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Os dias maus chegam para todos nós; e é imprescindível que busquemos ao Senhor nesses momentos – afinal, Ele é o sumo sacerdote que se compadece de nossas dores. Mas o que devemos fazer quando estamos tão aflitos que sequer sabemos como orar? Nessas horas, o salmista nos fornece palavras e nos ensina a oração dos aflitos. Confira!
Todos nós ansiamos por um mundo melhor, mais justo e mais pacífico. Contudo, somente o verdadeiro evangelho, e não qualquer ideologia, é capaz de construir esse mundo melhor. Se quisermos uma nova humanidade, precisaremos retornar ao evangelho plantado por Paulo na Europa – o evangelho da cruz de Cristo; e precisa começar com você. Portanto, creia no Senhor Jesus e você será salvo(a), você e a sua casa – e nascerá uma nova humanidade.
No salmo 101, encontramos a declaração de fé de Davi – as resoluções dele acerca de sua vida com Deus e com o próximo. Sem atitudes, é impossível vencer o pecado e viver para glorificar a Deus; mas, se nos voltarmos para Cristo e nos rendermos a Ele, encontraremos um verdadeiro propósito para viver, perdão e poder para vencer o pecado.
Como um motor não pode funcionar mais do que alguns poucos minutos sem a devida lubrificação, a vida cristã também é impossível de ser vivida sem a direção do Espírito Santo. Nesta mensagem, vimos como o Espírito conduziu seus servos na segunda viagem missionária de Paulo. Nos passos do Espírito, eles encontraram os colaboradores certos para a missão, tiveram sabedoria para decidir estratégias para o ministério, receberam capacitação para a edificação das igrejas e souberam discernir as oportunidades para o evangelho. Da mesma forma, devemos seguir os passos do Espírito em nosso viver diário.
O salmo 100 é a conclusão sublime de um festival de celebração ao SENHOR, encerrando a sequência dos salmos reais, que teve início no salmo 93 (com a exceção do salmo 94). Nós fomos criados para celebrar a glória do SENHOR, nos alegrando nEle. Portanto, nada melhor do que o Salmo 100 para nos guiar nessa sublime tarefa. Minha oração é para que você se encha de alegria e celebre ao SENHOR.
A Bíblia não esconde ou minimiza os erros e pecados de seus heróis. Muito pelo contrário, ela os retrata de maneira bastante realista: falhos e pecadores, como todos nós. Saber disso nos dá a esperança e alegria de que, se Deus usou tais pessoas para glorificar o nome dele, também pode nos usar. Na mensagem de hoje, veremos como se deu a separação entre os missionários Paulo e Barnabé, e as aplicações práticas desse conflito para a vida cristã.
Qual é o grande problema do mundo? Por que sofremos? Por que pecamos? A resposta é simples: porque não somos, em nosso estado natural, capazes de enxergar a glória de Deus na face de Cristo – muito menos exaltá-la. No salmo 99, aprendemos a clamar a Deus para que Ele nos revele a Sua glória; e, somente assim, podemos ser por Ele transformados.
Muito se fala sobre a Graça de Deus. Ora se anula por completo a obra graciosa e suficiente de Cristo (no legalismo), dizendo que a fé precisa de alguma prática de obras ou da lei para ser salvadora; ora se avacalha com a obra gloriosa e santa de Cristo (na libertinagem), tornando a graça em passe livre para o pecado e destruindo a santificação do cristão, sem a qual ninguém verá o SENHOR. Aprenderemos com o Concílio de Jerusalém em Atos 15.1-35 o que de fato a graça de Deus significa na prática cristã.
Neste salmo, somos convocados a adorar o grande e soberano Rei – o Rei Jesus. A fé cristã é cantante. Isto não quer dizer que os crentes não passarão por dores e dificuldades; mas sim que, apesar de tudo isso, existem razões para cantar louvores a Deus. Tome Jesus Cristo como o seu Salvador, Rei e Soberano. Renda-se a Ele. Junte-se ao coro santo; troque a tristeza pela alegria. Receba Jesus como sua justiça e faça dele seu cântico. Cante louvores!
A maternidade, por mais doce que seja, traz consigo inúmeros desafios e dores. Às vezes, com o peso das responsabilidades e o desgaste pelas tarefas do dia a dia, as mães podem se sentir sobrecarregadas. Mas sinta o peso da maternidade se dissipar ao lançar seus fardos aos pés de Cristo, enxergando qual é o seu real papel como mãe. O salmo 147 faz um convite, não só às mamães sobrecarregadas mas, de fato, a todos os cristãos: para colocarem a sua esperança no amor e soberania do Senhor, temendo a Ele e descansando em Sua força.
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