
Sign up to save your podcasts
Or


[Filipenses 4.4] Alegrem-se sempre no Senhor. Repito: alegrem-se!
[Efésios 2.8-9] 8 – Vocês são salvos pela graça, por meio da fé. Isso não vem de vocês; é uma dádiva de Deus. 9 – Não é uma recompensa pela prática de boas obras, para que ninguém venha a se orgulhar.
No final de um ano como este… com o mundo contabilizando dezenas de milhões de infectados e milhares de mortos por causa da pandemia de COVID-19, os registros de novas cepas do vírus, a taxa de desemprego batendo recordes, o aumento da hostilidade política e a turbulência institucional nas e entre as nações, a vida sendo vivida em lockdown e na virtualidade, o atrito racial e as desconfianças inflamadas, um temporal com rajadas de vento de teorias da conspiração as mais diversas, os profetas do caos entregando seus oráculos aos quatro cantos, a incerteza e a instabilidade econômica, os incêndios florestais mais devastadores, as nuvens de gafanhotos que desta vez ameaçaram até o agronegócio brasileiro, as igrejas lutando para saber como ministrar neste “novo tempo”… fora aqueles problemas pessoais e já dolorosos o bastante e que se arrastam há tempo… no final de um ano como este, as palavras do Salmo 112 nos chegam aos ouvidos como brisa suave de sossego.
Vida em comunhão é uma necessidade intrínseca do ser humano, não apenas para a sua sobrevivência e realização plena, mas, principalmente, para se cumprir o propósito para o qual nós fomos criados: refletir a glória de Deus — Tragam todos que me reconhecem como seu Deus, pois eu os criei para minha glória; fui eu quem os formou — disse o Senhor Deus através dos lábios do profeta Isaías (43.7). E a glória de Deus brilha mais completamente em nós e através de nós quando estamos na comunhão.
Romanos é a carta que temos para esta ocasião, e ela revelará que a nossa mais real necessidade é de justiça, a justiça de Cristo diante de Deus, por meio da fé na vida e obra de Cristo. Esta é a carta mais sistematizada em termos de teologia em todo o Novo Testamento, é a obra magna de Paulo. Ela traça a história do evangelho – as boas-novas de Deus – da condenação à glorificação, passando pela justificação e a santificação do pecador.
Paulo estava escrevendo a vários grupos distintos de cristãos nas primeiras décadas do cristianismo com o propósito de encorajá-los, exortá-los, adverti-los, repreendê-los, corrigi-los, instruí-los e alicerçá-los na fé cristã. Ele fora preparado por Deus para extrair o correto conhecimento tanto do Antigo Testamento quanto dos ensinamentos de Jesus Cristo. Desse modo, essas cartas, colocadas no meio de nosso Novo Testamento, desempenham um papel incalculavelmente importante em nossa compreensão da pessoa de Jesus Cristo, de sua missão entre nós e o que se requer dos cristãos neste velho mundo. Confira.
Nosso mundo não é novo, está longe de ser: é o velho mundo do pecado. O novo mundo virá da parte de Deus (Ap 21). Até lá, a maior necessidade do velho mundo do pecado (Babilônia – Ap 17-18) em que vivemos, não é de uma Bíblia atualizada para se atender as necessidades das pessoas, deixando-as permanecer no pecado. O que mais se precisa hoje, e sempre, até a consumação dos séculos, é da reafirmação da mensagem do evangelho bíblico que regenera, justifica e salva o pecador, produzindo transformação profunda e eterna no indivíduo e na sociedade. Confira.
Nesta mensagem, a terceira de três partes, estudaremos Somente a Bíblia – é suficiente como a fonte da verdade neste tempo pós-verdade. Confira.
From the publisher's feed