Leituras e café: tess(c)itura's e encruzilhadas

Leituras e café: tess(c)itura's e encruzilhadas

By giovanni codecaEducation
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Leituras e café: tess(c)itura's e encruzilhadas episodes

  • #010 O que vemos? Ensaio sobre a cegueira de José Saramago; Um dia de Fúria de Joel Schumacher e Black or White de Michael Jackson

    Partimos das reflexões do geógrafo Milton Santos em Por uma outra globalização e de Fredric Jameson sobre a pós-modernidade a partir da Interdisciplinaridade do livro: Ensaio   sobre a cegueira (1995) de José Saramago; do Filme: Um dia   de fúria (1993) Direção de Joel Schumacher e do clipe Black or White (1990) de Michael Jackson...

    O que vemos? será que vemos o que realmente vemos? Será que nossa visão não distorce ou deixa de ver aquilo que nos faz humanos?

    28 min
  • #008 Androides sonham com ovelhas elétricas? (Blade Runner); Star War ep.04; The Wall (Pink Floyd)
    A Guerra Fria, a ameaça de destruição nuclear, a experiência de duas guerras mundiais, os campos de concentração, as bombas nucleares... acabaram com nossa empatia pelo Outro? Androides podem sentir mais que humanos. Os mestres, os referenciais de formação por uma escolha voluntária, se preocupam em impor suas visões de mundo. Despolitizar a sabedoria ancestral (educação) é desumanizar e ideologizar para a apatia social. Neste mundo, onde estará a força?
    26 min
  • #007 - Diário de Anne Frank (1947/1959); Apocalipse Now (1979) de Francis Ford Coppola e Guerra Civil de Mark Millar e Steve McNiven (2006/2007)

    Eric Hobsbawm em A era dos extremos (1995) chamou o século XX de breve - o breve século XX. Recortando seu início em 1914 (com o prolongamento do século XIX) e encerrando o século XX no ano de 1991 (antecipando o século XXI). Tal operação historiográfica decorreu dos eventos que ocorreram durante o século XX, mas por duas compreensões de fundo: o horror da guerra - em contraposição ao fracasso da civilização do século XIX (e assim poderíamos estabelecer uma paralelo maior com Euclides da Cunha: progredir ou desaparecer?); e uma outra compreensão que é a da rápida perda da memória desses horrores (é nesta percepção que se aproxima de Zygmunt Bauman como uma chave para compreender o tempo presente), entre a geração  dele (Hobsbawm) e a do presente vivido (geração de 1990) o horror da guerra se esvaia das lembranças permitindo um germinar das ideologias radicais que levaram a desumanização e ao horror do século marcado pelas 1ª, 2ª e tantas outras guerras... Neste sentido a leitura do Diário de Anne Frank é obrigatório, assim como a apreciação lenta da obra de Coppola e a problematização do tema Guerra na cultura pop dos HQ's.  

    30 min
  • #005 - os sertões, os miseráveis e V de vingança

    A História do Tempo Presente configurou-se como um campo de estudos que analisa as rupturas e permanências entre passado e presente. Mas seria possível precisar sua origem??? A partir de que paradigma??? Se reproduzirmos o paradigma eurocêntrico podemos precisar seu marco no pós Segunda Guerra Mundial. Ainda sob o paradigma eurocêntrico a historiografia institucionalizada marca o ano de 1978 como símbolo com a criação do Instituto de História do Tempo Presente. Mas... se partirmos de um outro paradigma?! Uma epistemologia a partir das encruzilhadas do SUL!!! Então vamos ler o texto de Luiz Carlos Bresser-Pereira: Estado, estado-nação e formas de intermediação política a partir do contato interdisciplinar entre o clássico Os Sertões, o filme Os miseráveis e a HQ - V de vingança.

    32 min
  • #004 - Ilusões perdidas (Balzac), Narradores de Javé e Fonte (Marcel Duchamp)

    François Dosse em HISTÓRIA DO TEMPO PRESENTE E HISTORIOGRAFIA historiciza a emergência do campo historiográfico e ao mesmo tempo aponta os problemas e desafios da escrita do Tempo Presente. Mas o quanto é possível retroceder no tempo presente? Quanto da nossa invenção narrativa, invenção de identidades pode manter relação com século XIX? Quanto do século XXI não dá um looping e se reencontra em meados do século XIX? Neste sentido convocamos para o diálogo interdisciplinar Ilusões Perdidas (1837) de Balzac, o filme Narradores de Javé (2003) dirigido por Eliane Caffé e Fonte (1917) de Duchamp.

    23 min
  • #003 - introdução aos diálogos interdisciplinares

    Durante treze encontros semanais iremos dialogar sobre História, Literatura universal, filmes e outras artes. No nosso primeiro episódio desta nova temporada teremos: o livro Ilusões perdidas – Balzac, o filme Narradores de Javé e a arte de Marcel Duchamp. Todos combinados ao texto História do tempo presente e historiografia de François Dosse

    2 min
  • #002 - imagens africanas e imperialismo
    Neste episódio retornamos a África para compreender como Kipling, Tarzan e Fantasma podem "inocentemente" construir imagens inventadas (tradições inventadas de Hobsbawm e Ranger)... mas nas palavras de Hera de Jesus somos negros, somos filhos da África.
    14 min
  • #001 - Baobá
    Baobá - sabedoria, ancestralidade e literatura oral. Como um conto africano, símbolo de resistência e identidade, entrou para literatua?
    18 min

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Espaço onde as vozes tecem seus fios e as letras armam suas teias. Tessituras e tecituras de leituras que se tocam e formam encruzilhadas.