As obras do metro do Porto afetam a rotina diária dos utentes de transportes públicos. Do lado de Gaia, Paulo Mendonça garante que gasta mais 1h30 todos os dias para fazer o trajeto casa-trabalho, trabalho-casa. Maria Teixeira, por seu turno, queixa-se dos tempos de espera pelo autocarro. Pela parte do metro do Porto, Tiago Braga, do Conselho de Administração, garante que a procura por este transporte ainda não chegou aos níveis pré-pandemia. O túnel de Santo Ovídio vai estar encerrado nos próximos 18 meses.