para anunciar repassar para o Rio Grande do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou surpresa ao constatar a expressiva presença de pessoas negras no estado. A fala repercutiu nas redes sociais.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pode votar na quarta-feira (8) o projeto de lei que que torna crime a intolerância política, prevendo punições para diversos tipos de condutas (PL 2.885/2022). A proposta define intolerância política como a prática de violência, hostilidade ou qualquer forma de discriminação motivada por orientação política ou partidária.
O texto, do senador Renan Calheiros (MDB-AL), recebeu voto favorável do relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), que inclui emendas ao texto
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu uma bronca em seus ministros nesta 2ª feira (13) ao discursar no início da reunião ministerial convocada de emergência para discutir as ações do governo federal de ajuda ao Rio Grande do Sul. O chefe do Executivo pediu que evitem anunciar publicamente uma ideia sem antes transformá-la em uma política pública.
From the publisher's feed