O dia na Bolsa brasileira foi todo de alta com a expectativa de deflação em julho que levou os juros futuros para baixo e aumentou a chance do Banco Central não subir juros em setembro. O Ibovespa subiu +1,81% aos 108.402 pontos.
Nos EUA, o mercado ficou de lado com parte de investidores achando que o pior já passou e outra preocupada com a forte geração de empregos em julho. Entretanto, o que vai realmente pegar – para cima ou para baixo – é a inflação ao consumidor, CPI (Consumer Price Index, em português, Índice de Preços ao Consumidor) de julho e a expectativa é de 0,2% depois de subir 1,3% em junho e acumular 9,1% em 12 meses. A redução à deve ocorrer em função das quedas dos preços do petróleo, gasolina, diesel e commodities agrícolas. Se vier 0,2% o acumulado ficará 8,7%, o que ainda é muito alto.
Agora, o dólar no Brasil que recuou mais e fechou a R$ 5,11 vindo de R$ 5,17 mesmo com tudo da política. A verdade é que carregar dólar comprados com Selic a 13,75% é muito difícil.