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By Bibliotecas Escolares do AE PalmelaArtsBooks
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Leio, logo existo episodes

  • Ep. 96 - É Natal, é Natal - EB António Matos Fortuna - 4.º B

    Leitura feita pela Leonor


    É Natal, é Natal

    É Natal, é Natal

    Tudo bate o pé
    Vamos pôr o sapatinho
    Lá na chaminé
    Olha o Pai Natal, de barbas branquinhas
    Traz o saco cheio de lindas prendinhas

    Pai Natal
    Irá trazer
    Brinquedos para nós
    Para a Zeca uma boneca
    Para o Zito um apito
    Uma bola para saltar
    É o que quer o Baltazar.

    http://natal.com.pt/letra-de-e-natal-tudo-bate-o-pe

    1 min
  • Ep. 95 - Eu queria ser Pai Natal - EB António Matos Fortuna - 2.º B

    Leitura feita pelo Francisco


    Eu queria ser Pai Natal

    e ter um carro com renas
    para pousar nos telhados
    mesmo ao pé das antenas.

    Descia com o meu saco

    ao longo da chaminé,
    carregado de brinquedos
    e roupas, pé ante pé.

    Em cada casa trocava

    um sonho por um presente.
    Que profissão mais bonita
    Fazer a gente contente.

    Luísa Ducla Soares

    Poemas da Mentira e da Verdade
    Lisboa, Livros Horizonte, 1999

    1 min
  • Ep. 94 - Dia de Natal - EB António Matos Fortuna - 2.º B

    Leituras feitas por Helena, Leonor, Lucas, Mia e Dinis

    Hoje é dia de Natal

    Mas o Menino Jesus
    Nem sequer tem uma cama,
    Dorme na palha onde o pus.

    Recebi cinco brinquedos

    Mais um casaco comprido.
    Pobre Menino Jesus,
    Faz anos e está despido.

    Comi bacalhau e bolos,

    Peru, pinhões e pudim.
    Só ele não comeu nada
    Do que me deram a mim.

    Os reis de longe lhe trazem

    Tesouro, incenso e mirra.
    Se me dessem tais presentes,
    Eu cá fazia uma birra.

    Às escondidas de todos

    Vou pegar-lhe pela mão
    E sentá-lo no meu colo
    Para ver televisão.

    Luísa Ducla Soares (Lisboa, 20/7/1939)

    Poetisa ligada ao grupo Poesia 61, destacada escritora de literatura infantil, licenciada em Filologia Germânica.

    2 min
  • Ep. 93 - Balada da Neve - EB Joaquim José de Carvalho - 4.º A

    Balada da neve

    Batem leve, levemente,

    como quem chama por mim.
    Será chuva? Será gente?
    Gente não é, certamente
    e a chuva não bate assim.

    É talvez a ventania:
    mas há pouco, há poucochinho,
    nem uma agulha bulia
    na quieta melancolia
    dos pinheiros do caminho...

    Quem bate, assim, levemente,
    com tão estranha leveza,
    que mal se ouve, mal se sente?
    Não é chuva, nem é gente,
    nem é vento com certeza.

    Fui ver. A neve caía
    do azul cinzento do céu,
    branca e leve, branca e fria...
    - Há quanto tempo a não via!
    E que saudades, Deus meu!

    Olho-a através da vidraça.
    Pôs tudo da cor do linho.
    Passa gente e, quando passa,
    os passos imprime e traça
    na brancura do caminho...

    Fico olhando esses sinais
    da pobre gente que avança,
    e noto, por entre os mais,
    os traços miniaturais
    duns pezitos de criança...

    E descalcinhos, doridos...
    a neve deixa inda vê-los,
    primeiro, bem definidos,
    depois, em sulcos compridos,
    porque não podia erguê-los!...

    Que quem já é pecador
    sofra tormentos, enfim!
    Mas as crianças, Senhor,
    porque lhes dais tanta dor?!...
    Porque padecem assim?!...

    E uma infinita tristeza,
    uma funda turbação
    entra em mim, fica em mim presa.
    Cai neve na Natureza
    - e cai no meu coração.

    Augusto Gil

    https://www.escritas.org/pt/t/2470/balada-da-neve

    2 min
  • Ep. 91 - Dia de Natal - EB Joaquim José de Carvalho 2.º A

    Hoje é dia de Natal

    Mas o Menino Jesus
    Nem sequer tem uma cama,
    Dorme na palha onde o pus.

    Recebi cinco brinquedos

    Mais um casaco comprido.
    Pobre Menino Jesus,
    Faz anos e está despido.

    Comi bacalhau e bolos,

    Peru, pinhões e pudim.
    Só ele não comeu nada
    Do que me deram a mim.

    Os reis de longe lhe trazem

    Tesouro, incenso e mirra.
    Se me dessem tais presentes,
    Eu cá fazia uma birra.

    Às escondidas de todos

    Vou pegar-lhe pela mão
    E sentá-lo no meu colo
    Para ver televisão.

    Luísa Ducla Soares (Lisboa, 20/7/1939)

    Poetisa ligada ao grupo Poesia 61, destacada escritora de literatura infantil, licenciada em Filologia Germânica.

    2 min
  • Ep. 90 - Eu queria ser Pai Natal - EB Joaquim José de Carvalho - 1.º A

    Eu queria ser Pai Natal

    e ter um carro com renas
    para pousar nos telhados
    mesmo ao pé das antenas.

    Descia com o meu saco

    ao longo da chaminé,
    carregado de brinquedos
    e roupas, pé ante pé.

    Em cada casa trocava

    um sonho por um presente.
    Que profissão mais bonita
    Fazer a gente contente.

    Luísa Ducla Soares

    Poemas da Mentira e da Verdade
    Lisboa, Livros Horizonte, 1999

    2 min
  • Ep. 88 - Dia de Natal - Escola Básica de Aires

    Hoje é dia de Natal

    Mas o Menino Jesus
    Nem sequer tem uma cama,
    Dorme na palha onde o pus.

    Recebi cinco brinquedos

    Mais um casaco comprido.
    Pobre Menino Jesus,
    Faz anos e está despido.

    Comi bacalhau e bolos,

    Peru, pinhões e pudim.
    Só ele não comeu nada
    Do que me deram a mim.

    Os reis de longe lhe trazem

    Tesouro, incenso e mirra.
    Se me dessem tais presentes,
    Eu cá fazia uma birra.

    Às escondidas de todos

    Vou pegar-lhe pela mão
    E sentá-lo no meu colo
    Para ver televisão.

    Luísa Ducla Soares

    https://lusografias.wordpress.com/2013/12/25/luisa-ducla-soares-dia-de-natal/

    2 min
  • Ep. 87 Chega-te para lá, seu preto!

    José Fanha; fevereiro 2016; Diário inventado de um menino já crescido; 8.ª edição; Gailivro; págs. 32 e 33

    Clube de Leitores para alunos do 4.º ano e 2.º ciclo; 26 de outubro 2021

    Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Palmela

    Voz: Carlos Samina

    2 min

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