Neste ensaio, a economista, historiadora e crítica social Deirdre McCloskey defende que o crescimento do capitalismo moderno e o mundo que este tornou possível não podem ser adequadamente explicados por “fatores materiais”, como gerações de historiadores procuraram fazer.
Foi, sim, uma mudança na forma como as pessoas encararam os negócios, o comércio, a inovação e o lucro que criou o capitalismo moderno e libertou as mulheres, homossexuais, dissidentes religiosos e as massas anteriormente oprimidas, cujas vidas eram desumanas, dolorosas e curtas antes da invenção e comercialização da agricultura moderna, da medicina, da eletricidade e dos restantes acessórios da vida capitalista moderna.
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Narração: Mariana Durão.