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Com cerca de 30 anos de história, a LIBOR é uma das inúmeras taxas de referências interbancárias – em inglês, denominadas interbank offered rates (IBORs). É usada como taxa de referência diária nas transações internacionais em dólar americano, libra esterlina britânica, iene japonês, franco suíço e euro.
“Sem dúvida, o desafio será grande para o mercado financeiro de forma geral, incluindo bancos, seguradoras, corretoras, fundos de investimento, contrapartes centrais (CCPs), fundos de pensão e gestoras de recursos”, detalha Rodrigo Bauce, sócio-diretor de Financial Risk Management da KPMG no Brasil. “Mas os efeitos de transição também serão percebidos por instituições não financeiras e usuários que operam com derivativos e títulos de dívida”, avisa.
By KPMG no BrasilCom cerca de 30 anos de história, a LIBOR é uma das inúmeras taxas de referências interbancárias – em inglês, denominadas interbank offered rates (IBORs). É usada como taxa de referência diária nas transações internacionais em dólar americano, libra esterlina britânica, iene japonês, franco suíço e euro.
“Sem dúvida, o desafio será grande para o mercado financeiro de forma geral, incluindo bancos, seguradoras, corretoras, fundos de investimento, contrapartes centrais (CCPs), fundos de pensão e gestoras de recursos”, detalha Rodrigo Bauce, sócio-diretor de Financial Risk Management da KPMG no Brasil. “Mas os efeitos de transição também serão percebidos por instituições não financeiras e usuários que operam com derivativos e títulos de dívida”, avisa.

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