Engana quem pensa que na Igreja Primitiva tudo era mil maravilhas. A carta de Tiago nos revela o contrário: havia disputas e conflitos, verdadeiras guerras abundavam no seio da igreja. No capítulo 3, Tiago nos mostrou que as armas dessa guerra eram línguas descontroladas (Tg 3.1-12) e o combustível era a sabedoria terrena, carnal e demoníaca (Tg 3.13-18). Agora, no capítulo 4, ele dará um passo além e revelará a composição dessa sabedoria destruidora, além, é claro, de apontar o papel indispensável do cristão pacificador no mundo em guerras no qual nós vivemos.