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A temática do Salmo 78 é o cuidado de Deus para aqueles que perderam a esperança.
O que você está buscando? Em quê você busca sentido? Aonde você recorre quando lhe falta esperança? Onde você busca paz ou alegria? Como você busca aliviar suas culpas? Todos buscamos algo.
O Salmo 77 é um daqueles salmos que nos ensinam como viver a vida cristã nos dias mais escuros da alma. Ele se divide facilmente em QUATRO PARTES. Há nos versículos 1-3 um forte clamor; então, em segundo lugar, nos versículos 4-10 há uma expressão clara de dúvidas internas; em terceiro lugar, nos versículos 11-15 há uma lembrança dos feitos passados de Deus; então, finalmente, nos versículos 16-20 há um foco no grande ato de libertação de Deus no Antigo Testamento. Confira.
Qual é a motivação interna impulsionadora do amor que nos faz pedir perdão ou perdoar? Na mensagem de hoje nós veremos duas motivações para se perdoar: [1] a necessidade de obediência (v. 21); [2] a importância de se manter comunhão (vs. 22-24); e [3] a medida da graça que recebemos de Cristo (v. 25). Confira.
Qual é a motivação interna impulsionadora do amor que nos faz pedir perdão ou perdoar? Na mensagem de hoje nós veremos duas motivações para se perdoar: [1] a visibilidade do evangelho (vs. 17-19) e [2] a possibilidade de abençoar (v. 20). Confira.
Apele com base na lógica do evangelho, não na do “aqui se faz, aqui se paga”.
Apele com base na transformação do coração, não na mudança do comportamento.
Precisamos de pacificadores, gente que apele com base na empatia, não na frieza da distância; apele com base no sacrifício, não na imposição da servidão.
Precisamos de pacificadores, gente que apele com base no amor, não na força da autoridade. Confira.
Para conseguirmos praticar o amor e as boas obras, para sermos capazes de amar e de perdoar, segundo nos ensina o evangelho de Cristo, a primeira coisa que nós precisamos é ser constrangidos pelo amor a praticar o amor e a amar. Segunda coisa, esse amor que nos constrange a amar terá que ser fruto da transformação pela qual nós passamos em Cristo, constrangendo-nos e nos libertando para a amar. Por fim, para amar, nós precisamos da cosmovisão que pelo Espírito nós construímos com a Escritura.
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