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Neste ensaio, a economista, historiadora e crítica social Deirdre McCloskey defende que o crescimento do capitalismo moderno e o mundo que este tornou possível não podem ser adequadamente explicados por “fatores materiais”, como gerações de historiadores procuraram fazer.
Foi, sim, uma mudança na forma como as pessoas encararam os negócios, o comércio, a inovação e o lucro que criou o capitalismo moderno e libertou as mulheres, homossexuais, dissidentes religiosos e as massas anteriormente oprimidas, cujas vidas eram desumanas, dolorosas e curtas antes da invenção e comercialização da agricultura moderna, da medicina, da eletricidade e dos restantes acessórios da vida capitalista moderna.
Ler na Biblioteca.
Narração: Mariana Durão.
Excerto do Capítulo X, Livro I, do clássico Inquérito sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações (1776), obra magna do pensador escocês Adam Smith (1723-1790), considerada por muitos o texto fundacional da ciência económica. Ler na Biblioteca.
Narração: Mário Redondo.
Narração: Ana Costa Pinto.
Colaboração na edição: Diana Mendes.
Excertos do Capítulo IX - Dos Sistemas Agrícolas ou Daqueles Sistemas de Economia Política que Apresentam o Produto da Terra como Única ou Principal Fonte do Rédito e Riqueza de Qualquer País, do Livro IV do clássico Inquérito sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações (1776), obra magna do pensador escocês Adam Smith (1723-1790), considerada por muitos o texto fundacional da ciência económica. Neste capítulo, Adam Smith conclui a sua análise dos diferentes sistemas económicos propostos no seu tempo, dissecando o sistema dos fisiocratas franceses e defendendo "o óbvio e simples sistema da liberdade natural".
Ler na Biblioteca.
Seleção de excertos: Pedro Almeida Jorge.
Narração: Mário Redondo.
Narração: Mário Redondo.
Edição: Pedro Almeida Jorge e Nuno Quintão.
Declaração de princípios da Association pour la liberté des échanges, fundada por Frédéric Bastiat em 1846.
Tradução: Ana Cunha Coutinho.
Narração: Diogo Costa.
Revisão: Raquel Correia e Pedro Almeida Jorge.
Este excerto corresponde à última versão redigida pelo economista francês Jean-Baptiste Say (1767-1832) da famosa "Lei dos Mercados" ou "Lei de Say".
Excerto do capítulo X da obra Harmonies Économiques (1850), do economista francês Frédéric Bastiat.
Tradução: Ana Cunha Coutinho.
Revisão: Raquel Correia e Pedro Almeida Jorge.
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