Leandro B. Peixoto

Leandro B. Peixoto

By Segunda Igreja Batista em GoiâniaReligion & SpiritualityChristianity
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Leandro B. Peixoto episodes

  • Palavra de Salvação

    Talvez você tenha aberto os olhos sobre a cama esta manhã, despertando-se do sono mal dormido da noite, e pensado: “Que noite horrível! Será que eu vou aguentar mais esse dia pela frente, meu Deus?” Digo a você: A exemplo daquele criminoso lá na cruz, o seu dia poderá terminar bem, muito melhor do que você é capaz de pedir ou imaginar, e tudo será por causa do poder da vida e da obra de Jesus Cristo. O Senhor poderá te perdoar. A paz com Deus e a paz de Deus poderá se tornar a letra, o tom e a melodia da canção do céu no coração. Sim, as consequências do seu pecado poderão perdurar, talvez até o fim da vida, mas o perdão pelos seus pecados e o poder para você prosseguir com fé, esperança e amor até o dia que o SENHOR for te receber em glória, Jesus poderá sim te oferecer, hoje, aqui e agora. Salvação para a sua alma, você pode sim, em Jesus, agora, receber!

    1 hr 3 min
  • Sábado, 4 de abril de 33 d.C.

    O sábado judaico se estende do pôr do sol de sexta-feira ao pôr do sol de sábado. Nada se sabe sobre o paradeiro dos discípulos no dia seguinte ao Dia da Paixão. Muito provavelmente, eles se esconderam por medo das autoridades judaicas, que pediram (os principais sacerdotes e fariseus pediram) permissão a Pilatos para proteger o túmulo de Jesus. Argumentaram o seguinte, Mateus 27.63-66: “Senhor, lembramos que, quando ainda vivia, aquele mentiroso disse: ‘Depois de três dias ressuscitarei’. Por isso, pedimos que lacre o túmulo até o terceiro dia. Isso impedirá que seus discípulos roubem o corpo e depois digam a todos que ele ressuscitou. Se isso acontecer, estaremos em pior situação que antes”. Pilatos respondeu: “Levem soldados e guardem o túmulo como acharem melhor”. Então eles lacraram o túmulo e puseram guardas para protegê-lo.

    10 min
  • Sexta-feira, 3 de abril de 33 d.C.

    A sexta-feira foi o dia mais doloroso de Jesus, em todos os sentidos: fisicamente, emocionalmente, mas especialmente por ter provado o abandono do Pai lá na cruz. Começou assim: Depois do anoitecer, ainda no Getsêmani, Cristo foi traído com um beijo de Judas, preso pelos soldados e depois submetido a julgamentos perante as autoridades judaica e romana. Pressionado pelos líderes judeus, Pôncio Pilatos, o governador romano da Judeia, pronunciou o veredito: “Culpado!”, e em seguida, soltou o criminoso Barrabás no lugar de Jesus. Pior: Pilatos sabia, lá no fundo, que Jesus era inocente! – Enquanto isso, Pedro negava Jesus diante dos homens. – Pela Via Dolorosa, que foi seu peregrinar pelas ruas de Jerusalém até o Gólgota, local da crucificação, que ficava localizado fora dos portões da cidade, e ao chegar para a crucificação, Jesus sofreu terrível e covardemente nas mãos de homens perversos – verdadeiros animais, sem mencionar as palavras de zombaria e escárnio de partirem o coração. Finalmente, foi crucificado. Morreu. Foi sepultado. – Que dia! O dia mais terrível da história! Nunca houve e jamais haverá algo ao menos parecido em algum dia da existência humana.

    44 min
  • Quinta-feira, 2 de abril de 33 d.C.

    A última quinta-feira de Jesus foi um dia cheio: ele e os discípulos se prepararam para a festa da Páscoa judaica, celebraram a última Ceia – na qual Cristo instituiu a nova aliança que seria selada com seu sangue na cruz – e lavou os pés dos apóstolos. Na sequência, fez o seu discurso de despedida, predisse as vezes que Pedro o negaria, viu Judas deixa-los e ir embora para trai-lo, ensinou algumas coisas práticas aos seus seguidores e mais tarde, lá no Getsêmani, agonizou profundamente até à morte diante da realidade da crucificação que estava adiante dele a apenas algumas horas, na sexta-feira que se aproximava.

