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  • Quando o sol da meia-noite da Islândia quase nos fez esquecer de dormir
    Podcast Histórias de Viagem #05 – Quando o sol da meia-noite da Islândia quase nos fez esquecer de dormir!
     
    Histórias de Viagem é o podcast do blog Ligado em Viagem e neste episódio nós contamos quando fomos visitar uma lagoa glacial na Islândia e o sol da meia noite quase nos fez esquecer da necessidade de dormir.
     

     
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    Sobre: Quem somos e detalhes do Blog Ligado em Viagem
    Relato detalhado com informações e dicas no post Islândia, dia 2 – Mýrdalsjökull, Fjaðrárgljúfur, Jökulsárlón e o Sol da Meia-noite.
     
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    TRANSCRIÇÃO / ROTEIRO DO EPISÓDIO
    Título: O dia em que o sol da meia noite da Islândia quase nos fez esquecer de dormir!
    No episódio de hoje, eu vou falar da história de quando fomos visitar uma lagoa glacial na Islândia e o sol da meia noite quase nos fez esquecer da necessidade de dormir.
    Olá, eu sou o Edson Amorina Junior do blog Ligado em Viagem e esse é o podcast “Histórias de Viagem”.
    Primeiro eu já aviso que esse é o podcast que mais vou sofrer tentando falar nomes de cidades e pontos turísticos EM ISLANDÊS. Então todos estão livres para se divertir com meu trava língua.
    Já fazia um tempo que nós tínhamos a vontade de viajar para a Islândia.
    Se você costuma se perder nas fotos blogueiros de viagem no Instagram ou no Pinterest, ou mesmo já pesquisou as locações utilizadas por séries como Game of Thrones, já deve ter se deparado com as belezas naturais da ilha do gelo e do fogo.
    A Islândia é chamada assim por causa de suas imensas geleiras, que cobrem boa parte de seu território, e por seus vulcões, que já entraram em erupção algumas vezes.
    O mais recente foi em 2010, quando muitos voos na Europa tiveram que ser cancelados. Essa notícia apareceu bastante em vários noticiários pelo mundo.
    Além disso, existem muitas formações rochosas provenientes de vulcões, como suas lindas praias de areia preta e seus paredões de balsalto .
    Então, depois de muito planejamento, lá fomos nós para nossa viagem de 5 dias pela Islândia.
    Nós saímos de Londres para o aeroporto de Keflavík, próximo da capital do país, a cidade de Reykjavík.
    No primeiro dia da viagem, nós aproveitamos para conhecer um SPA de águas termais bastante famoso, o Blue Lagoon e no caminho da cabana que alugamos, já tivemos alguns aperitivos das belas paisagens da Islândia, como navios naufragados e imensas cachoeiras.
    Mas nossa história começa mesmo no segundo dia, nós acordamos bem cedo, pois tínhamos programado vários pontos turísticos bastante visitados no sul da Islândia:
    – Como a Mýrdalsjökull, a quarta maior geleira da ilha, que é um belo exemplo da mistura de pedras de gelo e terras vulcânicas numa paisagem quase deserta.
    – O Fjaðrárgljúfur (bem que eu falei que seria um desafio falar islandês, não foi?) um cânion de aproximadamente 100 metros de profundidade e 2 quilômetros de comprimento. Se toda vez que você ouve falar a palavra cânion você pensa no Grande Canyon nos Estados Unidos, você vai se surpreender.
    No lugar de uma paisagem toda deserta, aqui é tudo é muito mais vivo, com um contraste do verde de gramas,
    9 min
  • Fugindo de vacas na região do Emmental na Suíça

    Podcast Histórias de Viagem #04 – Fugindo de vacas na região do Emmental na Suíça, 2018   Histórias de Viagem é o podcast do blog Ligado em Viagem e neste episódio eu vou falar da história de quando eu precisei fugir de vacas estressadas enquanto caminhava pelas colinas verdejantes da região do Emmental na Suíça. […]

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    9 min
  • Fugindo de vacas na região do Emmental na Suíça
    Podcast Histórias de Viagem #04 – Fugindo de vacas na região do Emmental na Suíça, 2018
     
    Histórias de Viagem é o podcast do blog Ligado em Viagem e neste episódio eu vou falar da história de quando eu precisei fugir de vacas estressadas enquanto caminhava pelas colinas verdejantes da região do Emmental na Suíça.
     

