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Duas coisas são essenciais nesse combate: a fé e a família da fé. A fé é nossa arma de combate. A família da fé é nosso exército aliado no combate. Sem a fé e a família da fé ninguém sairá vitorioso, pois sem arma e sem exército é impossível ganhar qualquer guerra. Além da fé, da arma da fé nas promessas de Deus, é preciso que se diga que os combates da alma devem ser travados com a ajuda de outros cristãos – o exército de Cristo, a família da fé.
Cada uma das mensagens nesta série ilustrará [OS COMBATES DA ALMA] a seguinte verdade: os gigantes que combatemos na alma nascem da incredulidade, nascem da falta de fé nas promessas de Deus. As demais mensagens apresentarão ajudas práticas a respeito de como combater a raiz da incredulidade que dia a dia ameaça brotar no coração e na alma, surgindo na forma de gigantes que nos amedrontam e paralisam: cobiça, lascívia, medo, ansiedade, solidão, etc. Aprenda a combater com fé.
Meu desejo, olhando para as Escrituras, é trazer para vocês a sabedoria da palavra de Deus para o cultivo da harmonia no lar. Esposo e esposa, juntamente com os filhos, temos todos muito a aprender sobre este tema.
Diante das palavras tão persuasivas de Jesus, autenticadas por acontecimentos sobrenaturais tão poderosos, as reações de três grupos distintos de pessoas descritas por Lucas são tão distintas quanto interessantes. Faremos bem em observá-las.
A última palavra de Jesus na cruz é uma Palavra de Consolação para os crentes que, querendo ou não, a cada dia, estão cada vez mais próximos de atravessarem o vale da sombra da morte e chegarem à mansão celestial. A minha oração é que, ao nos informarmos, com o devido cuidado, sobre como Jesus morreu, nunca mais vejamos a morte com os mesmos olhos. Faremos o seguinte: destacaremos as razões que fizeram Jesus morrer confiante, na esperança de que elas nos consolem e removam todo e qualquer medo da morte que possa estar à espreita em nosso coração.
Tetelestai é um verbo que possui sujeito oculto; ou seja, o verbo em si não nos diz, de forma específica, o que foi terminado, completado, concluído ou pago. Contudo, as declarações de Jesus nos Evangelhos nos deixam claro o que Jesus viera realizar e pagar na cruz. Jesus pronunciou lá da cruz: “Tetelestai — Está Consumado!”, em alta voz (Mt 27.50; Mc. 15.37). Ele quis que todo o mundo ouvisse aquela palavra especial. Está consumado! Está pago! Foi tudo feito conforme o planejado! O que estava consumado? Três coisas: o sofrimento; o sacrifício; e Satanás.
Jesus nos ensina tanto quanto nos inspira: deixar de lado a nossa vontade para viver a do Pai; deixar de lado os nossos projetos para abraçar os do Pai. Jesus também nos ilustra, com o próprio exemplo, como viver para Deus e o próximo, negando a si mesmo, tomando a cruz e morrendo para si mesmo a fim de viver para o Pai e o próximo. Sedento, Jesus, ainda assim, intercedeu pelo próximo. Sedento, Jesus, ainda assim, compadeceu-se dos outros. Sedento, Jesus, ainda assim, salvou o arrependido. Sedento, Jesus usou a fraqueza para cumprir uma profecia bíblica.
As palavras de Jesus na cruz revelam o amor de Deus de maneira comovente: [1.] Deus é paciente com o pecador – “Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem”; [2.] Deus salva o pecador arrependido – “Hoje estarás comigo no paraíso”; Deus se compadece do sofredor solitário e do pecador quebrantado – “Mulher, eis aí teu filho. João, eis aí tua mãe”. As demonstrações de amor não param por aí. As palavras de Jesus na cruz têm muito mais a nos revelar sobre o amor de Deus.
As últimas palavras de Jesus lá da cruz nos conduzem por uma estrada para dentro do coração de Deus de uma forma especial. Sofrendo os horrores da crucificação, Jesus optou por deixar de lado suas dores e angústias, dedicando-se a cuidar dos pecadores ao seu redor. Assim: Pelos que o maltratavam, ele pediu a Deus: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem” — palavra de perdão. Ao ladrão arrependido, Jesus anunciou: “Eu lhe asseguro que hoje você estará comigo no paraíso” — palavra de compaixão.
Quando várias discípulas de Jesus, incluindo Maria Madalena, aproximaram-se de seu túmulo, elas o encontraram vazio. As mulheres correram e contaram aos discípulos. Pedro e João correram para checar. Madalena retornou ao túmulo e se encontrou com o Senhor ressurreto. Jesus apareceu aos dois discípulos no caminho para Emaús. À noite, naquele mesmo dia, ele apareceu aos Dez, posto que Judas Iscariotes já era, e Tomé não estava com eles reunido. Aquele foi o domingo do Senhor, o Domingo da Ressurreição!
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