Em um mundo no qual não se aceita o Criador Deus e o Rei Jesus, senão César, senão o prazer, dinheiro, sexo, poder ou qualquer ídolo que atenda aos interesses pessoais, em uma cultura assim, onde a mensagem da cruz não passa de perturbação e de ameaça à “civilidade”, de que modo a palavra de Deus prosperará? Começamos a ver – na semana passada – que há no ministério de Paulo em Tessalônica um padrão que caracterizava sua obra missionária e que poderá nos servir de modelo para o ministério da Palavra em qualquer época, lugar ou cultura.