     
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    Relato detalhado com informações e dicas no post Caminhando pelas colinas de Signau na Região do Emmental na Suíça.
     
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    TRANSCRIÇÃO / ROTEIRO DO EPISÓDIO
    No episódio de hoje, eu vou falar da história de quando eu precisei fugir de vacas estressadas enquanto caminhava pelas colinas verdejantes da região do Emmental na Suíça.
    Olá, eu sou o Edson Amorina Junior do blog Ligado em Viagem e esse é o podcast “Histórias de Viagem”.
    Mas o que é a região do Emmental e é realmente de lá que vem o queijo suíço?
    O Emmental é uma região da Suíça, entre os cantões de Berna e Lucerna, onde estão os principais produtores do famoso queijo emmentaler.
    Sim, esse é o queijo que conhecemos no Brasil como “Queijo Suíço”.
    Esse queijo é amarelado, tem uma casca dura e os famosos buraquinhos. Ao comer, você vai sentir um sabor suave e docinho.
    Ah! Sabe esses buraquinhos? Não são feitos manualmente ou mesmo ação do processo direto da transformação do leite em queijo. O buracos são feitos por gases da fermentação das partículas de feno que flutuam nos locais de ordenha das vacas e que acabam caindo nos baldes de leite. Infelizmente (ou felizmente) com os processos mais modernos de produção de queijo, esses buraquinhos cada vez mais deixam de existir.
    Voltando para minha visista.
    Depois de uma temporada de trabalho pesado em Berna, capital da Suíça, eu aproveitei e emendei uma viagem para a Região do Emmental, mais especificamente a cidade de Signau.
    Escolhi essa cidade, pois é um bom lugar para conhecer as típicas paisagens do país.
    A região tem muito verde e muitas montanhas, não como os Alpes, mas sim grandes colinas, iguais ao nosso imaginário quando pensamos no país ou lembramos onde a Noviça Rebelde cantava e girava alegremente.
    Para chegar lá foi muito fácil, rodando pelas estradas próximas a Berna é só seguir as placas indicando Emmental, que você vai acabar chegando na principal cidade da região, Langnau.
    E são tantas placas, que parecia que estávamos na Itália. Lembram do famoso ditado “Todos os caminhos te levam a Roma… quer dizer: para a Região do Emmental”?
    Não adianta fugir!
    Na região tem várias cidades pequeninas.
    Se estiver viajando de carro, dá para conhecer umas 4 cidades por dia, incluindo uma visita à suas fábricas de queijo. Quase como dirigir pela rota do vinho em Bento Gonçalves no Rio Grande do Sul ou São Roque em SP.
    Para pernoitar na região, as opções são os Gasthof em alemão suíço ou Bed and Breakfast em inglês ou, em português mesmo, as pequenas pensões dessas cidades.
    A cidade que eu me hospedei para conhecer Emmental foi Signau, que, com seus 2700 habitantes, é pequenina como muitas outras da região.
    E também onde para todo canto que você olha dá para...
    9 min
  • Trilha Inca Clássica para Machu Picchu

    Podcast Histórias de Viagem #03 – Trilha Inca Clássica para Machu Picchu   Histórias de Viagem é o podcast do blog Ligado em Viagem e neste episódio nós narramos nossas aventuras na Trilha Inca Clássica para Machu Picchu durante nosso primeiro mochilão pela América do Sul.     COMENTADO NA EDIÇÃO Sobre: Quem somos e detalhes […]

    O post Trilha Inca Clássica para Machu Picchu apareceu primeiro em Ligado em Viagem.

