Kitsch

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By KitschTV & Film
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Kitsch episodes

  • Ep. 10: KitschTok

    O TikTok é um fenômeno incontestável. Vídeos curtos sobre qualquer coisa que vier a cabeça dos criadores fizeram dele a principal rede social dos últimos anos. E como toda rede social, o TikTok possui conteúdo com qualidade absolutamente questionável. O Kitsch não perderia a oportunidade de falar mal das dancinhas de Obsessed, das dublagens ridículas, e das trollagens cheias de humor e piadas. Yzzy tentou dar uma de advogada, mas o app é indefensável. Saia do TikTok agora mesmo, para nos ouvir descascando a trend que você acabou de fazer.

    CRÉDITOS:

    Produção e Locução: Celophane, Dominique, Lulinha e Yzzy;

    Direção e Roteiro: Dominique;

    Edição: Celophane;

    Arte: Lulinha. 


    51 min
  • Ep. 09: O Teu Habbo

    No episódio mais cringe do podcast até então, escolhemos analisar um hotel icônico que teve seu auge de popularidade no final dos anos 2000 e na década de 2010. Não é o Instant, nem Trivago, nem Transilvânia, nem Zack e Cody. O Habbo Hotel, que chegou ao Brasil em 2006, fez parte da nossa infância e com certeza marcou uma geração. Apesar do design e jogabilidade limitados e simples, o jogo nos dava inúmeras possibilidades de criação e interação, fruto das mentes criativas da comunidade. Nesse episódio, seguindo a sequência de produtos nostálgicos, relatamos um pouco da nossa experiência de rabo, digo, Habbo, com muita emoção, saudosismo e piadas de duplo sentido. Agora, aconchegue seu bobba no sofá e nos acompanhe nessa jornada virtual e temporal sobre um dos espaços mais controversos que a internet já viu.


    CRÉDITOS:

    Produção e Locução: Celophane, Lulinha e Yzzy; 

    Direção: Lulinha;

    Roteiro: Yzzy; 

    Edição: Celophane; 

    Arte: Sampo Karjalainen e Lulinha.

    57 min
  • Ep. 08: Crepúsculo
    Para o oitavo episódio do podcast, decidimos trazer Crepúsculo, um longa-metragem de 2008 que foi um sucesso mundial da década de 2010. A narrativa é focada em um vampiro vegetariano que mata animais chamado Edward Cullen e uma adolescente que dirige muito mal chamada Isabella Swan. Eles se conhecem quando Bella se muda para Forks e passa a estudar na escola que Edward, com 108 anos, frequenta. Será que a Bella descobre o que ele é? Ela vai dizer alto e claro? Ela está com medo? Nesse episódio, iremos debater sobre essa adaptação do livro de Stephenie Meyer que conquistou nossos corações.
    CRÉDITOS:
    Produção e Locução: Celophane, Dominique, Lulinha e Yzzy;
    Direção: Dominique;
    Roteiro: Lulinha;
    Edição: Celophane;
    Arte: Joey Lawrence e Lulinha.
    1 hr 3 min
  • Ep. 07: Largados e Pelados

    Largados e Pelados é (mais) uma série de sobrevivência distribuída pelo canal estadunidense Discovery. O programa mostra uma dupla de pessoas com os mais diversos conhecimentos (ou falta deles) tentando resistir a 21 dias em um ambiente selvagem, cada um munido de um utensílio de sua preferência, e totalmente nus. Nesse cenário hostil, os participantes enfrentam os mais variados desafios na sua busca pela superação, e apenas os mais preparados conseguem alcançar o objetivo final, que é um ponto de resgate marcado em um mapa. Nesse clima selvagem, nós lançamos o questionamento: quão ficcional um reality show pode ser?


    CRÉDITOS:

