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Livros mencionados:
O Antropoceno - Uma Crítica, John Greene;
Looking for Alaska; John Greene;
The Opposite of Loneliness, Marina Keegan;
Monte dos Vendavais; Emily Brontë;
Jane Eyre, Charlotte Brontë;
Emma, Jane Austen;
Máquinas como Eu, Ian McEwan;
Flores, Afonso Cruz;
Cemitério de Praga; Umberto Eco
O Nome da Rosa; Umberto Eco.
Qualquer dúvida ou ideia: [email protected]
Livros mencionados:
Never Mind, Edward St. Aubyn;
Mensagem, Fernando Pessoa;
À Beira do Mar de Junho, João Miguel Fernandes Jorge;
Uma Colheita de Silêncios, Nuno Júdice;
Hamlet, William Shakespeare;
Herbarium, Emily Dickinson.
Alguma ideia ou dúvida: [email protected]
Helena Alves nasceu no ano em que nasceu o Kurt Cobain e morreu o John Coltrane (1967) e, talvez por
Depois de vários trabalhos entrou na Editorial Caminho em 2007 e até agora mantém-se
Quando crescer quer estudar Filosofia.
Livros mencionados:
Viagem do Elefante, José Saramago;
O Governador, Luís
Eragon, Christopher Paolini;
O Fio da Navalha, W. Somerset Maugham.
Qualquer dúvida ou ideia: [email protected]
Livros mencionados:
Leme, Madalena Sá Fernandes;
Grufalão, Julia Donaldson e Axel Scheffler;
Frederico, Leo Lionni;
Quando a Tristeza Chama, Eva Eland;
Cá Dentro, Isabel Minhós Martins e Maria Manuel Pedrosa;
Nabo Gigante, Alexey Tolstoi;
Tempo de Haikus, J. N. Santaeulàlia.
Qualquer dúvida ou ideia: [email protected]
Rui Garrido é o director de arte da LeYa.
Após ter terminado o curso trabalhou cerca de um ano como freelancer, tendo depois começado a trabalhar em revistas como designer gráfico e ilustrador (Cosmopolitan, 20 Anos, Ícon, Vega, Jazz.PT, entre outras).
Também trabalhou em várias editoras discográficas: Valentim de Carvalho, EMI, Universal, Clean Feed, Sony Music, UGURU, Zounds, Ocarina, HM Música, Rastilho, nas quais trabalhou em mais de 100 capas de discos.
Em 2008 entra para a LeYa como Director de Arte em parceria com Jorge Silva, tendo paralelamente continuado a desenvolver trabalho no atelier até à presente data. Na LeYa ganhou dois prémios atribuídos pela Correntes d’Escritas, sendo um deles o de melhor Design de Colecção com a linha gráfica de Philip Roth para a Dom Quixote.
Fora do âmbito do Design, é músico no grupo DEMOCRASH, onde toca guitarra e ocasionalmente electrónica. Quando está no mood pinta, actividade que nunca abandonou.
Livros Mencionados
A Arte de Driblar Destinos, Celso Costa;
Uma Colheita de Silêncios, Nuno Júdice;
Neuromancer, William Gibson;
M - Mussolini O Filho do Século, Antonio Scurati;
As Velas Ardem Até ao Fim, Sándor Márai;
A Náusea, Jean-Paul Sartre;
A Idade da Razão, Jean-Paul Sartre;
As Mãos Sujas, Jean-Paul Sartre;
Trilogia Millenium, Stieg Larson;
Orwell: Graphic Novel, Pierre Christin.
Livros mencionados:
Normal People, Sally Rooney;
Conversations with Friends, Sally Rooney;
O Senhor dos Anéis - Triologia, J.R.R. Tolkien;
David Copperfield, Charles Dickens;
Daisy Jones and the Six, Taylor Jenkins Reid;
Laranja Mecânica, Anthony Burgess;
Séries e Filmes mencionados:
Normal People, HBO
Conversations with Friends, HBO;
Senhor dos Anéis, HBO;
A Vida Extraordinária de David Copperfield;
Daisy Jones and The Six, Amazon Prime;
Laranja Mecânica, HBO;
Sherlock, HBO;
Orgulho e Perconceito (1995), BBC;
Guerra e Paz, BBC.
Qualquer ideia ou dúvida: [email protected]
Livros mencionados:
Memórias de Adriano, Marguerite Yourcenar;
Mau Tempo no Canal, Vitorino Nemésio;
Crying in H Mart, Michelle Zauner;
Uma Pequena Vida, Hanya Yanagihara;
Ph. 04 Fernando Lemos;
Normal People, Sally Rooney.
Convidámos a Maria do Rosário Pedreira para falar do dia-a-dia de uma editora e do lugar da literatura no séc. XXI.
É uma das mais notáveis editoras portuguesas, trabalha na LeYa e é responsável pelo prémio LeYa. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Depois de uma breve passagem pelo ensino como professora de português, ingressou na carreira editorial, sendo hoje editora de literatura portuguesa. Descobriu e publicou autores agora consagrados como João Tordo, José Luís Peixoto, Nuno Camarneiro ou Valter Hugo Mãe. Também é escritora, sendo que a sua obra iniciou-se pela ficção juvenil com obras adaptadas à televisão. Embora tenha publicado um romance e contos dispersos em revistas e antologias, é sobretudo conhecida como poetisa, tendo publicado quatro livros, hoje coligidos na sua Poesia Reunida, publicada pela Quetzal em 2012 e distinguida com o Prémio da Fundação Inês de Castro. Está traduzida em várias línguas e publicada em volumes independentes, revistas e antologias em diversos países. É ainda autora de letras para fado e canções e publicou uma biografia de Amália Rodrigues para crianças. Em 2023 ganhou o Prémio Correntes d’Escritas com a sua obra O Meu Corpo Humano, publicado pela Quetzal em 2022.
Livros Mencionados:
Convidámos a Maria do Rosário Pedreira para falar do dia-a-dia de uma editora e do lugar da literatura no séc. XXI.
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