    11 min
  • Trilha Inca Clássica para Machu Picchu
    Podcast Histórias de Viagem #03 – Trilha Inca Clássica para Machu Picchu
     
    Histórias de Viagem é o podcast do blog Ligado em Viagem e neste episódio nós narramos nossas aventuras na Trilha Inca Clássica para Machu Picchu durante nosso primeiro mochilão pela América do Sul.
     

     
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    Relato detalhado com informações e dicas no post Trilha Inca Clássica para Machu Picchu a partir de Cusco no Peru.
     
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    TRANSCRIÇÃO / ROTEIRO DO EPISÓDIO
    Senhoras, senhores, tudo bem?
    Eu sou o Edson Amorina Junior do blog Ligado em Viagem e esse é o podcast “Histórias de Viagem”.
    No episódio de hoje, eu vou falar da história de quando nós nos aventuramos pela trilha inca clássica com destino a Machu Picchu, durante nosso primeiro mochilão na América do Sul.
    Trilha Inca Clássica para Machu Picchu, 2005
    Existem várias opções para ir para Machu Picchu.
    Você pode fazer um bate-e-volta de trem parando em Aguas Calientes, caminhar pela hidrelétrica ou mesmo ir de bicicleta, além de outras opções mais aventureiras, como passar por Choquequirao, cidade irmã de Machu Picchu.
    Mas nós tínhamos o sonho de fazer a caminhada mais famosa da América do Sul, a Trilha Inca.
    A duração da Trilha Inca para Machu Picchu é de 4 dias e 3 noites.
    Eu sempre gostei de fazer trilhas, ficar horas andando no meio da mata e conhecer lugares, mas eu não tinha ideia de como seria ficar tanto tempo caminhando assim, ainda mais com mochila pesada e material de acampamento e numa altitude elevada.
    Então decidi contratar uma agência de turismo que tivesse boas indicações e com o quesito segurança como fundamental, principalmente por que a Viviane tem asma bem forte que aumentava ainda mais o risco.
    Depois de ler muitos guias e pesquisar em fóruns na Internet, nós encontramos um agência que foi bem competente e um guia super paciente. Não é a opção com mais baixo custo, mas a segurança e referências contam muito nessa hora.
    A agência de turismo tinha todo o aparato, como barracas para dormir, tenda de refeições e periféricos, que eram montados e desmontados pelo staff em um ritmo que parecia passe de mágica.
    As refeições eram boas e sempre animadas. Nós alugamos um colchão térmico com eles, porém o saco de dormir era nosso.
    A única besteira que fizemos foi não contratar um carregador para a mochila da Viviane e isso acabou pesando no final.
    E lá fomos nós… Foram 48 km em 4 dias!
    O 1° dia começa com a saída de Cusco de madrugada, quando embarcamos num ônibus em direção a Piscacucho, também conhecido como Km 82, lugar de onde realmente começa a Trilha Inca.
    No meio do caminho nós paramos na cidade de Urubamba para tomar um café da manhã e conhecer os outros aventureiros e a equipe que iria nos acompanhar na trilha.
    Apesar do sono, já dá para perceber que essa parte da viagem é bastante linda. É possível ver parte do Vale Sagrado e a cidade de Ollantaytambo.
    Finalmente chegamos no Km 82, onde finalmente demos início a caminhada que iria durar 4 dias.
    Nós demos bastante sorte do tempo estar bom e os 12 quilômetros do dia servir...
    11 min
  • Sobre o Projeto + Making Of da Produção da 1ª História
    Podcast Histórias de Viagem #02 – Sobre o Projeto + Making Of da Produção da 1ª História
     
    Histórias de Viagem é o podcast do blog Ligado em Viagem e neste episódio nós vamos explicar melhor o que é este projeto e também falar sobre a produção da primeira história.
     