    29 min
  • Palavra de Perdão

    Jesus Cristo tinha dito muita coisa vital durante seus três curtos anos de ministério na terra — aliás, tudo o que ele disse foi e continua sendo vital. Todavia, antes de morrer, o Senhor da vida julgou ser importante dizer mais algumas coisas, e as proferiu lá da cruz — seu “leito” de morte. Graças a Deus que seus discípulos, guiados e inspirados pelo Espírito Santo, tomaram notas destas palavras e as registraram para nós nos Evangelhos! Jesus fez da cruz o seu púlpito e de lá pronunciou palavras de vida. Lá da cruz, momentos antes de morrer, ele pronunciou algumas de suas mais importantes palavras. Apesar de breves e ditas com bastante dificuldade, devido ao rigor do sofrimento da crucificação, elas servem como estradas que nos levam para uma maravilhosa jornada no interior do coração de Jesus. A primeira das últimas palavra de Jesus é PALAVRA DE PERDÃO.

    1 hr 6 min
  • Quarta-feira, 1 de abril de 33 d.C.

    Pouco se sabe sobre o paradeiro de Jesus no meio da semana. As narrativas dos Evangelhos mencionam apenas o enredo das autoridades judaicas contra Jesus, tramando às escondidas. Aquele silêncio não passava da calmaria da tempestade que estava se formando e que em breve chegaria como furacão e ceifaria a sua vida na cruz.

    10 min
  • Terça-feira, 31 de março de 33 d.C.

    Jesus ensinou seus seguidores uma lição sobre a figueira que ele amaldiçoou no dia anterior. Ele continuou a ensinar no complexo do templo e se envolveu em várias controvérsias com os líderes judeus. Ele também predisse o futuro em seu discurso no Monte das Oliveiras, apresentando os sinais que precederão seu retorno no dia do SENHOR.

    24 min
  • O Domingo e a Segunda-Feira

    Domingo, 29 de março de 33 d.C. – Jesus entrou triunfalmente na cidade de Jerusalém, montado humildemente em um jumentinho, de acordo com a profecia. Mais tarde daquele mesmo dia, ele predisse sua morte iminente e ensinou no templo. Segunda-feira, 30 de março de 33 d.C. – Jesus amaldiçoou uma figueira, simbolizando Israel espiritualmente estéril, e limpou o Templo de Jerusalém, possivelmente pela segunda vez, demonstrando sua indignação com a perversão da fé e da esperança messiânica de Israel. Ele, portanto, agiu como aquele que veio para restaurar a adoração verdadeira, substituindo e cumprindo em si mesmo o propósito de Deus para o Templo.

    26 min
  • Coração Aliviado: O Dia da Sentença

    A ira completa de Deus é revelada em dois pontos da história: no julgamento final, descrito por Joel e por outros autores bíblicos, e na cruz de Cristo, onde ela já foi derramada como propiciação no sangue de Cristo para todo aquele que nele crer (Rm 3.25; Hb 2.17; 1Jo 2.1-2; Jo 3.16). Se você esperar até o julgamento final, você o enfrentará sozinho e será condenado pelo SENHOR. Se você se refugiar em Cristo agora, com arrependimento e fé, Cristo já terá enfrentado o seu julgamento por você. A Bíblia é clara ao dizer: “Agora, portanto, já não há nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus.” (Rm 8.1). Que alívio isto traz ao coração do crente!

    1 hr 14 min
  • Coração Alegre: O Dia da Restauração

    Aqueles que provaram da restauração do SENHOR, ficarão satisfeitos, louvarão o SENHOR, viverão livres da vergonha do pecado e do passado e nutrirão íntima comunhão com o seu Deus e Salvador Jesus Cristo, Deus conosco. Ah! A abundância da restauração do SENHOR! Que alegria traz ao coração.

    1 hr 16 min

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