    Produção e Locução: Celophane, Dominique e Yzzy

    Direção: Dominique

    Roteiro e Edição: Celophane

    Arte: Lulinha

    48 min
  • Ep. 06: Wonkaverso
    Para o nosso sexto episódio, preparamos o tema perfeito para você escutar enquanto saboreia os chocolates que sobraram da páscoa. A Fantástica Fábrica de Chocolate é uma história que surgiu em um livro homônimo de 1964, e já foi adaptada duas vezes para o cinema. O primeiro filme, de 1971, tem Gene Wilder interpretando o icônico Willy Wonka, que comanda uma emblemática fábrica de doces quase mágicos. Já a versão de 2005 traz Johnny Depp no papel do chocolateiro. No episódio de hoje, tentamos comparar os dois filmes, apontar as principais diferenças entre eles e analisar alguns aspectos problemáticos das tramas. Independentemente de qual seja a melhor adaptação, chegamos a um consenso: em ambos os casos, os protagonistas não são as crianças, muito menos Wonka, e sim os oompa loompas. E lembrem-se sempre que “chocolate não precisa ter sentido. É por isso que é doce.” CRÉDITOS:
    Produção e Locução: Celophane, Dominique, Lulinha e Yzzy;
    Direção: Dominique;
    Roteiro: Yzzy;
    Edição: Celophane;
    Arte: Lulinha.
    1 hr 11 min
  • Ep. 05: ARTPOP

    ARTPOP é o terceiro álbum de estúdio da cantora estadunidense Lady Gaga. Polêmico, ambicioso e cheio de intenções, ARTPOP mergulha em referências que não se conversam, e ressurge como uma obra incomum para a música pop. Talvez, seja o álbum mais Kitsch da história. Hoje, navegaremos no universo criado por Gaga, as particularidades do seu trabalho e o porquê dessa ser uma obra difícil de ser digerida. Just put your paws up, e venha com a gente!

    CRÉDITOS:

    Produção e Locução: Celophane, Donatella, Lulinha e Yzzy;

    Direção e Roteiro: Donatella;

    Edição: Celophane;

    Arte: Sandro Botticelli e Lulinha.

    53 min
  • Ep. 04: Furacão 2000

    "Tá dominado! Tá tudo dominado!". O grito de guerra da Furacão 2000, produtora musical e audiovisual, expressa bem o seu tamanho na cultura brasileira. Hoje, o Kitsch irá explorar razões por trás do impacto de um dos maiores empreendimentos de mídia do Brasil, como ela influenciou na popularização do funk, e fará uma revisitação em alguns dos maiores sucessos exportados pela gigante carioca.


    CRÉDITOS:

    Produção e Locução: Celophane, Dominique e Lulinha;

    Direção: Dominique;

    Roteiro: Celophane e Dominique;

    Edição: Celophane;

    Arte: Lulinha.

    56 min
  • Ep. 03: Tempo perdido?

    No terceiro episódio analisamos O Homem do Futuro (2011), um filme roteirizado e dirigido por Cláudio Torres. Seria O Homem do Futuro a inspiração cinematográfica de Interestelar? O que Cláudio Torres têm que faltou em Christopher Nolan? Por que a versão de Tempo Perdido na voz Alinne Moraes é tão boa? Com opiniões sinceras, discutimos carinhosamente sobre porquê a ficção científica pode ser kitsch. 

    CRÉDITOS:

    Produção e Locução: Celophane, Dominique, Lulinha e Yzzy;

    Direção: Dominique;

    Roteiro: Lulinha, Dominique e Yzzy;

    Edição: Celophane;

    Arte: Lulinha. 


    58 min
  • Ep. 02: Airbn-kitsch

    O tema do segundo episódio é Instant Hotel, um reality australiano descoberto por Yzzy nas vielas obscuras da Netflix. O que acontece quando se juntam 20 pessoas em uma competição de design nada convencional? Em meio a casas cafonas e participantes excêntricos, o entretenimento é a única certeza garantida.

    CRÉDITOS:

    Produção e Locução: Dominique, Lulinha e Yzzy;

    Direção: Dominique;

    Roteiro: Yzzy, Lulinha e Dominique;

    Edição: Celophane;

    Arte: Lulinha.

    1 hr 17 min
  • Ep. 01: Man-rato

    Na estreia de Kitsch, falaremos sobre Manhattan, filme de 1979, dirigido e roteirizado por Woody Allen. A obra foi (e ainda é) considerada um dos grandes trabalhos do cineasta estadunidense, mas como será que a visão de mundo do respeitado artista soa em 2021?


    CRÉDITOS:

    Produção e Locução: Celophane, Dominique, Lulinha e Yzzy;

    Direção: Dominique;

    Roteiro: Dominique, Yzzy e Lulinha;

    Edição: Celophane;

    Arte: Lulinha.




    1 hr 5 min

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Kitsch é uma palavra alemã usada para caracterizar produtos culturais de qualidade duvidosa. A vida não seria interessante sem doses de diversão, e o pior do entretenimento sempre pode nos garantir…