     
    COMENTADO NA EDIÇÃO
    Sobre: Quem somos e detalhes do Blog Ligado em Viagem
    Relato detalhado com informações e dicas no post: No Trem da Morte, de São Paulo à Santa Cruz de la Sierra, Bolívia
    Primeiro episódio sobre essa História de Viagem: Histórias de Viagem – 01 – Trem da Morte, Bolívia, 2005

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    TRANSCRIÇÃO / ROTEIRO DO EPISÓDIO
    E aí, tudo bem? Eu sou o Edson Amorina do blog Ligado em Viagem e esse é o podcast “Histórias de Viagem” em que toda semana eu vou contar um causo que passamos em nossa aventura pelo mundo afora.
    No episódio de hoje, eu vou fazer uma melhor apresentação do projeto, quem eu sou e também da fonte das histórias que pretendo contar aqui para vocês, o nosso blog ligado em viagem.
    Eu vou aproveitar e falar também um sobre o Making Of do primeiro episódio, o que e como eu queria contar essa história. (esse bate papo vai servir também para eu pensar sobre melhorias para os próximos episódios)
    –
    QUEM EU SOU
    Eu sou o Edson Amorina Jr ( how you doing ? ) , sou de Osasco, São Paulo e hoje moro na Alemanha, numa pequena cidade chamada Ettlingen, 1 hora para o sul de Frankfurt.
    No Brasil eu tinha uma rotina bem complicada, eu morava em Campinas (por ter me formado na Unicamp, acabei ficando por lá) e trabalhava em São Paulo. Então perdia 4 horas do meu dia no transporte, no busão indo e vindo do trabalho, triste.
    Felizmente, minha esposa (sim, sou casado) foi transferida para cá e eu vim de marido. Por alguns anos consegui manter um trabalho remoto, mas com o passar do tempo acabei ficando como um “stay home dad” (sim, sou pai).
    E estamos por aqui em terras germânicas por 6 anos já.
    –
    BLOG LIGADO EM VIAGEM
    Quando a gente se mudou para a Alemanha, a gente viu que era comum que expatriados criassem um blog para se comunicar com seus amigos e familiares.
    E mesmo que em 2012 já existessem esses outros meios de comunicação, as redes sociais, como facebook e instagram, e mensageiros, como whatsapp e telegram, não eram tão parte da nosso dia. E também que não queríamos só falar, a gente queria compartilhar nossas experiências e fotos, decidimos criar um blog de viagem, o Ligado em Viagem.
    No início usamos de maneira bem despretensiosa, mas no final de 2014 e início de 2015, nós começamos a dar mais atenção e até a tentar dar um ar mais profissional para o site.
    Hoje temos em torno de 500 publicações sobre mais de 40 países com dicas de planejamento, hospedagem, transporte, alimentação e experiências.
    Até criamos um slogan : Antes de mochila, agora com mala de rodinhas e filha pequena, porém com a mesma vontade de viajar e curtir o mundo afora.
    Que ainda pode ter a adição de nosa experiência e dia-a-dia morando em família na Alemanh...
    12 min
  • Sobre o Projeto + Making Of da Produção da 1ª História
    Podcast Histórias de Viagem #02 – Sobre o Projeto + Making Of da Produção da 1ª História
     
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    Relato detalhado com informações e dicas no post: No Trem da Morte, de São Paulo à Santa Cruz de la Sierra, Bolívia
    Primeiro episódio sobre essa História de Viagem: Histórias de Viagem – 01 – Trem da Morte, Bolívia, 2005

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    E aí, tudo bem? Eu sou o Edson Amorina do blog Ligado em Viagem e esse é o podcast “Histórias de Viagem” em que toda semana eu vou contar um causo que passamos em nossa aventura pelo mundo afora.
    No episódio de hoje, eu vou fazer uma melhor apresentação do projeto, quem eu sou e também da fonte das histórias que pretendo contar aqui para vocês, o nosso blog ligado em viagem.
    Eu vou aproveitar e falar também um sobre o Making Of do primeiro episódio, o que e como eu queria contar essa história. (esse bate papo vai servir também para eu pensar sobre melhorias para os próximos episódios)
    –
    QUEM EU SOU
    Eu sou o Edson Amorina Jr ( how you doing ? ) , sou de Osasco, São Paulo e hoje moro na Alemanha, numa pequena cidade chamada Ettlingen, 1 hora para o sul de Frankfurt.
    No Brasil eu tinha uma rotina bem complicada, eu morava em Campinas (por ter me formado na Unicamp, acabei ficando por lá) e trabalhava em São Paulo. Então perdia 4 horas do meu dia no transporte, no busão indo e vindo do trabalho, triste.
    Felizmente, minha esposa (sim, sou casado) foi transferida para cá e eu vim de marido. Por alguns anos consegui manter um trabalho remoto, mas com o passar do tempo acabei ficando como um “stay home dad” (sim, sou pai).
    E estamos por aqui em terras germânicas por 6 anos já.
    –
    BLOG LIGADO EM VIAGEM
    Quando a gente se mudou para a Alemanha, a gente viu que era comum que expatriados criassem um blog para se comunicar com seus amigos e familiares.
    E mesmo que em 2012 já existessem esses outros meios de comunicação, as redes sociais, como facebook e instagram, e mensageiros, como whatsapp e telegram, não eram tão parte da nosso dia. E também que não queríamos só falar, a gente queria compartilhar nossas experiências e fotos, decidimos criar um blog de viagem, o Ligado em Viagem.
    No início usamos de maneira bem despretensiosa, mas no final de 2014 e início de 2015, nós começamos a dar mais atenção e até a tentar dar um ar mais profissional para o site.
    Hoje temos em torno de 500 publicações sobre mais de 40 países com dicas de planejamento, hospedagem, transporte, alimentação e experiências.
    Até criamos um slogan : Antes de mochila, agora com mala de rodinhas e filha pequena, porém com a mesma vontade de viajar e curtir o mundo afora.
    Que ainda pode ter a adição de nosa experiência e dia-a-dia morando em família na Alemanh...
    12 min
  • Sobrevivendo ao trem da morte em nosso mochilão pela Bolívia
    Podcast Histórias de Viagem #01 – Sobrevivendo ao Trem da Morte, Bolívia, 2005
     
    No episódio de hoje, eu vou falar da história de quando nós nos aventuramos pelas linhas férreas bolivianas em nosso primeiro mochilão na América do Sul.
     

     
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    E aí, tudo bem? Eu sou o Edson Amorina do blog Ligado em Viagem e esse é o podcast “Histórias de Viagem” em que toda semana eu vou contar um causo que passamos em nossa aventura pelo mundo afora.
    No episódio de hoje, eu vou falar da história de quando nós nos aventuramos pelas línhas férreas bolivianas em nosso primeiro mochilão na América do Sul.
    Trem da Morte, Bolívia, ano de 2005.
    Para nossa primeira longa viagem internacional, minha então namorada, um amigo e eu decidimos fazer um mochilão na Bolívia e Peru com destino final em Machu Picchu.
    Nosso roteiro começa em São Paulo, onde pegamos um avião até a cidade de Campo Grande e depois um ônibus até Corumbá, que fica na froteira do Mato Grosso do Sul e onde entraríamos na Bolívia, mais especificamente na cidade de Puerto Quijarro.
    Escolhemos essa cidade para ser onde pegaríamos o famoso Trem da Morte, sonho de muitos mochileiros sulamericanos.
    A travessia de países, do Brasil para a Bolívia, já vale uma pequena história.
    Nós descemos no terminal rodoviária em Corumbá e pegamos um taxi para o portão de imigração, fila pequena, conferência de passaporte e passagem ocorreram tudo correto. Já em solo boliviano, preocupados em não perder o horário do trem, nós pegamos outro taxi e só fomos perceber no meio do caminho a gambiarra em que estávamos.
    A Bolivia importava muitos carros de países de mão inglesa, onde a direção do trânsito é invertida em relação a, por exemplo, o que usamos no Brasil, e em função disto os carros possuem o volante, indicadores e pedais no lado direito do painel.
    E, claro, a Bolívia usa a mesma mão que a brasileira. Para compensar a diferença no carro, eles aplicaram o “jeitinho boliviano” e moveram o volante e pedais para o lado esquerdo, mas sem alterar o painel. Ou seja, o motorista dirige o carro e se quiser conferir velocidade, nível de combustível e óleo, ele precisa olhar para o outro canto do painel.
    Enfim chegamos na plataforma de trem, fizemos câmbio do dinheiro, compramos as passagens e embarcamos no vagão normalmente usado pelos diversos turistas brasileiros e europeus que fazem esse trajeto.
    Antes mais uma pequena história:
    Existem várias lendas em relação ao seu apelido de Trem da Morte, muitas delas envolvendo a violência das diversas ditaduras sulamericanas, gangues bolivianas e até mesmo sumiço de mochileiros desavisados. Porém a história que é considerada por muitos como a verdadeira é que durante a construção dos trilhos e estações, houve um surto de malária que levou à morte de muitos dos trabalhadores. O trem já era apelidado como Trem da Morte muito antes do início de seu funcionamento.
    A previsão da viagem era de algo em torno de 20 horas e estava correndo tudo bem.
    Até que em uma das várias paradas que o trem faz,
    7 min
  • Sobrevivendo ao trem da morte em nosso mochilão pela Bolívia
    Podcast Histórias de Viagem #01 – Sobrevivendo ao Trem da Morte, Bolívia, 2005
     
    No episódio de hoje, eu vou falar da história de quando nós nos aventuramos pelas linhas férreas bolivianas em nosso primeiro mochilão na América do Sul.
     

     
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    No episódio de hoje, eu vou falar da história de quando nós nos aventuramos pelas línhas férreas bolivianas em nosso primeiro mochilão na América do Sul.
    Trem da Morte, Bolívia, ano de 2005.
    Para nossa primeira longa viagem internacional, minha então namorada, um amigo e eu decidimos fazer um mochilão na Bolívia e Peru com destino final em Machu Picchu.
    Nosso roteiro começa em São Paulo, onde pegamos um avião até a cidade de Campo Grande e depois um ônibus até Corumbá, que fica na froteira do Mato Grosso do Sul e onde entraríamos na Bolívia, mais especificamente na cidade de Puerto Quijarro.
    Escolhemos essa cidade para ser onde pegaríamos o famoso Trem da Morte, sonho de muitos mochileiros sulamericanos.
    A travessia de países, do Brasil para a Bolívia, já vale uma pequena história.
    Nós descemos no terminal rodoviária em Corumbá e pegamos um taxi para o portão de imigração, fila pequena, conferência de passaporte e passagem ocorreram tudo correto. Já em solo boliviano, preocupados em não perder o horário do trem, nós pegamos outro taxi e só fomos perceber no meio do caminho a gambiarra em que estávamos.
    A Bolivia importava muitos carros de países de mão inglesa, onde a direção do trânsito é invertida em relação a, por exemplo, o que usamos no Brasil, e em função disto os carros possuem o volante, indicadores e pedais no lado direito do painel.
    E, claro, a Bolívia usa a mesma mão que a brasileira. Para compensar a diferença no carro, eles aplicaram o “jeitinho boliviano” e moveram o volante e pedais para o lado esquerdo, mas sem alterar o painel. Ou seja, o motorista dirige o carro e se quiser conferir velocidade, nível de combustível e óleo, ele precisa olhar para o outro canto do painel.
    Enfim chegamos na plataforma de trem, fizemos câmbio do dinheiro, compramos as passagens e embarcamos no vagão normalmente usado pelos diversos turistas brasileiros e europeus que fazem esse trajeto.
    Antes mais uma pequena história:
    Existem várias lendas em relação ao seu apelido de Trem da Morte, muitas delas envolvendo a violência das diversas ditaduras sulamericanas, gangues bolivianas e até mesmo sumiço de mochileiros desavisados. Porém a história que é considerada por muitos como a verdadeira é que durante a construção dos trilhos e estações, houve um surto de malária que levou à morte de muitos dos trabalhadores. O trem já era apelidado como Trem da Morte muito antes do início de seu funcionamento.
    A previsão da viagem era de algo em torno de 20 horas e estava correndo tudo bem.
    Até que em uma das várias paradas que o trem faz,
    7 min

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